Marcado Pela Noite
3 Capítulo 3 - Quase aconteceu...
Notas iniciais
Vendo aquele sorriso, logo penso que era um assalto. Ele estava ali, espiando enquanto o outro me rouba tudo que tenho. Mas que porra! Eles poderiam estar armados, não podia fazer nenhuma loucura. Coloco uma mão no bolso da calça, sentindo o celular ali, implorando para eu pega-lo e chamar a polícia. O cara se desencosta da porta do meu apartamento, e começa a caminhar na minha direção. É aquele ditado, se correr levo um tiro, se ficar, uma facada. Simplesmente esperei.
—Eu achei que você fosse uma garota, mas é um pirralho de barba. Que porra! — Dizia ele, quando ficou mais próximo de mim, me olhando de cima a baixo.
—Que garota? Está no apartamento errado.
—Não, é você mesmo. Podia ser uma loira gostosa, mas é um pirralho, puta merda. Mas… Pelo jeito tem uma boquinha que sabe chupar um pau bem gostoso. — Ele bota uma mão no volume em sua calça, apalpando ele e dando aquela olhada safada.
—O que?? Você está me confundindo. E que porra é essa? Vai se foder!
—Senti você ontem, e não vim aqui à toa. Mesmo que você seja homem… Mas pelo menos é boa pinta. — Ele segura no meu pulso, e começa a me puxar para meu apartamento.
Eu tentei revidar, mas ele é forte pra caramba, nunca vi alguém tão forte a ponto de eu não conseguir nem dar uma travada quando eu me seguro na beira da porta. Eu nem revidei muito, vai que esse louco tem uma arma e me mata. Isso já me cheirava a sequestro. Mantive a calma e deixei ele procurar a chave do apartamento no meu bolso, mas enquanto ele colocava uma mão dentro do bolso, a outra foi direto no meu pênis, dando uma apalpada. Fiquei sem jeito e um pouco corado, que cara abusado! Ele trancou a porta do apartamento enquanto apalpava com uma mão dentro de minha calça.
—Olha, eu sei que é estranho, mas preciso transar contigo. — Ele disse isso, ainda com a mão lá, mexendo no meu saco e logo começou a me empurrar para trás.
—Precisa fazer o que? O-Olha, assim não dá cara… Nem me oferece um copo de água e já quer me chupar… E quem é você?? Como sabe onde moro?
—O apartamento é seu, você que tem que me oferecer o copo de água. Depois eu te conto, já achei que sabia.
Não nego, o cara é bonito e pelo jeito é gostoso também. Não sei porque, mas quando eu olhava nos olhos dele, eu me lembrava do Jhonatan. Algo estava estranho, eu não conseguia negar aquilo, ele era diferente. Era como o Jhonatan. Deixei me levar pelo momento, caminhando até o sofá de costas, com aquela mão segurando no meu pênis, que já estava endurecendo.
—Seu pau já está endurecendo haha. Pode ficar tranquilo, sou limpo, só relaxe. -Dizia ele, olhando para mim e começando a me masturbar por dentro da calça.
Quase chegando no sofá, nessa brincadeira, ele se aproxima o rosto do meu, ficando bem próximos, me olhando nos olhos, como aquelas cenas de filmes românticos, dignos de jatos de vômito. Eu sorrio, um pouco sem jeito. Aquela situação era mesmo muito estranha e gostosa, um cara bonito vem no meu apartamento e me obriga a transar com ele? Com direito a beijo de filme? Porra! Era só pedir com jeitinho.
Nós fechamos os olhos, e quando íamos encostar os lábios, eu bato a canela no sofá, e caio sentado nele, interrompendo o beijo e fazendo a mão boba dele sair de dentro da minha calça. Ele sorri, se abaixa e eu seguro o rosto dele, lascando um beijo que faria novelas sentirem inveja. O desgraçado beija bem, estava com hálito de morango, preparado para o bote. Enquanto nos beijamos, as mãos dele escorregam pelo meu tronco, e se enfiam por debaixo da minha camiseta, apertando minha cintura, se aproveitando dela. Logo ele interrompe o beijo e retira minha camisa, passando a dar mordiscadas no meu pescoço, e indo me lambendo até meu mamilo, onde ele se acaba de esfregar a língua. Eu retiro a touca dele, jogando ela no chão, enquanto vejo ele ir descendo para minha barriga, até tirar minhas calças e cair de boca no meu pau. Ele engole tudo de uma vez, e logo da lambidas em toda sua extensão, lambuzando ele bem. O cara era safado e tinha uma boca quentinha e boa, que eu chamo de boquinha de boquete. Meu corpo chegava a arrepiar quando ele ia fundo e encostava o nariz na minha virilha. Apoiei as mãos no cabelo curto dele, as vezes forçando ele a engolir tudo.
Ele para um pouco, retira a camisa e a calça, e volta a me chupar, dessa vez me masturbava enquanto lambia meu saco, de baixo para cima. Eu já estava doido de tesão. Segurei nos cabelos dele firmemente e forcei a colocar meu pau de volta na boca. Ele fazia movimentos de vai e vem com a cabeça, fazendo eu pirar. Já estava pulsando na boca dele, chegando no ponto, no auge. Dou um gemido meio alto, sinalizando que ia ejacular. Ele para de me chupar e começa a me masturbar com uma mão. Logo começo a liberar os jatos quentinhos, e ele a me olhar maldosamente, sorrindo.
—Caramba! Você chupa bem pra cacete!
—Você não viu nada, vou fazer você pedir mais e mais. — Ele olhou pra mim, limpando com o punho um pouco de gozo que havia espirrado no queixo.
—Você pode me fazer pirar agora.
Me levanto do sofá, já indo dar um beijo nele. Dou um selinho e começo a conduzi-lo para meu quarto, pegando no volume dele… E que volume! Estava quase rasgando a cueca de tão duro. Colo minha testa na dele, que era um pouco mais alto,sorrindo e vou empurrando ele na direção do meu quarto. Enfio minha mão dentro da cueca Boxer, segurando o pau dele, sentindo cada centímetro quente dele.
Mordo meu lábio inferior, ainda com um sorriso traquinas, já chegando na porta do meu quarto, que estava aberta. Quando ele passa da linha da porta, empurro ele para dentro e fecho a porta rapidamente, trancando-a.
—Mas que porra é essa? — Dizia ele, batendo na porta.
—Vou te guardar na geladeira pra depois, eu deixo uns biscoitos na escrivaninha e tem uma garrafinha de água por aí, o quarto é todo seu bebê. — Me viro de costas para a porta e me encosto nela, rindo.
—Você não quer me provar? Tem um pau durão aqui te esperando.
—Quem sabe depois… Tenho que fazer umas coisas agora, até mais tarde. Ah, e se quebrar a porta, chamo a polícia. Tem guardas aqui perto.
—Porra, vai me deixar aqui mesmo? Caralho, seu pirralho de merda, te chupei e agora vem com essa? Você vai ver…. Eu vo….
Deixei ele falando sozinho lá. Sorte que eu deixei a roupa que eu ia sair hoje de madrugada em cima da mesa. Na verdade eu esqueci de guardar ela depois que passei.
Ouço meu celular tocar, vou pra sala, onde minha calça estava e tiro ele do bolso.
—Alô?
—Algum cara foi aí no seu AP?
—Quem é?
—Jhonatan. Algum cara estranho foi aí no seu apartamento?? — Dizia ele, focado.
—Hmm não, não tem ninguém aqui, porque? Era pra ter? Um fã?
—Não, era só pra saber se tinha chegado bem. Até depois.
Ele desliga. Mas… Isso está muito estranho. Eu só não vou me concentrar nisso agora, porque tenho que dar uma última lida na letra e ouvir a música, mas Jhonatan e esse boquinha de boquete vão me falar tudo o que está acontecendo. Pego a letra da música impressa que estava em cima da mesa, do lado da roupa, e vou lendo. Logo coloco a música baixinho, vendo o ritmo dela.
Estou um pouco nervoso, mas nada que eu não possa fazer. Meu celular apita, e é meu amigo dizendo que o show ia começar mais cedo, a 1h da manhã. Já são 00:05!!! Visto minha jaqueta preta aberta na frente, ficando com o umbigo a mostra, meu tênis preto de cano alto, calça jeans escura e minhas luvas pretas sem dedo. Vou ao banheiro dar uma revisada no visual e ajeitar meu topete, estando pronto para a noite.
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