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15 Chapter Twelve ― A Dama e o Valete (+18)


Notas iniciais
HENTAI, ALERTA DE HENTAI! Fala se eu não sou boa? Um capítulo novinho em uma semana. Podem agradeçer kkkkkkkkk brincadeirinha gente. Gostaria de agradecer a todos os comentários do capítulo anterior, vocês são os melhores. TENHO UM AVISO SOBRE ESSE CAPÍTULO: O HENTAI TÁ EXPLÍCITO E BEM QUENTE, então se não gosta e se sente incomodado ou constrangido, não leia. Os avisos e recomendações estão na classificação da fic, não me responsabilizo. Sem mais delongas, Boa leitura.

Chapter Twelve

A Dama e o Valete.

O ser humano é falho. É claro, que, até o momento, não me cansei de enfatizar sobre minha admiração para com essa espécie tão magnífica aos meus olhos, e fiz o possível para ressaltar a melhor parte que há dentro deles.

Mas, nem tudo é perfeito, não é mesmo?

A história que vos conto hoje, se trata de pecados. Dizem ser essa a essência do ser humano. Todos carregam dentro de si, um dos chamados pecados capitais. Trata-se de uma classificação de condições humanas conhecidas atualmente como vícios que é muito antiga. Estes são sete: Gula, Avareza, Luxúria, Ira, Inveja, Preguiça e Soberba.

A história que vos conto, poderão encontrar quatro deles.

Apresento-lhes Elsa Delacroix e Jack Chappuis.

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Berna, Suíça ― Século XIX (1900).

Desta vez, farei um pouco diferente. A narração desta história não se iniciará com a descrição de como foi que encontrei Elsa ou Jack. Pelo contrário, eles sequer aparecerão nesse breve início.

Quem eu vos apresento agora, é uma jovem chamada Toothiana, ou somente Tooth. Essa jovem de cabelos castanhos e olhos incrivelmente azuis, chamou-me a atenção de uma forma tremendamente negativa.

Com apenas vinte e dois anos de idade, a morena já era dotada de um egocentrismo gigantesco e a mais carregada inveja que eu já tive o desprazer de testemunhar.

NOTA:

A inveja é um dos sete pecados capitais. Do latim invidia ela pode ser definida como o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa possui. É considerada um pecado, pois uma pessoa que a carrega dentro de si, ignora as próprias bênçãos e prioriza as conquistas de outra pessoa no lugar de suas próprias. É o cúmulo da cobiça.

Tooth trabalhava em uma revista de moda, como secretária e braço direito de ninguém menos que Elsa. E acredito que não é necessário dizer que a mesma sentia uma inveja incontrolável da nossa querida protagonista.

Não que fosse uma pessoa verdadeiramente má em seu interior. Acontece que, a loira conquistara por conta própria tudo o que a morena sempre sonhara em toda sua vida.

O emprego de seus sonhos como diretora de redação de uma revista de sucesso, a L’Behmer. A riqueza e o status que sempre cobiçou, tendo em vista que era uma das mulheres mais ricas e bem sucedidas no ramo da moda. A beleza que não via em si, ela enxergava na esbelta loira de olhos azuis-turmalina.

Mas além de tudo isso, Elsa conquistara o bem mais precioso de Tooth. Não que a platinada tivesse a derrubado ou passado por cima dela para isso.

Elsa conquistara o amor e a admiração do homem dos sonhos de Tooth. E sem esforços ou qualquer maldade, o que deixava a morena mais irada ainda.

Acredito que não é necessário enfatizar que tal homem, que Elsa possuía o coração e que Toothiana desejava, era Jack, certo?

O rapaz de cabelos platinados e olhos de cor azul-gelo trabalhava como produtor executivo da revista. Mas se engana se pensas que este era um santo, como na maioria de suas outras encarnações.

Embora exibisse um rosto angelical e uma postura incrivelmente profissional e responsável, a partir do momento em que se fazia presente em uma sala fechada com Elsa, o loiro caía nas garras da mais abundante luxúria, que chegava a dilatar-lhe as pupilas e transformar o azul gelo de seus olhos em um opaco tom de safira.

NOTA:

A luxúria, do latim luxuria é outro pecado capital. Pode ser entendido como o desejo passional e egoísta por todo o prazer corporal. É um vício oposto a castidade, e indica uma atitude extrema de amor aos prazeres da carne e aos comportamentos sexuais exagerados, muitas vezes promíscuos.

Quanto a Elsa, meus caros, não pense que por nunca ter derrubado alguém para subir na vida, ela deixou de ter seus pecados. Tal como Tooth e Jack, a loira possuía não apenas um, mas dois dos pecados capitais. Também era dotada de pura luxúria, que a fazia agir com extrema libidinagem para com Jack e o lançar olhares lascivos durante o expediente.

O seu segundo pecado, não era segredo a ninguém. Suíço algum no mundo teria a capacidade de negar que a loira era vaidosa. O problema era sua vaidade ultrapassar dos limites comuns chegando até a soberba.

NOTA:

A soberba, do latim suberbia é conhecida também como vaidade ou orgulho. Além disso é a pura manifestação da pretensão e superioridade sobre as outras pessoas. É a arrogância, a altivez, a autoconfiança em excesso. Exatamente o oposto da virtude, da humildade e da modéstia.

Elsa era a personificação da soberba.

Agora que já conhece os nossos pecadores, acho justo lhes contar como sei disso. Foi na primavera que os encontrei, em meio a uma reunião para decidir a próxima coleção e parceira da revista.

Estavam todos em uma mesa retangular de tamanho grande. Provavelmente os mais importantes da empresa, tendo em vista de que todos ali se vestiam da mais bela roupa e acredito que com a mais cara também.

Elsa, estava no estremo direito da mesa, posição esta que lhe permitia a visão direta de todos os integrantes da reunião. No outro extremo, não havia ninguém, nem mesmo uma cadeira, o que apenas reforçava a autoridade da loira.

Do seu lado esquerdo, Toothiana anotava às pressas todos os comentários e opiniões expostos, com certa dificuldade, ao mesmo tempo em que desviava um olhar de soslaio para a cadeira à sua frente. Neste lugar de frente a morena, do lado direito de Elsa, estava Jack.

O platinado sequer notara os olhares furtivos de Tooth na sua direção; estava ocupado demais demonstrando seu interesse em Elsa para ao menos notar a pobre apaixonada.

Esse era o motivo da inveja de Toothiana.

Elsa, com sua voz melodiosa, porém firme, falava sobre alguns parceiros e sobre um concurso que fariam no mês seguinte para procurar novos modelos para uma de suas parceiras.

Mais alguns minutos de projetos e a diretora de redação deu a reunião por encerrada. Todos se levantaram e começaram a juntar seus pertences, quando a voz da loira se fez novamente presente.

Jackson. Quero você na minha sala. Agora. ― E se virou saindo da sala.

Jack a seguiu em silêncio. Todos se entreolharam. Tooth estava de cabeça baixa quando ouviu uns colegas próximos de si comentarem:

― Quem vê, até pensa que irão tratar de negócios. ― A voz estava com um tom zombeteiro que quase feriu o coração da morena. ― Aquela sala vai pegar fogo hoje.

Tooth só não se sentiu triste pois a raiva, inveja a dominou naquele instante.

Bufando irada, saiu a passos firmes da sala de negócios, enquanto se dirigia para a saída, ainda tendo tempo de ver uma cabeleira platinada passar pela porta de uma das salas e esta ser fechada de forma abrupta. Suspirou e seguiu seu caminho.

Enquanto isso atrás da porta recém fechada Elsa e Jack realmente estavam pegando fogo. Se beijavam com necessidade absurda, os corpos já ficando suados, as mãos percorrendo o corpo um do outro.

Colados um no outro, como se suas vidas dependessem daquilo.

A mão esquerda de Jack desceu pelas costas de Elsa a apertando contra seu corpo enquanto a direita se afundava nos cabelos loiros e os puxava para trás. O movimento deixou a cabeça da mesma estirada para trás, dando a ele uma liberdade total para brincar com seu pescoço alvo.

Separou sua boca dos lábios rosados dela e fez um caminho pelo seu queixo, descendo até o pescoço mordendo-o com certa força, o que fez a loira arfar entre seus braços. Desceu para seu busto com uma trilha de beijos, deixando uma generosa quantidade de saliva na pele leitosa que já ficava vermelha devido à pressão de seus lábios.

Elsa arfava a cada toque lascivo e com a cabeça sendo puxada para trás, não podia fazer muito além de fechar os olhos e se deixar levar pelas sensações gostosas que o platinado lhe causava.

Ele retirou a mão das costas dela e a desceu para a as nádegas firmes cobertas pelo tecido azul marinho que compunha as vestes dela, tocando a pele escondida sutilmente, porém de modo atrevido. Pôde sentir ela se arrepiar com o toque e não contendo seus extintos apertou a pele macia entre seus dedos de forma bruta, se animando com o gemido sôfrego que escapou dos lábios avermelhados da loira.

Não aguentando mais toda aquela roupa impedindo-o de tocá-la em toda a sua glória nula, ele soltou-lhe os cabelos e esgueirou a mão para a chave que jazia na forma, girando-a duas vezes e trancando-os, apenas para garantir que não seriam incomodados.

A puxou pela cintura, descolando o corpo de Elsa da porta de madeira, e guiou-a até a mesa redonda de vidro que permanecia no fundo da grande sala. De modo apressado, com o braço ele empurrou todos os empecilhos que estavam ali em cima, despejando-os no chão.

Elsa bufou com o descuido, torcendo para que a brutalidade de Jack não houvesse quebrado nenhum de seus pertences. Sentiu seu corpo ser deitado sobre o vidro gélido, e mal teve tempo de reclamar pois logo sentiu os lábios quentes do homem castigarem o seu pescoço.

Ela levou as mãos até os cabelos platinados, suspirando de forma pesada com os toques lascivos que ele a proporcionava. Não suportando mais aquela distância enorme entre suas bocas, ela o puxou pelos cabelos com força, abrindo as pernas de forma desavergonhada e o puxou para si, permitindo que ele se encaixasse nela e suas intimidades se chocassem de forma dolorosa, porém instigante.

Um som abafado de ambos se esvaiu pela sala que já se encontrava em altas temperaturas. Em meio ao beijo desesperado, Jack lentamente abriu os botões da blusa apertada de Elsa, retirando-a sem interromper o ósculo. As mãos desceram para o quadril acariciando de forma leve, enquanto ele amenizava a necessidade do beijo.

Lentamente, desgrudou os lábios inchados do seu e levantou o tronco espalmando as mãos no vidro da mesa, uma de cada lado da loira e a contemplou.

Seus olhos antes azuis-gelo exibiam agora um tom escuro, próximo ao safira. Sua boca salivou conforme analisava o corpo esculpido tão entregue a si.

Os cabelos dourados estavam espalhados sobre a mesa, um tanto desgrenhados, diga-se de passagem. Os olhos de cor turmalina tinham as pupilas dilatadas demonstrando o desejo que ela sentia por ele. As bochechas estavam coradas sutilmente, contrastando com a pele leitosa. Os lábios inchados e cor de carmim permaneciam entreabertos, deixando escapar a respiração descompassada.

Enquanto isso, os seios cobertos pelo sutiã de cor ébano subiam e desciam acompanhando seus suspiros agitados. Jack perdeu todo o seu controle e com força a puxou pelas pernas contra si dobrando-as em sua própria cintura aumentando o contato entre suas intimidades de forma tortuosa.

Elsa gemeu, os olhos arregalados com o movimento repentino já conseguindo sentir o membro dele ereto. Sorriu com luxúria.

Jack em um movimento retirou o sutiã dela e atacou seus seios de forma impetuosa, lambendo-os, chupando, mordendo, levando a loira à loucura, de uma forma que só ele sabia fazer.

Ele se demorou nos seios fartos, se divertindo com cada canto da pele exposta, os sons que escapavam dos lábios da loira soando como uma melodia sensual em seus ouvidos.

Com a mão esquerda brincando com o seio direito, e a boca torturando o outro, Jack esgueirou a mão direita pra debaixo da saia azul marinho extremamente apertada da loira e friccionou com os dedos ainda por cima da calcinha o seu clitóris, o que fez Elsa irromper em um gemido alto e arquear as costas dando-o ainda mais liberdade para castigar lhe os seios.

Ele puxou para o lado a calcinha fina – que supôs ser da mesma cor do sutiã – e apenas passou os dedos na intimidade dela, checando se já estava pronta para o receber. Ao notar o quão molhada ela estava, ele sorriu sacana e retirou o seu próprio cinto, descendo as calças e puxando o próprio membro rígido para fora.

Subiu a saia de Elsa que gemeu em antecipação ao sexo, e segurou a calcinha para o lado, encostando a ponta de seu membro na intimidade encharcada, entrando lentamente.

Um suspiro satisfeito escapou de seus próprios lábios ao sentir a região úmida, quente e apertada receber seu membro de forma tão deliciosa.

Ele segurou-a pelos quadris de modo firme enquanto se movimentava lentamente dentro dela, se deliciando com os gemidos abafados que vez ou outra Elsa deixava escapar. Os corpos suados entraram em sincronia conforme Jack aumentava o ritmo de suas estocadas e os gemidos preenchiam a sala.

Quanto mais fundo ele entrava dentro de si, mais alto a loira gemia, perdida nas sensações do sexo. Sentindo sua excitação aumentar a cada movimento, e seu orgasmo cada vez mais perto, ela circundou as pernas ao redor dos quadris do platinado o puxando para si fazendo-o enterrar-se dentro dela e o puxou para um beijo, apenas para abafar o gemido descontrolado que aquele toque mais profundo provocou.

Mais algumas estocadas e Elsa melou o membro rígido de Jack com seu gozo, sentindo-o friccionar seu clitóris com uma das mãos a fim de intensificar o seu orgasmo, para logo em seguida despejar-se dentro dela.

As pernas da loira amoleceram e afrouxaram o aperto nos quadris do homem, permitindo que este se retirasse de dentro dela, com a satisfação de ter o desejo saciado.

Ele quase desabou sobre ela, mas se apoiou na mesa para impedir que isso acontecesse. A loira se sentou, puxando-o de volta para entremeio suas pernas e circundou os braços nas costas dele, o beijando de maneira lenta, mas ainda assim, de forma lascívia.

Cessou o ósculo quando sentiu ele apertar suas nádegas com força e seu membro já reascender. O barulho que aquela transa rendera, já devia ter chamado a atenção o suficiente. Não que ela se importasse, suas transas no expediente eram comuns e nenhum segredo para os trabalhadores da L’Behmer.

Mas ainda assim, ela tinha mais o que fazer. Poderiam continuar aquilo mais tarde, de preferência na sua cama, onde poderia se deleitar, gritar, e montar em cima de Jack sem pudor algum.

Ele sorriu acariciando sua bochecha de forma delicada.

Muito embora os dois fossem recheados de pecados, não se podia negar que daquela mais completa luxúria um sentimento puro nasceu. O amor entre eles brilhava em seus olhos talvez de forma até mais intensa que a luxúria.

E, considerando esse lado, não se pode deixar de questionar se, talvez, esse sentimento tão belo e singelo, não seria capaz de retirar de seus corações apaixonados todo o mal que os sete pecados capitais impregnava em seus corpos.

Afinal, o amor deve perdoar todos os pecados, exceto o pecado contra o amor. O amor verdadeiro, têm perdão para todas as vidas, menos para uma vida sem amor.

Notas finais
É, esse capítulo teve poucos diálogos. Quis deixar ele mais detalhado, espero que não se importem. Caso não gostem de capítulos assim, me avisem, pois tento fazer da forma de sempre. Espero que tenham gostado! mereço comentários né?? Beeeijos e até o próximo ♥