Notas iniciais
Desculpem a demora, mas eu estava me atolando em numeros e letras nos testes da escola. Mas agora eu estou livre :V E vou começar a escrever capítulos mais longos por ter mais tempo, então considere este uma despedida de capítulos curtos.

Bob pula do automóvel junto a revoltada, deixando a zona de carga da carruagem.

O rapaz rola pela estrada, mas por sempre usar muitas roupas (moletom canguru preto e verde, jaqueta de couro com a gola para cima, touca cinza, calça preta jeans com detalhes verdes e botas pretas com riscos brancos) não ralou partes do seu corpo.

Bob era albino, seu nariz era arrebitado, seu cabelo era consideravelmente curto, era branco com uma mecha verde na franja. Seus olhos, ao contrário de albinos tradicionais, tinham cor, eram vermelhos, o que o tornava o mais assustador da equipe.

Logo, Blake corre na direção de Bob.

— Ficou louco? Por que me seguiu, seu estrupício?

— Por que você pulou?

— Eu só queria ficar sozinha!

— Era só ter se enfiado num dos sacos de açúcar, não ter abandonado a missão.

— Eu não abandonei nada, nunca me comprometi a ir na casa de ninguém. E além do mais, foi você quem me seguiu! Eu não pedi para você vir aqui! Vem cá, qual é a sua?

— É que eu achei... Que estávamos juntos nessa...

Ao raciocinar o que Bob disse, todo o ódio dentro de Blake some. Ela levanta as sobrancelhas, e todos os seus argumentos prontos que ela lançava um a um com o objetivo de magoar quem fosse atingido, foram dados como inúteis após a evolução da conversa.

— Me desculpa por confiar em você. — Bob sai andando,

— Tá desculpado, que isso não se repita.

O rapaz olha para os lados. Ele tira do suporte de seu cinto uma adaga e em seguida se esconde atrás de uma árvore. Um garoto com um skate segue pela estrada, Bob joga a adaga que vem rolando em direção a figura. A adaga acerta o capacete do menino, que cai para o lado. A adaga não perfura a cabeça loira do garoto, mas o deixa desestabilizado pelo susto. Bob corre em direção ao skate que continuara andando e ao equilibrar-se nele, vai embora dali.

Blake olha ao redor. Se sentia um lixo pelo que acabara de fazer. Sem lar, sem pertences, sem amigos, sem mãe, sem proteção.

Estava de noite. O local estava mal iluminado, e estava muito frio. Logo em seguida, alguém grita “Ei você! garota indefesa! Passa tudo que você tiver aí”. Era o menino que já havia se recomposto, ele anda em direção a Blake com a adaga ainda presa em seu capacete. Ao ver, que ela não se movia, e olhava Bob desaparecendo de sua vista, ele começa a correr, furioso. Blake não esboçava nenhum sentimento relacionado a medo ou tensão, nem mesmo olhava para quem estava para atacá-la. O que a jovem sentia no momento era inexplicável, a mistura de um milhão de pensamentos e sentimentos em sua cabeça. Tristeza profunda pela morte de sua melhor amiga em sua frente, ódio pelo povo que habitava Auradon, algo completamente novo que ela sentia por Bob quando se lembrava da maneira que falara com ele a instantes atrás, fúria momentânea pelo desaforo do pirralho gordo que estava prestes a desmembra-la. "Indefesa". Quando ele avança na jovem, ela sagazmente chuta o que sobrara da adaga presa ao capacete do menino, pelo ponto de vista de Blake, afundando a arma em sua cabeça. Ele cai imediatamente com os olhos arregalados. O garoto decidiu mexer com a garota errada na hora errada. Literalmente. O pior momento da vida de Blake pesou na violência que desmembrador da terrível Rua Eville sentiu.

— Indefesa é o cacete. — Ela fala friamente.

— AAAH! SUA CRETINA! — Ele estava acordado — A PONTINHA ENTROU NA MINHA CABEÇA, OH, MERDA! AI, AI! QUE DOOR!

— Trouxa. — Blake sai andando na direção oposta da rota de Bob.

— Espera, não! Você... Não pode fazer isso!

— Uh, tem toda a razão. Puxa, como sou vacilona. — Ao passar pelo menino que se debatia no asfalto sujo como um peixe fora da água, ela apoia seu pé no capacete, e puxa sem piedade a adaga presa ao garoto, imediatamente após isso ela faz um coque em sua cabeleira platinada e a prende com a adaga, que havia sangue na ponta, afundando em seu prateado cabelo e tornando a arma invisível de longe, pelo cabo da adaga ser branco. — Ela solta uma risada maléfica grave e assustadora, após aquela diversão momentânea, a garota pôde rir verdadeiramente. O garoto chorava aos soluços, e enquanto ela sai andando depressa, passando por dentro de um cano imenso que era uma espécie de túnel, onde dava em cabanas de moradores de rua, que eram repetidamente incendiados, haviam tiroteios mais que o normal, mas em compensação era onde havia maior concentração de comida enlatada. "Obviamente algo enviado pelo Rei para que aquela estúpida Fera de Coroa não se sinta tão mal por estar trancando inocentes" Enquanto ela olha ao redor, visualizando cabanas fedidas e cheias de mosquitos em volta, ela reflete sobre a História: "Tolos... Mamãe tinha razão, a nova geração de vilões é fraca, e até poderiam ser convertidas para a Luz ainda jovens, mas deixando passar o tempo como estão fazendo, só estão empurrado com a barriga, acumulando lixo aos poucos, fazendo uma bola de neve, as consequências desta decisão imprudente e irresponsável do rei irá destrui-lo no final, tornará a nossa vingança mais sangrenta. Pode ter certeza disto."

De repente, alguém segura Blake por trás e com um pano úmido, tapa a boca e o nariz da garota. Blake nunca tinha sido pega tão desprevenida como agora, quem quer que esteja fazendo isso era forte, mas Blake, experiente como era, certamente também tinha cartas em sua manga para situações como esta.

Notas finais
Pessoal, o capítulo será provavelmente o menor da fic, agradeço por você ter lido até aqui, interajo com vocês pelos feedbacks, até o próximo capítulo :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.