Manual Das Fraldas
10 Um ano depois....
Um ano depois...
David Rossi estava limpando os quartos de sua nova casa, que ele dividia com Krystall. Eles finalmente se casaram e Penelope fez questão de acolher a mulher, com todo o carinho que ela poderia ter.
Ele colocou mais um vaso de flores na mesa e sorriu enquanto arrumava os dois berços no quarto destinado ao casal Calisa, como eles ficaram conheceram.
Era quase natal e eles iriam trazer os gêmeos recém nascidos, Noah e Raphael. Os dois meninos vieram quase depois da gêmeas, surpreendendo tudo mundo pelo fato de ser um segundo par de gêmeos, não pela gravidez.
Callen agora estava aposentado da NCIS. Muitos perigos para um pai de 6 filhos. Ele abriu a empresa de segurança, fazendo sociedade com Penelope, para oferecer tecnologia de ponta.
Penelope agora trabalhava meio período no FBI. Melissa havia completado um ano recentemente e ela e Luke queriam um segundo bebê.
“Pai, eu quero saber se você gosta desse mobile de girafas para os berços.” Penelope mostrou quatro mobiles. Dois de girafas e dois de estrelas. “Ou os de estrelas?”
“Acho que podemos revezar os dois.” Ele sorriu, sabendo que eram delicados e nada exagerados. “E então, podemos ver o que a Elisa gosta.”
“Sim!” Pen sorriu e foi para baixo da casa. “Ah, Krystall e eu estaremos indo fazer compras hoje à tarde com Melissa, então você e Luke estarão juntos.”
“Perfeito, querida.” Rossi sorriu enquanto pegava o celular e ligava para seu sobrinho. “Grisha, está ocupado?”
Callen suspirou enquanto tirava a gravata e entrava na sala onde eles fizeram um berçário para as duas duplas de gêmeos. Antonella e Aurora estavam dormindo felizes enquanto Noah e Raphael estavam mamando em Elisa.
“Eu deveria fazer um quadro com você assim.” Ele fechou a porta delicadamente. “Você é perfeita.”
“Bem, se você quer os outros homens babando em mim, vá em frente.” Ela brincou com ele.
“Pensando bem, só para meus olhos é suficiente.” Ele sorriu e olhou para os dois filhos. “Eu falei com o tio Dave hoje e ele está ansioso para ver todos nós. A casa dele tem um berçário e ele vai contratar três babas.”
“Bom, vai ser bom.” Elisa sorriu. “Você vai pagar as babás, não é?”
“Bem, é o mínimo que eu posso fazer.” Callen sorriu. “Temos dinheiro suficiente para pagar vinte babás. E eu gosto.”
“Não estou criticando você.” Elisa sorriu. “Vamos para Washington, meu adônis.”
Steve olhou para seu filho dando seus primeiros passos e o pegou assim que ele caiu nos seus braços.
“Eu gravei isso.” Anna sorriu. “Ele cresceu tão rápido, Steven. Quero que ele fique assim pequeno para sempre.”
“É uma pena que não seja possível.” Ele deu um tapinha na cabeça dela e sorriu. “Mas talvez possamos fazer outro?”
“Você gosta de praticar.” Ela o beijou e sorriu. “Falou com seu tio?”
“Sim e o tio Dave está ansioso para chegarmos depois de amanhã.” Steve olhou para o filho. “Ele nos prometeu uma surpresa. Talvez tenha bolo.”
“Você e seu filho vão ser tão parecidos.” Anna riu e beijou a bochecha de seu filho. “E sinceramente, vou amar isso.”
“Também te amo, amor.” Steve jogou um beijo para ela.
Thomas observou Juliet colocar Sebastian na cadeirinha. Era como observar uma versão miniatura dele correndo. Esperançosamente, eles teriam uma versão de Juliet também.
“Uma moeda pelos seus pensamentos.” Juliet o puxou para um beijo. “então?”
“Estava pensando em ter uma versão miniatura de você.” Ele foi sincero. “Assim Sebastian seria um irmão mais velho e eu poderia entrar em uma loja de meninas e comprar vestidos para ela.”
“Nossa empresa de investigação está indo tão bem.” Ela andou um pouco e sorriu para ele. “Talvez eu te de um presente de natal bem perfeito esse ano.”
Thomas sentiu seu corpo cair quando ela se virou de costas e andou balançando seu traseiro fofinho. Essa mulher seria a morte dele e seria uma morte linda.
Quando todos finalmente chegaram na casa de David Rossi, eles observaram o clima de natal, as decorações. Era quase 15 de dezembro naquele momento. E a temporada de férias seria maravilhosa.
Deixando os casacos quando entraram na casa aquecida e notaram o piso aquecido, eles foram até o berçário, onde as babás já os esperavam. As crianças tinham brinquedos a vontade, cercadinhos para os bebês e beliches para as crianças mais velhas.
Sophie quis ficar com Elisa e Penelope na sala, alegando que já tinha 5 anos, então era uma mocinha grande. Pen entregou a ela uma nova boneca e Elisa sorriu.
“Não é à toa que você é a madrinha favorita dela.” Elisa sorriu para Penelope. “Sophie se tornou bastante próxima de Melissa.”
“Sim, quem sabe uma hora dessas não deixo a Melissa com vocês uma semana para ter uma fuga com o Luke.” Penelope brincou e sorriu. “Quem sabe a Sophie passa uma semana com os irmãos aqui.”
“Seria tudo.” Elisa riu. “Eu quero muito fazer uma viagem com meu pai e mãe.”
Callen, Luke, Steve e Thomas jogavam buraco na mesa de cartas de Rossi. Krystall reviveu seus dias de crupiê e sorriu para o marido, que se juntou.
Juliet e Anna estavam compartilhando uma dúvida sobre uma investigação em andamento. As duas agora trabalham juntas e eram sócios de uma empresa de investigação privada, ao mesmo que Steve tinha o comando da Five O.
Todos estavam felizes naquele momento. Dave pegou uma bandeja cheia de gemada com um toque de canela e vodca e distribuiu aos adultos. As crianças, que agora estavam reunidas estavam longe da gemada, mas Sophie e Chris ganharam uma gemada sem álcool para aproveitar.
Steve roubou um beijo de Anna na mesa de jantar e ganhou um sorriso de Gibbs.
“Você ama dar uma espiada nos presentes, não é?” Anna o puxou para mais perto e deu um beijo de verdade nele. “Meu homem perfeito.”
“Minha rainha preferida.” Steve sorriu, segurando o pequeno John, que abriu um sorriso para o pai. “Você vai dizer sua primeira para o papai hoje à noite?”
“Pai!” O bebê soltou e todos pararam para olhar e bater palmas.
Dave sorriu enquanto segurava as gêmeas de Elisa e Callen. Elas estavam com vestidos vermelhos e lacinhos na cabeça.
“Eu sou tão abençoado por ter uma família grande.” Ele sorriu para todos os sobrinhos e sua filha. “Sinceramente, é disso que eu vou me lembrar.”
Penelope se levantou e bateu na taça, fazendo todos prestarem a atenção nela.
“Como boa anfitriã eu não poderia deixar de falar algumas palavras nessa noite perfeita.” Ela começou. “Ver todos aqui, famílias, amigos e parentes é maravilhoso e especialmente nesse natal. Que a gente tenha muito mais natais juntos.”
“Posso falar alguma coisa também??” Callen se levantou e viu Penelope acenar. “Eu gostaria de dizer que esse foi um ano bastante interessante para todos. E ter vocês ao meu lado, ao nosso lado, foi maravilhoso. Agora que eu deixei a agencia, tenho mais tempo para criar muitas memórias juntos. Saúde a todos!”
“Saúde!” Todos brindaram com vinho, exceto Penelope e Juliet.
Tanto Thomas quanto Luke sabiam exatamente o que significava. Anna surpreendeu ao não tomar vinho também.
Thomas levou Juliet para o jardim e colocou uma espécie de sino para que o tio Rossi não os pegasse se beijando.
Steve e Anna se aconchegaram em uma cadeira grande na varanda, debaixo dos cobertores.
Callen e Elisa estavam deitados em uma coberta sob outro conjunto de cadeiras.
Até Luke e Penelope se sentaram assim que os fogos de artificio começaram a estourar, anunciando o começo de mais um ano novo.
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