Manual Das Fraldas

1 9 Meses a frente


Era oficial. A família de David Rossi iria aumentar. Sua filha, a luz de sua vida, Penelope, estava esperando um bebê com Luke e ele estava igualmente na nuvem nove, contando os dias.

Do mesmo jeito, ele recebeu as boas novas de seu sobrinho em Los Angeles, Grisha, que sua esposa Elisa estava igualmente grávida.

Até mesmo seus dois sobrinhos no Hawaii pareciam terem combinado as gravidezes de suas esposas e era perfeito para ele.

Steve havia ligado na noite anterior, perguntando se ele poderia ficar esse período na capital com ele. Segundo ele, uma pequena confusão no Hawaii exigiu um período de férias e a esposa dele tinha seus pais na capital também.

Thomas estava prestando serviço militar por algum tempo junto com seus amigos então ele pediu se sua esposa e ele poderiam ficar pela capital também.

“Vai ser maravilhoso ter todos os meus pintinhos por perto.” Dave sorriu ao telefone. “Não sou galinha, mas amo todos por perto.”

“Perfeito, tio.” Callen sorriu enquanto falava ao telefone. “Nós temos uma casa em DC, então vamos ficar perto de todo mundo.”

“Almoço e jantar sempre na minha casa.” Rossi sorriu. “Exigência do titio.”

“Aposto que vai ser uma experiencia boa.” Thomas falou da tela do computador. “As garotas grávidas e a gente tendo que aprender a trocar fraldas.”

“Bom, infelizmente vocês não podem engravidar, então ficarão responsáveis por carregar nossas coisas.” Penelope deu um sorriso. “E acredite em mim, eu já prevejo que isso vai ser bom.”

“Vamos amar ficar com vocês.” Elisa riu. “Acredite em mim, Sophie e Chris estão animados por mudar um pouco de ares.”

“Bom, imagino que a casa grande vai ajudar.” Steve sorriu. “Meu sogro vai tirar meu couro quando souber que eu engravidei a filha dele.”

“Bem, o fato de que vocês se casaram vai ajudar.” Thomas brincou. “O Callen literalmente se casou e engravidou a esposa de primeira. Ele ainda se lembra da conversa com o tio Pride.”

“Deixe meu pai ouvir você chamar ele de tio.” Callen brincou. “ele vai subir no telhado e sorrir. E eu ainda tenho medo de café com pinga.”

“Mal posso esperar vocês aqui perto de mim.” Rossi deu um sorriso para eles. “Vai ser o melhor 1 ano que eu vou passar.”

“A gente se vê em breve.” Penelope sorriu, enquanto observava o pai. “Casa cheia é bom.”

“Eu vou preparar o quarto, bebê.” Rossi sorriu para a filha. “Fique deitada, ok?”

“Estou grávida, não inválida.” Ela brincou. “E ansiosa para todos chegarem.”

Rossi sorriu para a filha e começou a preparar o quarto para os hospedes.

Los Angeles, Califórnia.

Casa Callen...

Callen e Elisa estavam muito apaixonados. Dois filhos crescidos e mais um bebê a caminho. Depois que Elisa descobriu a gravidez, Callen fez questão de se juntar a esposa para uma sessão de amassos.

Eles estavam ansiosos por ainda ser recente então os dois decidiram que pegariam leve. Mas assim que o terceiro mês de gravidez passasse e o perigo de perder o bebê fosse totalmente apagado, os dois entrariam em uma boa brincadeira.

“Então, você está bem mesmo em ir para Washigton por um ano?” Elisa tinha que ter certeza antes de tudo. “Seu trabalho na NCIS é sua prioridade.”

“Você e as crianças são minhas prioridades, meu amor.” Grisha puxou sua esposa para um beijo. “E eu estava mesmo querendo uma pequena mudança de ares. Sam vai ser o líder e eu vou ter meu trabalho temporário no FBI.”

“Bom, vai ser perfeito para as crianças também.” Elisa sorriu. “E nossa casa lá tem tudo o que a gente gosta. E não estou falando apenas dos quartos normais.”

Callen gemeu, amando que a mente de sua esposa estivesse naquele quarto vermelho perfeito. Pegando Chris nos braços enquanto Elisa afivelava Sophie na cadeirinha de criança, os dois fecharam a porta e digitaram o código do alarme, fazendo com que apenas pessoas próximas tivessem acesso.

É claro, o quarto vermelho estava com códigos apenas para o casal.

Eles pegaram o voo para Washigton, com Sophie e Chris adorando o avião enquanto assistiam desenhos nas pequenas telas.

Callen beijou a esposa e tocou a barriga dela, se deliciando na sensação de um novo bebê.

Honolulu, Hawaii

Casa de Steve e Anna McGarrett

“Seu pai ficou calmo depois que você disse que a gente se casou?” Steve perguntou, preocupado com o agente Gibbs tentando matar ele a cada duas horas.

“Sim e se ele não entendesse, bem, eu meio que não posso simplesmente me livrar do bebê.” Anna beijou o marido. “Além disso, minha mãe fez com que ele tomasse juízo. E ele percebeu que vai ser o primeiro neto ou neta.”

“Eu te amo, sabe?” Steve sorriu, a beijando com amor. “Nem acredito que eu tenho que passar um tempo longe daqui por causa de um mal entendido.”

“Bom, você tecnicamente explodiu a casa do governador apenas para provar que a esposa do Wo Fat queria matar ele.” Anna deu um sorrisinho. “Ele te deu um ano de licença e minha mãe conseguiu suavizar tudo.”

“Queria que nosso bebê nascesse aqui.” Steve fez beicinho. “Sabe, como eu e minha irmã.”

“E quem disse que esse é o nosso único bebê?” Anna atirou um beijinho para ele, totalmente focada em colocar um belo sobretudo cor de rosa na mala. “Eu vou me divertir muito.”

“Meu tio já te ama.” Steve suspirou. “E você ficou mais gostosa apenas revelando a gravidez.”

“As coisas que a gente vai fazer durante essa gravidez.” Anna riu, jogando outro beijinho para Steve. “Pegue as malas, marinheiro.”

Thomas e Juliet terminaram as malas em tempo recorde também, fechando a mansão do Robin.

TC e Rick estavam esperando na porta, com suas bolsas prontas. Kumu sorriu e abraçou cada um, prometendo voar em dois meses.

“Nunca pensei que iria sentir falta de você me enchendo.” Katsumoto entregou uma travessa para eles. “É brigadeiro. Minha esposa brasileira fez assim que eu contei da viagem de vocês.”

“A cara está ótima.” Juliet sorriu. “Venha nos visitar em breve.”

“Estarei lá em breve.” Kumu abraçou todos e foi em direção ao carro. “Não se preocupe com os cachorros. Eles estarão perfeitamente bem cuidados.”

“Tchau-tchau!” Juliet acenou para os cachorrinhos, prometendo buscar eles em algumas semanas. “Bem, vamos ter que ir. O jatinho que o tio do Thomas mandou nos espera. Estou cobrando uma visita, hein?”

“Certamente.” Gordon observou os amigos indo em direção ao aeroporto privado.

Ele enviaria um pedido para uma transferência temporária. Ele sabia que queria uma mudança de ares e ficaria perto de seu filho.

Em duas horas, todos se encontraram no aeroporto privado e pegaram o voo em direção ao continente. Era uma pequena tristeza sair do Hawaii, mas para eles, uma experiencia bem-vinda e se sentiriam bem com o tio de Thomas e Steve.

E compartilhar a gravidez com as outras garotas seria perfeito e por algum motivo, eles sabiam que seria maravilhoso ter esse tempo em família.