Manhattan's Girl Vol. 1

43 M. Não Consegue Mudar


Notas iniciais
OIIIIIII PESSOINHAAAASSS DA MINHA VIDAAAAAA. Por favor, não me odeiem, mas eu realmente tenho uma desculpa plausível pra deixar vcs com a curiosidade a flor da pele. Minhas aulas começara, depois minhas provas, ai minha mãe fez o favor de cancelar o wifi daqui de casa e eu estava ficando neurada pq não conseguia postar pelo celular. Maaaaaassss agora estou de volta e prometo q vou postar com total regularidade. Já terminei a primeira temporada de Manhattan's Girl e já comecei a escrever a segunda. Espero que me perdoem. Amo vcs pessoal.
XOXO
-M.

- Não quero ir! – Megan bateu os pés na rua, fazendo cara feia pra mãe, Clarisse. – Não vou entrar!

- Meg, pare de se comportar como uma criança. – a Sra. Dickinson repreendeu-a, arrumando os cabelos castanho-claros – Desde quando você não gosta de fazer compras comigo?

Megan e Clarisse Dickinson estavam entrando na Madison Avenue, indo para a Veronique, a loja de artigo de luxo para gravidas, após sair do Lenox Hill e saber que o bebe era uma menina.

- Desde quando o seu “fazer compras” se tornou fazer compras para o bebe. – Megan retrucou impaciente. – Além disso, tenho coisas mais importantes a fazer.

- O que pode ser mais importante do que fazer compras com a sua irmã e sua mãe?

- Ahn... Qualquer coisa. – Megan olhou para as suas Uggs azul-bebe de pele de ovelha e as barras da sua calça Seven sujas de lama. – Não quero ir!

- Ora, vamos, Meggie. Vai ser divertido. – A mãe a pegou pela mão e a puxou para a entrada da loja.

As enormes portas de vidro da loja se abriram e Megan viu o mundo dos bebes. Berços, fraldas, roupinhas, carrinhos e brinquedos estavam distribuídos e organizados pela loja gigantesca. Varias vendedoras perfeitamente uniformizadas sorriram e acenaram para a Sra. Dickinson.

Megan jogou-se em um dos sofás brancos e tirou o iPhone da bolsa de camurça azul-escuro Guishem. Uma mensagem de Stacy, outra de Dave e a ultima de seu pai. Ignorou todas as três, pensando que seria melhor passar o fim de ano fora de Nova York, fugindo do frio, da neve e de toda aquela merda de gravidez.

Talvez ela viajasse para St. Martin e ficaria hospedada em um resort exclusivo, com uma suíte para o mar sem ninguém. Ou ela poderia convidar Dave, ela perderia a virgindade com ele e depois transariam todas as noites na enorme cama do hotel, pediriam serviço de quarto e na noite de ano novo eles iriam para a praia ver os fogos e transar de novo.

- Megan, o que acha? Este ou este aqui? – Clarisse tinha dois vestidinhos, um rosa e branco listrado e um rosa e lilás xadrez. Meg deu de ombros. – É, vou levar os dois. – Depois, virou-se para as prateleiras de sapatinhos. – Ah! Vou querer um de cada cor.

Meg desligou-se da mãe comprando as coisas e olhou para o celular. A notificação da mensagem de Dave ainda piscava na tela do iPhone e Megan digitou uma mensagem para ele, ignorando a recebida.

“D., acho q não vou poder sair hj. Minha mãe decidiu fazer compras para a minha irmã. Te ligo mais tarde. Te amo, bj. M.”

E soltou um suspiro.

Qualquer coisa era melhor do que ficar naquela loja vendo coisinhas para bebe, ouvindo a mãe cacarejar de excitação e as atendentes sorrirem de modo esperto vendo a Sra. Dickinson comprar tudo o que via pela frente.

- Querida, segure isto aqui, sim? – Clarisse jogou um monte de roupas no colo da filha. Megan passou as roupas para os braços de uma das atendentes e se levantou do sofá, indo para a porta e saindo para a rua.

Foda-se. Ela estava cansada disso tudo.