Notas iniciais
Bom, essa é a minha primeira fic. Ela foi baseada num sonho muito estranho que eu tive, e eu e minhas amigas decidimos transforamá-la numa história. Espero que gostem :)

Hoje foi mais um dia estressante na faculdade. Tive uma maldita prova de geometria e um trabalho pra apresentar. Ah enfim, eu me esqueci de apresentar, como sou idiota! Bom, meu nome é Thaislane, tenho 17 anos e moro em Paris.

Sempre que acabava a aula, eu ia me encontrar com Alice, minha melhor amiga da faculdade, na verdade, somos amigas desde o colegial, somos brasileiras, fazíamos intercâmbio de faculdade em Paris. Não sei por que logo Paris, mas achamos que ia ser legal estudar num lugar diferente... Ela fazia direito e eu arquitetura e design. Sempre gostei trabalhar com algo que envolva desenhos e coisas do tipo. As pessoas viviam falando que eu tinha talento pra isso.

Quando a aula acabou, pedi para que Alice me deixasse em casa, pois eu ainda não tinha tirado a carteira de motorista, e ela já. Isso é irônico, porque eu sou mais velha que ela. Eu estava hospedada num hotel, mas como moro lá há um semestre, já me acostumei a chamar o local de casa. Já ela estava morando na casa de uma prima.

Quando chegamos convidei-a pra subir, mas ela recusou, disse tinha que ir pra casa, pois era aniversário de sua tia. Pedi para que desejasse feliz aniversário a ela por mim.

Saí do carro e fui entrando no hotel. Meu celular começara a tocar, era a Victoria, uma das minhas melhores amigas, ela morava no Brasil, e todo dia me ligava pra falar das novidades, ou só pra perturbar mesmo.

— Diz sua vaca! — Vic cumprimentou me xingando, como sempre. – Como tá aí véi?

— Tô bem sua puta. E aí, como tão meus bodes? — Perguntei.

- Tudo de boa. Ei, sabe a Rebecca, aquela mina do meu prédio?

— Que tem ela?

- Ela tá fazendo faculdade véi

— Pois é, véi! Tipo... Ela... Fazendo faculdade... E logo engenharia véi... Nem sei por que ela tá fazendo isso. — Falei chamando o elevador e entrando logo em seguida.

— Num é?! Mas tipo... Eu acho que ela deveria fazer outra coisa...

Eu tinha acabado de sair do elevador e percebi que a porta do meu quarto estava meio aberta. Estranho... Mas eu já havia deixado a porta aberta várias outras vezes, então entrei normalmente...

- Pois é... Eu também acho... Sei lá... Talvez medicina, ela tem talento pra isso...

Eu ainda falava com Vic. Estava com aqueles fones sem fio, pois estava com as mãos muito ocupadas. Nessa conversa toda eu ia tirando meus tênis, colocando ao lado da porta, como o de costume, e colocando minha bolsa e minhas pastas em cima da cama.

- Véi, quando você volta mesmo aqui pro Brasil pra nos visitar? Tô morrendo de saudades de ti sua vadia! — Vic disse mudando o assunto.

Antes de respondê-la, olho pra cima para ver a situação da minha organização do quarto, e levo um pequeno – GRANDE – susto derrubando minhas coisas no chão.

- Creuzaaaa? Dá pra responder Maria? Weeweewee. RESPOONDE DIABA! — Vic gritava ao telefone.

Fechei os olhos, piscando várias vezes e me beliscado para saber se aquilo era mesmo real. Bom, parecia ser. Havia cinco garotos no quarto, dois estavam sentados nas poltronas e os outros no chão. Eles me olhavam com uma cara muito sinistra de tipo: Quem é essa menina? O que ela tá fazendo aqui? Mas a minha cara era com certeza a pior de todas. Eu já tenho uma cara de louca psicopata naturalmente, imagina depois de levar um susto! Levei minha mão até minha boca como se fosse impedir um grito que eu ia dar.

CREEUZAA? TU TÁ AÍ DEMONHO?! DÁ PRA RESPONDER SUA VACA?! — Vic perguntou mais uma vez gritando ao telefone. Parecia que queria me deixar surda.

— Éhh... Te ligo depois, beigildos. — Respondi rapidamente desligando na cara dela.

Eles ainda me olhavam com uma cara estranha. Peguei minhas coisas que caíram no chão, bem rápido, ajeitei meus óculos que escorregavam pelo nariz, calcei só os dedos dos pés no tênis e fui até a porta.

— Ah... Me desculpem.. É... Que... Eu vi a porta aberta... E... Pensei que era meu quarto – falei gaguejando, meu coração estava disparado. – Éhh... Me desculpem... Eu sou muito fã de vocês, e... Amo muito vocês! Éhh... Foi mal...

Saí do quarto indo direção ao meu, que era ao lado. Meu coração batia muito rápido eu não tinha ideia do que eu havia falado.

Apesar de o quarto ser ao lado, tinha que andar uns cincos metros de uma porta à outra. Enquanto eu andava eu pensava – MAS QUE MERDA FOI AQUELA?! “Eu sou muito fã de vocês, e... amo muito vocês”. Você não diz isso quando entra por engano no quarto dos meninos da ONE DIRECTION! AHHHHHH ME MATEEM! DIZ QUE EU NÃO FIZ ISSO! DIZ QUE NADA DISSO ACONTECEU VÉI!

Entrei no meu quarto que estava com a porta meio aberta também – Sempre. Deixei meus tênis ao lado da porta e coloquei minhas coisas na cama, levantando a cabeça pra ver se não entrei em outro quarto por engano. Aliás, estava a maior bagunça! Virei e fui andando em direção à porta para fechá-la.

Eu continuava pensando no que eu tinha acabado de ver: os meninos da 1D sem camisa com aqueles tanquinhos de fora. Véi, eu queria tocar os tanquinhos de todos eles – tenho uma obsessão por cutucar o “tanquinho” do povo... Pois é... Não sou nem um pouco normal. Aí do nada dois dos meninos aparecem na porta me dando um pequeno susto.

Notas finais
Uhuhuhu tá um cu awjrsdhfzxiukjcsdzx Poisé. Enfim... Deixem reviews!