Make Me Your Woman

17 This Is Not Gonna End


Notas iniciais
Olá amoresssssssss desculpa pela demora, esta complicado na escola e meu word estava de putaria comigo, porque simplesmente o exclui. Inteligente euzinha, claro. Beijos e boa leitura.

(POV Elena)

- Espere um segundo! – Respiro fundo. – O que diabos está acontecendo? Eu acordo em sua casa, você me diz que não rolou nada entre nós, eu te pergunto sobre... Dan... e logo me diz que quer ser meu cliente? – Minha respiração falha, minha cabeça dói. Confesso que isso era o que eu mais queria no momento, tê-lo para mim, especialmente aos meus pés. Droga. Damon me pegou de surpresa.

- Elena na biblioteca, você me fez a proposta! – Damon sente graça ao responder. Eu não sinto a mínima, não esperava que ele iria aceitar.

- Mas porque aceitou? – Pergunto indignada. Sinto-me uma idiota ao perguntar, era meio obvio. Damon mantem seu olhar sereno, isso me incomoda, e me atrai ao mesmo tempo. Que homem.

- Elena... estou te estranhando, eu simplesmente aceitei. – Oh, sim, por favor.

- Claro. – Sigo para o balcão de sua cozinha e logo me sento no mesmo. Damon segue o olhar para minhas coxas, meu lábio se contorce em um sorriso fraco, porém sedutor. Damon segue em minha direção devagar, eu o desejo, mas não iria facilitar agora, não iria me derramar aos seus pés, mesmo querendo fazê-lo. Damon estava a poucos centímetros de mim, eu logo desço. – Tem água? – O interrompo.

- Sim... Ah... Na geladeira. – Ele coça os cabelos negros. Eu havia o deixado assim. Enquanto Damon pega um copo, observo o seu corpo belo de costas. Deus, que visão. Viro rapidamente para a sala, minha mente deveria se concentrar em frustrar Damon, não a mim.

- Eu tenho que ir, tenho que trabalhar. – Olho para trás e logo vejo Damon sorrindo com o copo na mão. Ele me entrega o copo. – Do que está rindo?

- Trabalhar? – Bebo todo o conteúdo do copo. Não, preferia ficar aqui beijando esse seu corpo.

- Sim, Damon, ainda trabalho na biblioteca. – Reviro os olhos.

- Isso é bom, muito bom. – Seus lábios me atraem. Droga. Esquece.

- Sim... Eu tenho que ir. – Viro-me rapidamente.

- Não vai pegar suas coisas? – Damon me olha torto.

- Eu não sabia que tinha trago alguma coisa, já que não me contou nada que ocorreu.

- Posso te contar agora se quiser.

- Melhor não, eu preciso ir trabalhar, se não me atraso. – Damon se vira em instantes e logo segue para o seu quarto. Em segundos ele volta com uma bolsa na mão, minha por sinal.

- Aqui está. – Ele me entrega.

- Obrigada. – Sorrio leve e logo sigo para a porta.

- Vai descalça? – Damon me pergunta ainda sorridente.

- Oh. – Olho para os pés, eu estava totalmente descalça. Pés frios, equilibrando o calor do meu corpo.

- Toma. – Ele devolve os meus saltos. Como posso aparecer assim na biblioteca? Estou como uma puta vadia.

- Obrigada, mais uma vez. – Pego os saltos de sua mão e logo me viro. Sinto sua mão me vira para trás.

- Não vai se despedir? – Ele sussurra em meus ouvidos, eu sorrio extasiada. Lábios carnudos e bonitos, eu queria morde-los. Mais que morde-los.

- Claro. – Olho diretamente em seus olhos. Puxo o seu pescoço, tocando em seus cabelos, Meus lábios toca em sua bochecha. Rapidamente Damon segura em minha cintura firmemente. Separo-me rapidamente e logo me olha assustado.

- Quando iremos nos encontrar de novo? – Damon segura em minha cintura novamente.

- Quem sabe hoje? – Ele sorri em mesma hora. Hoje, por favor.

- Eu adoraria, vou te ligar. – Damon se aproxima para me beijar novamente, eu recuo.

- Ligue-me. – Toco levemente em seu abdômen, o provocando. – Bom dia para você, Damon. – Sigo para o elevador. Sinto o seu olhar queimar em minhas costas ou em minha bunda.

As ruas estavam lotadas, o transito estava um inferno como sempre, como todos os dias. O que senhora Winslet irá pensar de mim, quando me ver com essa roupa? Estarei provando o quanto sou vadia. Com certeza. Abro minha bolsa e checo a minha face, que estava completamente borrada, mas totalmente sexy. O que é estranho, muito estranho. Tento limpar a parte borrada com meus dedos limpos, logo sujos.

- É logo aqui. – Aviso ao taxista, após perceber que estava quase passando pelo lugar errado. Dou um dinheiro qualquer que achei em minha bolsa e logo sigo para a biblioteca.

Ajeito minha roupa novamente, eu estava com saltos, e vulgar. Eu sinceramente não me importava em ficar assim, mas meu emprego importava. Entro na biblioteca e olhares me perseguem, mas eu avisto alguém que não deveria ter visto, Dan.

(POV Damon)

Fecho a porta implorando para ela bater novamente. Oh. Elena, eu simplesmente estava tão na dela. Isso era tão surreal e clichê, mas não me importava, eu sentia falta de uma boa trepada, principalmente com Elena.

Deixo-me cair no sofá, uma cena passa por minha cabeça, Elena...

- “I’m singing in the rain, just singing in the rain, can’t hold this feeling, I’m happy again.” Como vai, cara? – Alguém me sacode. Era Ric, com certeza.

- Ric, sabia que era você. – Levanto-me sem humor.

- A noite foi boa, heim! – Ele grita agitado. Eu estranho.

- Do que está falando?

- A selvagenzinha, estava lá em baixo. – Merda. Ric conseguia ser um idiota todo o tempo.

- Ela te viu? – Pergunto tentando parecer desinteressado.

- Não, acho que não. – Ele responde logo sorri malicioso para mim. – Ela estava uma gata, aquele vestidinho estava lindo nela, o jeito como ela fumava era tão sexy. – Algo em mim quer simplesmente socar Alaric.

- Cala a boca, Ric! — Tento não o encarar.

- Fala aí, foi boa a noite passada? – Ric insiste.

- Nós não fizemos nada, Alaric! – Levanto em nervosismo.

- E você acha que eu vou acreditar? No mínimo, vocês chegaram na quarta base. – Fico chocado com seu comentário.

- Elena estava totalmente bêbada ontem, apenas a ajudei.

- E eu sou o papai Noel, trouxe presentinhos, olha ali. – Ele aponta para o balcão, havia uma caixa de cerveja. – Eu sei que você comeu ela, ou ela te comeu, não sei. – Ele dá de ombros.

- Eu não transei com ela, Ric! Eu juro, eu e Elena não tivemos nada, não rolou nada! – Exalto-me.

- Tudo bem. – Ele sorri. Ric me tira do sério. Totalmente.

- Eu preciso sair. – Aviso.

- Mas eu trouxe cerveja! – Ric reclama.

- Não espere que eu beba às nove horas da manhã, eu preciso resolver algumas coisas na empresa, faz dois dias que eu não piso lá.

- Não precisa exagerar. – Ele tenta fazer graça.

- Não estou brincando, estou falando seríssimo, alias. – Comento enquanto procuro a chave do meu carro.

- Aproveita a selvagem, ela é gostosa. – Ric volta com o assunto.

- Eu vou trabalhar, vai ficar na minha casa? – Mudo de assunto e imploro para ele vir comigo, Ric e minha casa não era uma boa combinação.

- Posso? – Ele pergunta. Não.

- Se não trazer nenhuma mulher aqui, tudo bem. – Ric me olha boquiaberto.

- Não irei, prometo, vou assistir um filme, talvez “Se beber, não case”.

- É, eu sei, você ama esse filme. – Rolo os olhos. – Adeus, e olha o que você faz com minha casa!

(POV Elena)

O que deveria fazer? Fingir que não o conhecia, ou simplesmente falar com senhora Winslet e o cumprimentar, para ser menos vadia. Segunda opção, totalmente. Dan estava conversando normalmente com senhora Winslet, o que era estranho, era como se conhecessem. Será que ele lia livros ou buscava uma informação? Mas eles estavam conversando tão intimamente, e Dan não era daqueles que liam. Estranho.

- Boa dia senhora Winslet, desculpe pelo atraso. – Ela sorri, mas logo olha para minhas roupas.

- Querida, o que está vestindo?

- Estava na casa de uma... amiga e não deu tempo de passar em minha casa. – Ela me encara pelos seus óculos redondos e antigos.

- Tenho algumas roupas que irão para o bazar logo ali atrás, no escritório, pode seguir até lá e pegar alguma. Já conhece o meu filho, Eleninha? – Merda, duplamente merda.

- Seu... filho? – Sorrio amarelo. Dan me encara como se quisesse me comer viva.

- Sim, Daniel, seja educado e cumprimente a Elena, ela trabalha comigo aqui todos os dias de manhã. – Dan estende sua mãe e eu a toco.

- É um prazer, Elena. – Sua mão aperta a minha com uma forte fora do normal, sinto minha mão doer internamente.

- Eleninha, pode ir até o escritório e se trocar. – Eu olho para Dan por alguns instantes, querendo dar um tapa em sua cara linda.

- Tudo bem. – Assinto e logo me movo.

- Eu a acompanho. – Dan se oferece. Droga. Triplamente droga.

Em longos passos tento ser o mais rápido possível até o escritório. Dan estava tentando me alcançar, isso era obvio, mas eu não olhava para trás. Abro a porta e quando vou fecha-la Dan a prende com seu pé.

- Tentando se livrar de mim, sexy? – Dan sorri sedutoramente. Eu sorrio em nervosismo.

- Claro que não. – Tento ser convincente. – Eu...

- Eu... – Ele se aproxima, e eu recuo. – Eu o que Elena?

- Eu apenas queria espaço para me trocar.

- Claro. – Dan me pega com velocidade e me joga na mesa grande cheia de livros em volta.

- O que está fazendo? – Pergunto praticamente sem fala. Dan sobe em cima de mim.

- Onde foi ontem, quando fiquei igual ao um idiota te procurando pelos cantos? – Meu coração se acelera, eu me lembro de apenas flashes estranhos, eu, Damon e Dan. Droga de homens, eles mexem comigo.

- Eu... – Tento cuspir algo sem noção.

- Eu nada! – Ele grita. – Você estava aonde? – Pense rápido.

- Fui para casa. – Respondo o que me vem pela mente.

- Mentirosa. – Ele sussurra. – Eu fui na sua casa, e não tinha ninguém além de uma loirinha chorona.

- Caroline... – Porque ela estava chorando? Será por causa de Tyler? Esqueça disso, Dan está em sua frente.

- Eu não quero saber dela, quero saber de você, onde você foi ontem? – Admita.

- Eu não sei... – Eu não podia admitir, ele iria matar Damon.

- Pare de mentir Eleninha, para o seu bem. – Dan me joga um olhar serio que me causa medo. Mas não iria falar que eu estava na casa de Damon.

- Estava na rua, essa é a verdade, toda aquela loucura de ontem estava mexendo comigo, estava atordoada, sem mente, não tinha o controle de onde estava, não podia dizer para sua... mãe que eu estava dormindo na rua e quando acordei, peguei um taxi qualquer o que me chegou aqui.

- Muito convincente. – Dan me segura pelo pescoço e me beija. Me beija profundamente, eu estava confusa, eu tinha medo e tesão por Dan ao mesmo tempo. Gemo quando ele toca em minha cintura fortemente.

- Eu quero você tanto... – Dan sussurra. – Desde ontem. – Beija-me novamente.

- Eu preciso trocar de roupa. – Tento fugir ao me lembrar de Damon, que latejava em minha mente confusa, mas não ingênua.

- Pode tira-la se quiser. – Ele oferece sem vergonha. Vadio, puto. Lindo.

- Não acho apropriado.

- Nada é apropriado entre nós, eu só não te pego de jeito agora mesmo porque estou na biblioteca sagrada de minha mãe, mas caso ao contrario, você já estava nas alturas agora.

“Estava nas alturas” Oh.

“Dan, me beija, me beija muito, me leva as alturas!”

“Shhhi! Sabe onde eu estou? Ali. Nas alturas.”

“Eu quero altura! Altura!”

“Damonzito me leva às alturas.”

Oh, merda. Eu estava totalmente drogada noite passada. Dan havia me drogado.

- Elena? – Volto-me dos meus pensamentos.

- Sim. – O encaro com outros olhos.

- Se troque, eu irei descer, alias vou embora, te ligo para você passar na minha casa mais tarde.

Droga. Não.

- Tudo bem. – Assinto sem total confiança. Dan havia me drogado, e eu havia gostado e muito, foi algo totalmente erótico e fora do controle.

Pego uma roupa qualquer dentro de uma caixa profunda e logo a visto, que o trabalho comece.

(POV Damon)

- Senhor Salvatore, é um prazer vê-lo novamente. – April me cumprimenta sorridente. – Suas mensagens e avisos estão em cima da mesa.

- Obrigado, April. – Agradeço e logo entro no meu escritório. Meus pés estavam pesados, e minha parte genital não parava de pensar em Elena, o que me deixava louco toda vez em que me lembrava da noite passada. O jeito como me beijou hoje de manhã, foi tão bom, e delicioso. Eu precisava dela hoje, ainda mais. Oferecendo-me a ser seu cliente foi minha única maneira de tê-la.

Ouço todas as mensagens e logo leio meus avisos. Dois dias e logo a empresa estava totalmente revirada sem mim. Minha roupa estava totalmente incompatível para uma reunião, o que era realmente necessário. Minha mente não funciona, simplesmente, não funciona. Pense. Respire.

Meu celular toca e logo atendo. Sem ao menos saber quem ligava.

- Alô.

- Damon. – Oh não, era Mila.

- Mila, quem bom que ligou. – Minto.

- É muito bom, falar contigo também, bem... eu liguei para saber se está tudo bem, ontem você desapareceu quando foi buscar bebidas. – Eu fui um idiota com ela. – Está acontecendo alguma coisa? – O que respondia?

- Não, quero dizer... estava passando um pouco mal ontem, e resolvi voltar para casa, desculpe por não te avisar, mas não tinha tempo.

- Mas está tudo bem, agora?

- Claro, estou ótimo, foi apenas uma dor de cabeça forte.

- Poderia ter me chamado, eu te ajudaria em sua casa.

- Eu deveria ter pensado nisso, mas obrigada pela consideração.

- Apenas fiquei preocupada, que bom que está melhor.

- Sim... – Tento pensar em um assunto.

- Eu acho que devo desligar. – A voz de Mila era fraca.

- Não precisa, podemos conversar.

- Eu devo, mais tarde, quem sabe um dia combinamos de sair novamente.

- Claro, aceitaria com prazer. – Minto novamente.

- Até mais.

- Até.

Eu estava enganando ela totalmente, mesmo ela sendo muito bonita e sedutora, eu não queria nada serio com ela, e eu sei que ela quer. Eu penso em ligar para Elena, mas tenho medo, por algum motivo estranho.

(POV Elena)

Damon poderia me ligar, me mandar uma simples mensagem, ou qualquer coisa para eu não aparecer oferecida. Eu planejava uma noite cheia de prazer, uma noite inesquecível e totalmente sedutora.

Não passava das seis da tarde, minha boca estava cheia de fumaça, minha visão estava um pouco embasada. Foda-se eu estava totalmente nas nuvens. Dan havia me ligado a poucos minutos e tudo o que me recordo era eu o mandando para o inferno e agradecendo pela maconha. Ele estava no mínimo louco, de prazer talvez, ou tesão. Meu celular estava jogado no chão por algum motivo. Levantando-me do sofá, sinto o calor me absorver. Meu corpo estava em chamas, aguardando uma simples ligação. Damonzito.

Quem liga. Pego o meu celular e disco o seu número com uma certa dificuldade. Damon. Seu numero chamava, e no segundo ou terceiro toque eu ouço sua voz rouca e deliciosa.

- Damon.

- Olá. – Cantarolo.

- Elena. – Ele solta um suspiro.

- Estou indo para sua casa agora. – Quando vou desligar ele diz algo.

- Eu te busco. – Eramos diretos.

- Tudo bem. – Respondo com luxuria.

Eu e Damon no mesmo lugar não iria prestar.

Notas finais
Comentem por favor, preciso saber se estão gostando ou não, aceito conselhos. Beijos xx