Make Me Your Woman
14 Dan
Notas iniciais
My milkshake brings all the boys to the yard,
And they're like
It's better than yours,
Damn right it's better than yours,
I can teach you,
But I have to charge
A música tocava altamente, nunca tinha visto Royal tão animada, pessoas dançavam em mesmo ritmo. Droga, essa musica era velha e sensual. Enquanto adentrava na boate, olhava em volta e via a quantidade de pessoas, elas estavam animadas, tudo ali estava animado, eu realmente nunca vi Royal assim. Eu queria já começar a dançar, e rebolar, sempre me importar com os outros, apenas curtir. Meus quadris balançavam sem eu ao menos perceber, essa música era contagiante.
La la-la la la,
Warm it up.
Lala-lalala,
The boys are waiting
Tudo bem, eu já estava totalmente envolvida, um grande sorriso se formava em meu rosto. Deus, como senti falta dessa alegria! Essa musica era de quando eu tinha aproximadamente quinze anos? O refrão era realmente envolvente, meu quadril amava isso.
A música acaba, todos riem, foi divertido. Vou até o bar pegar um drink, isso era típico.
- Vodca. – Grito para o garçom.
- Elena? Você por aqui, muito tempo que não te vejo. – Surpreendo-me, ele se lembra de mim, claro, como não lembrar. Sorrio sem graça, não tinha assunto.
- Estou frequentando outras boates. – Minto.
- Abandonando Royal, ela ficou muito movimentada ultimamente.
- Percebi. – Olho em volta.
- Irei pegar a vodca para você princesa sensual. – Sorrio sem interesse. Eu queria voltar para a pista e dançar loucamente novamente, eu nunca tinha vista tanta animação na Royal, estou impressionada. Algo vibra na minha calcinha, o celular. O pego por baixo do meu vestido sem ninguém perceber. Damon. Serio mesmo? Damon? O que queria? Recuso a chamada.
- Aqui está. – Minha vodca chega.
- Obrigada. – Agradeço.
Meu celular vibra novamente. Damon. Ele vai me ligar até quando? Recuso novamente. Derramo a bebida na minha garganta, ela desce fervendo, agora sim eu vou dançar. Coloco o copo vazio no balcão e volto para a pista. Totalmente impressionada com a quantidade de homens dançando com mulheres ao seu redor. Vou para o meio da pista e começo a dançar novamente, meu celular vibra, mas eu o ignoro novamente.
- Gata, você é gostosa. – Sinto alguém segurar o meu braço. Era um homem bêbado gostoso.
- Eu sei. – Cantarolo, ele ri.
- Eu também... – O homem gostoso de aproxima. — O que você acha de eu te dar uma cantada barata e você sair daqui comigo para minha casa.
- Eu até aceitaria a cantada barata, agora... sair daqui para sua casa? – Rio. – Sem chance, você está bêbado.
- Qual é gata, vai recusar? Eu pago muito bem. – Ele põe a mão no bolso e mostra várias notas de cem. Oh.
- Não quero, com licença. – Tento me retirar, mas ele me segura.
- Não vá fugir lindinha, eu quero você.
- Que irônico, eu não. – Tento me largar novamente. – Me solte, por favor!
- Qual o problema? Eu pago bem, sei que você é umas das boas.
Eu realmente concordo com ele, qual era o meu problema? Eu vim aqui para o que? Reconquistar o que havia perdido! Eu estava arruinando tudo, e nossa! Como aquele homem era gostoso.
- É bom saber disso. – Sorrio, olho para a garrafa em sua mão. – Isso é vodca? – Ele assente, pego a garrafa de sua mão e a coloco em minha boca. O homem gostoso me olha com desejo, não sei o que aconteceu, mas eu simplesmente não liguei, eu precisava de dinheiro e diversão, certo?
- Parece que a mocinha está bebendo. – Sussurra.
- Não sou moça. – Sussurro.
- Não? — Sorri. — O que é então?
- Sou uma vadia a partir de agora, se você quiser. – Penso no que disse e... o que eu disse?
- Uou! – Ele grita. – Devo te dar mais vodca? – Assinto.
- Com certeza. – O puxo na pista, eu precisava me divertir, eu vim aqui para recuperar o que eu perdi certo?
- Como é o seu nome mesmo? – Grito enquanto danço.
- Dan. – Ele responde. Dan, o homem bêbado, era loiro e tinha os olhos azuis, a barba era fina, isso o deixava sexy.
- O que foi? – Dan pergunta.
- Nada, apenas estava observando. – Sorrio. Ouço a música da minha vida tocar, Jessie J como sempre utilizando sua bela e sexy voz.
Boy, I will be your sexy silk,
Wrap me around round round round
I'll be your pussy cat licking your milk right now (don don dooon)
Olho para Dan provocantemente, sua blusa fina estava com alguns botões abertos. Tudo bem, eu realmente acho esse homem sexy, até demais. Ele acompanhava cada movimento meu ao som da música, a garrafa vai até seus lábios, mesmo assim não para de me olhar. Sinto o meu celular vibrar em minha calcinha novamente. Droga Damon! Até quando estou curtindo você faz o favor de atrapalhar. Ignoro o celular e retiro a garrafa da boca de Dan, a seguro, levo até a minha boca e sinto aquela deliciosa quentura. Retiro a garrafa dos lábios e me aproximo de Dan.
Acho que já sabia o que eu queria, Dan me segura no quadril e dança aos meus movimentos também, nos aproximando devagar mordisco sua orelha, ele geme baixo. Pega a garrafa de minha mão e leva a boca. Ah não. Retiro a garrafa e o beijo com vontade, ele me agarra com força. Sua mão em meu quadril e a outra em meu pescoço, eu estava presa a ele. Seguro o seu pescoço e nos separamos.
- Eu adoro você. – Ele sussurra.
- Obrigado. – Não sei porque fui grossa, eu apenas não tinha o que dizer. – Dan me gira e cola sua barriga em minhas costas, dançando devagar. Ele estava me provocando, mas ninguém provoca Elena, não mais. Viro-me e passo o dedo sobre o seu corpo até o chão, ele estremece. Dan me puxa rudemente pelo braço.
- Você está jogando sujo.
- Eu sou a vadia aqui. – Sorrio.
- Vai aceitar o meu pedido? – Dan fica surpreso.
- Porque não aceitaria?
- Não sei. – Me beija novamente, o gosto de vodca deixava tudo mais gostoso. Quebro o nosso beijo e Dan me olha.
- Vou ao banheiro e já volto. – Sussurro.
- Vai fugir de mim?
- Não, pode me esperar na porta se quiser.
- Não é preciso, eu te espero do lado de fora. – Assinto.
Ele certamente me queria em sua cama. Eu nem queria saber de Damon agora, mas ele havia me enviado uma mensagem. Eu queria saber o que ele queria.
- Elena! – Alguém me chama. Mal me viro e alguém cola os lábios nos meus. Eu conhecia esse gosto. Separo-me rudemente.
- Quem é você? – Limpo minha boca.
- Noah, não lembra de mim? – O olho com mais atenção, aquele jovem nojento com que fiquei meses atrás, eu nem conhecia Damon... que seja.
- Eh... não. – Minto.
- Como assim não? Nós ficamos no...
- Ah... sim, claro. – O corto. – Foi bom te ver. – Sorrio.
Homem louco, quem ele pensa que é para me beijar assim? E ainda beija mal, custava beijar alguém com menos baba, que nojo. Limpo minha boca novamente.
Entro no banheiro e retiro o celular. Era realmente Damon e duas ligações de Caroline.
De: Damon Salvatore.
Elena??? Onde você está? Pare de agir como criança e me atenda.
Me retorne quando receber a mensagem.
Sonhe. Rio mentalmente, olho a minha aparência e saio do banheiro. Vejo o tal do Noah se aproximar. Ah não...
- Olha, nem adianta me fazer lembrar, seja o que foi que nós fizemos foi apenas uma noite ou uma transa qualquer. Então me esqueça tudo bem? – O deixo sozinho e sigo para fora da Royal.
Eu estava nervosa, odiava homem assim, eu sou uma prostituta, ele ainda acha que eu tenho que lembrar o rosto dele. Eu ficava com um em cada dia!
Dan estava encostado na parede, ele fumava. Eu me aproximo.
- Está com frio? – Ele pergunta.
- Sim, um pouco. – Respondo com sinceridade, observo Dan fumar, ele fumava tão bem. O jeito como movia o cigarro era tão diferente.
- Posso experimentar? – Ele assente. Coloco o maço em minha boca e puxo a fumaça para dentro. Era estranho, era amargo.
- Nunca fumou? – Nego.
- Nunca tive coragem. – O respondo. Porque fiz isso?
- Nunca beijou alguém com gosto de cigarro? – Estranhei a pergunta.
- Já.
- Mas nunca beijou alguém com o gosto de cigarro na boca. – Nego novamente. – Deveria. – Ele sorri se aproximando.
Dan pega o maço de meus dedos e coloca na boca.
- Vamos para a minha casa? – Ele pergunta.
- Sim.
(POV Damon)
- Eu não sei, eu pude a impedir!
- Deveria ter a segurado!
- Damon, não adianta, Elena está magoada com algo, ela está, tenho certeza. Quando cheguei em casa Elena estava totalmente fora de si.
- Elena...
- Damon, tem que me ajudar, ela deve estar cometendo loucuras agora! – Caroline gritava.
- Acalma-se Caroline! Elena deve estar na Royal ainda, eu estou no meu carro, posso passar ai na sua casa.
- Tudo bem, vou descer.
- Em poucos minutos chego. – Desligo o telefone.
Elena... Elena... Elena! Onde estava essa mulher agora? Ela provavelmente está na Royal, mas isso não muda o fato de estar fazendo loucuras. Sigo correndo para o apartamento de Caroline o mais rápido possível. Não me concentrava na estrada, eu só pensava na Elena e como eu talvez posso ser a razão de ela estar lá, não deveria ter dito aquilo para ela, Caroline não era uma pessoa ruim, ela gostava muito de Caroline, eu feri Elena e isso não é bom.
Estaciono na frente do prédio de Caroline e a aguardo, ela vem correndo desesperadamente.
- Damon! – Ela grita. Abro a porta por dentro do carro para ela e logo entra. Caroline respira devagar e me olha.
- O que aconteceu?
- Liguei para Elena e ela não me atendeu. – Ligo o carro novamente.
- Já era para esperar isso de Elena. – Ironizo.
- Temos que ir rápido, Elena provavelmente está lá ainda.
- Estamos a caminho, vou tentar ligar para ela. – Pego meu celular e disco o seu número, chama inúmeras vezes, mas não responde. Droga, Elena! Tento mais uma vez e novamente ela não atende.
- Ela não atendeu. – Comento. Caroline suspira nervosamente. Pego o meu celular novamente.
- O que vai fazer, ligar para ela novamente, não vai adiantar!
- Vou mandar uma mensagem, acalma-se. –Digito rapidamente e logo presto atenção em um lugar para estacionar.
Já que o estacionamento estava cheio, tive que estacionar na rua. Saio do carro, e Caroline sai correndo sem ao menos me esperar. Bufo novamente.
- Nome, por favor. – A moça logo na entrada pergunta.
- Damon, Damon Salvatore. – Ela digita algo no seu aparelho e logo me dá um passe. A boate estava lotada de pessoas, as musicas bem animadas, era impossível achar Elena nesse lugar.
Tentava atravessar a multidão para um lugar mais calma, eu precisava respirar. Entre passadas de mãos de mulheres me puxando e me querendo e praticamente me beijando, me livro de todas e vou até a escada onde lá de cima posso ter uma visão mais ampla.
Também havia muitas pessoas ali em cima, eu apenas queria um lugar menos movimentado para me concentrar. Olho se Elena está aqui em cima, perto de mim, infelizmente não. Meu celular vibra, era Caroline.
- Sim. – Atendo.
- Damon, já achou Elena?
- Não, estou aqui em cima, mas...
- Mas o que Damon!? – Caroline grita nervosa no telefone.
- Eu acho que estou vendo ela na multidão, já te ligo. – Desligo sem ouvir sua resposta. Corro rapidamente, era ela. Deve ser, era igual a ela. Ela estava com um vestido preto ou cinza bem escuro, corro para alcança-la.
- Elena! – Puxo Elena, ela logo se vira.
- Quem é você? – Oh Deus, não era Elena. A solto rapidamente.
- Desculpe-me eu te confundi com minha amiga. – Sorri.
- Tudo bem. – A moça logo vai para a multidão.
Estupido! Como pode sair puxando uma menina assim? Droga, onde Elena está? E porque ela não me responde? Eu sinto-me mal, olho em volta e apenas vejo pessoas se divertindo e eu... bem, não estou nem um pouco se divertindo. Eu apenas não queria falar aquilo para Elena, eu sempre faço burrices e magoo ela, eu sempre acabo com tudo, droga. E se eu a achasse o que eu podia fazer? Ela correria de mim e simplesmente afastaria Caroline, ela não iria voltar para casa. Ligo para Caroline.
- A achou?
- Não, já olhei em todos os lugares.
- Acho melhor irmos, não vamos a achar, temos que esperar ela aparecer, te encontro no bar.
- Não sei, tudo bem, já vou ai. – Caroline desliga.
Sento-me em um dos bancos e me apoio no balcão olhando para cada menina que passava, eu estava preocupado com Elena.
- Deseja algo senhor? – Olho para o garçom com surpresa.
- Não, obrigado. – Sorrio fraco. Eu podia pergunta-lo... – Alias. – Grito, o garçom volta.
- Sim, senhor.
- Conhece Elena? – Ele me olha confuso.
- Elena... uma moça de cabelos castanhos ondulados, Elena Gilbert? – Oh.
- Sim, ela mesma.
- Sim, a conheço. – Meu coração dispara.
- A viu hoje aqui?
- Sim, ela estava aqui a pouco, pediu uma vodca, faz tempo que ela não vinha por aqui. – Elena estava aqui.
- Sabe se ela está por aqui ainda? – O olho implorando por respostas, ele podia saber onde ela estava.
- Não tenho certeza, cara, mas a vi com um cara perto do banheiro.
- Faz tempo que isso aconteceu? – Ele pensa por alguns segundos.
- Faz vinte minutos, ela seguiu para a pista depois, os seguranças devem saber sobre ela. Desculpa a perguntas, mas você é cliente dela?
- Não, amigo. – Ele ri. Não entendo o motivo do riso.
- Cheguei, alguma informação? – Caroline pergunta.
- Elena estava aqui há vinte minutos atrás, temos que perguntar para os seguranças se a viram. – Ela assente. – Obrigado, cara, pela a informação. – Damos um aperto de mãos.
- Que isso. – O garçom sorri e logo começa a limpar o balcão.
- Vamos.
(POV Elena)
- E essa aqui é a minha casa. – Dan me deixa entrar. Entro e logo vejo como a casa dele era organizada e bonita, não parecia ser daquele homem bêbado e gostoso.
- Bonita sua casa. – Elogio.
- Obrigada. – Ele sorri. – Quer beber algo?
- Vodca seria uma boa.
- Você ama vodca. – Eu assinto.
- E você também. – Sento-me confortavelmente no sofá, coloco meus braços no encosto de trás e cruzo as pernas sensualmente.
- Vou... – Dan olhava para minhas pernas. – Vou pegar a vodca. – Assinto mordendo os lábios.
Olhava em volta na casa de Dan, podia ver uma grande mesa de jantar no outro lado da sala. O sofá era branco e havia madeiras em tons de marrom claro espalhadas por toda a casa. Não fazia mesmo o tipo de Dan, ou pelo menos o Dan bêbado.
- Aqui está. – Entrega-me um copo.
- Decidiu não pegar a garrafa?
- A garrafa fica comigo. – Ele a levanta em sua mão esquerda.
- Vejo. – Sorrio, levo o copo até os meus lábios e bebo o liquido sem cor. Dan senta ao meu lado e eu continuo a olhar para a bebida. Sento a mão de Dan na minha perna, estremeço, mas ele não parece perceber.
- Sei o que está fazendo. – Sussurro. Dan me olha.
- Sabe? –Sorri.
- Sim, sei. – Aproximo-me. Dan percebe minha aproximação e se aproxima também. Beijo seu pescoço, ele estremece desta vez. Dan geme baixo, suas mãos vão atém minha cintura e me puxam para o seu colo, colocando minhas pernas com as suas no meio. Beijo o outro lado do seu pescoço e Dan acaricia minhas costas, suas mãos sobem e descem devagar.
Em um movimento rápido Dan se levanto comigo no colo e minhas pernas agarram sua cintura. Ele me beija forte, sem ao menos pedir passagem sua língua já estava em minha boca. Agarro o seu pescoço enquanto nos beijamos e movemos para algum lugar. Dan entra em um quarto e me empurra contra a porta ajeitando-me melhor em seu colo, minhas mãos bagunçavam seu cabelo e as suas seguravam minha nadegas.
Dan se move novamente e me joga na cama sinto uma pequena dor, ele gosta de ter o controle. Dan sobe sobre mim e passa a mão sobre minha cintura apertando sensualmente, minha boca cola novamente a dele, eu o beijo com vontade, coloco toda a minha raiva naquele beijo e mordo seu lábio, Dan geme. Eu havia o machucado, sentia o gosto de sangue fresco, lambo seu lábio devagar e percebo que Dan me acaricia com mais força, sentia seu membro já ereto sobre a calça jeans. Passo a mão sobre suas costas e levanto sua camisa devagar, ele percebe e logo se para de mim retirando a blusa selvagemente, olho para o seu corpo definido.
Dan puxa o zíper lateral do meu vestido e o retira em um piscar de olhos, liberando os meus seios e deixando minha calcinha amostra, lembro-me do celular e o retiro jogando-o no chão. Dan ignora o barulho do celular ao bater no chão, me puxa mais para cima. Passo minha mão delicadamente sobre sua ereção e Dan geme.
Dan retira rapidamente a cueca e puxa a minha calcinha ferozmente, o olho com surpresa e ele logo está dentro de mim.
(POV Damon)
- Caroline, não fique triste, ela deve estar com alguém ou em casa. – Caroline bufa.
- Está na cara que ela está com algum cara, Damon!
- Sim, ela deve. – Suspiro.
- Não sei porque ela estava tão nervosa. – Caroline coloca o cinto.
- Eu... eu vou te levar em casa. – Ligo o carro e sigo para sua casa.
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