Notas iniciais
Olá amores, perdoem-me pela demora!!! Espero que gostem desse capítulo e que comentem sobre o que acharam..

As notícias do noivado do herdeiro Cullen e a estilista Hale se espalharam como fogo em pólvora, não havia um tabloide sequer que não estivesse em polvoroso com as notícias que pouco a pouco eram espalhadas.

Rosalie como em todos os dias desde que chegara a Paris, refez sua rotina ao acordar e se preparar para ir ao trabalho. O irmão já havia saído de casa, segundo Harry, Jasper estava ansioso devido a um grande projeto que estava prestes a fechar. Pai e filha conversavam animadamente sentados à mesa, Harry já havia descoberto do noivado da filha através de um jornal sensacionalista deixado em sua porta pela manhã, e claro, ele havia notado a presença de alguns repórteres e paparazzi em frente aos portões de ferro de sua residência, mas o homem deixou que a filha mesma o contasse, ou que o rapaz Cullen fosse lhe pedir a mão da jovem.

A senhora Hale encontrava-se na sala, como de costume, observava as ruas do bairro residencial onde vivia, assustou-se quando viu a quantidade de pessoas que ali estavam. Todos dispararam chamando pelo nome de Rosalie quando viram os portões se abrirem e o carro de Jasper cruzá-los, por um instante pensando que fosse a jovem a sair de casa, mas se decepcionaram ao constatar que na verdade era o gêmeo da garota.

O telefone tocou, fazendo com que a senhora pulasse no lugar onde estava, estava tão concentrada em desvendar o porquê daquela multidão estar ali que se assustou com o barulho estridente do telefone. Mais que depressa ela se dirigiu ao aparelho, atendeu com uma voz cordial e simpática.

—Alô, bom dia senhora Hale, aqui é Esme Cullen.

—Oh, bom dia Esme. Por favor, me chame de Hillary.

—Hilary, como vai querida? Estou ligando para saber se podemos nos encontrar esta tarde. – Esme pediu, sorria do outro lado da linha pensando no assunto que teria com a matriarca Hale.

—Claro que sim, à que horas? – Hillary perguntou também animada, apesar de não saber do que se tratava, já tinha uma vaga ideia.

Passados alguns minutos em que ambas as matriarcas trocaram algumas palavras ao telefone, Hillary desligou-o e passou a observar o marido e afilha rindo alegremente à mesa onde se serviam do café da manhã. A mulher caminho até eles, abraçou o marido e em seguida plantou um doce beijo na testa da filha, estava feliz ao ver como sua menina estava feliz, não tão diferente de seu outro filho, Jasper estava irradiando felicidade naquela manhã, na verdade, ambos estavam mais radiantes que o sol e a lua juntos, desde o dia da tempestade de neve a cerca de dois dias, mas até o momento, nenhum dos dois dissera a que ou quem se deviam aquela animação toda.

—Acho que já vou para a loja, Alice deve estar louco lá sozinha. – Rose disse dando uma última bebericado no suco de laranja em seu copo.

—Querida, você não tem algo a nos dizer? — Harry pediu com um olhar sugestivo.

—Hum... Deixe-me ver. Não! – Ela disse rolando os olhos e sorrindo em seguida, tomou o jornal da mão do pai e passou a ler a matéria sobre seu noivado, sabendo naquele instante a que o pai se referia. – Papai! Se já sabia do que se tratava, para que tantos rodeios?

—Estava esperando minha princesinha me contar. – Ele lhe lançou uma piscadela marota.

—Ok, você venceu. Eu vou me casar. – Ela disse ficando de pé e tirando o anel com o brasão dos Cullen do bolso dianteiro da calça pantalona branca que trajava.

—É lindo querida! – os olhos de Hillary brilharam admirando a peça ornamentada e fina nas mãos da filha, não deixando de notar que os olhos do leão eram dois pequenos diamantes incrustados, sem dúvidas era uma peça valiosa.

—E grande! – Harry disse tirando o anel da mão da filha e experimentando no próprio dedo, se havia ficado enorme no seu dedo, imaginava no da filha.

—É provisório papai.- Ela disse tomando-o de volta e se sentando novamente onde estava antes. – Esse anel é um presente que Emmett ganhou do pai ao completar a maioridade, então tem muito valor pra ele.

—E mesmo assim ele te deu. –Hillary comentou suspirando, estava encantada pelo futuro genro.

—Exatamente, foi um gesto muito bonito. E papai, o Emm vem essa noite oficializar as coisas, eu já disse sim e tudo mais, mas ele insiste em lhe pedir minha mão, — ela revirou os olhos e sorriu ao se lembrar da insistência do amado. – portanto, finja que não lhes falei nada e por favor, não seja ciumento.

Rose terminou o discurso e recebeu um sorriso travesso do pai em troca, a loira revirou os olhos e também sorriu, se bem conhecia o pai, faria de tudo para que Emmett pensasse que está em maus lençóis, mas logo contaria uma piada e alegraria o ambiente, esse era seu pai, um legítimo brincalhão.

Antes de sair, Rosalie trocou mais algumas palavras com os pais, passou em seu quarto em busca de um sobretudo e se olhou uma última vez no espelho aprovando a escolha que fizera naquela manhã. Trajava uma calça pantolona branca com botões dourado e cintura alta, o cumprimento ia até o meio dos tornozelos, usava uma blusa verde musgo de mangas longas e gola alta, os sapatos eram seus saltos mais altos, de um preto reluzente, a bolsa no mesmo tom dos sapatos havia sido um presente de seu antigo mentor, uma de suas preferidas. Os cabelos dourados caiam lisos sobres os ombros, apesar de ser um dia frio após a forte nevasca de outrora, Rosalie colocou os óculos de sol e seguiu rumo a garagem, lá entrou em seu conversível e fechou a capota, imaginando que haveriam milhões de curioso em frente a sua casa.

Dentro do veículo, a jovem puxou o ar cerca de três vezes, tomando coragem para dar partida e seguir até a Hales’s Mason, depositou o sobretudo claro no banco do passageiro junto com sua bolsa e deu partida, acelerou para fora dos portões de sua casa quando uma multidão de flashs a cegavam, precisou ter muita paciência para conseguir sair da rua residencial de seu bairro e arrancar rumo ao centro de Paris, onde imaginou que as coisas estariam bem piores.

Já na esquina próxima a Maison, ela já pôde notar a movimentação dos paparazzi e dos repórteres esperando por ela, esperando por uma nota que pudesse estampar os inúmeros jornais impressos que correriam toda a Europa no dia seguinte. Alice tentava a todo custo impedir que alguns adentrassem a Maison, dentro da loja a baixinha desdobrava-se para atender inúmeras mulheres que além do interesse na confecção de peças assinadas por Rosalie, queriam agora saber sobre o real envolvimento da garota com o herdeiro da maior montadora de carros do país, algumas pensavam inclusive, que ela estaria dando um golpe no rapaz milionário.

No outro canto da cidade, Emmett enfrentava a mesma situação que Rosalie, bufava vez ou outra enquanto dirirgia apressadamente até a fábrica da família e via um flash surgir do nada em alguma rua ou carro ao lado do seu. Edward estava no passageiro divertia-se com a irritação do irmão, vez ou outra fazendo alguma piadinha, mas se calava sempre que recebia um olhar cortante do irmão mais velho.

O jovem de cabelos acobreados observava atentamente as ruas apinhadas de fotógrafos e jornalistas, observava a feição eufórica de cada um, desde o que tirava fotos até aquele que apenas anotava algo em bloquinhos de papel. Foi quando chegaram à entrada principal da fábrica que ele a viu, estava parada com uma folha na mão direita e uma pasta de documentos embaixo do outro braço, parecia confusa e perdida enquanto tentava passar em meio aquelas pessoas.

—Emm, pare o carro. – ele pediu sem desviar os olhos de Isabella, a garota por quem era apaixonado.

—Está louco? Eles vão entrar aqui dentro. – Emmett disse deixando a irritação transparecer em sua voz enquanto buzinava para que saíssem da frente.

—Ela está lá fora, eu vou perde-la de vista. – Edward disse abrindo a porta assim que o irmão diminuiu a velocidade para não atropelar um fotógrafo que se jogou na frente do carro.

—Ela quem? – O mais velho perguntou varrendo o lugar com os olhos ao constatar que o irmão já havia descido e estava sendo cercado por jornalistas que não receberam muita atenção.

Aqueles cinco segundos foram suficientes para que Emmett conseguisse adentrar o estacionamento da empresa e os seguranças conseguissem barrar os jornalistas que voltaram a persegui-lo após não conseguirem nada Edward.

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Isabella, ou Bella como preferia ser chamada, estava literalmente perdida entre as dependências da fábrica onde faria uma entrevista para costureira. A jovem que antes trabalhava na Tiffany’s fora demitida após um corte de pessoal. Sua família residente em um bairro simples da cidade, era composta por sua mãe Renné e seu pai Charlie, não tinha uma renda muito grande, ele era policial e a mãe professora, mas o pai teve de se afastar do trabalho após sofrer um ataque cardíaco, então mesmo sendo formada em pedagogia, Bella estava ali para procurar um emprego como costureira, afinal, depois de quase um ano de procura em sua área e nenhum resultado, ela precisava ajudar a família e se contentar com o que quer que conseguisse.

Suas roupas humildes denunciavam suas condições financeiras, apesar de ser sua melhor roupa, ainda não era muito se comparada as roupas caras das mulheres ricas a quem via. Suspirando alto, a garota timidamente seguiu rumo a portaria de entrada do prédio grande e cinza, se identificou a um segurança e andou até um balcão onde uma mulher de cabelos ruivos perfeitamente alinhados se encontrava.

—Olá, boa tarde, meu nome é Isabella, eu vim para uma entrevista.

A ruiva a olhou da cabeça aos pés como se a medisse, fazendo com que a garota de cabelos chocolate se encolhesse sob seu olhar.

—Está no lugar errado. – Ela disse com desdém. – Pelo que vejo, está aqui para vaga de costureira. Não é neste prédio.

—Você poderia me informar como chego lá? – Bella pediu timidamente.

A ruiva de nome Victória era secretária executiva da sede da indústria Cullen, desde que assumiu aquele posto parecia ter esquecido que um dia fora ela quem estivera no lugar de Bella, se candidatando a uma simples vaga de costureira de estofados para os carros que ali eram produzidos. A mulher mais uma vez olhou para Isabella com olhar superior, revirou os olhos e voltou a mexer em alguns papéis ignorando a moça que tinha lágrimas nos olhos naquele momento, sentindo-se mal ao ser tratada daquela maneira.

Bella murmurou um “desculpe” e virou-se para andar até a saída, deparando-se com grandes esmeraldas verdes a observando, ela sabia que o conhecia da Tiffany’s era um jovem bem simpático e rico, mas com medo de que ele pudesse ser hostil como Victoria, ela abaixou o olhar para os sapatos de salto gastos que tinha nos pés.

—Isabella, espere um minuto por favor. – Edward pediu e ela assentiu de cabeça baixa.

—Victória. – Ele chamou num tom rude.

—Senhor Cullen. – Ela disse se levantando e ajeitando o uniforme social que vestia.

—Ouça bem o que estou lhe dizendo. – Ele começou em tom calmo, mas deixando claro que era o chefe. – Não sou seu chefe, AINDA. – Ele frisou o final. – Mas sou tão dono disso tudo quanto Emmett é, então exijo que você trate qualquer pessoa que entrar nessa fábrica com o mínimo de educação, lembre-se de onde veio, não me obrigue a tomar atitudes severas e fazê-la retornar para lá.

—Sim senhor. – Dessa vez foi Victória que abaixou a cabeça envergonhada.

—Vamos Isabella. – Ele disse a guiando para fora daquele prédio. – Eu posso lhe ajudar em algo?

—Não, está tudo bem. – Ela disse secando uma lágrima teimosa que desceu por sua bochecha rosada pelo frio.

—Não está tudo bem não, você está chorando. – Edward constatou.

—Caiu um cisco no meu olho.

—Isabella, não minta. Eu sei que se sentiu mal pelo modo como Victória lhe tratou, eu lhe peço mil desculpas pelo ocorrido.

—Tudo bem senhor Cullen. – Ela sorriu fracamente, tentando de alguma forma não se lembrar em como se sentira humilhada pelo desdém daquela mulher.

—Nada de senhor, sou Edward. – Ele estendeu a mão para um aperto.

— Isabella, mas pode me chamar de Bella. — Ela o cumprimentou de volta.

—Então Bella, para onde está indo? Eu posso leva-la.

—Não precisa, tudo bem. Eu vim para tentar uma vaga.

—Em qual área você atua? – Ele perguntou interessado, queria manter contato com ela e saber um pouco mais sobre a garota pela qual a tanto era apaixonado.

—Bom, sou formada em pedagogia. Mas no momento estou tentando uma vaga de costureira. – Ela disse envergonhada novamente, abaixou o olhar para os pés novamente os mexeu desconfortavelmente enquanto observava a rua molhada sob eles.

—Eu faço medicina, mas sempre quis cursar letras, acho que são cursos parecidos.- Ele sorriu por um instante a observando, tomou uma lufada de ar procurando por coragem. Em seguida, ele mal pôde sentir as palavras que deixaram seus lábios em um misto de esperança e expectativa. — Bella, você aceita tomar um café comigo? – Ele pediu antes que a coragem que sentia se esvaísse.

Bella ficou receosa, apesar de querer muito estar na presença daquele homem que sempre fora tão educado e cativante para com ela, tinha medo do que as pessoas poderiam dizer e a tachassem de interesseira, além disso, se atrasaria para a entrevista.

—Não sei se devo senhor Cullen. Além do mais, não posso perder essa vaga, preciso muito do emprego.

—Já disse que pode me chamar de Edward. E vamos lá Bella, considere este café como uma entrevista para uma área administrativa.

—Não senhor Cullen, por favor, não posso aceitar.

—Façamos o seguinte, não sei se você sabe, mas temos aulas aqui na fábrica após o expediente, temos muitos trabalhadores que não tiverem oportunidade de estudar, então meu pai contratou algumas professoras para que pudessem lhes dar aulas sem custo algum, posso te encaixar no quadro de pedagogas.

—Isso seria maravilhoso senhor... Edward. – Ela sorriu timidamente para o rapaz, o que ele achou adorável.

—Então é isso, vamos até a cafeteria ali da esquina e você pode me mostrar seu currículo e me contar um pouco sobre você.

—Tudo bem.

Ambos passaram a caminhar lado a lado, Bella sempre tímida vez ou outra encarava Edward e seus lindos olhos Esmeralda que por nenhum minuto deixava de admirá-la. Com a ajuda dos seguranças, eles conseguiram deixar a fábrica sem serem notados pelos repórteres, antes de saírem, Edward passou na sala do irmão e avisou que estava indo “entrevistar” Isabella para uma vaga no quadro de professores, o que Emmett estranhou, já que o quadro estava completo. Mas o mesmo não questionou o irmão, afinal, ele melhor que ninguém sabia o quão louco Edward era por Isabella.

Ao chegarem à cafeteria Edward pediu e um chá com leite, costume herdado do pai, Carlilse era um típico inglês. Acenou para que Bella escolhesse algo do cardápio, mas ela não se mexeu, notando que a jovem era um tanto quanto tímida e talvez estivesse com vergonha em aceitar estar naquele lugar caro, Edward mesmo escolheu para ela chocolate quente e um pedaço de torta de morangos, pensando que talvez ela gostasse, já que o cheiro que exalava de sua amada era como de morangos frescos.

Os olhos de Bella brilharam quando viu o doce delicado ser entregue pelo garçom, ela nunca havia comido num lugar como aquele antes, não que não quisesse, mas é que na verdade, não tinha condições. Vez ou outra quando ainda estava na Tiffany’s e recebia alguma gratificação, ela mesma comprava os ingredientes e preparava uma torta para ela e os pais, mas a sua torta não era nada se comparada com aquela.

Edward observou Bella admirar o doce por um longo tempo, perguntando-se mentalmente se a garota algum dia havia provado algo como aquilo, tamanho era o brilho nos olhos dela. Vendo a inatividade de Bella, ele sacou um garfo que estava no seu lado da mesa e partiu um pequeno pedço levando a boca, em seguida fez o mesmo, mas levou a boca dela que hesitante aceitou. Assim que o gosto inebriante do doce atingiu seu paladar, Bella fechou os olhos aproveitando a sensação deliciosa que ele lhe causou.

Quando abriu os olhos encontrou um par de olhos verdes a encarando encantados, Edward a observava com pura adoração, as reações de sua amada eram tão inocentes e puras que o deixavam cada vez mais inebriado pela paixão que nutria secretamente por ela.

—Está muito bom. – Ela disse corada e desviando seu olhar do dele.

—Sim, está ótimo. – Ele respondeu ainda a encarando, mal percebendo que se referia a ficar a observando e não ao sabor do doce propriamente dizendo.

—Bom, este é meu currículo. – Ela disse estendendo um papel que retirou da pasta que carregava antes à ele.

Edward demorou um pouco de tempo para assimilar o gesto da garota enquanto a olhava como um bobo apaixonado, fazendo com que a mesma corasse e abaixasse o olhar com um sorriso nos lábios. Voltando a realidade ele pegou a folha da mão dela e analisou com cuidado, sem dúvidas era um ótimo currículo, ela havia estudado em um colégio de irmãs, talvez se devesse a isso o fato de ser tão tímida, havia feitos alguns cursos dentro do colégio, inclusive se formara em pedagogia. Lá também constavam suas qualidades profissionais, além de dados básicos como endereço, telefone, idade, estado civil e nome completo

O coração do rapaz deu um leve solavanco quando a palavra solteira foi vista por seus olhos, ele sorriu abertamente, era tudo que esperava saber dela, esperava saber se poderia ou não um dia ser correspondido, e sua resposta estava ali naquelas letras miúdas.

—Acho que temos uma nova professora. – Ele sorriu e estendeu a mão para Bella que sorriu um sorriso exultante em troca, estava irradiando alegria, os olhos continham lágrimas cristalinas.

A jovem pegou firmemente a mão do rapaz, nenhum dos dois continha o sorriso que tomava suas faces naquele momento, em uma felicidade genuína ele acariciou a palma da mão dela que continuava sorrindo abertamente à ele, naquele clima eles ficaram por longos minutos, até que subitamente Bella percebeu que estava praticamente agarrada à mão de seu chefe e puxou a sua delicadamente.

—Muito obrigada senhor Cullen, não tenho palavras ara dizer-lhe como estou feliz e agradecida por esta oportunidade.

—Bella, por favor, já disse que meu é Edward e não senhor Cullen. – Ele disse com falsa indignação.

—Desculpe. – Ela pediu abaixando os olhos.

—Ei fique calma, estou brincando Bella. Mas se quer me agradecer, deixe-me ser seu amigo e leva-la para casa quando quiser retornar.

—Não precisa, eu vou a pé, nem é tão longe. – Ela disse corando furiosamente.

—Eu insisto.

—Tudo bem. – A garota concordou com um leve sorriso estampado no rosto.

—Espere aqui, vou até a fábrica buscar o carro de meu irmão e já volto.

Edward pagou a conta e pediu ao garçom uma torta de morango inteira para a viagem, além de alguns doces, Bella ficou na calçada por algum tempo suspirando com o embrulho bonito da doceria em mãos até que Edward chegou buzinando, ele saiu do carro e correu até o lado do passageiro abrindo a porta para que Bella pudesse entrar. A garota agradeceu e deu graças por sentir que o veículo estava quente do lado de dentro, já que a tarde havia esfriado rigorosamente e seu fino casaco não lhe ajudava muito.

—Vamos lá. – Edward disse acelerando o carro pelas ruas frias de Paris.

Notas finais
Amorecos, contem nos comentários o que acharam desse capítulo.. Lembrando que amanhã tem capítulo novo na "Sem reservas"!! Até a próxima, logo logo estou de volta ♥