Mais que amigos?
3 Capitulo 3
Notas iniciais
Pov. Annie
Simplesmente eu não tinha como descrever como tinha sido minha noite. Nossos corpos se conectavam como um quebra – cabeças. Minhas energias tinham sido renovadas, pelo menos em parte. Eu sabia que ainda tinha que ir para faculdade e finalizava a noite com meu trabalho, mais ter Percy por perto me dava uma energia extra. Todo apoio que ele me dava era muito importante, eu tinha que ajuda-lo com seu pai como forma de agradecimento por tudo que ele tinha feito por mim esses tempos. Ajudando-me a enganar meu pai.
Eu nunca tive a intenção de mentir para meu pai, na verdade eu não me orgulhava em nada sobre isso. Não queria nem pensar o que minha mãe ia falar se estivesse viva. Era bem provável que ela estivesse envergonhada e decepcionada com a filha que tinha. Esse tinha sido o único jeito que eu tinha encontrado para ganhar um extra. Meu pai era professor na mesma universidade em que eu estudava, sendo assim não ganhava rios de dinheiro. Dava para viver bem, pelo menos nunca tinha faltado comida em casa. Só que eu não queria dar mais despesas para meu pai, eu via todo sacrifico que fazia para nunca faltasse nada para mim. Eu só queria retribuir de alguma forma.
Olho para o lado vendo o despertador. Em seguida levo um susto, já tinham se passado meia hora do horário habitual que eu acordava. Tinha que estar as 8:30 na faculdade e já eram 8 horas. Percy percebe um desconforto e começa a falar.
—-- Ei o que está acontecendo Annie? Perdeu o sono? Ele diz fazendo cafuné sobre meus cabelos.
—-- Percy já são mais de 8 horas. Eu tenho que me arrumar e tomar café.
—-- Você não pode ficar um dia sem ir à faculdade? Ele pergunta com seu sorriso maroto nos lábios. Estava demorando para ele fazer uma proposta indecente como essas. Eu cheguei a pensar e ponderar por alguns segundos. Era uma oferta tentadora, mais tinha uma prova de calculo para realizar na faculdade. Se eu não aparecesse ia bombar nessa disciplina. Ele me olhava em um tom desafiador, mais eu não podia fugir dos meus compromissos. Passado alguns segundos encarando seus olhos de cão sem dono para mim. Ouço alguém bater na porta a chamar pelo meu nome.
—-- Annabeth, querida. Esta tudo bem com você? Acho que vai chegar atrasada hoje. Meu pai pergunta abrindo a porta. Nem tinha dado tempo de nos arrumarmos. Eu estava deitada sobre Percy, ambos na mesma cama e para piorar ainda estava com o uniforme do trabalho. A única coisa que vejo meu amigo fazer é puxar uma coberta sobre meu corpo.
—-- Obrigado por me chamar pai. Já estou indo tomar café. Falei fingindo não notar a cena em que me encontrava.
—-- Filha o que Percy faz na sua cama? Ele pergunta com olhar clinico. Olho para Percy pedindo ajuda, não sabia o que responder para ele. Foi então que ele resolve se pronunciar primeiro.
—-- Desculpe Sr.Chase. Annie só está me ajudando. Eu briguei com o meu pai e vim dormir na sua casa. E para que não ficasse no sofá ela cedeu um espaço em sua cama. Nessa hora Percy estava mais vermelho que minha colcha. Eu queria soltar uma risada, mais não ia pegar bem para a situação.
—-- Eu espero que seja só isso mesmo. Afinal todos sabem sobre você e a Drew. Annabeth é uma menina descente, não tente nada que a deixe mal falada certo? Ele falou se aproximando seu olhar com o de Percy. Em seguida fez um gesto para que fôssemos tomar café.
—-- Olha eu achei que seu pai fosse me matar. Ele falou suspirando de alivio.
—-- Meu pai te trata assim às vezes, mais no fundo ele sabe que você é um cara bacana. Só não aprova o seu estilo de vida.
—-- Ele só tem medo que alguém faça mal para sua garotinha. Ele fala em tom de deboche. Afagando novamente meus cabelos.
—-- Pode ser afinal, depois que minha mãe se foi ele ficou. Sei lá ele está.. Eu tentava formular uma frase mais não sabia ao certo o que dizer.
—-- Extremamente protetor e zeloso com sua única filha. Isso é normal Annie, afinal você é filha dele. Além disso, ele deve enxergar traços de sua esposa em você. Percy completa minha frase. Mantendo um olhar sincero sobre o meu.
—-- Isso mesmo. Por isso tenho medo de decepciona-lo. Ele acha que sou uma pessoa integra e correta. Mais não é bem assim. Falo um pouco triste.
—-- Ei você é uma pessoa maravilhosa, só está tentando pensar no futuro. E fora que eu acho super fofa essa ralação que você tem com seu pai. Quem dera eu fosse assim com o meu. Ele só conversa comigo sobre responsabilidade.
—-- Pelo menos você tem uma mãe. Sabe eu sinto falta da minha mãe, mesmo que ela tenha sido rígida e rigorosa comigo. Pelo menos dava para ter um papo de mulher com ela, fora que ela é minha mãe não tem como não ficar triste. Há essas horas Percy já me abraçava e tentava secar algumas de minhas lágrimas, que percorriam meu rosto. Eu não queria aparecer assim para meu pai, eu sempre tentava ao máximo parecer forte diante dele. Algo estava acontecendo comigo aquela semana. Eu andava mais sentimental e algumas coisas me incomodavam com mais facilidade. Acho que devia ser TPM mesmo como Percy sempre menciona.
—-- Obrigado Percy. Eu nem sei como agradecer.
—-- Eu tive uma ideia. Que tal você falar com minha mãe sobre o corrido comigo. Preciso de alguém para amenizar minha chegada.
—-- Vou ver o que posso fazer. Agora vamos descer meu pai já está esperando. O café até o momento estava bem silencioso. Permanecíamos todos constrangidos com a cena que meu pai tinha visto mais cedo. Começo a colocar leite no copo quando ouço meu pai falar.
—-- Annie quando que você vai contar para o seu pai sobre seu novo trabalho noturno, pouco vejo você falar sobre ele. Todo café da manhã era mesma coisa, meu pai me enchendo de perguntas sobre meu novo trabalho. Até então tinha escapado, mais dessa vez estava sem ideia para uma nova desculpa.
—-- Pai eu já te falei que não precisa se preocupar. Está tudo bem. Falo tentando transmitir tranquilidade.
—-- Veja bem, não é fácil para um pai ver que sua filha chega todo dia às 3h da manhã e acordando as sete para ir à faculdade. Às vezes chego a não dormir direito, fico apreensivo. Fora que uma vez flagrei você chegando em casa, mal tinha forças para subir as escadas e se jogou dormindo no sofá. Se lembra? Achei que ninguém sabia dessa história. Pelo visto meu pai ficava acordado até tarde me esperando chegar.
—-- Pai eu juro que até o final da semana te conto. Falei lhe dando um beijo de despedida. Em seguida penduro minha mochila nas costas e rumo para faculdade com o Percy logo atrás de mim.
—-- Você sabe que não vai conseguir sustentar essa mentira por muito tempo não é? Ele fala enquanto eu andava pelo campus.
—-- Eu sei e isso me preocupa muito. Tenho que pensar em um plano até o final da semana.
—-- Que tal contar a verdade Sabidinha? Ele falou usando um velho apelido meu.
—-- Que tal você não usar mais esse apelido comigo. Pronunciei-me um pouco envergonhada.
—-- Adoro quando você fica corada. Ele fala acariciando meu rosto. Dou um soco fraco no seu ombro e torno a falar.
—-- Percy o assunto é um tanto sério. Eu disse o repreendendo. Mais logo vejo seu sorriso brincalhão e mudo de ideia. Ele tinha esse poder sobre mim, me fazia mudar de ideia. Seu sorriso me tirava o fôlego. Ele sabia disso e usava contra mim em alguns momentos.
—-- Desculpa-me não queria fazer pouco caso do seu problema. Eu só me preocupo com você, chegando sempre tarde da noite e acordando cedo. Annie você não está bem da para ver no seu rosto. Ele fala me abraçando de lado mostrando estar muito preocupado.
—-- Eu te entendo, vai dar tudo certo. Tentei lhe tranquilizar. Assim que acabar minhas aulas vou para sua casa. O que pretende fazer até lá?
—-- Não sei talvez eu possa pegar umas ondas na praia.
—-- Era isso que tinha que acabar Percy. Se você quer ganhar a confiança do seu pai, podia começar ser tornando mais responsável.
—-- Sobre isso nos falamos mais tarde no seu emprego. Sendo assim eu vou indo em direção à praia.
Já estava na hora do almoço, tinha feito uma boa prova. Não era uma das melhores, mais devido ao pequeno tempo que tinha para estudar dava para pegar a média. Nesse momento eu tocava campainha da casa de Percy. Eu não sabia como ia ser essa conversa e fazia uma semana eu não via Sally.
—-- Boa tarde Sally. Falei um pouco contida.
—-- Boa tarde querida, o Percy não está. Na verdade ele não aparece em casa desde ontem. Ela fala escondendo a tensão.
—-- È sobre isso que eu quero conversar com você.
—-- Entre, eu acabei que esquentar o almoço.
—-- Eu só vim conversar sobre o Percy, não precisa se incomodar com nada.
—-- Se você não aceitar minha comida vou ficar bem triste. Ela parecia cansada e tinha um olhar inquisidor para mim dava para ver que não ia me deixar escapar nada.
Pov Sally.
Ter a visita de Annabeth em casa era algo mágico, ela iluminava todo ambiente onde passava. Eu sentia falta de conversar com ela e também fazia tempo que não tínhamos nossos papos de mulher. Eu sentia olhando em seus olhos que ela também não estava nada bem. Você deve estar se perguntando como eu regia a essa grande amizade dos dois, sendo que meu filho é comprometido. Sempre que posso dou um empurrãozinho para que role algo entre eles. Eles nunca falaram explicitamente que tinha algo mais rolando entre os dois, sempre vinham o papinho de grandes amigos. Isso não colava comigo eu posso ser mãe, mais não sou burra. Fora que eu já estava cansada dele estar com Drew, ela não ligava para o meu filho. Mal vinha em casa demonstrando um completo descaso em conhecer a família do seu namorado.
Vejo nos olhos do meu filho como ele olha com carinho para Annie, nuca o vi ser assim com Drew. Fora que ele é extremamente protetor quando o assunto é sua amiga, além ajudá-la em muitas coisas. Até em algumas que eu não concordo como esse novo emprego que ela tinha arrumado. Annie cresceu junto com Percy, Tayson meu outro filho e Grover. Todos juntos brincando e se divertindo. Tayson é o mais novo então se viam poucas vezes. Mais entre Grover e Percy era notório como Annie tinha uma afinidade bem maior com o meu filho, mesmo eles sendo muito diferentes.
Agora fazia exatamente um dia e meio que meu filho estava fora de casa. Ele não estava frequentando as aulas na faculdade. Claro que eu tinha ficado muito magoada com isso, mais eu era sua mãe e nunca o expulsaria de casa. Porém, seu pai estava muito irritado ia ser difícil driblar seu gênio forte. Sentamos á mesa e acabo por servir um prato para Annie. Ela parecia nervosa o que era estranho, já que eu sempre tentava deixar Annie o mais vontade possível em minha casa. Eu a tinha como um membro da família e isso só se intensificou quando sua mãe veio a falecer. Tinha sido uma perda muito grande para sua família. Esse ano completaria um ano do incidente e eu só pensava em como uma presença materna fazia falta em sua vida. Seu pai era bem cuidadoso claro e tinha a educado de forma explêndida, mais eu sabia que não era a mesma coisa.
—-- Annie gostaria que você fosse sincera comigo, pode ser? Tentei dar meu melhor olhar compreensivo. Eu tinha um grande apresso por ela não queria que ela ficasse com medo de mim. Eu podia ser brava quando eles erravam, mais sabia que Annie só estava tentando proteger o Percy. Ela continuava bem concentrada em enrolar o macarrão no garfo, até que eu torno a falar.
—-- Você sabia esse tempo todo sobre essa história e nunca pensou em nos contar? Nessa hora já tinha me sentado para ficar na mesma posição que ela. Não era difícil saber quando Annie estava nervosa. Tinha o desvio do olhar a mexida no cabelo e o mais importante ficava balançando a correntinha que sua mãe havia lhe dado em seu aniversário de sete anos. Quando ela fazia essa ultima opção, era porque estava bem tensa.
—-- Eu e Percy temos um acordo, eu o ajudava a esconder o seu segredo como também recebia ajuda. Meu pai não sabe sobre meu trabalho. E o Sr.Jackson não sabia sobre a faculdade de Percy. Um não podia interferir na vida pessoal do outro, por causa do nosso código de amizade.
Olhei para Annie e ela estava com as bochechas extremamente coradas e com uma das mãos sobre os ombros. Eu queria ser severa com ela, não tinha sido legal omitir por tanto tempo esse fato de nós. Só que vela desse jeito tinha me despedaçado por dentro. Se bem a conhecia ela devia ser se corroendo de culpa. Esse código de amizade criado por eles era bastante nobre, porém agora com ambos adultos com os hormônios a flor da pele não estava dando certo. Percy já tinha comentado comigo o quanto ele estava estremecido, bastava que um tomasse partido para que ele se quebrasse.
—-- Eu não tinha a intenção de mentir para você Sally, você é sempre uma pessoa tão boa comigo. Vou entender se não quiser que eu entre mais na sua casa.
—-- Longe disso Annie, eu só quero que essa situação se resolva. Você sabe onde o Percy passou a noite?
—-- Na minha casa.
De certa forma isso tinha me tranquilizado, por um momento cheguei a pensar que ele estava com Drew e em um momento de calor estivessem fazendo coisas erradas. Annie sempre colocava um pouco de juízo na cabeça de Percy.
—-- Combinamos de conversar na boate, ele parece mesmo obstinado a mudar. Agora tenho que ir Sally obrigada pelo almoço.
Eu não queria que ele fosse embora, ainda queria falar sobre seu trabalho. Mais logo percebo que ela estava com presa, então resolvo deixar para uma próxima. Nos despedimos como sempre e ela vai embora me deixando um pouco aflita com tudo que acontecia.
Pov, Annie
Falar com Sally tinha me aliviado muito e tirado um peso da minha consciência. Eu tinha convencer Percy a mudar ou ia ficar um bom tempo na casinha do cachorro. Estava em casa me preparando para o trabalho, meu pai estava na universidade. Percy devia estar por ai perambulando pelas ruas. Pego as chaves do carro e dirijo rumo a Boate. Estaciono o carro e vou andando para o local. Aparentemente estava calmo e poucas pessoas estavam no local. Eram quase dez da noite e apenas algumas pessoas dançavam pela pista.
Eu estava lendo um livro sobre bebidas para melhorar meu repertório no bar, quando vejo o meu “fiel“ freguês entrando pela porta do bar. O nome dele era Dionísio, sua bebida favorita era um bom vinho. Só que ultimamente ele andava meio relapso e passava um pouco da conta, tendo uma grande quantidade álcool sobre o sangue. Ele já tinha sido diagnosticado como alcoólatra e isso de fato me deixava bem tensa. Ele senta em uma das cadeiras que estava em minha frente. Eu fingia que ainda lia meu livro. Não estava a fim de encara-lo depois de nosso ultimo momento. Fora que sua conversa era meio entediante.
—-- Como vai Annie? Fiquei uns dias fora para minha mulher não suspeitar que eu estava pulando a cerca sabe. Ele fala piscando para mim. O que você acha de compartilharmos uma bebida, por minha conta. Ele fala estendendo uma nota de 10.
—-- Lamento desaponta-lo senhor Dionísio, mais eu não posso beber agora você sabe. Digo arrumando minha gravata, percebo ele que mantinha o olha fixo em minhas mãos.
—-- O meu dia não foi nada fácil e o cliente sempre tem razão não é? Ele pergunta se aproximando de mim, em seguida começa a afrouxar minha gravata. Sua outra mão se mantinha em um dos botões da minha camisa. Nesse momento já tinha entendido o seu recado. Eu nunca tinha feito nada contra ele, tinha que passar despercebida ou ia perder meu emprego. Essa era única exigência que tinham me feito.
—-- Tudo bem. Serve um energético. Falei tentando começar com algo leve. Afinal o nível de álcool da bebida era o menor que tinha.
—-- Não eu quero um uísque. Energético é coisa de garotinho. Eu acho que você vai gostar. Ele fala piscando para mim.
Eu já estava no segundo copo quando percebo, ele já tinha entornado uma garrafa inteira. Eu estava tomando bem lentamente para que ele não percebesse. Sempre que o copo esvaziava ele enchia novamente. Seus olhos estavam vermelhos, e seu bafo da para sentir lá da esquina. Ele tossia sem parar, só parava para beber seu uísque. Dioniso saca um maço de cigarros do bolso e começa a fumar. Não ligando para o aviso que tinha nas paredes de proibido fumar.
—-- Aceita um. Ele fala me oferecendo um cigarro.
—-- Não fumo, obrigado.
—-- Fala sério, você tem certeza que nunca pensou em ir para pista de dança? Eu pagaria bem, pelas contas da o salário do mês todo que você ganha. Ele pergunta sussurrando ao pé do meu ouvido. Aquilo já estava ficando altamente constrangedor.
—-- Olha eu sou apenas uma funcionária do bar, mais se você quiser posso falar com alguma das dançarinas... Ele mal tinha me deixado terminar de falar quando me beija de canto de boca. Dionísio estava a ponto de aprofundar o beijo quando ouve seu celular tocar, tinha sido salva por um desconhecido. A minha vontade era de correr para o banheiro e ficar chorando até que o horário acabasse. Tinha sido a situação pior da minha vida, sua boca fedia a álcool misturado com cigarro. Suas mãos sujas encostando-se ao meu corpo. Ele tinha me pego desprevenida, mais eu ia evitar aio máximo que isso se repetisse. Afasto-me do balcão e vou correndo para o banheiro, tinha ficar sozinha naquele momento. Ao sair ouço ele falar.
—--Tenho ir até a próxima flor. Depois continuamos de onde paramos. Assim ele sai correndo. Eu pego meu telefone e ligo para Percy, tudo isso tinha sido a gota d’água. Precisava de um ombro amigo, de alguém que fosse me entender sem me julgar. Sento na privada e desabo a chorar, minhas mãos tremiam e eu mal consegui efetuar a ligação. Com isso eu resolvi ficar dentro do banheiro a espera dele. Tentava me acalmar de todo jeito, mas não estava fácil. Só de lembrar da cena, me dava náuseas. Pelo menos estava em uma cabine do banheiro. Sabia que o tempo ia passar devagar, mais tinha que ser forte e ficar lá a espera de meu amigo.
Fale com o autor