Notas iniciais
Oi gente, estamos de volta com mais um capitulo, infelizmente o ultimo. Espero que gostem, e boa leitura.

— A gente já tá chegando, amor. Calma.

— Rachel, você tá mais nervosa que eu. – Quinn reclamou, apertando o banco do carro quando sentiu uma contração.

Rachel e Quinn estavam casadas há pouco mais de dois meses, e finalmente havia chegado a hora do filho das duas nascer.

As coisas tinham corrido bem com elas até ali. Duas semanas de lua de mel, e depois voltaram para a rotina que já tinham com Kathy: enquanto a garota estava na escola, Quinn trabalhava com os pais no café – já com horário e salario pré-definidos, e Russel brincava que sua filha agora era oficialmente sua funcionaria – e Rachel gravava pequenas participações em filmes e series enquanto não achava um projeto que realmente a interessasse.

— É claro que to. Você vai ter nosso filho, Quinn. Merda! – Rachel bateu no volante quando teve que parar no farol vermelho e Quinn buscou sua mão, a apertando de leve.

— Rachel, se acalma, por favor. Quem deveria pirar sou eu.

— Podemos pirar as duas?

— Não. Puta merda. – Quinn apertou a mão da esposa ao sentir outra contração.

— Viu! Você tá com dor. E nosso filho vai nascer. Eu... Merda de farol. Abre!

— Rachel, se acalma, pelo amor de Deus! – Quinn gritou ao sentir outra contração – Seu filho vai nascer. Eu to com dor e você só tá me deixando mais apavorada ainda. Controla a porra do seu nervosismo porque a única que vai surtar aqui agora sou eu, entendeu?

Rachel arregalou os olhos, acelerando quando o farol abriu.

— Me acalmar. Só você surta. Entendido.

— Ótimo. Agora acelera a merda desse carro.

Rachel pisou fundo no acelerador, fazendo o caminho até o hospital na metade do tempo normal.

***

— Aquele ali, com a roupinha verde. – Rachel apontava seu filho para um desconhecido qualquer, que sorria para a garota.

— Ele é lindo. Primeiro filho?

— Segundo. Mas o primeiro que eu vejo nascer. Minha mais velha é adotada.

— Bom, meus parabéns. – o rapaz deu um tapinha de leve no ombro de Rachel antes de se afastar, e a judia voltou para o vidro, espalmando as duas mãos ali, enquanto encarava o filho com um sorriso no rosto.

— Rach? – a judia ouviu a voz da cunhada a sorriu.

— Hey, casal. Vem ver como ele é perfeito!

— Você não devia estar com a Quinn? – Kitty disse, se aproximando.

— O médico disse que ela deve acordar só daqui – a judia olhou para o relógio – meia hora. Enquanto isso eu babo no meu filho. Cadê seus pais?

— No caminho com Kathy. Qual é ele? – Marley perguntou.

Rachel sorriu e voltou a apontar o filho encolhido na incubadora.

Ela nunca tinha visto um bebê tão pequeno e adorável na vida.

***

— Kathy, esse é seu irmãozinho, Kyle. – Rachel disse, colocando o bebê no colo da garota enquanto a ajudava a segura-lo.

Quinn sorriu, passando o braço pelos ombros da filha mais velha e Rachel sentiu a garganta fechar. Sua família era perfeita.

Kathy abraçou o garotinho como se sua vida dependesse daquilo, dando um beijo de leve na cabeça do irmãozinho.

— Eu amo você, Ky. – murmurou.

Rachel observou o garoto abrir os pequenos olhinhos pela primeira vez e sorriu, se aproximando apenas para vê-lo encarar Kathy, dando o que parecia um sorriso banguelo antes de fechar os olhos preguiçosamente.

— Ele tá olhando pra você, Kathy.

— Como são os olhos dele? – Quinn perguntou.

— Verdes. Com um pouco de castanhos.

— Como os meus. – Quinn murmuro – Antes do acidente, quero dizer.

— Então eu tinha razão, Q. Seus olhos eram ainda mais lindos do que são hoje. – a judia disse e deu um selinho na esposa.

— Mães?

— Fala, pequena.

— Vocês ainda me amam, né?

— O que? Claro que sim, meu anjo. – Quinn disse.

— Porque tá perguntando isso, Kathy?

— Porque um garoto na escola disse que agora que vocês têm um filho que é de vocês de verdade, vocês não iam me amar mais.

— Mas você é nossa filha, Kathy. – Quinn disse.

— Não importa se você não tem nosso sangue, meu amor. Você é nossa filha tanto quanto o Kyle é, porque nós amamos vocês dois do mesmo jeito, e é isso o que importa.

— E eu amo vocês.

— Então, é o que importa. – Quinn garantiu.

Rachel observou Kathy movimentar o braço e sorriu.

— Ele tá pesado, meu amor?

— Não.

— Tem certeza? Eu posso pegar ele, se você quiser.

— Eu quero continuar com ele.

— Você pode pegar ele de novo depois, tá bem? Não queremos que você fique com o seu braço doendo.

— Tudo bem. – Kathy suspirou e Rachel pegou o filho no colo, o entregando a Quinn.

A judia pegou Kathy no colo, sentando no lugar da garota ao lado de Quinn e a colocando sobre suas pernas.

— Vocês são as coisas mais preciosas desse mundo. – Rachel disse, observando a família que ela tinha orgulho de chamar de sua.

— E essa foto vai ficar espalhada pela nossa casa. – a voz de Russel chamou a atenção das três, e Rachel riu ao vê-lo com o celular na mão ao lado de Judy.

— E aí, sogrão?

— Tá vendo, Judy? Eu disse que ela ia perder o respeito. – brincou enquanto os dois se aproximavam dos quatro na cama.

O homem pegou Kathy no colo, dando um beijo na bochecha da garota antes de dar um tapa de leve nas costas de Rachel.

— Como vocês estão agora que a família cresceu?

— Ele gosta de mim, vovô!

— É mesmo, Kathy? – Judy sorria, já pegando o mais novo neto do colo da filha.

— É sim. A mama até disse que ele abriu os olhos pra me olhar.

— E foi a primeira vez que ele abriu os olhos. – Quinn garantiu, sorrindo.

— Isso!

— Abre os olhos pro vovô também, garotão. – Russel pediu, parando atrás de Judy, mas foi ignorado.

— Acho que ele só quer olhar a Kathy, heim. – Judy brincou.

— Viu? Ele me ama. – Kathy disse fazendo os outros rirem.

— Tenho certeza que sim. – Russel sorriu.

— Seus pais chegam quando, Rachel? – Judy perguntou.

— Chegam no primeiro avião de amanhã. Foi o mais cedo que conseguiram.

— Quer que eu busque eles? – Russel se ofereceu.

— Eu agradeceria. Tenho que levar Kathy na escola e não sei se chego no aeroporto a tempo.

— Então pode deixar comigo.

— Eu não quero ir pra escola. Quero ficar com o Ky e a mamãe.

— A gente vai ficar por aqui mais alguns dias, meu amor. – Quinn disse.

— Então eu fico também.

— Não pode, meu anjo. – Rachel riu – A gente só pode vir no horário de visita.

— E quando o Kyle vai pra casa? Ele deve querer conhecer o quarto dele!

— Só daqui há uns dois dias. Te prometo que a gente vem buscar eles e eu deixo você passar o resto da semana com ele em casa, tá bem?

— Tá, né. – Kathy murmurou, arrancando risadas de todos.

— Cadê Kitty e Marley? – Quinn perguntou.

— Elas passaram aqui mais cedo, mas Kitty tinha uma faculdade pra visitar hoje e elas tiveram que ir. Mas voltam amanhã. – Rachel disse.

— Não acredito que minha mais nova já vai pra faculdade. Céus! Daqui a pouco to vendo minha neta se formar.

— Kathy ainda tem uns bons anos na escola, mãe. – Quinn riu.

— To mais preocupado é com essa Marley. Sério, porque a pressa da Kitty? Ela não podia fazer igual a Quinn e esperar até os vinte e dois?

— Foi vinte e um, pai. E Marley é uma boa pessoa, que se preocupa e realmente gosta da Kitty.

— Não seja ranzinza, sogrinho. – Rachel provocou – Marley é definitivamente o tipo de pessoa que você ia querer pra Kitty. Confia em mim.

— Foi você quem apresentou as duas, Berry. Não tem moral pra me pedir pra confiar em você nesse caso.

— Russel, para com isso. – Judy mandou.

— Você me aceitou, não? – Rachel sorriu – Logo vai ver que Marley é tão boa pra Kitty quanto eu pra Quinn.

— É, mas eu ainda acho que Quinn merecia alguém melhor. – provocou, dando um sorriso de lado e Rachel riu.

— Também te amo, sogrão.

***

— Ele é muito fofo. – Kitty disse, observando o sobrinho no seu colo.

O pequeno Kyle já tinha dez dias de vida e uma semana em casa, e Kitty não cansava de observar o sobrinho a todo segundo que podia.

Era sábado e os Fabrays e Marley tinham ido para a casa de Rachel e Quinn ver o pequeno, encontrando com Demi e Ally com as filhas por ali, assim como Lauren, Camila, Dinah e Normani. Rachel e Quinn já estavam avisadas da chegada dos Jonas no dia seguinte, e Brittany e Santana também tinham garantido a visita.

Russel, sentado no sofá do lado oposto a Kitty da sala sorriu, tomando uma xicara de café.

— Meu neto é lindo mesmo. – disse, orgulhoso.

— Ele é tão pequenininho e indefeso... Tão... Cute. – Kitty disse e Marley sorriu, passando o braço por seu ombro e dando um beijo em sua bochecha.

— O próximo a chegar na família vai ser nosso. – brincou.

Russel engasgou com o café que tomava, ficando vermelho e fazendo todos rirem.

— Espero que Quinn e Rachel tenham decidido não ter mais filhos nos próximos trinta anos, então. – falou quando parou de tossir.

— Aí Rachel já vai estar com quase sessenta. É mais fácil falar que não vão ter filhos nunca mais. – Lauren, que estava sentada no chão brincando com Kathy, disse.

— Muito engraçada, Jauregui. – Rachel reclamou dando um tapa na cabeça da amiga – Mas eu e Quinn estamos felizes com dois por enquanto, certo, meu amor?

— Eu não durmo direito há uma semana, Rachel. – Quinn, sentada no colo de Rachel, falou – Dois tá ótimo pra vida toda.

O grupo riu e Quinn deitou a cabeça no ombro de Rachel, tentando segurar o bocejo – e falhando miseravelmente.

— Ele tem dado trabalho a noite, pelo visto. – Ally comentou.

— Não sei como vocês não escutam da casa de vocês. – Rachel comentou – Ele chora muito a noite.

— As vezes a gente ouve. – Demi disse, dando de ombros.

— Nem eu consigo dormir direito. – Kathy reclamou.

— Inclusive, Russel e Judy, eu posso deixar Kathy pra dormir na casa de vocês amanhã? Ela tem andado muito cansadinha por causa do choro do Ky e precisa de uma noite tranquila.

— Claro, sem problemas.

— Kathy vai dormir comigo e a gente vai bagunçar bastante até ela cansar, certo, pequena? – Kitty falou.

— Não. Eu vou dormir com a vovó e o vovô. – Kathy falou, largando a boneca de lado e cruzando os braços, com a expressão fechada.

— Mas porque, Kathy? – Kitty perguntou, confusa – Você sempre gostou de dormir comigo quando fica lá.

— É, mas você não me ama mais.

— Porque tá dizendo isso? É claro que eu te amo!

— Não ama não. Antes você vinha aqui e brincava comigo, agora você só quer ficar com o Kyle e nem lembra de mim.

— Oh, minha princesa.

Kitty entregou Kyle para Demi, sentada ao seu lado e sentou no chão ao lado de Kathy, puxando a garota para o seu colo.

— Me desculpa, Kathy. Eu não percebi que você tava se sentindo assim, pequena. Eu amo muito você, e vou te dar mais atenção agora, igual antes.

— Mesmo?

— Mesmo! Inclusive, o que acha de eu te pegar amanhã cedo e a gente passar o dia todo juntinhas? Só eu, você e a Marley, igual a gente fez aquele dia, antes do Ky nascer. Se suas mães deixarem, claro.

— Por mim, tudo bem. – Rachel disse.

— Se Kathy prometer se comportar. – Quinn concordou.

— E aí? O que acha?

— Só nós três?

— Só.

— E você vai me comprar um sorvete igual aquele dia?

— Todos os que você quiser.

— Vê se não vai encher minha filha de doces. – Quinn falou.

— Você só não pode contar pra suas mães. – Kitty disse fazendo todos rirem.

— Marley? – Rachel chamou.

— Sim, eu sou a responsável do casal e vou garantir que seja um sorvete só.

— Claramente a tia Marley é a tia chata, né Kathy? – Kitty riu.

— Céus, eu namoro uma criança! – Marley riu e Kitty jogou o corpo pra trás para dar um tapa na perna da garota.

— Eu gosto da tia Marley. – Kathy falou.

— Toma. Palhaça. – Marley falou fazendo todos rirem.

Kyle começou a resmungar no colo de Demi e Quinn suspirou.

— Hora de mamar.

— Esse eu infelizmente não posso fazer por você, meu amor. – Rachel disse enquanto Quinn levantava para pegar o garoto.

— Deem tchau pra esse garotão porque agora ele vai mamar e dormir um pouquinho, certo, filho?

— Mas é pouquinho mesmo, porque ele nunca dorme nem duas horas. – Kathy reclamou e o grupo riu.

— Infelizmente Kathy tá certíssima. – Rachel disse – Quer ajuda, Q?

— Não, pode deixar comigo. Já desço, gente. Fiquem à vontade.

Quinn subiu com Kyle enquanto o grupo voltou sua conversa para outros assuntos.

***

Rachel praticamente dormia em pé enquanto andava de um lado para o outro no quarto do filho, que estava encolhido contra o seu braço esquerdo, com a cabeça apoiada em sua mão e os pés na altura de seu joelho, enquanto a mão direta da judia o segurava do lado, garantindo que ele não cairia, o balançando de um lado para o outro.

O garoto tinha chorado por mais de uma hora até Rachel coloca-lo naquela posição e ele finalmente parar, pegando no sono.

Quinn entrou no quarto bocejando e Rachel suspirou.

— Vai dormir, meu amor. Eu vou ficar aqui com ele mais um pouquinho e já ponho no berço para ir deitar. Você precisa descansar antes que ele acorde pra mamar.

— Não é normal ele estar chorando desse jeito, Rach. Não é um choro normal. Parece que ele está sentindo alguma coisa.

— Tá tudo bem, Q. Se ele chorar assim de novo a gente leva no pediatra amanhã.

— E se ele estiver com dor?

— Eu ligo pro pediatra amanhã bem cedinho, prometo. Agora, vai descansar um pouco, tá bem?

— Certo. Qualquer coisa me chama.

— Pode deixar.

Quinn deu um selinho em Rachel e foi para o quarto do casal, dormindo praticamente no mesmo segundo em que deitou.

Rachel continuou com o filho por alguns minutos, antes de deita-lo no berço com cuidado.

A judia observou Quinn dormindo quando chegou no quarto e suspirou.

Se sentia exausta, mas não tinha mais um pingo de sono.

Pegou o celular em cima do criado mudo para ver a hora e franziu a testa ao ver uma mensagem de Demi.

Abriu a mensagem e suspirou, desejando ter olhado o celular uma hora antes.

— Isso é choro de cólica, Berry. Dê um remédio e logo ele se acalma. Se não tiver, temos alguns da Val aqui. – A judia leu a mensagem baixinho, para si mesma.

Rachel saiu do quarto para a cozinha praticamente na ponta dos pés, parando no quarto de Kathy, só para encontrar a garota dormindo com o travesseiro sobre a cabeça.

Com um suspiro pesado, Rachel foi até a filha, colocando o travesseiro em baixo da sua cabeça e a cobrindo melhor.

Assim que chegou na cozinha a judia buscou pelo remédio de cólica já indicado pelo pediatra do garoto, o levando até o quarto do filho, onde pegou uma das varias chupetas do garoto e pingou três gotas no bico, trocando a que ele tinha na boca pela com o remédio rapidamente para que ele não acordasse.

Rachel deixou a chupeta e o remédio em cima da cômoda e sentou na poltrona de amamentação, de onde podia observar o berço de Kyle, e onde, pouco depois, acabou pegando no sono.

***

— Rach. – Quinn chamou, balançando a esposa de leve, e Rachel apenas resmungou – Rachel, meu amor, acorda.

— Q? – Rachel acordou sentindo o pescoço doer pela posição ruim, e Quinn suspirou.

— Você passou a noite aqui, amor. Vai dormir mais um pouco na nossa cama, sim?

— Já é de manhã? – Rachel perguntou, puxando a esposa para seu colo.

— São oito horas. Ele dormiu o resto da noite toda.

— Amém, Demi! – Rachel resmungou e Quinn franziu a testa.

— O que?

— Demi me mandou mensagem ontem, pouco antes de ele ficar quieto. Ela e Ally ouviram ele chorar e ela me disse que era choro de cólica. Eu dei remédio antes de sentar aqui.

— Oh, será que precisamos levar ele no médico?

— Não, cólica é normal em bebês.

— Nesse caso, vai descansar um pouco, tá bem? Kitty vem buscar Kathy daqui a pouco, mas acho que vou ligar e pedir pra ela vir mais tarde. Kathy também deve ter acordado com o choro dele e deve tá cansada.

— Porque você acordou tão cedo?

— Costume, eu acho. Tenho que acordar ele pra mamar, já que pulou dois horários.

— Você vem para cama comigo depois?

— Assim que ligar pra Kitty.

Quinn deu um selinho em Rachel e levantou, deixando que a judia fosse para cama antes de ir até o berço e pegar o filho no colo com cuidado. Se conseguisse dar de mamar sem acorda-lo, ela o faria para poder descansar um pouco depois.

***

— Se divirta e obedeça suas tias, entendeu? – Rachel mandou, dando um beijo na bochecha de Kathy.

— Pode deixar, mama.

— E não esquece do que sua mãe falou, heim. Nada de dormir tarde. Vou te buscar pra levar pra escola amanhã cedo.

— Tá bem.

— Pelo visto Kyle deu trabalho essa noite. – Marley comentou enquanto Kitty levava Kathy para prende-la na cadeirinha no carro de Marley.

— Muito. Teve cólica e chorou até as três e meia da manhã.

— Kitty comentou depois que Quinn ligou. Se bem que dá pra ver pelas suas olheiras.

— Pelo menos você e Kitty tiveram um tempo a sós, hum? – Rachel provocou, dando um sorriso malicioso e Marley riu.

— Eu respeito a garota, Berry.

— Assim espero, Rose. Assim espero.

— E quando você e Quinn vão mostrar o Kyle? Tenho que planejar isso.

— Hey, Mar! Vamos? – Kitty gritou, entrando no carro e Rachel suspirou.

— É fim de semana, Marley. Aproveite seu dia. Falamos sobre na segunda.

— Você ainda não falou com a Quinn.

— Não. – Rachel riu – Mas vou fazer isso essa tarde. Agora vai logo antes que Kitty venha te buscar. As mulheres dessa família são uma coisa realmente assustadora quando bravas.

— Obrigada pela dica. – Marley riu – Até amanhã, Rachel.

— Até, Marley.

Rachel observou o carro com as três garotas sair antes de entrar, encontrando Quinn na sala, ainda dando de mamar para Kyle pela segunda vez naquela manhã.

— Vou pedir alguma coisa para almoçarmos, assim conseguimos descansar um pouco antes do pessoal chegar, tudo bem?

— Maravilha. Kathy foi tranquila?

— Foi sim. Seus pais já sabem que ela vai direto com Kitty e eu busco ela amanhã cedo.

— Ótimo.

Rachel se aproximou de Quinn e lhe deu um selinho, fazendo um carinho de leve no filho antes de ir para o escritório buscar o telefone de algum restaurante.

O dia seria longo, e Rachel rezava para que o filho dormisse bem naquela noite. E em todas as que se seguissem.

Notas finais
E fim... Ou quase. Nos vemos semana que vem com o epílogo ;)