Mais Que Uma História De Amor

9 O Baile começa! - Parte 2


Notas iniciais
Oiiew!!!!!!!!!!! A quanto tempo!!!!!!! Eu estava morrendo de saudades!!! Desculpem-me por ter demorado tanto!!! Espero que não tenham esquecido a minha história!!! TT_TT
Por favor, leiam as notas finais!

– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

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– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

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– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

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– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela pede o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...– Claro, pode entrar Katrina-san! – Diz Serenity gentilmente com um lindo sorriso que mostrava seus lindos dentes brancos como leite.

– Milady, por favor, deixe-me arrumar teus cabelos – Pediu a Serviçal gentilmente com um olhar de admiração pela beleza de Serenity.

– Tudo Bem, Katrina-san. – Fala a Hime de forma também gentil com um lindo sorriso no rosto.

Em um lugar, bem longe da Terra:

– Alguma coisa está acontecendo e precisamos saber o que... – Diz certa morena dos olhos negros para um aparelho comunicador em formato de um relógio preto de tiras finas e delicadas preso em seu pulso pálido e fino quando volta a sentir uma vibração ruim vinda de algum lugar nos confins frios e solitários da via Láctea.

– Como assim? Acha que alguém está tentando interferir na linha do continuo tempo-espaço? – Diz uma voz feminina meio apreensiva distorcida que saia do comunicador.

– Não só isso, as vibrações estão cada vez mais próximas e se não nos apressarmos, pode acontecer algo ruim à princesa e pode até mudar o rumo da existência. – Volta a se pronunciar – Mas por enquanto, é melhor deixarmos com as outras e decidir se iremos intervir – Pronuncia-se a jovem morena.

– Vamos avisar as intervir.– Fala a voz vinda do comunicador.

Ao mesmo tempo, no Silver Milenium:

–Vênus, você já está pronta? – Perguntou a impaciente dona dos longos cabelos de ébano batendo na porta dubla de madeira maciça branca de um quarto com o símbolo de Vênus na parte superior do lado direito da porta dubla.

– Só mais um minutinho, Mars! – Pediu Vênus gritando enquanto fitava a porta de dentro do quarto branco e laranja bem clarinho.

– Mas você está a duas horas se arrumando, desse jeito, só iremos chegar ao baile amanhã! – Reclamou a linda princesa do planeta do fogo voltando a bater na porta.

– Tá, tá, tá... Já estou pronta. Satisfeita? – Pergunta a Dama de Vênus, com um olhar irritado por ter sido apressada.

– Finalmente! Achei que nunca ficaria pronta! – Exclama a Disse a Dona dos longos cabelos negros, visivelmente irritada com a demora.

– Vênus, Mars, por que estão demorando tanto para terminar de se aprontar? – Pergunta uma jovem de cabelos castanhos caindo em cascatas sobre seu vestido de Baile, feito somente para a ocasião, já cansada de esperar a chegada das companheiras.

– Já estávamos indo. – Diz a Princesa de Vênus, ainda fitando a linda dona das madeixas negras, Lady Mars.

– Sim, agora que a Senhorita “Posso deixar os outros esperando eternamente” já se arrumou. – Diz Mars, Também fitando a dona dos fios da cor do ouro.

– Acho melhor vocês irem-na frente para terminar de organizar as coisas que iram conosco, não tardarei a encontra-las. – Disse meigamente olhando para Júpiter – Eu prometo. – Termina com a voz um pouco mais rigorosa, dessa vez olhando para a mulher ao seu lado, Mars.

– Se você diz então eu não poderei discordar. – Fala Mars com um pouco de arrogância na voz enquanto colocava uma mecha de seu cabelo ônix para trás da orelha esquerda.

– É melhor irmos, Mars. Não disponhamos de muito tempo. – Diz Lady Júpiter forçando um sorriso enquanto tentava, sem êxito, puxar Mars para fora da Suíte.

– Tudo Bem, mas se você demorar demais, eu virei buscar-te! – Exclama Mars, com uma voz ameaçadora enquanto saía calmamente do quarto, seguida por Júpiter.

Assim que Mars e Júpiter retiraram-se, Vênus rapidamente retocou seu batom, ajeito sua tiara que, com seu tom prateado, combinava perfeitamente com os brincos de argola prateado e seu colar, que consistia em uma delicada corrente transada com pingente em forma de coração perfeitamente moldado da mais fina prata, sai e se se dirigi a um longo corredor branco, na ala seguinte a dos quartos, que, no final, virando à direita, dá para uma pequena porta bem talhada de carvalho maciça pintada de branco e prata, assim como a maioria das portas daquele lugar. Ela dá um triste suspiro e abre a porta.

Quando a abre, Vênus entra num ambiente bem diferente do resto do palácio, que, desde que sua princesa ficou desaparecida, a transmite uma sensação de frio e solidão, ela leva a considerar que sem a presença de Mars e das outras, não teria conseguido suportar tudo o que está passando, mas aquele lugar é um lugar diferente de todos do castelo, até do quarto da princesa, e poucos tinham ciência dele, o que o tornava um lugar ainda mais especial.

Ela entra em um cômodo grande, pintado de azul celeste com o teto na cor branca, que havia pendurado um delicado lustre de cristal, o que pouco a interessou, pois o que estava buscando não era nada de cristal ou de valor significativo para outra pessoa, mas uma pequena caixa de vidro, que estava dentro de um pequeno baú de madeira no fundo da sala, no canto direito, embaixo de uma escrivaninha.

Enquanto atravessava o quarto, Vênus se lembrava de como o achou, ou melhor, como “ela” o achou, ri com o pensamento e no mesmo momento em que suas lembranças aparecem, mesmo sem ela querer, vividamente em sua mente.

“Duas meninas, uma que aparentava ter uns seis anos e outra de quatro anos, corriam pelos corredores de um sinuoso palácio, onde elas pretendiam procurar um lugar para esconderem-se de outra menina, que também tinha em torno de seis anos, que contava do lado de fora do castelo, esperando o comando para poder ir procurar as meninas.

– Vamos, Niny-chan, Ma-chan não deve demorar a procurar por nós. – Diz a primeira menina olhando para trás para a outra menina, que estava correndo atrás dela.

– Desculpe-me, V-chan. Eu não consigo correr mais rápido. – Fala a primeira menina com sua voz infantil visivelmente cansada.

– Tudo bem! Que tal nós separarmo-nos? – Perguntou V-chan, também se sentindo cansada.

– Claro – Responde Niny contende por não ter que continuar correndo.

– Você vai por ali e eu vou por aqui, tá? – Pergunta V-chan.

– Ok. – Responde a sorridente Niny, indo correndo para a direção em que sua V-chan havia apontado.

Quando sua visão não pode mais alcança-la, V-chan começou a correr na direção oposta. O corredor em que estava dava para a ala dos quartos, resolveu entrar no quarto do final do corredor, que tinha a maior porta, entrou e procurou pensar no melhor lugar para se esconder, optou por esconde-se no closet.

Depois de um tempo, exatos 15 minutos, a pequena garota começou a ouvir barulhos de passos infantis correndo apressadamente pelo corredor, abrindo todas as portas que via pela frente.

Ficou o mais silenciosa possível, quase nem se quer respirava. Quando finalmente a outra menina abriu a porta onde estava V-chan, a mesma endureceu o corpo, sem mover um musculo, e respirando com dificuldade esperando a menina de cabelos escuros sair.

A menina começou a procurar alguém pelo quarto, andou pelo quarto olhando embaixo da cama e dos outros moveis e saiu. V-chan suspirou aliviada e quando parou de ouvir os passos saiu silenciosamente de onde se escondera e olhou por uma brecha da porta, quando constatou que ela não estava mais no corredor, decidiu sair do quarto e procurar por Niny, saiu do quarto nas pontas dos pés e foi pela mesma direção que sua Niny tinha ido.

Começou a abrir as portas e entrar nos quartos chamando ela baixinho, para não chamar atenção da menina das madeixas negras.

Depois de andar e procurar por todos os quartos, ela chega ao ultimo e começa a ouvir um riso abafado. Ela abre a porta e chama por Niny. Ao entrar no quarto, ela começa a observa-lo. As cores, os móveis, eram tão diferentes dos outros cômodos do palácio que a mesma assustou-se, certamente que em nenhum lugar desse castelo tinha algo parecido, duvidara até que em todo reino alguém tivesse um cômodo em casa com essas cores e esses tons.

Andou mais um pouco no estranho cômodo e encontrou sua Niny abaixada com uma caixa pequena de vidro nas mãos.

– O que é isso, Niny? – Pergunta V-chan baixinho curiosa.

– Isso? Eu também não sei, ainda não abri. – Responde Niny com seu costumeiro sorriso doce sem tirar os olhos da caixinha.

– Não? Então vamos abrir. Empresta-me? – Pergunta novamente V-chan pedindo a caixa a pequena Niny, que rapidamente dá a caixinha para V-chan.

Esta rapidamente abre a caixinha, de onde saiu uma linda melodia. [...]”

Vênus finalmente chega ao final do cômodo, ela abre o baú e pega a caixinha de vidro dá um sorriso e abre-a, deixando a doce melodia invadir o ar.

Essa melodia a trazia uma sensação de nostalgia, em que ela perde o sentimento de solidão em que fora imposta com o sumiço de sua princesa, e a fazia ter a esperança de que em breve voltaria a ter a presença dela de volta a sua vida.

Ao mesmo tempo, na Terra, Serenity sentia seu coração pesado, algo estava-lhe fazendo falta, mas algo dizia-lhe que em breve isso iria passar.


To be continued...

Notas finais
E aí? Gostaram? Espero que sim!!! Bem, estou reescrevendo os outros capítulos para corrigir uns erros, então pode ser que eu demore para postar o próximo, mas prometo pelo Rio Styx que JAMAIS abandonarei a Fic,entenderam? Somente peço novamente a paciência de vocês para eu poder fazer uma história boa para todos, Ok? Obrigada!!! Eu tentarei trazer sempre pelo menos 1 capítulo por mês, tá? Por que além de eu estar corrigindo os outros capítulos, eu tenho muito trabalho na escola!!! Acabei de entrar no Ensino Médio e ainda estou me adaptando, apesar de já quase estar. Mas não esqueçam do meus comentários e podem me mandar suas opiniões, não fiquem com vergonha, ok?
Desculpem por eu não ter respondido os últimos Comentários, mas já li todos e fiquei emocionada, nunca tive tantos comentários em um único capítulo, eu os responderei assim que puder, tá?
Kissus e um MUITO OBRIGADA por me darem o incentivo para continuar a história! Kissus, e até o nosso próximo encontro!!!!

Ps: Julianny-chan, não pense que me esqueci da recomendação LINDA que fez para a história, eu amei cada palavra, o próximo capítulo é seu, combinadas? ^-^ Espero que continue gostando da história!!! Muitos beijos!!!!