Maipetto no Neko
36 Capítulo 36 - Carnal
Notas iniciais
Como sabem, fim de ano, essas coisas, deixo para vocês um capítulo de presente, pois, provavelmente, só poderei voltar a escrever depois do fim de ano, afinal, tb sou um ser humano! xD
Irei viajar essa semana, e n sei se terei tempo de escrever. Se tiver, prometo que posto o próximo capítulo, se não, nos veremos de novo depois do dia 05 de Janeiro (quando eu volto).
Até lá, espero que gostem desse capítulo... Eu AMEI escrevê-lo! uauahauha
Boa leitura o
Maipetto no Neko
Capítulo 36 – Carnal
A seda da blusa branca por debaixo do terno tinha uma maciez quase angelical. As dobrinhas de amassado quase sumiam de tão leves e singelas. Os botões transparentes alinhados davam o toque final de delicadeza à peça tão bem feita. Mas Renji não quis nem saber. Rasgou ferozmente aquela blusa maldita que ficava entre ele e a pele de Byakuya. Enfiou a mão na abertura do primeiro botão, e puxou num só movimento os demais, afastando os dois lados do tecido. O moreno gemeu alto excitando-se com a voracidade dele, puxando mais ainda os cabelos do ruivo. Enroscava os dedos, gostando de ouvir os grunhidos de dor abafados pelos beijos ao quase arrancar os fios mais longos da nuca do tatuado.
Mal conseguindo enxergar algo além da face corada de Byakuya, Renji arfava próximo ao pescoço dele. Um calor subia-lhe pelo corpo, esquentando as bochechas, deixando-as tão vermelhas quanto às do professor, ou mais. Sem pudor algum, lambeu os músculos rijos debaixo da orelha, deliciando-se com a voz fraca do homem quando o fazia. Apertando a sua cintura, foi achegando seu torço, ficando quase completamente em cima do moreno. Meteu uma das pernas no meio das dele, sentindo com a coxa o volume alto debaixo do terno italiano branco. Voltando os olhos a essa região, pode ver pelas linhas claras do pano o contorno da ereção de Byakuya, latejando, querendo ser tocada com mais afinco.
Conforme Renji descia os lábios por seu peito, o moreno jogava a cabeça para trás, lambendo os cantos da boca em satisfação. Ansiava por mais daquele toque, querendo o ruivo de todas as formas possíveis. O cabelo longo batendo na cútis do pescoço ouriçava os nervos da região, deixando os pelinhos finos arrepiados. Abocanhando aos pedaços o abdômen de Byakuya, Renji mal sabia por onde começar; queria deliciar-se explorando todos os cantos do professor, que, se oferecia a ele sem pudor algum. Tinha vontade de beijá-lo, apertá-lo, cheirá-lo, ah! Praticar de tudo naquele homem!
Arfando, o professor deixava-o brincar com seu torço, zonzo demais para retribuir as carícias com mais afinco. Se bem que, Renji divertia-se tanto, que nem parecia fazer questão duma participação mais efetiva do moreno.
Descendo as mãos nas laterais de Byakuya, o ruivo apertava a pele quase a arranhando, sentindo a mão do professor lhe tocando os cabelos, querendo o puxar de volta para cima, onde estava sua boca. Foi tanto tempo imaginando como seria beijar o garoto, que o moreno tinha vontade de repeti-lo várias vezes. Havia sido um misto de champanhe, com algo mais doce; a língua de Renji tinha diversos sabores, incitando a imaginação de Byakuya. Tornando a beijá-lo, Renji enroscava a língua na do professor sentindo o bafo quente, e o gosto forte de whisky.
Apesar do vazio apoderando-se da mente, o ruivo pareceu ganhar um pouco do bom senso que tinha. Relutando – e muito – contra a vontade do corpo de rasgar os restos das vestes de Byakuya, ele ergueu o tronco, arqueando os ombros. Baixou a cabeça sem encarar o moreno, sentindo vergonha. Como podia ter se deixado levar dessa forma? Ele havia bebido demais, fora ao seu encontro no meio da festa ao ter percebido a debilidade de Byakuya, e, agora, por conta de um mau julgamento das ações, causado pela bebida, ele permitiu-se abusar do professor. Meu deus! O conhecia muito bem para saber que seria punido severamente. Estava arriscando a permanência como assistente de Byakuya; e não mais poderia ficar ao seu lado. Ah! Como fora tolo! Valeria mais a pena observá-lo a distancia, e tê-lo um pouquinho todos os dias, ouvir sua voz, sentir o cheiro, do que se condenar o restante da vida por uma noite precipitada. Não importava o quanto queria, o quanto se lamentaria depois: precisava por um fim nesses atos, antes que fosse tarde demais; ainda tinha tempo de tentar consertar os erros de ajuizamento.
- Sensei – disse pesadamente – o senhor tem de dormir. Amanha acordará com uma baita ressaca, e nem vai se lembrar disso direito.
Arqueando uma das sobrancelhas, desgostoso com a súbita interrupção, Byakuya mirou a face avermelhada de Renji, levantando um pouco os ombros, podendo enxergar melhor o aluno:
- Não vou me lembrar disso? – repetiu, engrossando a voz – Acaso está me subestimando, Renji?
Engolindo seco, parecendo confuso, o olhar do ruivo saiu debaixo da cortina vermelha de seus cabelos, vendo a expressão raivosa de Byakuya. Sem compreender muito bem, completou seu raciocínio, inocentemente:
- Sem querer desrespeitá-lo, o senhor bebeu demais. Não está agindo de acordo com sua conduta usual...
- Está insinuando que, tudo que fiz até agora foi por conta de um equívoco meu?
Apoiando-se nos cotovelos, Byakuya ergueu-se mais ainda, ficando sentado. Renji continuava na mesma posição, próximo a beirada da cama, sem ter coragem para mover-se. Apenas mirava o professor sem acreditar que estava recebendo uma advertência dele após ter pensando ter agido da maneira certa:
- Tenho plena consciência do meu estado físico. – prosseguiu Byakuya – E, sei muito bem o que estou fazendo.
De fato, sabia. O álcool lhe deixava mais relaxado, à vontade em situações onde normalmente agiria conforme as regras de etiqueta que havia sido educado. Quando a bebida começava a fazer efeito, sua consciência parecia desligar, dando-lhe abertura a fazer suas vontades mais bloqueadas — a fim de preservar sua compostura. Até mesmo a fala rebuscada se perdia. No entanto, estar ali, no mesmo quarto daquele homem, sozinho, e, sob o efeito de mais de cinco copos de whisky... Nada conseguiria pará-lo agora, nem mesmo o bom senso interior, nem mesmo as palavras bondosas de Renji. Ah, o moreno sabia muito bem o que queria... E como queria.
Ainda desnorteado, Renji juntou as mãos em cima das pernas, apertando o tecido da calça. Não sabia se ficava parado, ou se tentava elucidar Byakuya sobre o que acontecia, pois ele com certeza estava muito alterado – imaginava o pobre e inocente rapaz.
- Sensei, o senhor quase desmaiou no saguão!
- E daí? – replicou num tom mais casual.
Piscando os olhos, Renji tentou, outra vez, entender o que se passava ali, pois nunca escutara Byakuya falar de maneira tão casual:
- ‘Daí’... – repetiu absorto — O senhor tem de dormir! – respondeu quase o deitando no colchão – Eu sei mais do que ninguém como a bebida mexe com a nossa cabeça! Por favor, não quero que nada aconteça e depois o senhor se arrependa...
Num rápido movimento, Byakuya segurou a blusa de Renji, apertando-a, torcendo o pano na garganta dele, fazendo-o quase tossir devido à pressão. Rispidamente, falou, assustando um pouco o ruivo:
- Não me confunda com um dos seus amiguinhos, Abarai. Eu não estou confuso, muito menos atrapalhado. Estou consciente de tudo à minha volta, e de tudo o que estou fazendo. Não é um pouco de álcool que irá desligar minha mente!
Arregalando os olhos, Renji via a ferocidade com a qual ele falava. Desse jeito, nem parecia estar bêbado. Ouvindo-o falar tão abertamente fazia suas mãos coçarem, pois queriam avançar para cima dele, voltando a beijá-lo. Mas ainda assim, não podia se deixar acreditar naquelas palavras... Mesmo sendo verdadeiras, mesmo que fossem a deixa perfeita para ter aquele homem, objeto de seus desejos mais íntimos, mesmo assim... Tinha medo de ser odiado, de ser apagado da memória dele. E esse medo era a única coisa segurando as vontades dentro do ruivo.
Contudo, essa barreira fora quebrada, destruída, dando passagem à Renji, deixando-o livre para tocar, lamber, beijar, acariciar, e... Fazer tudo mais com aquele moreno tentador... Porque Byakuya já havia se decidido; ele, já havia tomado para si todas as conseqüências dessa noite, pois a opção era dele e somente dele. E, ele queria a Renji:
- Sensei, eu... – gaguejou o ruivo — Melhor eu voltar ao meu quarto, e o deixar descansar...
- Cala a boca, e me fode de uma vez.
Renji não soube explicar muito bem o que acontecera depois disso. Os lábios de uniram tão rapidamente, que nem mesmo compreendeu ao certo como o havia feito. Jogou-se sobre Byakuya encaixando a cintura no meio das pernas do moreno, e, apertou-lhe as nádegas, subindo-as num movimento de encaixe. A boca do professor escapuliu por alguns instantes, dando-lhe a chance de ouvir o gemido mais provocativo e sedutor dele. O volume de Renji roçava no meio de Byakuya, encontrando por cima dos panos o local onde queria entrar.
Levantando a cabeça, os olhos de Renji ficaram vidrados na imagem diante deles: o torço seminu de Byakuya, sendo tampado apenas por parte da blusa de seda e do paletó aberto. O peito de pele branca subia e descia descompassado, e o ar saía da boca do moreno num êxtase profundo. Os globos acinzentados o miravam com o mesmo desejo do ruivo. Escalando as mãos por entre as roupas do tatuado, Byakuya removeu a gravata dele, sendo erguido pelas fortes mãos de Renji. Ele o segurava pelas costas, engatando as pernas do professor ao redor da sua cintura, beijando o pescoço. Subiu os dedos até seus ombros, puxando o paletó junto da blusa de seda. Depois disso, sentiu as próprias roupas serem retiradas do torço, e, as duas peles finalmente se tocavam, em meio ao suor, trocando o calor emanando de cada um deles.
Agora, era a vez de remover os cintos. Pondo a língua para fora da boca, Renji procurou a boca de Byakuya, o levando a outro beijo. Mesmo tendo o prendido em diversos ósculos, cada vez que o fazia, sentia um grande fervor, querendo o tomar em diversos outros beijos, em diversas outras carícias. Quando ouviu o som das fivelas soltas, Renji soltou o moreno, voltando o olhar às calças. Desabotoava as suas e as de Byakuya, enquanto tinha os cabelos envolvidos pelos finos dedos do professor, que mordiscava o lóbulo da orelha debaixo das melenas longas dele.
As costas de Byakuya foram arremessadas contra o colchão, sendo pressionadas pelo peso de Renji. As mãos do tatuado desceram, puxando sua calça. Fez o mesmo com as dele, apesar de se atrapalhar um pouco devido aos movimentos inconstantes do ruivo
Livres das roupas puderam observar melhor os corpos um do outro. A cor amorenada de Renji parecia contrastar ao mesmo tempo em que complementava a cútis clara de Byakuya. Ele parecia frágil, quebradiço, mas depois de sentir as pernas enroscando-se no ruivo, ele teve a certeza de que o professor era bem mais forte do que aparentava.
E Byakuya, ele sempre quis saber até onde as tatuagens do aluno iam... Tão belas, contornando cada músculo do abdômen, parecendo não apenas desenhos, mas sim uma parte sua, como se tivessem nascido com ele. Passou os dedos por elas, fazendo cada movimento das linhas pretas, sentindo as contrações de Renji quando o fazia. Era como uma corrente elétrica dando-lhe choques em cada região do corpo.
Abocanhando o pescoço do moreno, Renji interrompeu sua carícia, afinal, havia ficado quase impossível permanecer quieto apenas o deixando se divertir. Mordeu aquele local tão bem feito, descendo a língua pelo músculo. Chegou ao meio do peito, onde deu outra mordida, vendo a marca avermelhada surgir aos poucos. Depois, sugou a pele rosa dos mamilos, ouvindo um novo grunhido de satisfação. Continuou a descida, após rodopiar a língua naquele ponto, passando a boca pelos montes da barriga de Byakuya. Lambeu o meio do umbigo, tornando a descer, chegando ao baixo ventre. Nisso, levou a mão ao meio das pernas do professor, agarrando sua ereção. Sentiu-a já molhada, e, escutou o gemido alto de Byakuya quando levou à língua até ela. Um sorriso de contentamento escapou-lhe dos lábios, iniciando a descida pelo membro.
Por mais macia e suculenta que fosse a carne de Byakuya, Renji ainda não acreditava naquilo. Mordia, chupava, apertava com os dedos o falo do moreno, sem crer em nada. Era melhor do que qualquer sonho, ou qualquer imaginação juvenil da sua mente. A realidade andava numa linha tangente de irrealidade... Se é que isso era possível.
Byakuya esfregava a testa com a palma da mão, tentando, em vão, segurar os gemidos. Quase não acreditava naquilo. Se não fosse pelo álcool, ah! Jamais teria deixado essa fantasia tão despudorada acontecer! A boca de Renji parecia pegar fogo, esquentando no movimento repetitivo sua ereção, querendo quase explodir dentro da boca dele. Controlava-se, querendo prolongar a gostosa sensação.
Nisso, os globos cinza arregalaram-se. A boca do ruivo soltou-o, continuando a descida de antes, encontrando a entrada do moreno. Lambendo-a, Renji colocava a pontinha da língua para dentro e para fora, tendo de segurar as coxas de Byakuya, a fim de evitar que este se contorce-se demais. Cravando as unhas nas costas do tatuado, Byakuya gritava, deixando a saliva escorrer nas laterais dos lábios. Aquele garoto, esse aluno tão estranho e com cara de idiota... Sabia muito bem fazer aquilo!
Pondo a falange de dois dedos no meio da língua, molhando-os, Renji adentrou; pouco a pouco em Byakuya, tornando a sentir as costas arderem devido às mãos do moreno que o apertavam. Nisso, sem aviso prévio, levantou a cabeça, deixando a mão ainda lá embaixo, e, segurando a cintura do moreno, chegou seu rosto perto do dele. As bochechas do professor coraram ainda mais quando ouviu a voz do ruivo falando tão despudoradamente próximo à sua orelha:
- Não se mexa...
Ele o fez, obedecendo à voz sedutora do tatuado, e, em seguida, teve o corpo girado, ficando de costas para o outro. Os dedos, ainda dentro dele, aprofundaram-se mais ainda, esticando a pele sensível daquela região. Noutro gemido alto, Byakuya pode respirar segundos depois, quando sentiu a mão de Renji afastando-se. Mas os instantes de sossego logo foram esquecidos:
- Kuchiki-sensei... – falou entre as arfadas aceleradas.
Apertando o lençol da cama, Byakuya enrijeceu o corpo quando fora invadido pelo volume de Renji. As nádegas bateram abaixo do abdômen do ruivo, que forçava a entrada, avançando sem calma, querendo ter aquele homem, querendo senti-lo por dentro. Salivando, o moreno encharcava o lençol incapaz de cerrar a boca. Relaxou os músculos ao sentir as estocadas rápidas de Renji, que clamavam seu corpo como sendo dele.
Os cabelos pretos de Byakuya foram enroscados pelos dedos do tatuado, que se deitou sobre as costas do moreno. Puxando gentilmente as melenas do professor, o ruivo observava o rosto em brasa dele, continuando o movimento de vai e vem num ritmo mais tranqüilo.
- Ah! Kuchiki-sensei!
Gritou sentindo as maçãs do rosto, corarem. Por tanto tempo ansiou ter aquele homem, aquele professor; paixão de infância! Era um sonho, só podia ser um sonho!
- R-Renji!
Gemeu o nome, confirmando a presença dele, daquele aluno tão querido, do estudante que vagava por seus pensamentos há anos! Era um sonho, só podia ser um sonho!
O membro entrava e saía, abusando do interior de Byakuya. A velocidade apenas aumentava; a carne das nádegas tremia a caba batida contra o baixo ventre de Renji, e sua própria ereção latejava ao sentir as mãos do tatuado a acariciando em descompasso à própria aceleração do ato carnal.
Levantando o corpo, Renji cingiu as coxas do professor, arrastando os dedos pelos músculos delas, até chegar às laterais da cintura. Segurou-a firmemente, estocando com mais força, mais depressa. O calor entre os corpos aumentou. Puxando um dos braços do moreno, Renji o aproximou ainda mais, entrando até a parte mais grossa de seu membro.
Os cheiros de cada um impregnavam o ambiente, chegando ao olfato, num sabor salgado devido ao suor. O odor embevecia todos os sentidos, tornando aquela conexão o único alento capaz de aplacar as vontades tão obstinadas de cada um.
As bocas quase secas de ambos procuravam um ao outro no meio daquela troca de desejos. Girando outra vez o corpo de Byakuya, este sentiu a garganta arranhar e um gosto sutil de ferro veio à boca, devido à potência do grito de prazer reverberando por ela. Mal teve forças para recuperar-se dele, pois os lábios foram envolvidos pelos de Renji, umedecendo a secura no interior da boca.
Apertando as pernas ao redor do ruivo, Byakuya o fez aprofundar-se completamente na sua entrada. Naquela altura, nenhum dos dois conseguia mais agüentar. Num instante de euforia, êxtase, e total entrega, chegaram ao máximo do deleite capazes de sentir na união dos corpos.
Gemendo; ambos gemendo, soltando grunhidos e sons reprimidos, deixaram as peles, as carnes sentirem o calor, o líquido quente escorrendo. E depois foram derrotados pelo cansaço, pelo sono. Permaneceram ali, um ao lado do outro; as pernas entrelaçadas, a respiração ainda desregular, e os corações acelerados.
Não fosse pelas memórias da chegada ao hotel, não fosse pelas horas gastas nas análises de documentos, não fosse pela textura do colchão da cama, ou ainda: não fosse pela brutalidade com a qual se devoraram nessa noite... Talvez tudo não passasse de um sonho a eles na manhã seguinte; apenas mais uma das inúmeras alucinações criadas por suas mentes, as ilusões que alimentavam os desejos reprimidos.
Mas dessa vez... Não era um sonho.
Continua
Notas finais
uahuahauhauah
Nossa, digo por experiencia própria que o álcool te faz criar coragem p fazer loucuras!!! Renji que se deu bem! hahah! Depois de se ferrar tanto na minha fic... ( já falei isso antes, mas eu acho q tenho uma certa tendencia a fazer dele o mais sacaneado nas minhas fics xD) Tadinho...
Enfim pessoinhas, desejo à todos os fãs de MNP um ótimo natal, um excelente fim de ano, e estaremos aí continuando a fic (e se deus quiser trazendo o desfecho final dela para vocês!).
Espero que continuem acompanhando a fic, mesmo depois desse pequeno recesso de fim de ano!
Muitos beijos, muitos abraços, e feliz 2013 para todos nós =D
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