Mahô School - Fic De Fichas

22 Capítulo 22 - Sakurazaki and Sakurami


Notas iniciais
Não liguem pra história sem graça da Hana...
Até mais u.u/
~pressa.

Anteriormente...



A Grande Era Do Céu Negro estava apenas começando, assim como o exame de Mahô School. Genma, que estava lá presente, lutando para sobreviver juntamente com seus Nakamas: Nanoha, Masami, Isis, Audrey , Yuuki, o retornado Daniel e as recém chegadas Safira e Hana. Já haviam passado por difíceis e inimagináveis experiências como: Animais robóticos assassinos que atormentavam os alunos na floresta a cada dia, uma bela garota assassina de cabelos brancos, que na verdade era outra personalidade de uma pessoa muito doce, pássaros sanguinolentos com garras de foice que habitam uma alta colina perigosa, mas, em compensação, os alunos predominantes foram premiados com um dia de “paraíso”, onde podiam se divertir à vontade, sem se preocuparem com qualquer perigo iminente (Sem eles saberem disso), este dia foi uma ideia do coração de Louis que havia amolecido por algum motivo. Todos estavam se divertindo no dia de folga, não sabendo eles que o verdadeiro inferno iria emergir no outro dia... O sétimo dia... O dia infernal, muitos não conseguiram sobreviver neste dia, mas outros conseguiram sim, Genma seus amigos pensando que se livrariam do perigo entrando em uma caverna, acabaram encontrando dois espadachins perigosos que estavam sendo bem elogiados por Amai: Yukina Crow e Saruhiko Yamada, a batalha fora intensa, conseguindo fugir, Genma e seus amigos se deparam com um ovo de algum animal desconhecido que antes era cuidado por uma ave que ora estava viva, mas agora estava morta; logo após algum tempo, perceberam que a caverna esquentava à medida que andavam, então resolveram mesmo sem equipamento algum, acampar! A caverna já era tão confortável que não precisava ao menos de um cobertor, mas como o hábito é mais forte do que qualquer coisa, pegaram alguns galhos jogados que ali no canto estavam e resolveram fazer uma fogueira.

E assim o tempo se passou... Toda conversa aleatória é suficiente para entreter nossos amigos que mesmo em situações precárias, conseguem se divertir. Começaram a falar dos professores, e assim comentaram como Haito era bonito, e como Kotsugi e Amai davam medo. Depois vieram a falar de suas famílias , de assuntos “pessoais”; o tempo voava rapidamente...

Mas quando chegou na vez de Hana falar de sua família, essa se mostrou desconfortável.

-Hana... –Nanoha olhava para a garota que estava começando fazer cara de choro.

-Se não quiser falar nada, tudo bem, oras... –Daniel tentava acalmá-la de um jeito espalhafatoso.

-É... –Audrey assentiu.

-... –Genma apenas olhava, estava mais preocupado com o ovo do que qualquer outra coisa. Como um pai, estava o abraçando o tempo todo, seu corpo quente colaborava para esquentá-lo, assim como uma mãe choca o seu ovo.

-Fica frio, você vai sobreviver e não vou deixar ninguém tocar em você... –Genma falava com o seu “filho”.

-Que pai fofo... –Isis pensara enquanto observava Genma.

-Gente... –Hana de repente parou de se conter e se levantou.

-? –Todos ficaram indagados.

-Eu gosto de vocês... Desde quando conheci cada um aqui... –Ela desabafava com uma pequena vergonha.

-... –Alguns ficavam corados com os elogios.

-Suas habilidades realmente são de deixar qualquer um invejado... Tenho o maior respeito por todos vocês aqui, meus nakamas... –Hana sorria e deixava derramar algumas lágrimas.

-Hana... –Safira entendia os sentimentos da amiga.

-E é por isso...

-... Que eu vou contar toda a minha história para vocês! Isso se servir como modo para mostrar a minha gratidão a vocês! –Hana sorrira.

-Não precisaria, mas... –Audrey falara, mas fora interrompida...

-Que nada, eu vou é me sentir melhor! –Hana piscou para ela, depois enxugara o rosto, e então resolveu se sentar.

-Vush... vush... tupt.!–Todos se aconchegavam e se aproximavam de Hana o mais perto o possível para se atentarem 100% à história, por essa enrolação toda antes da história, concluíram que essa deve ser bem intrigante.

-Nossa... Isso me intimida mais do que o normal... –Hana pensou.

-...! –Nanoha olhara para trás e vira que Safira nem se mexera, parecia desinteressada na história.

-EI,Safira, não vai querer vir ouvir a história, não?! –Gritou Nanoha chamando-a.

-Já sei dessa história de cor, Nanoha, só quero dar espaço para quem nunca a ouviu. –Safira disse singelamente.

-Entendi! –Nanoha assentiu, e depois rapidamente se virou pra ouvir a história.

-... –Todos olhavam atentamente para Hana, esperando que esta já começaria... porém...

-... Não é melhor fazermos isso em volta da fogueira? –Disse ela.

-QUE SEJA!!!!! –Gritaram.

Alguns segundos depois...

-Bem, agora irei começar... –Hana dissera.

-Finalmente! –Genma, com o seu ovo de estimação em mãos, gritara.

-Cala a boca, que já vai começar! –Exclamou Daniel.

-... –Hana olhara para todos que estavam em volta, se concentrara, e depois soltara as primeiras palavras:

-Tudo começou no pequeno vilarejo Sakurami... –Hana fechara os olhos e tentara se lembrar daquele lindo lugar que antes morava.

-Aquele vilarejo tinha árvores lindas, uma longa pastagem, lindos animais por lá viviam, sem falar da grande árvore Sakurazaki, que é uma grande cerejeira qeu representava a vida daquele vilarejo.

-Ohhh... –Todos estavam impressionados com o jeito que ela descrevia o lugar, como se ele fosse o paraíso.

-Mas o que era bom, dura pouco... –Hana disse com um olhar triste.

-?

-Quando eu tinha apenas três anos... O rio de Sakurami, que possuía as águas mais lindas do universo, — isso era o que os turistas diziam — de alguma maneira, secou.

-Por quê? –Nanoha perguntou.

-O pessoal da vila, naquele momento, tentou se acalmar, meu pai, que era o representante da vila, levou toda a culpa, e assim se retirou do cargo por conta da pressão suprema que começou a sofrer, e olha que antes ele era o homem mais elogiado da vila, todos que passavam por ele no caminho o cumprimentavam, sem contar dos elogios diários que ele recebia, pra depois começar a ser tratado daquela maneira cruel? Aquilo foi demais para ele, entrou em depressão por um longo período de tempo, por ter perdido o emprego, toda a renda da família entrou em escassez; minha mãe, que era uma lavadeira, por ser esposa do ex-representante da vila, acabou perdendo a clientela, mas... vocês acham que só por causa disso ela abandonou o seu marido? –Hana contara e depois finalizara com uma pergunta intrigante.

-Não sei...

-CLARO QUE NÃO! –Os olhos de Hana estavam começando a se encher de lágrimas.

-Hana... –Safira pensara preocupada.

-Enquanto meu pai se trancafiava em seu quarto, minha mãe, calmamente, entrava lá e tentava o acalmar, a cada dia, sem descanso. Toda vez, depois do seu expediente de trabalho, ela ia à árvore Sakurazaki para rezar pelo meu pai, sem descanso, pedindo pela cura eterna, não só dele, mas de toda a vila que estava em uma tremenda escassez. Depois de alguns meses... A vila entrou em caos, a água nunca voltara, e isso causou grande revolta no povo; jogavam pedras em nossa moradia, passaram dos limites quando a queimaram, eu quase morri na época, e olha que eu tinha apenas três anos. –Hana finalizara essa pequena parte da história.

-Caramba...

-E então, depois foram pra onde? –Genma perguntou 100% interessado.

-Montamos uma barraca bem longe do vilarejo, desde o primeiro dia, eu não gostei daquilo, o dia mais feliz do vilarejo havia chegado: três de junho, o dia em que o lugar fora construído pelos magos pioneiros que ali chegaram, com o objetivo de formarem uma nova sociedade, o líder deles era Mambo Sakurazaki, o homem que tinha o poder da natureza, este ergueu a vila em um piscar de olhos, e seu melhor amigo, Mahato Sakurami, que tinha o poder das águas, renasceu uma nascente que antes estava seca e fez nascer o grande rio de Sakurami, o nome da vila se tornou Sakurami porque Sakurazaki disse que a cidade só iria se próspera por causa daquele rio, óbvio que o criador do rio não ficou muito satisfeito porque seu amigo tinha feito muito mais que ele, mas depois, os termos foram totalmente aceitados. Mas não estou aqui para contar a história do nascimento da nossa cidade, então, que seja... –Hana dera uma pausa, e depois prosseguira:

A vila, ao invés de estar comemorando, estava decaindo, muitos morriam pela falta de água,e outros estavam tentando emigrar forçadamente , minha família só sobreviveu porque éramos umas das únicas famílias que tinham um filtro em casa, mas como nossa casa fora incendiada, acabou... E estávamos em uma contagem regressiva para a morte, eu achava que minha mãe estava com um ódio colossal da vila, mas enquanto meu pai apenas deitava sofrivelmente neste dia , eu e minha mãe olhávamos para a lua, ela se virou para mim e disse:

-“Como eu amo esta vila” — Seus olhos tinham mais alegria do que os olhos qualquer criança quando acaba de ganhar um presente esperado.

-Eu fiquei particularmente surpresa, não esperava aquilo, enquanto o meu ódio sobre a vila crescia dentro de mim, minha mãe, com aquelas palavras, conseguiu substituí-lo por amor, um pequeno amor, mas ainda assim era amor. Vi que eles apenas estragaram a nossa vida botando a culpa em meu pai, porque não sabiam mais o que fazer. Meu sentimento para com a vila havia mudado totalmente.

Depois daquele dia, resolvi de qualquer jeito procurar por uma solução, o tempo passou, e eu ainda pensava, meu pai ainda depressivo, se rolava no chão, minha mãe ainda rezava para Sakurazaki, caçava alguns animais para a gente comer, e por não ter mai o que fazer, roubava água de outra cidade, e essa era a nossa rotina, até que eu completei oito anos, e tudo mudou!

-A vila voltou ao normal? –Nanoha perguntou inocentemente.

-Não, mas o que eu e minha mãe tanto esperávamos, aconteceu: Meu pai havia saído um pouco daquela depressão toda, mas de tanto ficar no chão por todos esses anos, havia perdido o conceito de andar, ficava treinando a cada dia como se levantar, e depois que consegui ficar em pé e andar normalmente, partiu para uma vila, minha mãe perguntou o porquê, mas ele respondeu apenas:

-“Em busca de respostas”

-Só era minha mãe e eu, o tempo se passava, nossa vida não estava tão feliz, mas também não estava tão triste,a vila ainda estava na situação anterior, mas... Depois de umas duas semanas do dia que meu pai partiu... A árvore de Sakurazaki havia secado!

-... –Todos arregalaram os olhos, pois aquela árvore e o rio eram o símbolo de vida no vilarejo, imagine só se os dois fossem embora de tal maneira, a vila estaria praticamente morta!

-Isso serviu como gatilho inicial de uma grande revolução na ilha; eram pobres contra nobres, o objetivo final dessa batalha sem sentido era a formação de uma nova sociedade onde nem pobres e nem ricos existiam, toda a renda seria igualmente distribuída para todos os cidadãos, realmente, era um negócio sem sentido.

Para a grande surpresa de todos... Meu pai voltou! Estava ofegante, perguntávamos o porquê para ele e respondeu que tinha a resposta de tudo isso na ponta da língua, dizendo ele que não queria falar se não fosse para todos do vilarejo , mesmo sendo no meio de toda aquela revolução toda, deixamos nossas tralhas para trás e fomos para o nosso antigo amado vilarejo, era uma pequena viagem de dois quilômetros e meio, chegando lá, eu e minha mãe nos escondemos atrás de uma casa com medo das balas perdidas que por lá tinham de montão. E nesta mesma casa em que eu e minha mãe estávamos escondidas, meu pai subiu e no topo dela gritou:

-PAREM COM ESSA GUERRA RIDÍCULA!!! NÃO VEM QUE CONSEGUIRAM NADA COM ISSO, A NÃO SER MORTES INDESEJÁVEIS?

- O povo parou, e olhou para ele, depois de conseguir o silêncio que queria, meu pai gritou:

-NÓS TODOS ENTRAMOS EM UMA ILUSÃO QUE FOI CAUSADA POR APENAS UM HOMEM! EU VOU ESCLARECER TUDO AQUI E AGORA PRA VOCÊS!!!!

-Meu pai gritava, eu tinha certeza de que ele iria falar a verdade, mas...

-TODA ESSA ILUSÃO NA QUAL ENTRAMOS: A SECA DO RIO SAKURAMI, A SECA DA ÁRVORE SAKURAZAKI, TUDO ISSO FO...

-BANG!!!! Acha que vai poder nos enganar, traidor?!

-Uma bala havia perfurado a cabeça de meu pai, seu corpo caíra lentamente em nossa direção, minha mãe o segurou e o encarava com um olhar de derrota, aquele homem pelo qual ela rezava todo dia, aquele homem pelo qual ela arriscou o seu trabalho e seu sangue, estava morto em sua frente, o homem que ela amou por toda a vida, naquela hora, até eu fiquei com medo, seu olhar havia mudado totalmente, parecia que sua íris havia ficado branca, eu tentei acalmá-la:

-Mãe... Mãe... –Mas levei uma resposta indesejável...

-SAI DAQUI, SUA BASTARDA!!!! NÃO VÊ QUE ELE FOI MORTO? SUMA DAQUI! -Hana se lembrara de todas as grosseiras palavras de sua mãe naquele momento de raiva.

-Depois do grito, o tiroteio havia recomeçado, fiquei tão triste naquele momento , que saí correndo e pensei em sumir do planeta, acabei levando uma bala perdida bem no meu ombro esquerdo, me lembro bem que havia doído demais, mas, enfim, digamos que eu desapareci por apenas algumas horas.

-Era à noite, estava sentada perto de uma árvore que ficava um pouco longe do vilarejo, refleti, refleti e refleti, concluí que era apenas um momento de raiva da minha mãe, até eu mesma chorei tanto quando havia saído daquele lugar, não queria perder tudo, então voltei para nosso acampamento, com esperanças de que minha mãe me aceitaria de volta... Com um sorriso lágrimas no rosto, a vi sentada olhando para cima, a cutuquei e o que eu recebi de volta foi:

-BLAFT!

-Sim, eu recebi um tapa imenso no rosto, aquilo desmanchou totalmente o meu sorriso. Ela gritou para mim:

-EU NÃO TE DISSE PARA SUMIR DA MINHA VIDA? SUA BASTARDA! EU TE ODEIO DE TODO O MEU CORAÇÃO!!! –Ela gritava.

-Mas...

-NÃO PERCEBE? EU NUNCA QUIS TER MA FILHA! ISSO ERA MAIS O SONHO DE SEU PAI!!! AGORA QUE ELE MORREU, A SUA MISSÃO NESSE MUNDO SUMIU! NÃO HÁ MAIS MOTIVO PARA EU TE TRATAR BEM AQUI!!!

-Mãe... — Eu não sabia mais o que fazer, ou era se matar ou era se matar, eram as únicas opções que estavam na minha cabeça naquela hora.

- NÃO ME CHAME ASSIM, EU NÃO SOU A SUA MÃE! SUMA DAQUI, NUNCA MAIS QUERO VER ESSE SEU ROSTO QUE ME LEMBRE SEU PAI!!! NUCA MAIS!!! –Mesmo assim, não importa quantas palavras ela dizia, eu ainda a consideraria a minha mãe, ela me mandava ir embora, então eu o fiz, saí correndo, com aquelas lágrimas de ódio e tristeza no rosto, decidi que se eu a fazia sofrer, teria de ir para algum lugar distante, eu senti uma pontada nas costas, era um faca que minha mãe havia jogado para descontar tudo o que fiz a ela.

-MAS VOCÊ NÃO FEZ NADA! –Genma gritou nervoso.

-Eu só fui perceber isso depois... –Hana assentiu.

-... –Alguns se calaram, um pouco ,a história os havia surpreendido.

-Deixa eu finalizar... –Hana continuou:

-Eu passei vários dias chorando, sem contar a fome e a sede que eu estava sentindo naquele momento, eu decidi me matar em público, para mostrar que eu era inútil a esse mundo, eu apareci na vila, a revolução já havia acabado, não sabia se era porque eles viram que era sem sentido ou se acabou porque muita gente morreu, mas no momento em que fui me enforcar, um homem segurou os meus braços, ele tinha cabelos brancos, uma grande capa marrom, e uma cativante barba, me pegou no colo e me levou para cima de árvore, ele me contou que não era da vila, e estava por lá de passagem, estava lá apenas para saborear um pouco da água do nosso antigo rio, contei toda a história a ele , e se mostrou surpreso, viu o meu sofrimento e de alguma maneira estendeu a mão para mim, sim, aquele ser inútil que havia sido abandonado completamente pela família e pela vila onde morava estava sendo convidado para viver uma nova vida ao lado daquele bom homem que aparentava ter cinco vezes mais que minha idade, no momento em que vi a oportunidade, o abracei , havia acabado de se tornar a minha salvação, em meio ao sofrimento em que estava, ele surgiu ara me ajudar.

Desde então, o acompanhei, passamos por várias situações juntos, havia se tornado o meu melhor amigo, descobri depois que ele era um mago, insisti para que pudesse ir junto dele em suas aventuras, e ele acabou aceitando, quase morri em várias delas, mas sempre me sentia bem ao lado dele, se passaram alguns anos, ele me ensinou a usar magia, me ensinou quase tudo que sabia, até que chegou o momento em que tivemos que nos separar, era uma missão de classe SS, eu o entendi, e então ele me deixou em um orfanato, por algum motivo, ele havia deixado um cartãozinho , e nele estava escrito:

“Mahô School”

-Já entendi tudo! –Genma e Daniel sacaram tudo.

-Então quer dizer que na época em que o exame iria começar, você saiu do orfanato e foi direto para a escola? –Perguntou Isis.

-Sim... –Hana respondeu.

-E foi no meio do caminho que eu conheci a Safira Chan! –Hana apontara para ela.

-Hmm... –Safira sorrira.

-Mas que história tensa, hein, menina... –Nanoha dissera.

-E por que motivo você quer entrar na mahô school? –Daniel perguntou.

-Pra rever esse homem, que possivelmente deve ser da escola? –Perguntou Audrey.

-Também, mas meu objetivo principal aqui é...

-... –Todos esperavam pela resposta.

-É aperfeiçoar a minha magia de água até o nível S, que eu ouvi falar que vários magos de água desse nível foram capazes de ressuscitarem nascentes de antigos rios, fazendo-os voltar à ativa.

-Então quer dizer que...

-Sim, eu vou voltar para o vilarejo Sakurami e irei ressuscitar a nascente antiga, assim, tudo voltará ao normal... –Hana mostrara seus sentimentos para com a vila.

-Mesmo depois de tudo... –Isis pensou.

-Afinal... Eu amo aquela vila! –Hana disse determinada.

-... –Todos olhavam para ela paralisados, viram que seu objetivo era grande.

-Sem falar que também têm magos que produzem água potável, que muito difícil, então eu estava pensando em... –Hana falava, mas Genma a interrompeu:

-Se você tem um sonho grande assim como eu, toca aqui! –Genma mostrara o punho para ela.

-TOC!

-Não importa por quais barreiras teremos que passar, todos aqui, sem exceção, independente do sonho, iremos, sim, conseguir o que queremos... –Genma incentivara todos à volta.

-IREMOS PASSAR NESTE EXAME E SEREMOS GRANDES MAGOS!!!!! –Gritou.

-ISSO AÍÍÍÍÍÍÍÍÍ!!!! –Gritaram depois.

-... –Todos sorriam, viam que não havia motivos para duvidarem de suas habilidades.

-Por isso que eu amo vocês... –Hana sorrira.

To be continued.

Preview:

-Finalmente, o oitavo dia nesta merda! –Gritara Genma.

-Qual será a anormalidade deste dia? –Audrey perguntou indagada.

-Vamos causar um choque térmico nesses garotos. Huhuhuhuh... –Mast gargalhava mexendo na sua máquina.

-Que crueldade... –Amai comentou.

-GELO????! -Gritaram.

No próximo capítulo de mahô school: O dia gelado.

-Embarquem neste grande mundo de magia! –Gritara Genma triunfante.

Notas finais
***manutenção***