Notas iniciais
Bom, eu voltarei a postar, me desculpem a demora. Espero que gostem do capítulo.

Estava anoitecendo e faltava dois dias para o baile de Halloween.

A escola estava cheia de aboboras mágicas vivas, que se mexiam e até conversavam com os alunos que puxavam assunto. Maisie caminhava pelo jardim cheio de aboboras vivas conversando com alguns alunos. Ela se sentou perto de uma arvore.

–Ei garota. Ta fazendo o que aqui? — disse uma abobora perto de Maisie. Essas aboboras costumavam ser ignorantes.

–Desculpe, mas eu estudo aqui. Então, tenho o direito de ficar aqui...- disse ela.

Logo Maisie sentiu alguém se aproximando, e viu que era Brian.

–Olá, Maisie. Vim aqui só pra te avisar que você acabou de receber uma oportunidade única...- disse ele com sua cobra de estimação do seu lado.

–E qual é essa oportunidade? — perguntou ela.

–Você acaba de receber a honra de ir ao baile de Halloween comigo.- disse ele.

Maisie olhou para ele sem entender a situação.

–Bom, no dia do baile nos encontraremos aqui. Acho bom aparecer...- disse ele se retirando.

Ele fez um gesto comemorativo com a mão.

–Viu só, faísca? Eu disse que ela iria ao baile comigo. — disse Brian para a sua cobra, que olhou para ele e continuou a rastejar.

***

Os alunos observavam com medo uma garota que caminha pelos corredores.

Mas não estavam com medo da garota, mais sim da cobra que estava enrolada em seu pescoço.

Uma garota com uma pele muito branca, quase tão branca quanto a pele de Alexsander, possuía cabelos negros e lisos que chegavam ate sua cintura e tinha olhos escuros. Apesar de aparência não influenciar na energia mágica, aquela garota aparentava ser uma maga das trevas.

Ela conversava com sua cobra, como se consegui-se entender ela sem usar o ouvido de dragão. Ela logo passou por perto de Shiro e observou sua mão enfaixada.

–Então é verdade...- disse ela para a sua cobra.

–Aparentemente, Anya...- disse a sua cobra. Anya Hemingway conseguia falar com a sua cobra graças a uma magia dos magos das trevas.

Uma magia criada por Walker que permitia com que todos que possuem a energia mágica darkness consigam falar com as cobras. Apesar de se ruma magia muito difícil de ser usada. Mas quem não sabia ou não conseguia usar essa magia, escutava apenas um monte de palavras estranhas com um puxar de "S" e o "X".

–Onde sera que ele estar agora? — perguntou Anya para Weima, sua cobra de estimação.

–Ele estava na enfermaria a alguns dias atrás, mas já foi liberado...- disse a cobra.

–Irei procurar ele, e finalmente irei enfrentar o filho do maior mago que já existiu...- disse Anya

***

Alexsander estava acordando num local escuro, parecia um cemitério. Estava cheio de túmulos e estatuas de criaturas assustadoras que pareciam demônios. O céu estava avermelhado e a lua estava cheia, só que estava roxa.

Alexsander olhou para o local apos acordar, e então se levantou. Ele usava uma roupa diferente, ele usava a roupa que os servos das trevas usam.

–Olá? — disse Alex assustado com o local. Cada passo que ele dava ele pisava nas plantas secas ou em crânios podres. O local tinha cheiro de enxofre queimado estava frio.

De repente, uma cobra passou pelo pé de Alexsander ,deixando o garoto assustado. A cobra foi ate uma casa que estava naquele cemitério. A casa parecia abandonada, e tinha vários símbolos nas paredes. O jovem seguiu a cobra e adentrou na casa.

–Ele esta aqui...- disse uma voz que parecia vim de um quarto que estava com a porta meio aberta. Pessoas sussurravam naquele lugar, mas o que mais assustava o garoto era uma voz assustadora que era meio roca e fina.

A porta se abriu por completo, e um homem corcunda com olhos totalmente brancos e dentes afiados apareceu.

–Venha, meu jovem, o Senhor das Trevas quer ver você. — disse o homem assustador. Alexsander adentrou dentro o quarto e viu um sofá velho, onde tinha o que parecia uma criança de dois anos coberta por um pano negro.

–Venha, meu filho...- disse a voz assustadora, Alexsander chegou mais perto da criança e se assustou.

Não era uma criança, mas sim um corpo sem braços e pernas, uma pessoa que ainda estava viva. Alexsander ficou assustado ao ver que essa pessoa estava com o rosto completamente desfigurado, os seus órgãos internos estavam amostra e o corpo era totalmente pálido.

Esta pessoa não tinha nariz, sua boca estava com poucos dentes e estava na bochecha, ele não tinha cabelo e possuía olhos amarelos.

–Meu filho...

–Quem é você? — disse Alexsander com medo, seu olho amarelo começou a doer quando ele observou os olhos amarelos daquele homem.

–Eu sou o Senhor das Trevas...- disse aquele homem. Alexsander observava o coração que estava amostra daquele homem, ele estava batendo lentamente.

–O que você quer comigo?

–Filho, você nem sabe o que te aguarda no futuro. Você nasceu para continuar o que eu comecei.

–Você é o meu pai? — disse Alex.

–Sim... Eu te criei para ser poderoso, para se tornar igual a mim. Logo, você matara todos em Magus Draken. — disse Peter, Alexsander logo pensou em Higurashi e em todos que ele havia conhecido na escola.

–Não, eu não sou igual a você. Você me transformou no que eu sou, eu nunca quis ser o que eu sou...- disse Alexsander.

–É aquela garota, não é? Higurashi, ela mexeu com seu modo de pensar...- disse Peter com raiva.

–Cala a boca!

–Você é fraco, Alexsander. Logo ela vai te abandonar, todos naquela escola vão te abandonar. Eles olham para você e te desprezam, eles tem medo de você. — disse Peter. — Eles te odeiam, Alexsander, ninguém nunca quis se aproximar de você.

–Isso é mentira! — gritou Alexsander.

–Mentira? — gritou Peter, fazendo com que tudo presente naquele local começa-se a tremer. -Eles vão te abandonar, seus "amigos" vão te abandonar, aquela garota vai te abandonar!

–Avada Kedavra! — gritou Alexsander, soltando a magia em seu próprio pai, que ficou intacto.

–Você acha a minha magia vai me afetar? — disse ele gargalhando. -Arraranon!- disse Walker soltando uma magia em seu filho.

A magia fez com que Alexsander fica-se paralisado, e várias imagens passaram por sua cabeça. Pensamentos que aparentavam ser do futuro, mostrando as pessoas mais queridas de Alexsander abandonando ele.

Alexsander caiu no chão com os olhos arregalados e começou a convulsionar, aquela magia era muito forte. Lagrimas saiam de seus olhos enquanto ele estava no chão.

–Você é fraco, Alexsander!- disse Peter observando a cena e sorrindo. — Estanum! — disse o pai do garoto, fazendo com que a magia tivesse um fim.

–Aldenos! — disse Peter, fazendo com que Alexsander adormece-se.

Alexsander acordou em seu quarto na escola. Aquilo não podia ser um sonho, foi tão real. E o pior é que seu olho amarelo ainda estava doendo.

Alexsander se levantou e saiu para dar uma volta na escola, estava de tarde, quase anoitecendo.

–Alexsander! — disse uma voz suave. Alexsander olhou para trás e viu Higurashi.

–Oi...- disse ele desanimado. Higurashi deu um abraço em Alexsander, cumprimentando ele. Mas o garoto afastou ela.

–Algum problema, Alex? — perguntou ela.

–Não é nada.- disse ele.

–Por favor, me diga. Eu sou sua amiga.- disse ela preocupada.

–Não é nada! — gritou Alexsander, fazendo com que todas as velas acesas naquele corredor apagassem e todos que estavam presentes olharam para ele.

–Alexsander, seus olhos estão amarelos! — disse Higurashi segurando em sua mão para impedir que ele se retira-se.

–Cala a boca! — disse ele olhando para ela com raiva. De repente as velas do local se acenderam com uma chama azul que parecia uma aura negra. -Me desculpe, Higurashi. — disse Alexsander se retirando.

Notas finais
Peço mais uma vez que me perdoem por não postar. A maioria de vocês provavelmente não vão mais ler, mas peço desculpas.