Magic Mystery Theatre
16 Capítulo 16 - Tragédia.
Na parede da praça principal da Academia Arcana está um corpo preso por correntes. As pessoas que estão presentes estão chocadas e apavoradas. Aquele corpo pendurado e com o seu rosto erguido para que todos possam reconhecê-lo. Uma comoção domina a mente de todos.
É o corpo de uma mulher... É o corpo de Lady Esplenda que está inerte e presa naquela parede, manchada de sangue e com uma inscrição em torno dela. O que está escrito é o seguinte: “Eu não roubo coisas, roubo vidas.” Em poucos momentos, o diretor está diante daquela cena dantesca. A sua expressão de surpresa e de horror. No final, a investigadora estava certa. Há um gênio do crime ou um assassino em série na Academia Arcana. Apesar de que a teoria inicial de um ladrão foi por terra, mesmo assim Louise tentou evitar que acontecesse algo assim. Naquele momento, os quatro capitães dos grêmios chegam ao local onde está exposto o corpo da mais bela mulher de toda Academia Arcana. Tohru Tenma vê a cena e chora de horror e tristeza. Erza Lapucia fica revoltada e soca a parede ao seu lado. Valéria olha e comenta: “Que sujeira...” Por fim, Gorila God dá um sorriso de canto de boca. – Chamem as curandeiras!!! Pode ser que ela esteja viva!!! – berra alguém que é muito fã da bela professora. Inúmeros alunos especialistas em cura se amontoam sobre o corpo da mulher e constatam o que nunca queriam saber que fosse verdade. Lady Esplenda está morta. Por fim, o diretor pede uma coisa que seria a maior derrota que poderia sofrer... – Chamem, a tenente Louise Burker aqui... – diz o diretor Talude de uma vez como tomasse um remédio amargo. Alheia dos acontecimentos, a investigadora começa a arrumar as suas malas e fazer um rascunho do seu relatório. Louise está, em parte, aliviada. Pois ela nunca gostou de magos e deixar este lugar foi como uma benção. Ela só vai ficar mais um pouco para que possa ver o novo corpo do seu ex-marido pela última vez. O seu orgulho não vai deixar por implorar um pedido de desculpas. Porém seria engraçado se o gênio do crime cometesse um erro que exigisse a sua permanência por aqui. Sabendo que irá embora é tudo que ele quer. Se cometer mais um crime... – Tenente! Tenente! – grita o sargento Lopes. Curiosa, Louise questiona o seu subordinado. – O que houve, Sargento? – pergunta a investigadora sem muito interesse. – Mataram mais um professor, mataram a Lady Esplenda! – diz de um fôlego só. O sorriso da mulher de rosa foi à coisa mais medonha que o seu auxiliar viu na sua vida. – Quero ver isso! – e a mulher corre na direção a qual o seu auxiliar indicou. Em poucos minutos, a investigadora fica diante o corpo da professora. – Tinha razão, tenente... – desculpa o diretor. A mulher olha para o corpo e coloca dois dedos nos lábios do corpo. Depois de olhar os dentes e apertar a jugular da vítima, a mulher de rosa dá um sorriso de orelha a orelha e diz: – Solucionei o mistério. – decreta. Vamos esperar o senhor Castanheira voltar que vou dizer o que aconteceu...
Notas finais
(Continua.)
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