Notas iniciais
Olá minhas lindas, maravilhosas, gostosas leitoras! Como cês tão? Aiin sei que vocês devem estar querendo meu rim, figado, pulmão, pâncreas e cia pela demora p.p mais uma vez desculpa girls!! Mas como vocês sabem minha criatividade está foda! Bom sobre o capítulo... confesso que não está dos melhores, mas foi o que minha criatividade permitiu fazer. E agradeço a alguns comentários pois eles super me ajudaram/me deram uma luz para poder escrever o capítulo de hoje*-* Tenham um boa leitura e nos vemos nas notas finais :*

Ashley estava parada em frente à casa dos Mikaelson, a garota encarava atentamente a porta. Na verdade, Ashley pensava se deveria entrar e falar com o Klaus ou se deveria dar meia volta e evitar a fera. Não que ela tenha feito algo errado, porque não fez – na mente dela pelo menos. Mas conhecendo Klaus do jeito que conhece e sabendo que ele ficou “aborrecido” com o jantar que ela teve com seu irmão, está com um pouco de medo de falar com o mesmo.

— Admirando a porta love? — perguntou o dono daquela voz sedutora que ela tanto conhecia logo atrás dela, seu coração começou a bater rápido e ela se xingava mentalmente por isso. Após ela repetir para si mesma varias vezes um: “Acalme-se Ashley, ele pode escutar as batidas do seu coração” ela respirou fundo e virou-se para o homem.

— Aham, é uma bela porta! – disse sorrindo. – É feita de que? Hum... É de eucalipto? – falou o nome da primeira madeira que veio em sua mente.

Klaus olhou divertido para a garota.

— Não acho que você tenha vindo até aqui para falar de que material foi feita está porta não é mesmo?

— Bem, é verdade. – concordou a garota. – Eu só queria saber se a Rebekah está em casa. Ela está? – Ashley sabia que Rebekah não se encontrava, porém se negava a falar para Klaus que tinha ido ali para lhe ver.

— Como você pode ver, eu acabei de chegar. Então não tenho como saber se minha querida irmã se encontra. – falou Klaus passando pela garota e entrando em casa, sendo seguida por Ashley.

— Nossa, seu humor está ótimo hoje coração! – ironizou a morena.

Klaus como sempre foi até o armarinho onde ficava algumas de suas bebidas e se serviu de whisky com Ashley apenas o observando.

— Aceita uma bebida love? – perguntou o hibrido a olhando.

— Não, obrigada! – falou Ashley olhando para Klaus que agora pegava sua bebida e subia as escadas. Ela o seguiu.

Klaus entrou em seu escritório, a morena parou na porta e ficou observando.

— Hum... vou ver se Rebekah está! – Antes que Ashley pudesse se virar para ir em direção a os quartos Klaus falou:

— Rebekah não está, nem precisa perder seu tempo indo até o quarto.

— Como você sabe? – perguntou olhando Klaus que agora se sentava na cadeira de frente para sua mesa.

— Acredite, eu saberia se algum dos meus irmãos estivesse em casa. Está ouvindo isso? – perguntou Klaus fazendo um gesto para que ela prestasse atenção.

— Não! – respondeu sem entender.

— É o silêncio love! Silêncio é algo que não se tem nesta casa quando meus irmãos estão. – sorriu Klaus, fazendo com que Ashley risse do que ele dissera.

— Bem, já que Rebekah não está eu vou indo nessa. Nós falamos outra hora! – mais uma vez Ashley estava preste a dar as costas para o hibrido quando o mesmo lhe chama atenção.

— Impressão minha ou está fugindo de mim sweetheart? – perguntou Klaus desafiador.

— Impressão sua! – falou a garota rápido de mais. – E porque eu estaria fugindo de você?

— Por algum motivo todos fogem! – sorriu debochado. – Mas, por favor, love, sente-se! Faz tempo que não conversamos não é mesmo?

— Tudo bem! – respondeu. – Mas então, sobre o que quer conversar?

— Que tal sobre o jantar com o meu irmão? – bebericou sua bebida. – soube que vocês saíram anteontem correto? – falou olhando para a garota que se sentava na cadeira a sua frente.

— Correto! – sorriu provocativa. – Foi um ótimo jantar se é isso que você quer saber.

Elijah é realmente um homem encantador, impossível não gostar da companhia dele.

— Cuidado com os encantos do meu irmão love, maioria de seus romances sempre acabam mal.

— Não se preocupe Klaus, seu muito bem me cuidar sozinha e... Quem aqui está falando em romances? Elijah é só um bom amigo!

— Bom amigo? Não é o que está parecendo. – atiçou o hibrido.

— Niklaus, Niklaus, você que está precisando arrumar alguém. De repente assim para de ficar imaginando coisas que não existem! – falou naturalmente.

— Oh love, vai negar agora que não sente nada por meu irmão? – falou Klaus enquanto colocava seu copo em cima da mesa logo após virando seu olhar para a garota que o encarava.

Ashley respirou fundo antes de responder:

— Klaus, já disse pra você parar de imaginar coisas!

— Você não respondeu minha pergunta. – falou sério.

— Sim Klaus, eu sinto algo por seu irmão. – disse a garota colocando as duas mãos sobre a mesa enquanto se levantava e encarava ao homem que estava em sua frente de cara fechada. – Gosto muito do Elijah e sinto um carinho enorme por ele. – Ashley deu uma pausa e continuou a olhar para o hibrido que parecia não estar gostando nada do que estava ouvindo. – Igual ao que sinto por Rebekah e Kol! E isso não quer dizer que eu esteja apaixonada por nenhum deles. Aliás, não sei nem porque estou te dando satisfações da minha vida amorosa, já que você não tem nada haver com ela. – disse com certa superioridade enquanto olhava para Klaus.

Klaus pareceu gostar da resposta da garota, o loiro ajeitou-se na cadeira e a olhou com seus olhos agora brincalhões.

— Verdade! Você não me deve nenhuma satisfação. — sorrio para a garota. – porém você trabalha para mim e eu não quero que nenhum romancezinho bobo tire a sua distração! Você me deve algo love.

Ashley olhou para ele e começou a rir o que fez o hibrido mais uma vez fechar a cara.

— Você é tão engraçado coração! – disse parando de rir e o olhando. – Mas acho que nós temos que por pontos nos “is” aqui! Primeiro lugar eu não trabalho para você, até porque se eu trabalhasse teria que ter carteira assinada e pagamento, coisas que eu não tenho. Segundo: se eu bem me lembro nós dois fizemos um acordo! Onde eu tentaria achar um feitiço para fazer híbridos para você e em troca você me daria um dos livros de sua mãe... O que até agora eu não vi nem a cor! Terceiro: Mesmo se eu tivesse em um “romancezinho bobo” – ela disse enquanto fazia sinal de aspas com as mãos. – eu não iria simplesmente deixar de lado o trato que eu fiz com você, sei muito bem dos meus compromissos!

— Sabe mesmo? Não é o que parece love, pois até agora não vi resultado nenhum!

— Isso porque eu não tenho mais livros para procurar e não conheço mais bruxas das quais possa pegar os livros emprestados. – disse séria. – E para ser bem sincera Klaus, acho que mesmo que eu continue procurando não vou achar nada e sabe por quê? — ela o olhou nos olhos. – Porque nenhuma bruxa quer criar híbridos! – quase gritou.

— Cuidado com o tom sweet! – ameaçou.

Os dois se encararam durante um tempo, Ashley cruzou os braços e respirou fundo antes de quebrar o contato visual e silêncio que ficou entre os dois.

— Vai querer saber mais alguma coisa Klaus? Caso contrario vou ir embora. – disse séria.

Klaus que antes a encarava sério abriu um sorriso provocativo, ainda a olhando disse:

— Sim. Que tal um jantar? – Ashley o olhou confusa. – Poderia ser um almoço, mas acho que um jantar é mais conveniente.

— O que? Você quer jantar comigo? Por quê? – perguntou ela sentando-se novamente.

— Ora love e precisa mesmo de um porque? – perguntou Klaus se inclinando sobre a mesa.

— Sim! Precisa.

Klaus ajeitou-se na cadeira antes de responder.

— Que tal o porquê de durante todo esse tempo que esteve em Mystic Falls eu nunca a tenha chamado para um jantar? O que foi um erro admito.

— Ai que você se engana! – comentou. – Você já me convidou para um jantar sim. Aqui na sua casa a propósito. – sorriu implicante.

— Esse jantar não conta! – falou Klaus enquanto fazia gestos com a mão. – Ele foi dado para dar boas vindas a meu irmão! Agora quero algo mais particular.

— Não sei não. – falou a morena o olhando com os olhos semicerrados.

— Por favor, love! Vai ser apenas um jantar como bons amigos! – sorriu.

Ashley moveu a cabeça negativamente.

— Eu realmente não sei! – falou enquanto encostava-se na cadeira. – Não me parece muito certo...

— E porque não seria certo? Como eu disse, nós só vamos jantar como bons amigos! A não ser que – Klaus aproximou-se da mesa. – você esteja tendo algo com meu irmão. Ai eu concordaria com você de que isso não parece muito certo. – sorriu provocativo. Ashley revirou os olhos e o olhou novamente.

— Tudo bem Niklaus, eu aceito jantar com você. Satisfeito? – sorriu sínica.

— Do jeito que você fala, até parece que estou lhe ameaçando... Assim você me magoa love!

— E do jeito que você fala, até parece que realmente está magoado. – debochou. – Quem não te conhece que te compre Klaus.

Klaus levantou-se da cadeira e foi em direção a um de seus quadros.

— Sabe love é uma pena que não acredite em meus sentimentos! Não sou bem o monstro do qual todos falam. – disse cinicamente ao mesmo tempo em que misturava algumas cores de tinta na paleta.

Ashley ficou em silêncio por um momento e o analisou. Será mesmo que ele estava falando sério ou só tirando uma com a cara dela? Ela sorriu e então disse:

— Coração, coração eu nunca consigo saber quando está falando sério ou não, mas caso isso seja sério, acho que você deveria começar a demonstrar um pouco mais então. Acredite você não vai morrer por isso! – piscou ela mesmo sabendo que ele não estava olhando.

Klaus riu nasalado.

— Mas eu demonstro, é só saber interpretar! – sorriu ele virando um pouco o rosto para olhá-la.

— Interpretar é? – arqueou a sobrancelha. – Diria então que você é do tipo Felícia! – disse ela sem tirar os olhos de Klaus que estava pintando. Ele parou e a olhou novamente, sua expressão era confusa e logo ela começou a explicar.

— Felícia é uma garotinha personagem de um desenho animado. É que o modo como ela demonstra seus sentimentos por animais é meio... Radical digamos. Ela quase mata os coitados sufocados, ela aperta, beija, abraça, ela esmaga eles. Não que você faça isso! O que eu to querendo dizer é que o amor dela é doloroso. Dolorido para quem recebe o carinho na real. Um exemplo é quando você me pegue pelo pescoço, o que é dolorido pra mim, mas pra você é algo como: esse é meu modo de dizer que te adoro Ashley, obrigada por existir.

Klaus balançou a cabeça levemente para os dois lados antes de virar-se para olhá-la.

— Até que é uma boa interpretação sweet! – falou rindo e voltando para sua pintura. Ashley riu também.

— Hum, mas então Felício o que está pintando? – brincou. Ashley levantou-se e foi até Klaus, ficando ao lado do mesmo para observar sua pintura.

Em uma mistura de tons frios e quentes, Klaus pintou uma rua com alguns prédios antigos nas voltas. Além de ser uma noite escura, a rua era clara devido às luzes dos postes e de alguns prédios que estavam ligadas. Os detalhes de luz e reflexo eram perfeitos, a pintura era muito bonita. Klaus é um excelente pintor, pensou Ashley.

— Minha velha French Quarter! – falou orgulhoso.

— Sua?

Klaus assentiu, sem desviar os olhos de sua pintura disse:

— Meus irmãos e eu construímos a cidade séculos atrás.

— Meu Deus! – disse Ashley surpresa. – Sério? Que legal. – sorriu. Ashley ficou quieta uns instantes parecendo pensar, logo após arregalou os olhos. – Nossa... Vocês são tipo muito velhos! – falou mais para si mesma do que para Klaus. – Desculpe. – pediu um pouco envergonhada assim que Klaus riu. – Hum, Klaus... Não quero parecer rude, mas já que New Orleans pertence a vocês, porque vocês não moram lá?

— Motivos de força maior! – falou Klaus ainda sem tirar os olhos de seu quadro.

— E quais seriam esses motivos? – tentou especular.

— Você é bem curiosa não é mesmo love? – desta vez Klaus olhou para ela, sorrindo sem mostrar os dentes. Ashley baixou o olhar e mordeu levemente o lábio inferior. O loiro voltou a pintar e mudando de assunto perguntou.

— E suas obras? Quando vou vê-las?

Ashley pegou uma mecha de seu cabelo e começou a brincar com a mesma enquanto olhava para Klaus.

— Hum, essa é uma boa pergunta! Meus quadros não estão aqui Klaus, eles ficaram em minha antiga casa. Mas qualquer dia desses eu pinto algo e lhe mostro.

— Porque não se junta a mim? Tenho tela em branco! — propôs Klaus virando-se para ela.

— Agradeço o convite Nik – sorriu. – mas eu sou uma artista tímida, não consigo pintar com alguém me observando. – Klaus a olhou divertido. – É sério. – continuou ela. – Eu não consigo me concentrar. É ridículo eu sei! – deu de ombros.

— Tudo bem love. – riu. – Mas ainda assim quero ver uma obra sua. – falou apontando o pincel em sua direção. Klaus estreitou os olhos e ficou em silêncio por um tempo.

— Rebekah e Alisson chegaram. E estão lhe procurando!

— Elas devem ter visto meu carro... – Vou lá ver o que elas querem! – sorriu. – Tchau Nik. – ela plantou um beijo em sua bochecha e foi em direção da porta em seguida.

Antes que ela pudesse passar pela mesma, Klaus a chama. Ashley para e vira-se para olhar o hibrido.

— Sexta as oito? – perguntou.

— Sexta as oito! – confirmou.

~*~

Notas finais
E ai amores o que acharam? Deu pra engolir o capítulo? Curtiram a ideia da dona Ashley ter mais um jantar com mais um Mikaelson? *espero que sim* Na real moças não era a minha intenção fazer um jantar desses dois. Porém eu tinha empacado na parte em que o Klaus ameaça a Ashley pelo tom que ela usou com ele. Pensei em colocar alguém para atrapalhar os dois – e esse alguém era o Elijah. – porém eu pensei, pensei e pensei e não me veio idéia de dialogo nenhum para os três. E ai a única coisa que eu consegui pensar pra continuar um dialogo, foi o convite do Klaus pra um jantar! E deu no que deu. Hahaha Beijão amores e até o próximo!!