Magic
29 Capitulo 29
Notas iniciais
Andrew penetrava Ismael com força. O suor escorria por seu corpo e proporcionava um cheiro inebriante ao quarto. Ismael gemia baixo, enquanto aproximava os lábios da orelha de Andrew. Cada estocada era carregada de prazer, e dor. Tenhamos que admitir, perder a virgindade com um garoto com 22cm não é muito confortável. Ainda mais, quando era quase selvagem.
Ele o prendia contra a parede, suas mãos enormes em suas nadegas, enquanto Ismael passava os braços em torno de seu pescoço. Mael se inclinou pra frente e beijou Andrew, um beijo voraz, com mordidas nos lábios, e algumas no pescoço.
Andrew girou no ar, ainda penetrando Ismael, e o deitou na cama. Seus olhos se encontraram ambos sorriram. Andrew deslizou as mãos pelas coxas de Ismael e segurou o membro do mesmo. Mael fechou os olhos e mordeu os lábios, enquanto Andrew começava a masturba-lo, com força e vontade.
— To quase lá.- sussurrou Andrew.
— Eu também, não para. – disse Mael entre um gemido e outro.
Andrew balançou a cabeça confirmando e aumentou o ritmo das estocadas.
Seu pênis pulsava dentro de Ismael, cada musculo de seu corpo enrijeceu. Andrew jogou a cabeça para trás e soltou um gemido agudo, enquanto ele ejaculava. Ele respirava profundamente, o peito nu, subindo e descendo. O cabelo grudado na testa.
Ismael gozou sobre a barriga, e sorriu de modo safado, enquanto passava o dedo por cima. Ele respirava rapidamente, seu coração ainda batendo loucamente dentro do peito.
— Eu amo você, Ismael. – disse Andrew. – Do jeito, que só um lobo sabe amar.
— Eu vou amar você, de um jeito verdadeiro e sincero. – respondeu Ismael, abrindo um largo sorriso.
Andrew se inclinou e beijou Mael, dessa vez, um beijo lento e tranquilo.
...
— Olá Vadias. – sorri enquanto entrava.
— Eu vou te matar! Gritou Marck, enquanto o barulho dos seus passos aumentava.
— Calma ai, nada de me agredir. Eu to pelado.
— Pelado? Perguntou Vini. – Como assim? Por que você se transformou?
— Longa historia. – gritei em resposta. – Deixa eu me vestir, e ai, podemos conversar.
— Anda logo. – Marck me encarou. Os braços cruzados e o olhar irritado. – Você tem cerca de cinco minutos, pra se vestir e colocar essa bunda no sofá.
— Pode deixar. – sorri, e corri escada acima.
— E cobre suas coisas, ninguém, além do Vinicius, merece ver suas coisas balançando.
Parei no ultimo degrau da escada e me virei, fazendo uma dancinha sexy.
— Por que eu não podia ter um irmão normal? Marck revirou os olhos e saiu andando.
— Porque eu sou um lobisomem. – gritei, enquanto caminhava pelo corredor.
Abri a porta do quarto e caminhei até o guarda-roupa. Peguei uma boxe azul clara, um shorts e uma camiseta do time da escola. Refiz todo o caminho e desci, indo pra sala.
— Olha quem esta de volta. – sorri, me largando no sofá.
— Qual o seu problema? Marck franziu a testa e me encarou.
— Eu não sei. – respondi dando de ombro. – Eu só queria sair, e então eu sai. Eu precisava pensar.
— Mas acabou se metendo em uma briga. – Vini se levantou e sentou do meu lado. – Contra quem? Ou melhor, contra o que? – ele levou a mão até meu rosto e o segurou, o observando dos dois lados.
— Eu não sei, aquele cara, bem, ele era. – parei, pensando na palavra adequada. – Bem, ele era maluco. Ficava falando que queria meu sangue, pra fazer as crianças dele sorrirem. E ele tinha, bem, ele tinha um sorriso estanho.
— De orelha a orelha? Perguntou Stelar. Seu cabelo caia sobre os seios, escondidos dentro da regata branca. O que seria meio estranho, já que lá fora, devia ta uns 10C°.
— Sim. Por quê?
— Eu conheço um cara assim. Bem, na verdade, conheço uma historia assim. É uma Creepypasta chamada “ The Smiling Man”. Só que seria muita coincidência.
— Depois de tudo o que tamo passando, você ainda acredita que pode ser uma coincidência?
— Acho que não. – Stelar deu de ombro, e colocou uma mecha do cabelo, para trás da orelha.
— Você podia ter ligado, eu ia com você. – Vini girou meu rosto e me fez olhar dentro de seus olhos.
— Eu to bem. – menti.
— Você é um péssimo mentiroso, sabia?
— Ta, então vocês querem a verdade?
— Sim. – responderam os três.
— Eu to cheio disso, to cheio de colocar as pessoas que eu amo em perigo. Essa briga é minha, eu sou o culpado, meu lindo sangue é o que pode libertar Daungher, não o de vocês. Eu não quero ninguém morrendo por mim. Eu não quero nada disso. Será que é pedir muito, pra vocês não se meterem em perigo?
— Paul, acho que o único perigo que tivemos hoje, foi ter ouvido o Mael e o Andrew, transando lá em cima.
Pisquei os olhos atordoado.
— Co...como? Por que tão me contando isso só agora?
— Porque você deu a louca? Perguntou Marck sorrindo. – Sabemos dos perigos que estamos correndo, então, relaxa. Não adianta o que você vai falar. Não vamos te abandonar.
— Mael e Andrew, transando? Por que eu perco esse tipo de coisa? Perguntei me levantando.
— Aonde você vai? Perguntou Vini me encarando.
— Ver se consigo pegar alguma parte, algum gemido.
— Paul!
— Certo, não vou subir. – revirei os olhos.
— O que deu em você hoje?
— Sei lá. – me sentei e me aconcheguei nos braços de Vini. – Talvez aquele cara, tenha passado loucura aguda pra mim.
— Espero que não. Já pensou. A gente ficando tudo louco? Ia ser uma loucura.
— Vini, você não foi feito pra contar piadas. – disse Marck com um sorriso maldoso.
— Fui sim. Seu senso de humor, que é fraco pras minhas piadas.
— Vocês querem calar a boca? Eu quero terminar de ver o filme. – resmungou Stelar, nos fuzilando com os olhos.
— O que vocês tão vendo? Perguntei olhando pra TV.
— Meu Namorado é um zumbi. – respondeu Marck.
— No meu caso, Meu namorado é um lobisomem. – Vini beijou a lateral da minha cabeça.
— Se vocês não calarem a boca, eu vou fazer elas desaparecerem.
— Desculpa. – murmuramos.
...
As vozes sussurravam algo. Era um nome. Beatrice sabia disso. Ela não queria voltar pra casa, então disse para Finch a encontrar na entrada do bosque. Ela sabia que era arriscado, mas ela precisava correr. Ou ficaria maluca.
Mas quando ela chegou, ele não estava mais lá. Ela sentiu o cheiro de seu perfume no ar, e chegou a conclusão que ele havia ido embora a uns dez minutos antes dela chegar. E foi ai, que ela começou a ouvir as vozes. Era milhares, todas sussurrando ao vento. No começo ela não sabia qual era o nome, até ela começar a seguir as vozes.
O vento frio fazia seus pelos se agitarem. Seus sentidos estavam atentos. Seus olhos procuravam por qualquer sinal de movimento, assim como sua audição.
As vozes iam ficando mais altas e mais claras, a cada passo.
Beatrice sentiu cada pelo de seu corpo arrepiando, ao reconhecer o nome, que as vozes diziam.
“ Évora”
Ela sabia que não devia dar mais nenhum passo, então se virou e correu em direção a saída do bosque. Ela precisava avisar seus amigos e proteger seu irmão. As coisas iriam ficar piores, se ela estivesse certa.
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