Madly In Love!
8 Quero ter você bem mais que perto!!
Notas iniciais
"Você pode me ver do jeito que quiser;
Eu não vou fazer esforço pra te contrariar;
De tantas mil maneiras que eu posso ser;
Estou certa que uma delas vai te agradar;
Porque eu sou feita pro amor da cabeça aos pés;
E não faço outra coisa do que me doar;
Se causei alguma dor não foi por querer;
Nunca tive a intenção de te machucar..."
Rosas
Ana Carolina
Apartamento de Sarah (sexta de madrugada)
Sarah
Encostada a cabeceira da cama, "ensaiando" roer minhas unhas, observo o homem deitado a meu lado na cama, a mão repousando possessivamente em minha cintura, a respiração profunda, os cabelos negros desarrumados (obra de minhas mãos indóceis!), descoberto da cintura para cima, deixando suas costas largas a mostra, relaxado, o corpo ainda suado , fruto dos momentos de poucas horas atrás e suspiro profundamente, fechando os olhos por um segundo, voltando a abri-los quando sinto sua mão apertar minha cintura.
A principio penso tê-lo acordado. Percebendo que não o fizera, continuo a observa-lo.
Connor Rhodes é, sem sombra de duvidas, o homem mais bonito que já conheci! O mais inteligente, competente e certamente... Minha melhor transa até hoje! Nenhum antes dele ( e com certeza nenhum que por ventura possa vir a ter depois) conseguiu me dar tanto prazer quanto ele me dá. Nenhum conseguiu fazer com que me entregasse da forma e com a intensidade que consegue. Um simples toque seu consegue não apenas me incendiar mas também me deixar ansiosa por mais. Muito mais.
Agora mesmo, por exemplo, enquanto o observo dormir tranquilo (bem, nem tanto!), só de lembrar as sensações causadas por suas mãos, sua boca...Enfim, ele por inteiro, minha intimidade começa a pulsar, ansiando senti-lo dentro de mim novamente!
Mordo meu lábio, fechando as mãos , apertando até os nós de meus dedos ficarem brancos tentando controlar a vontade de toca-lo..."Vai poder fazer comigo tudo o que quiser, não foi isso que você disse?", recordo, um sorriso maroto surgindo em meu rosto..." Mas até agora não fiz nada!"...—-Só você quem fez!--sussurro , fazendo bico, estendendo a mão até tocar suas costas, acompanhando com os dedos a tatuagem em seu dorso, uma frase, um versículo bíblico( Do Genesis, acho) que vai de um ombro a outro, sorrindo minimamente ao ver a pele arrepiar-se a meu toque.
Desço, acompanhando sua coluna, parando na base, onde o lençol formava uma "barreira", traçando o caminho de volta até seu pescoço, enfiando os dedos em seus fios curtos, subindo, desarrumando-o ainda mais os fios maiores no alto de sua cabeça, fazendo-o suspirar forte, a mão em minha cintura acariciando a pele.
Retiro-a, me libertando, levantando-me rápido, sentando em suas costas antes que se erguesse.
—Sarah??--sua voz rouca me chama e um arrepio gostoso percorre minha coluna-- Tá fazendo o quê?--pergunta, tentando virar-se mas o impeço, minhas mãos pressionado seu corpo contra o colchão.
—Nada.... Não estou fazendo nada.. Ainda!!--exclamo, deitando sobre ele em seguida, meus seios pressionando suas costas.
Deslizo minhas pernas na lateral de seu corpo, esticando o meu sobre o dele ao mesmo tempo que beijo sua nuca, provocando mais arrepios, subindo até alcançar sua orelha, mordendo o lóbulo, escutando-o gemer.
—Não!-- digo, segurando suas mãos, prensando-as contra o colchão, entrelaçando nossos dedos-- Minha vez!--decreto, fazendo o lençol deslizar por seu corpo, descobrindo-o.
Deslizo meu corpo sobre o seu, esfregando meu sexo em sua cintura até alcançar sua bunda, rebolando ali em cima, fazendo-o inquietar-se sob mim.
—Não está gostando?-sussurro, provocativa junto seu ouvido-- Está acordado, Connor?--questiono diante de seu silencio.
—Muito acordado!--assegura, seu tom denunciando o desejo.
—Que bom! Achei que estava entediado, que já tinha-se cansado de mim!--exclamo, descendo minha boca por sua coluna, lambendo, beijando, uma ou outra mordida aqui e acolá, libertando suas mãos, as minhas acompanhando o caminho feito por minha boca até sua bunda, apertando-a, sentindo sua firmeza mordendo um lado depois o outro, rindo ao ouvi-lo grunhir algo ininteligível.
Fico de joelhos na lateral de seu corpo, dando-lhe dois tapas leves em sua coxa, girando os dedos quando vira o rosto para mim, pedindo para que se virasse, no que sou prontamente atendida. Seguro a respiração ao ver seu membro ereto fazendo a umidade entre minhas pernas aumentar..."Puta merda! Só em ver já estou nesse estado!", mordo meu lábio forte, buscando controlar meu desejo.
Seguro seu membro em minhas mãos , acariciando-o, realizando movimentos de vai e vem, ora rápidos, ora devagar, fazendo-o gemer alto, soltando uma serie de palavrões quando interrompo a "massagem" por alguns segundos, deleitando-me com efeito de meu toque em seu corpo.
—Delicia, por favor, pare de me torturar!--pede, a voz ainda mais grave, rouca pelo desejo latente em seu pênis pulsando em minhas mãos.
—Disse que podia fazer o que quisesse, lembra?--pergunto.
—Sim. Mas não me...-cala-se, o corpo se retesando quando coloco seu membro quase que por inteiro em minha boca--Puta merda, Sarah!!--xinga, arfando, agarrando meus cabelos, segurando-os firme em suas mãos ,puxando levemente, ofegando cada vez mais a medida que o retiro e coloco novamente -- Camisinha... Rápido! -pede, ofegante, soltando meu cabelo,fazendo um esforço imenso para segura seu gozo.
Inclino meu corpo, pegando sua calça do chão, pegando um novo(e ultimo) preservativo em seu bolso, rasgando o lacre, colocando-a e ao faze-lo ele explode em um jato forte.
—Foi o ultimo--anuncio, acariciando a parte interna de suas coxas, deslizando minhas unhas levemente sobre a pele sensível.
—Então espero que tenha ou esteja em dia com seu anticoncepcional...--começa, parando em seguida, pensativo-- Você toma não é??--pergunta, temeroso.
—Hum, acho que esqueci nos últimos dias!--não resisto provoca-lo, rindo de sua expressão assustada-- Logico que tomo e estou rigorosamente em dia. Quero ser mãe neste momento tanto quanto você quer ser pai--declaro, prendendo meu cabelo no alto da cabeça, voltando a sentar em sua cintura, retirando antes o preservativo usado, amarrando-o e atirando dentro do cesto junto a cômoda..." Preciso lembrar de trocar o saco dali antes de segunda!", anoto mentalmente, sentindo suas mãos agarrem meu quadril deslizando até minhas nádegas , apertando-as firme, uma descendo até meu sexo, me arrancando um gemido rouco ao sentir seus dedos segurando meu clitóris , apertando-o, levando-me ao limite entre dor e prazer, invadindo minha intimidade em seguida.
—Delicia!--escuto-o sussurrar de olhos semicerrados.
—Adoro quando me chama assim!--confesso, inclinando meu corpo sobre o seu, beijando-o avidamente, minha língua desenhando o contorno de seus lábios, provocando, pedindo e recebendo permissão para invadir sua boca.
Connor aprofunda o beijo segurando meu cabelo, puxando minha cabeça para trás, calando meus protestos por seus dedos terem saído de mim.
Ergo meu quadril assim que o beijo cessa, estimulando seu membro mais uma vez, posicionando-me sobre ele, descendo devagar, parando para me ajustar e acostumar com sua presença em mim, iniciando uma cavalgada lenta, rebolado cada vez mais e mais rápido, segurando em suas mãos, que apalpam meus seios de forma impiedosa, precedendo sua boca quando ergue-se, me fazendo dobrar as pernas, sentando em seu colo. Arqueio o corpo, apoiando minhas mãos em suas coxas, jogando minha cabeça para trás, acelerando até sentir meu corpo ser sacudido por espasmos fortes até finalmente gozar, voltando a mexer meu quadril com sua ajuda até senti-lo também se libertar em um gozo forte dentro de mim.
Abraço seu corpo, enroscando minhas pernas em sua cintura, nossos corpos suados ,os cheiros se misturando em uma química doce e inebriante.
Depois de um bom tempo nessa posição, faço menção de sair de cima dele para tomar um banho(apesar de seu cheiro ser maravilhoso, estava "pegando" de suor e não conseguiria dormir daquele jeito) mas ele me impede.
—Connor, preciso de um banho--protesto, as mãos em seu peito, empurrando-o --Agora!
—Também quero isso..-diz, girando sobre o colchão, pondo as pernas para fora da cama-- Vamos juntos--declara, levando as mãos as minhas nádegas, sustentando meu corpo, levantando-se sem praticamente nenhuma dificuldade.
Não saberia descrever a sensação de senti-lo dentro de mim enquanto caminha devagar para o banheiro! A cada passo seu, tinha mais consciência de seu membro dentro de mim, fazendo meu sexo contrair-se ao seu redor em uma doce tortura.
Quando finalmente entramos no box, estou arfando novamente. Transamos mais uma vez ali dentro antes que começássemos a nos banhar.
Entre novas caricias e beijos, nos banhamos, voltando para a cama onde finalmente , saciados, sossegamos adormecendo apesar de notar os primeiros raios de sol surgirem, insinuando-se pela janela.
Me levanto rapidamente, indo até a mesma, fechando as cortinas, voltando novamente para junto dele, aninhando-me a seu corpo, suas mãos afagando meus cabelos ainda úmidos.
—Bom sonhos delicia--sussurra em meu ouvido, calando-se a seguir, adormecendo e faço o mesmo pouco depois...
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