Madly In Love!

16 Ask me no questions, I’ll tell no lies! Part. I


Notas iniciais
Olha quem apareceu!? Desculpem a demora flores. Tenho que me reorganizar a fim de dar atenção a todos os meu bebês,rsrsrsrsrsrs. —Sem enrolação, vamos ao que interessa. Boa leitura...Obrigada por todas as rewiews passadas, pensadas e escritas...More rewiwewss!!...Bjinhos flores P.S: Dad Rhodes dará o ar de sua graça no próximo capitulo justificando o titulo!!!

“What would I do without your smart mounth;

Drawming me in and you kicking me out;

Got my head spinning, no kidding I can’t pit you down;

What’s going on in that beautiful mind;

I’m your magical mystery ride;

And I’m so dizzy, don’t know what hit me but I’ll be alright;

My head’s is under water but I’m breathing fine;

You’re crazy and I’m out of my mind...”

All Of Me

John Legend

Chicago Med Janeiro, 31 (23:55 p.m)

Sarah

Ciúmes! Uma palavra tão pequena, apenas seis letrinhas.... Mas que tem uma força destrutiva enorme!... E algo com o qual tenho que aprender lidar diariamente desde o dia em que me envolvi com Connor. Pensando bem, sendo honesta, desde que admiti para mim mesma que estava apaixonada por ele, quando ainda estava envolvida com Joeyl e ele com Samantha.

—Sarah, está me ouvindo?? – a voz de doutor Abrams me tira do devaneio.

Devido ao um rodizio implantado dois anos atrás, estava de plantão hoje a disposição do setor de neurologia, mais especificamente doutor Abrams. Era a segunda vez que ficava com ele este mês (uma por escolha) ...

—Sarah!? – chama novamente, impaciente.

—Desculpe-me doutor Abrams. Me distrai um minuto! – admito, sem graça.

—Não me diga! Sabe que nem tinha notado! – diz, irônico – Quando voltar ao normal, verifique esses pacientes – me entrega três prontuários – Devem receber alta amanhã de manhã e quero que os avalie – ordena – Me procure quando chegar.

—Quando chegar?? Está saindo? – questiono, surpresa.

—Evidente! – diz, tranquilamente – Não tenho nenhum paciente. Até amanhã – despede-se, me deixando p da vida!!

—Não acredito que ele foi embora!! Simplesmente não acredito!! – resmungo.

—Não acredita no que lindinha?? – April, que também estava dobrando turno, pergunta, olhando em direção a cena poucos metros a nossa frente – sabe que fazem isto pra te provocar não sabe?? – me interroga.

—Sei.... O que não me impede de ficar P do mesmo jeito! – friso, suspirando antes de voltar minha atenção para ela – Mas não estava me referindo àquilo quando chegou e sim ao ...Idiota do Abrams! – não aguento e desabafo – Acredita que ele foi embora?

—Acredito sim! -- diz, sorridente – Típico dele fazer isto. Mas também não tem mais nenhum paciente pra ele, então nada o impede de ir já que estava quase dobrando turno pela segunda vez! – revela.

—Nossa! Não sabia disso – digo, mordendo minha unha –Nesse caso está mais do que no direito. E eu xingando o cara! – exclamo, voltando minha atenção mais uma vez ao grupo formado por Will Halstead, Robin Charles, Liah Morgeisntein e Connor, vendo e ouvindo as duas rirem de forma exagerada a algum comentário feito por meu noivo, fazendo o bichinho do ciúme me morder de novo. E com força! Tanta força que quebro a caneta em minha mão, ferindo um dedo com a ponta – Ai!! –sacudo a mão levando o dedo ferido a boca.

—Machucou?? – Nina pergunta, deixando o tablete sobre o balcão, segurando minha mão.

—Sarah, Sarah, controla esse ciúme ou vai acabar tendo problemas! – April aconselha, entregando-me uma compressa de gaze.

—Ciúmes do Connor com aquelas duas lá?? – Nina indaga, indicando-os com um gesto de cabeça – Meu bem, me poupe tá! – diz, me surpreendendo – Desculpa mas se ninguém te deu esse toque ainda, vou dar agora: ter ciúmes é normal e até certo ponto saudável. Mas precisa ter cuidado com o exagero. Não é todo homem que curte. Will, por exemplo, não curte nada, nada. E mesmo que ele te desse motivo pra tanto, e até onde sei não dá, nunca demonstre. É sinal de insegurança e....

—E me diz como não ficar insegura com isto! – a interrompo, apontando a cena a nossa frente: Robin pendurada no braço de Connor caminhando em nossa direção.

—Não fique! Esse homem é seu e não estou dizendo isso apenas pelo anel em seu dedo! – Nina cochicha em meu ouvido ao mesmo tempo em que me empurra gentilmente de encontro a meu noivo.

—O que houve com sua mão? – é a primeira coisa que Connor pergunta, segurando-a, obrigando Robin a largá-lo.

—Machuquei com uma caneta! – exclamo – Nada demais! – minimizo, tentando, sei lá porque, tirar minha mão da sua.

—Certo – diz, me encarando, sério, segurando mais forte minha mão – Venha, vamos comer algo. Desde a hora do almoço não como nada! – chama, praticamente me obrigando a segui-lo.

Seguimos direto para a cantina do hospital, sentando-nos em uma das mesas mais no canto após nos servirmos a fim de termos um pouco de privacidade.

—Agora, que tal me dizer exatamente como machucou sua mão! – Connor exclama, chamando minha atenção – E não me venha com essa história de caneta! – frisa e sorrio – Falo sério Sarah!

—Não menti Connor. Machuquei a mão com uma caneta...Quando a quebrei por raiva de te ver junto com aquelas duas... – paro de falar, batendo com as mãos sobre a mesa.

—E por que ficou raiva? – pergunta.

—Por que acha Connor? – devolvo – Pensa que é fácil te ver flertando com mulheres que não cansam de declarar o quanto querem uma chance com você??

—Mas não terão, e sabe muito bem disso! – assegura-me.

—Sei? – questiono – Será mesmo que não terão nenhuma chance Connor? Porque se perguntar a qualquer uma delas certamente irão dizer que tem chances sim!!

—Por que está procurando motivos para brigar comigo? – pergunta, franzindo o cenho.

—Por que está me dando motivo para brigar com você!! – respondo, ríspida.

—Não, não estou. Estava conversando com alguns colegas de trabalho sobre o dia agitado que tivemos e nada mais. Não havia flerte, pelo menos de minha parte e sim, admito que talvez Liah e Robin possam ter impressões erradas, mas não incentivo. Não mais.

—Então admite que já incentivou! Sabia!! – exclamo, vitoriosa.

—Em um passado remoto, quando sequer havia a possiblidade de estarmos juntos, sim. Depois que começamos a namorar de fato, não, bem antes disso. Na verdade, depois que transamos pela primeira vez que não incentivo mais ninguém a não ser você! – garante, levando minha mão aos lábios, beijando-a.

—E devo acreditar nisso porque pôs um anel em meu dedo?? – provoco-o.

—Não. Deve acreditar por isto! –inclina-se sobre a mesa, segurando meu rosto entre as mãos, me beijando de surpresa. Demoradamente. Na frente de todos que estavam na cantina. Médicos, enfermeiros, funcionários... – Amo você sua cabeça dura insegura! Quantas vezes vou ter que repetir isso? Quantas vezes vou ter que provar isso? – questiona, não me dando chance de responder – Não importa. Vou dizer e provar quantas vezes for necessário até não restar nenhuma sombra de dúvida! – assegura, me dando um novo e demorado beijo.

—Não tem sido fácil para mim Connor, tente entender! – admito assim que cessa o beijo – Lidar com todo assedio que te cerca. Em todos os níveis! Aqui no hospital, quando saímos, quando vamos a Dolan...É complicado...—prossigo, sentindo um nó na garganta – Sempre fui o patinho feio da história. A nerd nada popular...Fui ao meu baile de formatura com um primo porque nenhum dos garotos da turma quis ser meu par e agora estou namorando o capitão do time de football! – sopro, circulando minha cabeça com a mão, vendo-o rir abertamente – E que não me leva a sério!! –bufo tentando resistir a seu abraço visto que trocara de lugar, sentando a meu lado.

—Levo a sério sim – afirma – Levo muito a sério não apenas você mas nossa relação Sarah. E só pra lembra-la: perdi a conta dos filmes em que a nerd ganha o coração do capitão do time....

—São sempre atrizes lindas que foram “enfeiadas” – faço aspas no ar – Para do meio da história em diante ficarem lindas, tipo Chalize Theron!! – resmungo, fazendo-o rir ainda mais.

—”Enfeiadas”?? Esse verbo existe?? – me provoca e lhe dou um tapa no braço – Ok, então deixe-me corrigir usando seu outro exemplo: na história, o patinho feio é na verdade um belo cisne! – enfatiza, beijando meu pescoço – Quanto aos idiotas que não quiseram te levar ao baile, só posso dizer uma coisa: Obrigado. Muito obrigado mesmo por serem uns babacas cegos!!

—Connor!! Olha a linguagem! – admoesto-o, tentando, em vão, não rir.

—Desculpe! – pede, fingindo inocência –Se quer saber, está precisando relaxar um pouco! – exclama, levantando-se, segurando minha mão – Vem comigo.

—Onde?? – questiono, levantando-me, acompanhando-o com certa relutância.

Em se tratando de meu amado noivo posso esperar qualquer loucura....Inclusive “fuga” para uma rapidinha.

—Connor quero lembra-lo que estamos em horário de trabalho – relembro, entrando no elevador a seu lado.

—Relaxe delícia! Não vamos fazer nada demais…A menos que queira!! – provoca, puxando-me para junto de seu corpo, beijando meu pescoço e me arrepio inteira.

—Vou marcar um horário pra você com doutor Charles. Deve haver alguma explicação pra esse seu ...Hã, digamos, apetite sem fim! – provoco-o, escutando sua risada junto a minha nuca no momento em que o elevador para, abrindo as portas.

—Existe uma explicação lógica, evidente, e atende pelo nome de amor! -- rebate, me arrastando para fora do elevador – Junte a isto o fato de minha noiva ser uma delícia e pronto! Está explicado o meu excesso de apetite!! – brinca, segurando em minha cintura, erguendo-me, me sentando na mureta do terraço, encaixando-se entre minhas pernas, erguendo o rosto para mim – Impossível manter minhas mãos longe de você por muito tempo! – afirma, mordendo meu queixo – Se bem que não só as mãos!

—Você realmente não tem jeito! –digo, segurando seu rosto entre minhas mãos, mergulhando naquele azul profundo iluminado pela luz do luar.

Passa um pouco das uma da madrugada, um friozinho gostoso nos envolve, e mesmo estando apenas de jaleco por cima de minha roupa, não chego a sentir frio pois o calor que emana do corpo de Connor me aquece.

Devagar, inclino meu rosto aproximando-o do seu até nossos lábios se tocarem em um beijo tranquilo, sem pressa.

Não sei por quanto tempo permanecemos assim, os lábios colados, trocando caricias suaves, apenas saboreando a companhia um do outro, desfrutando o prazer que os toques de nossas peles proporcionam até que algo chama minha atenção, ou melhor, alguém.

Separo nossos lábios abruptamente, assustada, olhando por sobre sua cabeça, sentindo meu sangue gelar.

—O que foi? – Connor pergunta, virando a cabeça na direção do meu olhar.

—Tem alguém aqui! – sussurro, tentando enxergar o rosto da pessoa que nos espreitava, apoiando as mãos nos ombros de Connor, que volta-se tentando fazer o mesmo que eu.

—Quem é? Quem está ai? – pergunta – Por que está nos espionando? — questiona, voltando-se junto comigo ao escutar as portas do elevador se abrirem dando passagem ao doutor Halstead.

—Vejo que não fui o único a ter essa ideia! – brinca, aproximando-se de nós, parando com o cenho franzido ao notar nossas expressões – o que foi? – pergunta, seguindo Connor, que me pusera no chão, como olhar – Onde vai?

—Tinha alguém nos espreitando antes de sua chegada – digo, passando por ele, indo atrás de Connor.

—Conseguiram ver o rosto? – indaga, seguindo-me.

—Não. Ficou o tempo inteiro nas sombras mas também não fez questão de se esconder – garanto, aumentando o passo a fim de alcançar meu noivo, Will me seguindo de perto.

Saímos pela porta que dá acesso as escadas no início do corredor do bloco cirúrgico, encontrando Connor que voltava.

—Fui até a estação de enfermagem daqui e nada. Nenhuma das enfermeiras viu ninguém passar – informa-nos.

—Tem certeza que tinha alguém lá em cima, com vocês? – Will pergunta.

—Temos sim. Ele estava lá, encostado a porta, de braços cruzados, olhando diretamente para nós! – asseguro – Quando Connor o confrontou, não respondeu e aproveitou-se de sua chagada para fugir – reitero, abraçando meu noivo.

—Ok, vou ligar para Jay e contar o que aconteceu – avisa, pegando o celular.

—Por que? – Connor questiona.

—Como assim porque? Meu amor, um dos homens que participou do ataque aqueles pacientes no hospital ainda está solto, esqueceu – relembro, Will concordando com um aceno.

—Havia esquecido sim – admite, massageando o pescoço.

—Deu pra perceber – digo, apertando sua cintura.

—Pronto, avisei Jay – Will avisa – Ele pediu para ficarmos atentos mas para não tentar confronta-lo caso o vejamos espionando qualquer um de nós – completa, olhando diretamente para Connor.

—O Que?? Por acaso acha que iria me atracar com algum maluco ? – questiona.

—Deixe-me pensar...Sim! – exclama Will e não consigo conter o riso, fazendo Connor me encarar, a sobrancelha erguida.

—Desculpa meu amor, mas também acho que seria capaz de fazer isso sim! – afirmo, lhe dando um selinho.

—Bem, para a informação dos dois, não tenho a menor intenção de te deixar viúva antes mesmo de casar! – frisa, um frio surgindo em meu estomago ao ouvi-lo dizer a palavra casar!.

Pelo restante da madrugada as coisas ficaram tranquilas. Ao final do turno, seguimos direto para meu apartamento visto que precisava pega algumas coisas pessoais.

Apesar de Connor insistir e de estar passando grande parte do tempo no apartamento dele, ainda mantinha minha vaga no apartamento que alugara junto com as meninas.

—Oi turista, como vai!? Se divertindo muito? – Renata brinca, piscando para mim assim que entro no apartamento acompanhada por Connor.

—Tanto quanto você!! – rebato, notando a jaqueta de Severide sobre o sofá.

—Não é nada do que está pensando!! – diz, pegando a jaqueta.

—Não estamos pensando nada!! – Connor diz, piscando para ela, me seguindo até o quarto – Humm, boas recordações desse lugar!! – exclama, jogando-se na cama enquanto recolho alguns pertences (perfumes, sabonete íntimo, creme de cabelo, e outras coisas pessoais) – Hei, por que a pressa? Pelo que vi sua amiga está de saída e pelo silêncio as outras não estão em casa – Connor começa dizer.

—E?? – questiono, continuando o que fazia sem lhe dar atenção.

—Delicia!! – chama, e seu tom de voz me faz parar e voltar o rosto para ele, que sorri, convidativo, dando duas palmadas sobre o colchão – Vem cá! Temos o dia inteiro a nossa disposição!!....

Continua..

".... Cause all of me loves all of you!

Love your curves and all your edges;

All your perfects imperfections;

Give your all to me;

I'll give my all to you;

You're my end and my beginning;

Even when I loose I'm winning;

'Cause I give you all of me;

And you give me all of you,oh..."

Notas finais
Bjinhos flores.