Made to Suffer

7 Capítulo 7: Um zumbi a menos que matamos.


Notas iniciais
Olá a todos. Eu quero esclarecer uma coisa aqui antes que vocês fiquem se perguntando. A prisão vai estar um pouco mudada, digamos que algumas coisa seguirão a série, outra seguirá a HQ e outras eu fiz pequenas mudanças. Então, é somente isso mesmo!!!! Estou tão feliz que vocês estejam gostando da história, aliás, vocês viram que fiz um trailer para nossa história? Se quiser dá uma olhada, é só ver na sinopse. Bom, vou deixar uma fotinho do Shawn para vocês ficarem felizes tá? (Aliás, o capítulo de hoje é a narração dele) Link:http://img3.wikia.nocookie.net/__cb20131130154248/thor/images/a/a6/Chris-Hemsworth-2.jpg Estou feliz pelos comentários. Grata!! Boa leitura!

SHAWN GRENNE

O silêncio da prisão era normal pelo horário. O céu ainda era coberto por nuvens cinzentas quando decidi me levantar e seguir meu rumo para a torre. A paisagem, vista da torre, poderia ser bela; exceto pelos monstros aglomerados nas cercas da prisão. O trabalho feito pelas pessoas de ontem, não ajudara em muita coisa. Não havia nada com que se preocupar no raio de um quilometro.

O clima de luto da prisão era o que mais me assombrava. Lori deu sua vida para salvar à de sua filha. No final, ela morreu como uma mulher digna. Pensávamos em fazer um pequeno enterro simbólico – pois o corpo de Lori foi massacrado por zumbis -, mas Rick se transformou, não o reconhecemos mais e decidimos espera-lo esfriar a cabeça.

E agora todos temem em tomar uma atitude sem que ele fique sabendo de algo. Rick estava surtando, mas isso precisava acabar logo. Uma garotinha minúscula estava precisando dele, com imensa urgência. Aos poucos, as pessoas responsáveis pelas grades estavam aos seus postos, atraindo zumbis e os matando. O número era bem maior comparado ao de semana passada, mas ainda não nos preocupava.

Desde que trouxemos os habitantes de Woodbury para a prisão, as coisas melhoraram muitos. Os trabalhos não eram mais tensos e temos guardas. Apesar de pidões e mal agradecidos, a convivência é social para todos. O conselho esta se tornando uma das coisas mais eficaz que inventamos. Os problemas divididos e determinados para cada represente, não atolava ninguém.

O barulho da porta sendo aberta me fez olhar para trás. Maggie erguia-se do chão com um sorriso receptível, nada que extrapolasse sua armadura de dura e fria. Ela se juntou a mim, encarando o horizonte nublado e cinzento.

— Acha que irá clarear? — tomei a iniciativa de puxar o assunto.

— Sabe que não estou aqui para conversarmos se o dia vai clarear ou não. — ela respondeu depois de uma longa demora em encarar o nada. Com os braços caídos sobre a grade de proteção e ombros caídos, ela suspirou. — Decidi que vamos fazer um enterro simbólico a Lori.

Maggie como sempre tomando as atitudes. Apesar de trabalhar na parte administrativa, cuidando dos serviços mais leves da prisão, ela era a líder quando todos do conselho viravam uns frangões. Essa personalidade forte faz com que todos a respeitassem e aceitassem suas ordens.

— Eu vou procurar por alguém que me acompanhe numa busca por coisas que a criança necessite. — falei.

— E você não vai dar suas aulas de tiros?

O farto de cuidar das armas era exclusivo e somente meu. Ninguém poderia pegar uma arma sequer da prisão sem minha permissão. As aulas de tiros para iniciantes também eram minhas ou dadas sob minha permissão. O conselho achou que, tendo um supervisor nessa área tão perigosa, nada de intenso aconteceria.

— Uma mulher morreu, acha mesmo que as pessoas vão agir como se nada tivesse acontecido? — sobressaltei a frase. — Podemos sobreviver, mas ainda somos humanos. Nós ainda nos preocupamos com os outros.

As pessoas começavam a aparecer nas grades, reduzindo os números dos monstros em nossa porta. Maggie mordeu os lábios e voltou a sua posição inicial, com os ombros curvos.

— Vou fazer a lista das coisas que você vai precisar trazer. — ela falou por fim, erguendo-se para me encarar melhor.

— E Rick? Como ele está?

Devastado! — ela respondeu, antes de se agachar e abrir a porta da torre e desaparecer na escada.

Troquei meu turno com Sasha. Caminhando pelo pátio, agora bem movimentando, eu podia ver a cara de luto em cada sobrevivente. Na gravidez, Lori acabou se tornando responsabilidade de todos. Maggie foi quem assistira a cena sem poder fazer absolutamente nada. Lori decidiu ir atrás de Rick, em uma das suas tentativas de voltar a ter uma vida alegre com ele, mas acabou se perdendo na mata. A bolsa se rompeu no meio da mata, ela quase foi morta por zumbis, mas Maggie – mesmo odiando-a – a segui junto a Carl. Ela acabou fazendo o parto ali mesmo e em meios às complicações, Lori acabou morrendo.

Abri o galpão que continha todas as armas da prisão. Eu procurava somente por algumas pistolas, armas e silenciadores. Para mim, as pistolas eram mais eficazes quando se encontra um pequeno grupo e como as cidades mais próximas estavam abandonadas, não encontraríamos uma manada.

— Vai sair? — Beth me perguntou. Virei para encara-la, ao lado da porta sempre de olhar inocente.

— Sim. Vou procurar por alguma creche. — fechei a mochila e passei por ela.

— Vai trazer coisas para a bravinha?

— Bravinha? — franzi o selo.

— Foi o nome que Daryl deu a ela. Bravinha! — ela riu.

— Sim. Maggie está fazendo uma lista de tudo que a bravinha precisa. — caminhávamos lado a lado no pátio.

— Maggie não é a pessoa mais experiente para saber o que uma criança precisa. — ela zombou.

— Se ela te pegasse falando isso, você estaria morta. — falei.

— Por isso conto somente a você. Você é o melhor irmão do mundo. — ela me abraçou. Por mais que Beth tenha crescido, mudado de personalidade, ela ainda é minha irmã mais nova. E eu, a protegeria de todas as maneiras.

— Preciso encontrar alguém que vá comigo.

— O papai! — ela sugeriu.

— O velho já está enrolado demais procurando por Rick. — digo.

— Tyreese. Eu o ouvi conservando ontem com Karen sobre como ele gostaria de ir a alguma missão. Essa é calma e eu acho que ele vai ajuda-lo.

Encarei Tyreese nas plantações colhendo alguns trigos. Ele era um membro do conselho, mas um verdadeiro bundão. Sua psicologia era pensar antes de fazer. Porém, os mundos dos mortos não era assim, pensar pode acabar matando você.

— Eu vou falar com ele. — disse por fim.

Maggie me trouxa a lista com tudo o que era necessário para o bebê. A lista era um pouco espantosa para um bebê, eu achava que uma criança tão pequena não precisava de tanta coisa assim. Depois da lista ser analisada secretamente por Beth, fui ao encontro de Tyreese.

— Será que você pode encerrar esse trabalho chato e vir me acompanhar? — parei a sua frente esperando que ele reagisse rápido.

— Com uma oferta dessas, quem iria recusar? — ele ironizou, virando sua cabeça lentamente para mim.

— Ande logo, não temos o dia inteiro! — terminei a frase já de costas, indo em direção ao nosso estacionamento.

— Não vai ficar para o enterro? — meu pai perguntou. Ele estava a alguns passos de Tyreese, observando algumas plantas.

— Não me dou bem em enterros. — eu respondi. Ele sorriu, aceitando esse meu argumento fajuto. Hershel, melhor do que ninguém sabe como me incomodo em enterros. Alguém que não teve oportunidades de conhecer sua mãe, e principalmente, ocasionou sua morte não sabe lidar com perdas.

Ainda na prisão, Daryl nos procurou para sabermos aonde vamos. Joguei as mochilas vazias no banco do passageiro da 4x4 mais eficiente da prisão e esperei que Tyreese se despedisse de Karen.

— Animado para sua primeira missão? — perguntei. Já estávamos numa distancia razoável da prisão. — Vou dizer uma coisa a você: é como andar de bicicleta. Na primeira vez é aterrorizante, mas depois você se acostuma.

— E por que você está me dizendo isso? — ele questionou confuso.

— Só para confortar seu coraçãozinho assustado. — debochei rindo.

No mapa apoiado sobre o volante mostrava que só teríamos uma cidade em questão de uma hora. Mesmo assim eu torcia para encontrar alguma creche perdida. O vento frio entrando pelas janelas abertas era revigorante, com todo aquele clima de enterro na prisão, um lugar calmo era essencial. Com o silêncio e a falta de assunto entre nós dois, acabei lembrando da conversa que eu e meu pai, sobre Angelina.

Por mais que tentássemos convencê-lo de que Angelina deveria estar morta, ele não se contentava. A filha pelo qual ele se arrepende imensamente de abandonar está morta. Era uma filha, eu o compreendia, mas sentimentos assim nos fazem fracos. Ele ainda guarda consigo todas as fotos que Anelise mandava de Angie, de todas as fases da garota. Eu gostaria de tê-la conhecido antes de o mundo acabar. Suspirei afrouxando minhas mãos no volante e, olhando para o lado, vi Tyreese a observar pela janela.

— Para um membro do conselho, você deveria ser mais aberto com as pessoas. — eu me dividia em ficar alerta com a estrada e tentar encara-lo.

— Nunca fui um cara que gostava de conversar. — ele me respondeu.

— Claro. Aposto que não conhece metade dos habitantes. — murmurei.

— É aí que você se engana; caro amigo... — ele ergue o dedo. — Basta ser um bom observador. Sei de coisas que somente os mais silenciosos saberiam.

Pressionei os lábios tentando segurar minha risada, mas foi inútil. Minha risada ecoou dentro do carro fechado. Nunca fui um homem de frases filosóficas, nem tão poucos cita-las. Era um cara que preferia festas à faculdade, preferências pelas quais fui expulso da minha.

Para minha surpresa, consegui avistar ao longe um enorme posto, ao lado de duas ruas cheias de pequenos comércios. Estacionei o carro alguns passos atrás do posto, ao lado da enorme placa escrita ‘’Milent Hill’. Era uma pacata cidade abandonada, assim como todas as outras que visitávamos ou saqueávamos. Abri a porta do passageiro, pegando todas as mochilas e entregando algumas à Tyreese.

Por fim, observei a paisagem gasta. Papeis voavam conforme o vento passava, alguns carros ainda estacionados em frente a alguns comércios e carcaças sobre o chão. O posto abandonado, com as mangueiras jogadas sobre o chão. A porta da loja batia contra um pedaço de pau, fazendo o sino tilintar, deixando a imagem ainda mais assustadora.

— Eu não perguntei o que viemos fazer aqui. — Tyreese disse ao meu lado.

— Viemos atrás de coisas para a criança. — respondi breve.

— Acha que uma vila velha como essa vai ter alguma coisa? — ele perguntou.

— Não seja pessimista, caro amigo!

A calmaria era comum nesses tipos de minicidades espalhadas pelas estradas. Eu caminhava próximo aos comércios, procurando por algo que estivesse na lista. Não havia farmácia em ambas as ruas, apenas uma cafeteria com um carrinho que me chamou atenção.

O lugar tinha um cheiro horrível de mofo. Cadeiras estavam jogadas pelos corredores e, as mesas, completamente reviradas. Quando parei diante do carrinho, a imagem da criança morta – com um tiro na cabeça – me revirou o estomago. Ao seu lado, o que parecia ser sua mãe era apenas uma carcaça em decomposição, aliás, havia mais espalhadas sobre o estabelecimento. Diante de si, uma foto, talvez antiga, de quatro pessoas reunidas à mesa. Preferi ignorar a foto e continuar em minha busca.

Na bolsa de patinhos que estava ao seu lado, havia um pouco do que estava na lista. Não era um número grande, algumas fraldas, lenços e mamadeiras, faltava muito, mas já era alguma coisa. Foi então que alguns tiros me tiraram na tranquilidade. Joguei a mochila nas costas e fui em direção a Tyreese — que procurava por algo na outra rua -. Ele atirava contra uma horda de zumbis famintos, o medo espantado em seu rosto.

— Corra! — esbravejei assim que sai da loja, com a arma em mãos, atirando contra os mortos.

Eu não desperdiçaria algumas balas contra uma horta de zumbis. Assim que entrei no carro, meti o pé do acelerador e pelo retrovisor, via a hora se locomover pela estrada. Respirando ofegante olhei para Tyreese, tão ofegante e assustando como eu.

— Como isso aconteceu? — tentei parecer calmo.

— Eles me viram. Estavam na floresta... — ele respondeu com a voz tremula.

— A única coisa boa foi que conseguimos despista-lo. Tenha mais cuidado, eles são perigosos!

— Você acha que não sei? — ele ergueu a voz, virando-se para mim.

— E porquê preferiu enfrenta-los ao invés de fugir?

— Você acha que eu estava fazendo o que?

— Não me parece quando o vi atirar balas contra eles. — rebati.

Ele ficou calado. Erros em missões me deixam incomodado; um erro pode ser fatal e destruir sua vida. Ao longe da paisagem da estrada, havia alguns carros parados e, para meu espanto, pessoas vivas. A imagem não era nitidamente bem para que eu pudesse vê-los melhor, apenas dois borrões vermelhos se formavam. Somente quando eu aproximei mais o carro pude ver a figura de dois homens. Assim que estacionei eles pararam.

— Vai querer conhecê-los? — Tyreese me perguntou em tom de reprovação.

— Uma pessoa que salvamos é um zumbi a menos que matamos.

Tomei a decisão de descer primeiro. Tyreese desceu logo em seguida e assim como eu, trazia sua arma. Os rostos assustados e desconfiados não me era novidade. Em todos os sobreviventes que encontramos na floresta, a desconfiança era visível, em suas atitudes e em suas expressões. O fato era que não se podia acreditar nos homens, nem mesmo em um mundo tão acabado e destruído como esse.

— Não quero fazer nada contra vocês. — falei, tentando transmitir alguma honestidade. — Obviamente, se não fizerem nada contra nós.

— Não precisamos da sua ajuda! — o gordo retrucou. Era barbudo, com os ombros caídos e cabelos longos. Como um verdadeiro caipira, a segurança em sua voz impressionaria qualquer um, mas eu estou acostumado com caipiras rabugentos.

— Sério?! No raio de mais de 15 quilômetros não há carro algum com gasolina. — debochei. — Nós temos um acampamento! Uma prisão! Está limpo, temos crianças e idosos. Acha mesmo que somos pessoas ruins?

— Não sei! — o garoto mais novo deu de ombros. Era bem parecido com o mais velho, mas não transmitia a mesma confiança. — O mundo pode tê-los transformados.

Eu estava a ponto de respondê-lo quando um barulho me chamou atenção. Uma garota estava no chão e acabava de derrubar alguns latões de gasolina. Eu não sabia o que sentia ao me aproximar dela. Os traços tão nítidos e parecidos. Os olhos me atordoavam. Ela não poderia estar ali, diante de mim. Ela não poderia estar viva.

— Angelina! — o nome ecoou no meu ouvido. Um turbilhão de pensamentos invadiu minha mente. Ela esta ali, diante de mim.

Estava diferente das fotos que meu pai tanto guardava. Estava magra, assustada e machucada. Tão machucada que me enfureceu. Os machucados não eram acidentais, havia marcas vermelhas em seus puxos, sinais que alguém a segurara por força. Olhei para o gorducho ao seu lado, mas ele não era deveria ser o culpado. Não pelo jeito como a tratou.

— Angelina... Greene? — as palavras escaparam involuntariamente da minha boca.

— Quem é você? — ela gritou.

— Meu nome é Shawn. Shawn Greene.

E desta vez foi ela quem ficou perplexa. Eu não conseguia processar o que acabava de acontecer ali. O mundo pareceu parar com aquela cena. A semelhança era nítida que me espantava, o olhar desconfiado e ao mesmo tempo acanhado. A irmã que nunca conheci esta agora diante de mim.

— Nós precisamos ir! — falei quando tomei conta dos meus pensamentos e atitudes, estendendo minha mão para ajuda-la a se levantar. — Precisamos leva-los a prisão.

Sobre minha ordem, Tyreese dividiu o pouco da nossa gasolina com o carro que o gorducho escolheu, nos dividimos em dois carros e Angelina iria comigo. Ela também estava desacreditava. Bateu a porta confirmando que já estava segura ao meu lado e eu pude acelerar. Quando a encarei, vendo mais de perto seus machucados, ela escondeu seus braços e sorriu para mim.

Eu não sabia o que mais me incomodava na cena. Se era o medo – ou o seu constrangimento – em expor seus machucados ou a forma como ela sorri, tentando transmitir que tudo estava bem. Meu instinto protetor quis arrancar de seus lábios quem foi o autor desses machucados, desse sorriso perturbado, mas permaneci em silêncio. Angelina procurava não me olhar, eu sabia ou conseguia entender o que ela estava sentindo, eu também sentia. Porém, uma hora ou outra iríamos conversar.

— Você é bem bonita, com todo respeito... — foi à coisa mais estúpida que já falei para alguém, mas isso a fez rir um pouco. — Você não sabe como eles ficaram felizes ao vê-la. Ele guarda, praticamente, centenas de fotos suas. De todas as idades.

— Ele... ele está vivo? — ela questionou e seus olhos se encheram de esperanças.

— Hershel? Ele esta, não diria inteiro, uma perna está faltando, mas está.

Ela ficou em silêncio antes mesmo que eu terminasse de responder. Novamente, ela se perdeu em seus próprios pensamentos e eu vi um pouco de Maggie nela. A forma como se transforma em alguém tão pensativo que nos faz querer desvendar seus pensamentos. Mas Angelina não é como Maggie, não tem a mesma confiança ou não está no mesmo nível. Parece um anjo com sua asa quebrada.

— Maggie também está. E Beth; não sei se a conhece, mas ela também está viva. — finalizei.

Ela assentiu e ficamos em silêncio o restante da viajem. Eu gostaria de manter uma conversa com ela, mas seria quebraria o manto que a prende em um mundo misterioso. Permaneci calado, apenas observando-a discretamente com o canto dos olhos. Angelina, por baixo daqueles machucados, tinha uma beleza incrível.

Os cabelos eram pretos, caindo-lhe sobre os ombros. O rosto era fino e a pele pálida e destruída, os olhos azuis iguais aos de Beth. Os lábios, apesar da desnutrição, estavam bem marcados e rosados. Havia centenas de coisas – detalhes mínimos – que a transformavam numa verdadeira Greene.

Quando avistei a enorme construção no meio da floresta, senti minhas mãos formigarem. Os zumbis aglomerados nas grades eram bem menos comparados aos que estavam pela manhã. Adentrei com o carro assim que o portão se abriu e, os zumbis que conseguiram entrar antes que o portão se fechasse, foram mortos pelos tiros vindo das torres.

Estavam praticamente todos reunidos no pátio. Era uma hora perfeita para apresenta-la. Quando desci do carro, todos me olhavam confusos, principalmente minha família. A porta se abriu e dela, desceu Angelina. Hershel ficou paralisado e Angelina também. Ninguém ao redor conseguia entender essa sensação. Meu pai deu alguns passos a frente antes de puxar Angelina para um caloroso abraça-lo.

Antes de leva-la para dentro, vi Maggie se afastar. Com ela, eu conversaria depois, precisava conhecer Angelina melhor.

Notas finais
E aí pessoal? Vocês gostaram do trailer, da história, da narração. Me conte o que vocês acharam nos comentários. Nos vemos em breve, o mais breve possível espero eu! Até logo, beijos!