Made of Stone

1 Capítulo 1


Notas iniciais
Oiee pessoas!Volteeeii!Com mais one pra vcs!♥Essa eu escrevi quando eu estava no tédio no colégio.

Seria possível eliminar todos os seus inimigos em uma só noite? Nandy iria descobrir isso, já era tarde, ela andava depressa, vestia um casaco branco com o capuz levantado, logo chegou ao seu destino, ‘agora não há mais volta.’ Pensou, respirou fundo e bateu na porta que foi atendida por uma senhora loira que devia ter uns quarenta e cinco anos.

–Olá desculpe o incomodo é que eu estou perdida na cidade e meu celular está sem bateria, posso usar o seu telefone? -perguntou sorrindo.

–Claro entre! Qual o seu nome querida?

–Clarisse, obrigada não irei demorar. — ela com certeza seria uma boa atriz, entrou na casa e foi em direção ao telefone deixando ser guiada pela mulher porém a parou no caminho.

–Senhora posso ir ao banheiro? -pediu fazendo sua melhor cara de culpada.

–É a primeira porta a esquerda-disse sorrindo, a garota foi em direção a porta observou que a mulher não estava olhando e desviou o caminho indo para o quarto ao lado, abriu a porta e o viu deitado, dormindo com certeza, em passos mansos foi para o lado da cama e se abaixou ficando frente a frente com o garoto, levantou a mão e acariciou as curtas mechas do cabelo loiro, fazendo ele despertar alarmado.

–Você? O que faz aqui? -perguntou com a voz cheia de sono.

–Vim pegar o que é meu. — disse com um sorriso sádico-Eu avisei! -ela pegou a faca que estava escondida em sua cintura e a enfiou no peito do garoto bem na hora que ele ia gritar, não satisfeita continuou a cravar a faca em vários lugares manchando seu casaco de vermelho e encharcando suas mãos de sangue.

–Brian você já...-a frase ficou no ar pois o susto a impediu de falar- O que você fez com o meu filho?!-gritou se ajoelhando e chorando ao lado do cadáver, Nandy ficou em observando a cena em silencio uns minutos antes de responder.

–O mesmo que irei fazer com você-e esfaqueou as costas da mulher que caiu morta ao lado do filho, Nandy se afastou e observou a cena macabra: mãe e filho mortos, jogados no chão parecendo abraçados; foi ao espelho e viu que o seu casaco agora estava tingido de vermelho.

Pegou a mochila do garoto e a esvaziou, retirou o casaco e o colocou lá dentro, pegou outro no guarda-roupa e o vestiu, limpou as mãos e colocou a mochila nas costas, sua faca já estava na sua cintura, passou pela porta e respirou fundo colocando o capuz agora preto, a próxima parada ficava no outro lado da cidade; com a cabeça baixa foi para a estação de metrô, observando as pessoas pensava em quanto podiam ser idiotas e egoístas, e se perguntava se um dia se arrependeria do que estava fazendo ‘não’ respondeu a si mesma, afinal eles mereciam, pegou o ônibus como se fosse uma pessoa normal indo visitar alguém, riu com isso afinal ela iria visitar alguém...

Nem viu o tempo passar e já havia chegado, em passos lentos entrou no prédio já sabia o andar e o apartamento, estava tudo detalhadamente planejado para esta noite, arriscado sim porem necessário, bateu na porta e um garoto alto e moreno atendeu.

–Oi? -ele não a reconheceu mais eram da mesma escola, Nandy era um ano mais nova.

–Oi, desculpe o incomodo é que eu sou colega da Melissa e gostaria de falar com ela.

–Desculpa mais a Melissa não está agora, se quiser esperar...-disse dando passagem para ela entrar.

–Obrigada...er?

–Robin e você? -ele a olhava com malicia.

–Clary, posso ir ao banheiro?

–Claro, vou lhe mostrar onde é- ela o seguiu até um quarto.

–Use o meu, os outros estão trancados-obvio que era uma mentira, mais ela fingiu que acreditou.

–Ok, seus pais estão em casa? -perguntou sabendo a resposta.

–Não, saíram-ela sorriu diabólica e começou a tirar a roupa.

–Então estamos sozinhos? -disse enquanto aparecia na porta do banheiro completamente nua, sem nenhum pudor.

–Sim, totalmente sozinhos-disse se deliciando com a visão, já era evidente sua ereção e só piorou quando ela se aproximou; num gesto inesperado a pegou pela cintura e a jogou na cama, tirando a própria roupa- Você não sabe onde se meteu vadia! -disse apertando os seios dela.

–Ah eu sei muito bem onde me meti-ele distraído não percebeu o brilho psicótico no olhar dela. — Hoje você irá morrer de prazer!

–Se acha boa né? Então vem me mostrar o que sabe! -Nandy subiu em cima dele e começou a distribuir beijos e lambidas por seu corpo até chegar ao seu membro onde deu uma leve mordida o fazendo gemer de dor-Cuidado cachorra! -ela não se intimidou e continuou o seu trabalho até sentir o sêmen na sua boca, levantou a cabeça e viu que ele estava de olhos fechados ainda saboreando o prazer ‘é a hora’ pensou e agarrou o pescoço dele o sufocando, apertava cada vez mais forte até ele parar de respirar ‘um já foi’. Vestiu a roupa e o cobriu, foi para o quarto da irmã dele encontrando tudo impecavelmente rosa e arrumado, se sentou na cama com a faca na mão, demorou algumas horas até que ouviu o barulho da porta, animada começou a encarar porta, o susto da garota que passou ali foi cômico porem seu final foi trágico, assim que passou pela porta Nandy pulou da cama e a furou no braço e antes que a garota gritasse lhe cortou a garganta a matando de vez, e de novo suas mãos e seu casaco estavam sujos de sangue.

Novamente trocou o casaco agora rosa, saiu do apartamento deixando os dois mortos para trás, já estava de madrugada, a próxima vítima morava perto, dava para ir andando e assim o fez. Mais uma vez refletiu sobre o que estava fazendo ‘por ele faço tudo’; continuou até chegar a pequena casa onde sua pior inimiga morava, desta vez não fez nenhuma cerimônia, entrou pela janela encontrando a garota dormindo e assim facilitando seu trabalho, pegou um dos perfumes que estavam ali e o jogou na cama acordando a garota.

–O que é isso? -ela perguntou.

–Sua morte-disse e acendeu o isqueiro que estava em seu bolso o jogando na cama a fazendo incendiar; desta vez o seu casaco não estava sujo de sangue, saiu pela mesma janela que entrou e correu até chegar a uma rua com poucas pessoas, sua ira e frustração vieram à tona, se encostou em uma parede tampando os ouvidos, sentindo as lagrimas descerem ‘por que ele não olha para mim? Eu faço tudo por ele e mesmo assim continuo sendo nada.’ Continuou assim por um tempo até conseguir reunir forças para levantar e continuar, ‘o ultimo’, pensando isso foi para o prédio do meio da cidade, vagou lentamente até encontra-lo na parte de trás do prédio.

–Kadu- o chamou e o garoto a olhou.

–Nandy-sorriu- O que faz aqui? -ela não respondeu apenas o abraçou.

–Eu te amo-sussurrou no ouvido dele, mais antes que ele tivesse qualquer reação tirou a faca da cintura e a cravou nele, chorando apertou para depois solta-lo no chão.

Ajoelhada ao lado dele soluçando fortemente olhou para o céu nublado e pensou ‘eu matei todos que você amava para estarem junto de ti’, em um ato de agonia gritou com todas as suas forças.

–Eu te amo-disse com a voz falha- Adeus- deu um beijo em seu amado e foi embora.

Nandy conseguiu matar todos que odiava pelo garoto que ela amava, não aguentava mais as pessoas falando mal dela a chamando de louca e o seu amor não a defendendo, sempre dizendo que eram amigos mais nunca assumindo, a machucando por dentro, agora ela estava livre deles e nunca mais iria sentir qualquer sentimento, agora ela era feita de pedra.

Notas finais
Espero que tenham gostado!Ficou um pouquinho longa...rsAh,tenho que agradecer a duas pessoas que me inspiraram e ajudaram a escrever e postar esta one!Primeiro a minha amiga Dalila que sempre lê e da as sua sinceras opiniões sobre os meus textos!♥E segundo a minha amiga Nathy que me ajudou a ter coragem para postar essa história!♥Amo vcs duas!Então até a próxima!Comentem!:)
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!