Mad About You

17 Capítulo 17: Barata!


Notas iniciais
Heeeeeeeey muchachos! hue. hehe. ~ corre. Enfim, peço perdão pelo sumiço e pela IMENSA demora em atualizar as fics, prometo que eu farei assim que der! T_T Não me abandonem, pls. hehe. Essa one aqui foi inspirada em uma pequena 'conversa' (mentira, um surto bem fresco da minha parte por causa da uma barata) entre mim, a Luz-chan e a @Leticiagsv, HAHAHA. Dedicada a elas, porque disse que o faria quando escrevesse! ♥ Boa leitura, nos vemos nas notas finais, bj e entrem no clima com: http://www.youtube.com/watch?v=Yfka9m6NhzE UUSAHUSAHASHU ps: Ainda preciso responder uns reviews, não me matem, prometo que farei tudo isso logo! Estou só de passagem! /foge ps²: perdoem os erros, não revisei, podem me avisar qualquer coisa, é bom que até facilita meu trabalho, hehehe. Aliás, depois posto o banner da one anterior e dessa, porque infelizmente, estou apenas com o pendrive e não tenho editor de imagens nesse pc. /cries

Barata!

O grito de Lucy ecoou por todo o apartamento e não demorou mais do que alguns segundos para que ela viesse correndo de dentro do banheiro, o cabelo cheio de shampoo e a toalha pendendo desajeitadamente pelo seu corpo semi-nu.

Natsu levantou do sofá em um pulo, assustado pelo grito da parceira.

— O que foi, Lucy? O que foi? — ele perguntou quando ela se agarrou a ele com força, algumas lágrimas dramáticas no canto dos olhos castanhos.

— Eeeeh, Natsu! Uma barata! — gritou, verdadeiramente assustada. — Tem uma barata gigantesca no banheiro! — choramingou.

Antes que se desse conta, Natsu estava as gargalhadas, rindo tão alto que provavelmente toda a vizinha poderia ouvi-lo.

— Natsu! Por que você está rindo? Isso não tem graça! — resmungou irritada, dando tapas na costa dele.

— Você precisava ver a sua cara! — continuou rindo, colocando a mão na barriga que já começava a doer de tanto dar risada. — E tudo por causa de uma barata!

Ela deu um forte cascudo na cabeça dele e só assim para que Natsu conseguisse parasse de rir, a risada sendo substituída por um gemido de dor.

— Pare de rir, Natsu idiota! Vai matar a barata pra eu terminar de tomar banho! — mandou irritada, apertando a toalha na altura dos seios.

— Certo — acatou com um biquinho e caminhou na direção do banheiro.

Quando chegou lá, abriu a porta devagar, tentando usar seus sentidos apurados para procurar o gigantesco inseto, de início não houve nenhum sinal, então ele entrou no recinto. Lucy estava logo atrás dele, tremendo feito um boneco de posto, olhando para os lados desconfiada.

— Eu não estou vendo nada, Luce! Tem certeza que você não está vendo coisas? — perguntou, virando-se para ela.

— Você acha mesmo que eu iria sair correndo do banheiro praticamente pelada se não tivesse uma barata gigantesca ai dentro? — Revirou os olhos de forma exagerada. — Por favor, eu estava... Natsu!

A barata vinha voou na direção dos dois, Lucy gritou e correu para o sofá, Natsu não fora rápido o suficiente e a barata pousou em seu cabelo.

— Onde ela está? Onde ela está? — ele gritou para Lucy, enquanto olhava para todos os lados.

— No seu cabelo! No seu cabelo! — a maga pegou uma almofada e em um momento de coragem, começou a bater na cabeça dele com o objeto.

— Tira de mim! Tira de mim! Ai, ai, Lucy! — reclamou quando as pancadas ficaram fortes demais. Ela recuou alguns passos, segurando a almofada tão fortemente que as dobras dos seus dedos estavam esbranquiçados. — Cadê ela?

Ela olhou para o chão, esperando ver a barata morta no chão, mas tudo que encontrara foi o vazio.

— Natsu... Eu não sei. Ela sumiu... — Lucy sussurrou com pavor.

— Por Mavis! Eu fui espancado por nada — reclamou, massageando a cabeça. — Essa barata é feita de quê? Você quase me matou com essas pancadas e essa maldita ainda está viva?

— Isso não é importante agora! — choramingou, as lágrimas de medo presas no canto dos seus olhos. — Acha a barata, Natsu! Ou eu vou embora daqui e nunca mais volto! — deu uma pausa, o olhar de Natsu incrédulo sobre si. — De toalha!

O dragon slayer teve que conter a vontade de revirar os olhos unida a de rir. Nossa! Por que mulheres tinham que ser tão dramáticas sobre insetos?

— Ela está na sua roupa! Na sua roupa! — Lucy gritou, aterrorizada e afastou-se dele.

— Onde? Onde? — Natsu acendeu as chamas nas mãos e começou a bater em sua roupa a procura do bendito (maldito) inseto. Sentiu algo movendo-se nas suas costas e tirou o colete com rapidez.

Lucy não estava o ajudando com nada, a barata estava em suas costas! Nas suas malditas costas! Provocou uma rajada de fogo — o que foi completamente ineficiente, pois acabou acertando a cortina — e o animal voou para cima de Lucy.

— Pra cima de mim não! Não! — Arremessou uma das chinelas que estava no chão, mas ela era muito ruim de mira e passou no mínimo uns dez centímetros do alvo. — Natsu, seu molenga! Faça alguma coisa!

— Estou tentando! — gritou de volta e lançou outra rajada de fogo, o que foi inútil novamente, pois a maldita parecia inteligente e voou diretamente em Lucy.

A loira soltou a toalha e começou a balançá-la para afastar o inseto. Natsu teve o vislumbre do corpo nu da namorada e ficou parado, apenas observando o interessante movimento dos seus seios enquanto balançava a toalha de um lado para o outro.

— Odeio baratas! Odeio! — reclamou e parou quando perdeu o sinal do inseto. — Natsu, o que você está fazendo? Era pra você estar me ajudando! Mas parece que você só queimou minha casa! — acusou impiedosa. — E agora está me tarando!

O mago deu uma risada e ameaçou se aproximar, mas parou no lugar quando percebeu pequenas anteninhas em cima da cabeça de Lucy.

— Luce, amor... — começou receoso e engoliu em seco. — Fica paradinha.

— Para...dinha? — repetiu com os olhos arregalados. — Não! Não! Não me diga que...

Ele balançou a cabeça afirmativamente e começou a se aproximar. A maga celestial começou a se tremer inteira, faltando soluçar de tanto medo, fazendo uma careta de nojo ao lembrar-se que a maldita estava em seu cabelo! Em seu cabelo!

— Natsu... — murmurou fazendo um biquinho.

— Espera, fica quieta que eu vou... — Avançou mais alguns passos e quando estava perto o suficiente, jogou fogo por cima da cabeça dela. — Matá-la!

A Heartfilia se jogou no chão, sentindo o cabelo quente e se deu conta que o seu namorado — retardado — tinha acabado de queimá-lo. Levantou os olhos para encará-lo, estupefata, esquecendo-se da barata por um momento.

— Meu... cabelo! Você queimou meu cabelo! — Levantou rapidamente.

— Lucy, foi sem querer... Eu juro! — Natsu ergueu as mãos em um sinal de paz. — Você queria que eu matasse a barata!

— E nem isso você conseguiu fazer! — retrucou no limite de chorosa para raivosa.

— O que vocês estão fazendo? — Happy adentrou o apartamento de repente, brotando do além, inicialmente sem notar a pequena bagunça que estava ali. — Parece que eu cheguei em um momento mau, Lucy-gorda tá pelada.

— Ha...ppy.

— Não é uma boa hora mesmo, companheiro. Acho que devemos ir embora — Natsu sussurrou para ele com uma expressão assustada.

— Você botou fogo no apartamento de novo? — O gato balançou a cabeça, dando uma de sábio. — Tudo bem, vou embora antes que sobre pra mim.

— Não adianta fugir, Natsu Dragneel. — Vish, ela tinha o chamado pelo nome todo. — Porque eu vou achar e matar você.

— Olha só isso! — Happy cortou-a e voou para perto do banheiro distraidamente, até pousar no chão. — Uma barata. — E tão naturalmente como tinha chegado, apenas pegou uma das sandálias abandonadas de Lucy e matou o inseto. — Lucy-porca.

Inacreditável. Simplesmente inacreditável.

— Você matou... a barata? — Lucy perguntou com lágrimas nos olhos, mas dessa vez, eram de felicidade.

— Sim, por acaso ela era seu animal de estimação? — replicou inocente, pronto para fugir caso a resposta fosse “sim”.

— Você é o meu herói! — Com a toalha já recolocada no lugar, pegou Happy e abraçou-o com tanta força que quase o sufocou. — Vou comprar peixes para você! Todos que você quiser!

— Mas você é pobre! — ele retrucou.

— Não interessa! — insistiu de bom humor.

— E eu? — Natsu interrompeu com um bico. — O que eu vou ganhar?

A loira o fuzilou com o olhar e com a voz séria, disse:

— Vai ganhar uma chinelada na cara por ser um namorado incompetente que nem consegue matar uma barata, queima o cabelo da parceira e o resto do apartamento.

Ele fechou a cara.

Oh, vida cruel. E baratas definitivamente eram do demônio.

Notas finais
hehe, boba, eu sei. Mas eu me diverti muito escrevendo, porque esse dia do meu surto no twitter foi muito engraçado! E além disso, me fez conhecer uma ótima amiga; Sério, espero que tenham gostado, apesar dos pesares. Estarei esperando (mesmo não merecendo tanto) os reviews de vocês! Espero meeeeeesmo que tenha arrancado ao menos uma risadinha, não sou tão boa com comédia /choray. Tô indo, porque ainda preciso estudar Física - essa maldita! (quem mais é uma tristeza nessa matéria? Porque sou péssima, UAHAUHAUH) Well, beijo e até depois! ps: Às vezes fico me perguntando o que vocês pensam de mim, sério. Quando coloco esses links doidos nas notas, músicas no-sense e vídeos wtf, UAHUAHUA, devem achar que sou louca - não que eu vá negar -, mas ok. KKKKKKKKKK Beijo! ps²: Qualé, a músiquinha é mó dahora! UAHUAHUAHU