Mach
1 Acidente
Notas iniciais
Mach
Capitulo 1 — Acidente
Mach corria pelo deserto. Estava de noite e só à lua e as estrelas iluminavam o local, mas por algum motivo Mach sabia para onde ir. Ele corria pelas dunas em uma velocidade assustadora, o que era incomum para ele. Mach estava visivelmente cansado e aos poucos começou a diminuir a velocidade. Ele começou a sentir os efeitos do cansaço, sentindo dor intensa nas pernas e no resto do corpo.
-Preciso parar. Preciso parar! — Disse Mach para si mesmo. Ele começou a desacelerar cada vez mais até ouvir sussurro.
Mais rápido.
Mach estranhou o sussurro. Parecia mais uma ordem.
-Mais rápido? Eu não posso ir mais rápido. — Disse Mach. Mas ele ouviu novamente a mesma coisa.
Mais rápido.
Mach começou a se questionar novamente. Ir mais rápido seria suicídio. Mach estava exausto fisicamente e mentalmente. Se ele fosse mais rápido poderia desmaiar e morrer se não fosse encontrado a tempo.
Mais rápido.
Mach se questionou novamente. Como poderia ir mais rápido? Era impossível naquela situação.
Mais rápido.
Mach queria desistir. Ele queria desistir de verdade, mas no fundo, no fundo de seu coração...
Mais rápido.
... Ele queria correr mais, lutar mais, ele queria estar:
Mais rápido.
Mach começou a aumentar a velocidade, a correr mais. Ele não podia parar, ele tinha que ir mais rápido.
Mais rápido.
Mach aumentou cada vez mais a velocidade, chegando a níveis subsônicos. Após alguns segundos ele sentiu uma barreira de ar se formando sobre ele. A barreira era densa e pesada, mas Mach sentia que tinha que ultrapassa-la.
Mais rápido.
-Mais rápido. — Disse Mach. Aquele sussurro para Mach não era só um sussurro. Não mais. Aquilo era na verdade sua mente, seu pensamento, seu corpo, sua alma. Eles o motivavam, o guiavam, diziam para ele ir mais rápido.
-Mais rápido.
Mais rápido.
-Mais rápido.
Mais rápido.
-Mais rápido.
Mais rápido.
-Mais rápido.
Mais rápido.
-Mais rápido.
Mais rápido.
Mach correu mais rápido que podia. A barreira de ar foi aos poucos cedendo, passando ao redor dele. Mach viu uma luz e acelerou cada vez mais, quebrando a barreira de ar e socando a luz intensa.
Mach acordou. Tudo que havia acontecido foi apenas um sonho.
-Foi apenas um sonho. O mesmo sonho. — Disse se levantando da cama. Ele esfregou os olhou e olhou para a janela. O sol nascia lentamente pelo horizonte. Mach saiu da cama e pegou sua toalha que estava estendida na cadeira. Nisso ele foi ao banheiro e tomou uma ducha rápida. Depois do banho saiu e vestiu uma cueca e um conjunto de calça e casaco de moletom, saiu do quarto, desceu as escadas e se dirigiu a cozinha, comeu uma banana e saiu para caminhar.
Mach respirou fundo e começou a correr. Era seu hábito diário. Não importava o tempo, se chovia ou fazia calor, ele corria por quilômetros por alguns minutos até dar quanta e cinco minutos de da hora de ir para o colégio. Ele corria pelas ruas quase desertas de Natureza enquanto admirava o horizonte. Parecia que corria contra o sol para ver quente era mais rápido. Mach deu um sorriso enquanto fazia sua corrida diária. As ruas eram calmas e ele podia fazer isso sem se preocupar, mas ele gostava de correr para se manter alerta. Manter-se vivo. O sol ergueu-se majestosamente enquanto ele corria pelas quadras de seu bairro. Mach começou a ver as horas pelo seu relógio de pulso. Indicava seis e vinte.
-Bem, está na hora de voltar.
Mach deu meia volta e se dirigiu de volta para casa. Enquanto corria ele pode ver o movimento da rua aumentar. Mais carros andavam por ela. Mach chegou em sua casa e se dirigiu a cozinha. Lá estava Mark, Sherry e Lana, tomando o café da manha.
-Oi pai, oi mãe. — Disse Mach.
-Oi filho. — Disse Mark e Sherry.
-Oi Lana.
-Oi Mach. — Disse Lana.
Mach sentou-se à mesa.
-E então, quais são as novidades? — Perguntou Lana
-Nada demais, só caminhei mesmo.
-Achei que tivesse se encontrado com alguém.
-Ás cinco e meia da manha? Sério mesmo?
-Ás vezes pode acontecer. — Ela disse enquanto comia uma torrada. Mach comeu outra banana enquanto enchia uma xícara de café.
-E vocês, o que fizeram ontem? — Perguntou Mach a Mark e Sherry após engolir um pedaço da banana.
-Eu fiquei apenas no plantão até as dez, quando ele se encerrou. — Respondeu Sherry tomando uma xícara de café.
-E você pai?
Mark engoliu um pão.
-Bem ontem meu projeto já passou da fase de testes. — Ele disse animado. Mach se empolgou com a notícia.
-Quer dizer que você concluiu seu projeto?
-Sim!
Mach se levantou da mesa e abraçou seu pai.
-Parabéns pai! — Disse Mach alegre.
Mark envergonhado disse:
-Obrigado!
Sherry o abraçou também e lhe deu um beijo.
-Parabéns querido.
Mark respondeu um obrigado e retribuiu o beijo.
-Parabéns pai. — Disse Lana.
Mark riu e disse.
-Ok! Já recebi parabéns demais de vocês. Se eu receber mais vou ficar com bastante vergonha.
-Sherry riu da reação do marido.
-Calma, não é o prémio Nobel.
-Se fosse eu estaria mais nervoso ainda.
-Talvez até desmaiasse. — Disse Sherry.
Eles riram da reação de Mark e terminaram de tomar o café. Mach foi até seu quarto e se trocou, vestindo uma calça jeans, camisa cinza de gola vermelha e mantendo ainda os tênis de corrida. Ele pegou a mochila, desceu e foi para a garagem onde Mark e Lana o esperavam.
-Está pronto?
-Sim. –Pois vamos.
Eles entraram no carro que era uma Land Rover, e Mark deu a partida. O portão foi aberto por Sherry e ele engatou a ré. A Land Rover saiu da garagem e foi direto para a rua. Sherry fechou o portão e entrou no carro. Mark engatou a primeira e seguiu para a zona leste da cidade. O carro andava normalmente pelas ruas movimentadas de Natureza. O transito era calmo, algo comum em Natureza. Em menos de quinze minutos eles chegaram ao Colégio Victória.
Mark estacionou a Land Rover em frente do colégio e disse:
-Boa aula para vocês.
-Obrigado. — Responderam Mach e Lana. — Tchau.
-Tchau.
Mach e Lana desceram do carro e foram até a entrada do colégio.
Lince andava pelos os corredores do colégio Victória usando seu casaco do time de atletismo com certo orgulho. Mas apesar de ser um atleta, ele era humilde, ajudando sempre as pessoas de outras “classes”. Lince era rico, visivelmente, mas era diferente de qualquer um. Para ele posição era algo fútil, devido na certas experiências do passado que o fizeram enxergar isso. Para ele ser alguém importante era ser útil, ser alguém que ajuda os outros sempre que possível. As pessoas acenavam para ele e o mesmo retribuía alegremente. Para Lince não existia caos, só problemas e suas devidas soluções. Um dos alunos caminhou até ele e disse:
-Oi Lince.
-E aí Techno, tudo bem?
-Tudo, você viu o Mach?
-Ia te perguntar a mesma coisa cara. — Disse Lince coçando a cabeça. — Mas deixando isso de lado viu o novo Fall Out?
-Cara eu vi sim, está incrível!
-Eu sei, está lindo demais não é?
-É, tanto em gráficos como em game play.
Lince e Techno começavam uma conversa sobre jogos. Os dois tinham uma amizade longínqua, na qual se estendia por anos.
-E ai... — Lince olhou para o lado — Oi Mach.
Mach vinha do corredor.
-Oi Lince, oi Techno. — Respondeu Mach.
-Como está?
-Bem e vocês.
-Também. — responderam Lince e Techno ao mesmo tempo. — O que está fazendo?
-Nada, e vocês?
-Estamos conversando sobre jogos.
-Falando em jogos vocês viram...
Mach começou um novo assunto e eles falavam sobre motores de jogos. Mach, Lince e Techno pegavam seus materiais enquanto conversavam. Eles conversavam por minutos até Lana chegar.
-Oi meninos.
-Oi Lana.
Ela continuou a conversa com eles e continuaram até o sinal tocar.
-Vamos, está na hora.
Eles entraram na sala de aula 2-A e se sentavam em seus respectivos lugares. O professor Ruben entrou na sala e disse:
-Bom dia alunos, tudo bem com vocês?
Alguns responderam sim.
-Bem antes de começar a aula gostaria de parabenizar a equipe de atletismo por mais uma vitória. Uma salva de palmas para Lince, Mach e o resto da equipe!
Todos aplaudiram Mach, Lince e alguns alunos. Mach e Lince coçaram a cabeça, envergonhado e disseram:
-Não foi nada gente.
Rubem levantou a mão e as salvas de palmas pararam.
-Bem continuando, na aula anterior nós estudamos sobre o império romano e sua ascensão...
Rubem começou a dar a aula. Mach anotou todo o assunto. Depois de anotar, ele começou a desenhar Rubem dando aula. Era um hábito que tinha quanto estava sem foço ou nervoso. As duas aulas de Rubem passaram e eles sairão se dirigindo para sala do professor Rafael de física.
-Atenção alunos, eu quero a atenção de todos. Hoje iremos rever o capitulo dois. Abram os livros na página...
As aulas continuaram até o meio dia, no horário do almoço. Mach, Lince, Lana e Techno foram para o refeitório almoçar. Os alunos se organizavam em duas filas para pegarem seu almoço. Eles foram para a fila e esperam até chegarem sua vez. Mach, Lince pegaram arroz, feijão, carne branca e salada, Lana pegou uma salada e frutas e Techno pegou carne vermelha, arroz e feijão. Eles se sentaram em uma mesa e começaram a conversar enquanto comiam.
-E então, o que acha sabe o que é o projeto do seu pai?
-Não, ainda não. — Respondeu Mach.
-Mas vai ver ele, não é?
-Só a apresentação na semana que vem.
-Mas que droga. Bem falando em projeto, você já mostrou o nosso novo aplicativo para seu pai.
-Já, mas ele ainda não teve tempo de ver.
-Ah. E o que vai fazer depois do colégio?
-Acho que vou para casa mesmo, por quê?
Techno e Lana olharam pros lados.
-É...
-É o que? — Perguntou Lince.
-Nada não, deixa pra lá, é que achei que vocês iam para o shopping.
Lince parou para pensar e disse:
-Tai uma boa ideia. E ai Mach o que acha?
-Se pra você está tudo bem, então tá. — Mach fez um gesto afirmativo e ele comeu o resto de da salada. Lince terminou de comer e disse:
-Certo, hoje depois da aula?
-Hoje depois da aula. — Afirmou Mach terminando de comer também. — Bem, vamos aproveitar o resto de nosso tempo livre. — Disse se levantando. Mach levou a bandeja até a esteira e pagou o almoço. Lince veio em seguida, junto de Lana e Techno. Eles também deixaram a bandeja e foram voltaram para a mesa. Eles continuaram conservando até o sinal tocar novamente. Eles foram até seus respectivos armários e pegaram seus livros. Nisso foram para a sala de aula e seguiram o resto do dia assistindo aulas.
-Você não achou que eles estavam estranhos? — Perguntou Lince. Mach olhava tênis novos e disse:
-O que?
-Você não achou que o Techno e a Lana estavam estranhos?
-Como assim estranhos? — Perguntou Mach sem entender.
-Você sabe, agindo de forma estranha.
Mach parou para pensar.
-Não sei, mas pensando bem, na hora do almoço eles estavam esquisitos.
-Pois é eu também estranhei nisso. — Disse Lince pegando um tênis. — O que acha disse? — Perguntou.
-Eu gostei. — Disse Mach vendo os tênis Nike pretos com detalhes em vermelho. — E o que acha desse? — Perguntou Mach mostrando um tênis Olympus Azul com detalhes brancos.
-Achei muito chamativo.
-É tem razão.
Mach e Lince olhavam mais alguns tênis e em seguida foram para outra loja esportiva. Lá eles experimentaram alguns tênis e acharam os tênis que procuravam. Um era um Nike cinza com detalhes em vermelho e prata e o outro era outro Nike Preto com detalhes em castanho claro. Eles foram até o caixa e compraram os tênis a vista. Depois disso foram até a praça de alimentação comer algo.
-E ai, o que acha da nossa aquisição? — Perguntou Mach
-Foi ótima — Respondeu Lince. Mach olhou para as horas e disse:
-Está na hora de voltarmos.
Lince terminou de comer seu sanduiche e se levantou.
-Ok, vamos.
Ambos saíram do shopping e se dirigiram para a parada de ônibus, esperaram o ônibus 111 chegar e o pegaram voltando para o bairro Remanso, onde eles moravam. Mach foi para casa e Lince foi junto já que iria ajudar em um trabalho antes de ir para realmente para casa.
Após chegaram Mach pegou sua chave e abriu a porta. Como estava escuro ele ligou a luz, mas não viu ninguém.
-Pai? Mãe? Lana? Vocês estão aí? — Perguntou enquanto entrava em casa. Lince foi atrás. — Olá? Tem alguém em casa? — Mach perguntou de novo, novamente ele não obteve resposta. Lince começou a procurar junto, olhando o outro lado da casa. Sem resposta eles foram para os fundos. Lá eles ouviram sussurros e algumas risadas. Eles abriram a porta.
-SUPRESA! PARABÉNS PELA VITÓRIA NO CAMPEONATO! — Disseram Lana, Sherry, Mark, Techno, a equipe de atletismo, e a turma do segundo ano. O quintal estava enfeitado de correntinhas coloridas de papel, confetes e uma faixa que dizia Parabéns. Mach e Lince ficaram surpresos com a festa surpresa.
-Nossa...
-Uau.
-Parabéns meninos. — Disse Lana abraçando Mach e em seguida abraçando Lince.
-Obrigado pessoal, por tudo. — Disseram Mach e Lince ao mesmo tempo. As pessoas gritavam para Mach dizendo:
-Discurso, discurso!
Mach foi empurrado por Lince.
-Já fiz discursos demais. Agora é a sua vez.
Mach subiu no palco improvisado, nervoso, e pegou o microfone.
-E... Oi pessoal, tudo bem com vocês?
Algumas sim foram ouvidos.
-Desculpe se fui meio idiota agora, é por que estou um pouco nervoso.
Algumas pessoas riram.
-Por favor, não riam, é sério isso. — Disse Mach. — Bem antes de começar o meu discurso eu tenho que agradecer antes. A primeira que agradeço é a Deus, por me dar forças sempre. Segundo a toda minha família e amigos que além de me apoiarem me ajudam nos momentos mais difíceis, ou seja, significa que vocês são demais. Obrigado.
Várias pessoas aplaudiram enquanto gritavam o nome de Mach.
-Calma gente eu ainda nem fiz o discurso. — Ele disse com um sorriso. As pessoas pararam de gritar e aplaudir. — Bem por onde começar...
Mach discursou por longos quinze minutos, nós quais algumas pessoas choraram e outras sorriam, mas todos riam das piadas que Mach fazia. Após terminar todo mundo aplaudiu e Mach apenas sorriu, feliz por tudo que havia acontecido. Eles festejaram até as dez da noite e em seguida todos foram embora aos poucos. Sherry despedia a todos com segurança junto de Mark enquanto Mach, Lince e Lana organizavam a casa após a bagunça da festa. Sherry foi até eles e disse:
-Pessoal, amanha é sexta, vocês ajeitam isso amanha pela tarde.
-Não precisa mãe, a gente ajeita hoje mesmo. — Disse Mach.
Sherry os olhou e disse.
-Está bem, vocês é quem sabem.
-Não se preocupe Sra. Pitsburgh, vamos terminar isso rápido. — Disse Lince terminando de pegar os copos.
Ela olhou e viu que eles já estavam terminandop de limpar o local.
-Eu ajudo vocês daqui a pouco está bem?
Mach, Lana e Lince acenaram positivamente e voltaram a limpar a bagunça. Sherry e Mark voltaram a acompanhar os convidados enquanto eles limpavam. Após o último convidado sair, Sherry e Mark foram até o quintal e perceberam que os três adolescentes não estavam mais lá. Após procurarem eles o acharam em seus quartos. Lince já tinha ido para casa. Mach e Lana dormiam profundamente em suas camas. Mark e Sherry sorriram e cobriam ambos.
-Boa Noite Lana, boa noite Michael. — Disse Sherry tirando seus óculos e indo deitar.
— No três dias depois... —
Mach, Lana e Sherry estavam na palestra na qual Mark iria apresentar. Eles conversavam enquanto a palestra não se iniciava após alguns minutos as luzes se apagaram e Mark apareceu, vestindo um terno elegante ele se dirigiu a frente do palco onde estava um microfone na base, prestes a ser usado. Mark o pegou e fez alguns testes para ver se estava funcionando.
-Está ligado? Olá a todos e sejam bem vindos a technocom deste aano. Eu sou Mark Pitsburgh e serei o palestrante deste ano. Bem é uma honra estar aqui. Bem, quando eu era mais jovem eu nunca fui muito achegado a ciência, mas isso mudou quando pela primeira vez lí um livro do Julio Verne, e até hoje eu não me esqueco qual foi. De terra a lua foi um marco em minha vida e hoje estou aqui graças a ele. Bem, meu primeiro projeto foi com cartuchos de Pokemon, um Game Boy, rodas mecânicas, e peças velhas. Eu criei um robô...
Nisso Mark começou a falar sobre suas experiências com a robotica. A palestra demorou duas horas. Mark conversou com os espectadores e em seguida despediu-se de todos.
-Bem... Hora de ir. Ou vocês querem ver o a feira?
-Vamos ver.
Mach, Lana, Sherry e Mark começaram a andar pela feira, vendo os estantes e os projetos exibidos. Havia vários robôs e computadores em funcionamento, movendo-se e fazendo várias funções. Eles olharam admirados para o local onde a tecnologia estava em prefeita harmonia com a humanidade.
-Nossa, tem muitos robôs aqui. — Comentou Lana admirada.
-Tem sim e eles são de vários setores. Aqueles ali são da agricultura, já esses são da mineração.
-Aqueles são de segurança pelo visto. — Sherry apontou para alguns robôs robustos que observavam as pessoas no local.
-É, são sim.
Mach olhou para cada um deles, tentando advinhar qual setor eles eram.
-Acho que aqueles são do setor indrustrial. — Apontou para robôs que faziam algumas peças.
-Você acertou também.
Eles olhavam pelo local procurando por mais estandes. Mach parou em um no qual uma pessoa controlava um braço mecânico por comandos mentais, mas o que chamou a atenção dele foi que o nome de seu pai estava naquele estande.
-Pai, que projeto é esse?
Mark olhou e depois respondeu:
-Esse pe um projeto particular no qual eu trabalho a anos.
Mach se questionou.
-Está me dizendo...
-Não, não é. — Respondeu Mark. Em seguida ele saiu do local. Mach estranhou e depois saiu dali. A feira se estendeu pelo resto da noite e Mach aproveitou afeira para se inteira mais na tecnologia.
-O Techno iria gostar disso.
... No dia seguinte...
Mach estava com Lana em frente de sua casa. Eles observavam as estrelas que estavam mais cintilhantes que o normal. Eles tentavam escontrar as constelações enquanto seus pais não chegavam.
-E então o que vai fazer amanha? — Perguntou Mach a Lana
-Não sei ainda. — Ela respondeu. Ele olhou as horas e disse:
-Eles estão demorando.
-Eu sei. — Ela olhou para fora e viu a uma pequeno mercado que ficava próximo de onde estavam. — Quer que eu compre alguma coisa? — Lana perguntou olhando sua bolsa.
-Tras umas pastilhas. — Disse dando algumas notas.
-Certo. — Ela disse saindo de casa. Mach a olhou na porta e viu ela chegar no mercadinho.
Ele olhou para os lados e ouviu um som estanho.
Atenção todas as unidades, um caminhão desgovernado está seguindo pelas ruas...
Mach estanhou, ele viu um rádio comunicador que sua mãe sempre levava.
-A mamãe nunca esquece o rádio dela. Não quando sai...
Mach olhou para os lados e viu lana voltando. Ela levava uma sacola e escutava música. Ela olhou pros dois lados e começou a atravessar. Nisso um caminhão veio desgorvernado em sua direção. O motorista buzinava, sem sucesso.
-LANA! LANA! CUIDADO! — Gritou Mach. Como ela estava de fones ela não escutou e continuou a caminhar. Mach fez o inesperado, saiu correndo e a empurrou para fora da pista. A sua última reação foi se proteger do impacto. Um som grave foi ouvido. O caminhão se dirigiu até um morro onde bateu e capotou. O motorista saiu cambaleante do caminhão e desmaiou. Lana se assustou com o impacto e olhou Mach que foi sacado para outro canto da rua. Ela apenas gritou de terror e desespero.
-MACH!
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