Macgyver Undercover
6 Interrogatório
Notas iniciais
P.O.V. Matty.
Vou interrogá-la pessoalmente.
—Olá.
—Qual é o seu nome?
—Eu faço as perguntas aqui.
—Se liga, vou responder o que quiser, mas... o mínimo que pode fazer é me dizer o seu nome ou quer que eu chame você de Matty?
—Meu nome é Matilda Webber.
—Muito prazer, eu sou Claire Bishop Proctor Clairmont. Manda ver.
—A minha equipe identificou uma grande quantidade de pessoas vindo para os Estados Unidos e a massa de pessoas está vindo para a Califórnia. O Mac desenvolveu uma teoria de que todas essas pessoas são sobrenaturais e...
—Sim. Estou montando um exército para acabar com a Ordem de Sangue. Sim, quando eu chamei eles vieram. Sim, estamos cansados de sermos caçados, porque caso não saiba senhora Webber, eles nos amaldiçoaram, fizeram todos acreditarem que somos quem e o que não somos, eles nos queimaram, nos tiraram de nossas famílias e tiraram as nossas famílias de nós. Então, quando a Escolhida chamou, eles atenderam o chamado.
—Está planejando uma guerra?
—Essa guerra já estava fomentando a muito tempo. Sou só o farol que está guiando eles. Então, sim eu estou montando um exército e vou aniquilar a Ordem de Sangue. Mas, quero o menor número de baixas civis possível. Tecnicamente, a minha mãe é a Rainha, mas como ela está... sem condições de governar e o meu pai não quer mais governar. Eu sou a Rainha agora, eu vou acabar com a Ordem de sangue e criar um Coven unificado. E o mundo vai ter que nos engolir. Vamos lutar pelo direito de existir senhora Webber. Pelo direito de ter direitos. Assim, as nossas famílias estarão protegidas e os nossos costumes poderão ser praticados.
O que ela fez a seguir me pegou completamente de surpresa. Ela tirou o colar e tirou a escuta de dentro do colar.
—Eu já to por aqui a muito tempo. Vocês tem três opções, juntar-se a nós, juntar-se a eles ou sair do caminho.
Ela recolocou o colar e saiu da sala de interrogatório.
P.O.V. MacGyver.
Eu não acreditei na cara que a Matty fez. Uma cara de total choque, então ela fez cara de indignação, cruzou os braços e disse:
—Cara, ela é boa!
—Não conseguiu interrogá-la?!
—Ela me deu tudo o que eu queria antes mesmo de eu perguntar. Ela não deu detalhes, eu dei uma prensa nela e ela nem se mexeu! E pra fechar com chave de ouro, achou a escuta que eu plantei nela e colocou encima da mesa. Cara, ela é boa!
—E? Descobriu alguma coisa?
—A sua teoria do exército sobrenatural estava certa. Mas, eles estão se mobilizando contra a Ordem. Ela teve a audácia de me dizer que temos três opções, Estar com eles, contra eles ou sair do caminho. Meninos, estamos a beira de uma guerra mundial sobrenatural.
P.O.V. Claire.
É chegada a hora. Depois de meses de treinamento e preparação vamos invadir a Sede da Ordem de Sangue.
E eu tenho uma surpresinha pra eles.
P.O.V. Templária Maria.
Eu sou a Diretora da Ordem de sangue. Uma ramificação dos Templários.
Nós nos dedicamos a caçar as abominações enviadas pelo Satã. Então, a Abominação simplesmente entra pela porta da frente.
—Olá, Membros da Ordem.
—É muita tolice sua vir aqui sozinha.
—É muita tolice sua pensar que eu estou sozinha. E eu trouxe algumas surpresas.
Ela assoviou. E começaram a sair abominações de todos os lados. Bruxas, vampiros e criaturas nunca antes vistas.
—Agora estamos todos juntos e mais poderosos do que nunca. Você vai implorar por misericórdia e eu vou queimar cada uma das suas sedes, até o chão!
Foi um... massacre. Todos os meus soldados foram reduzidos á cadáveres. O confronto foi violento, mas veio e foi como um furacão.
—Peguem ela! Eu quero ela viva! Ela vai ser muito útil pra mim.
Eu não podia correr, eu até tentei, mas eu não consegui.
—Tentando fugir de um bando de vampiros? É, não rola. Acorrentem ela com força. Com toda a sua força.
Eles me acorrentaram tão fortemente que cortou a minha circulação.
—Tá confortável? Porque você não vai se soltar ou ser solta até eu acabar. E provavelmente vai doer.
Ela entrou na minha mente, acessou as partes mais profundas da minha memória.
—Obrigado Irmã Maria. Você me deu tudo o que eu queria. Você me ajudou a destruir a Ordem. E por isso, eu vou só cortar a sua cabeça.
Eu vi a lâmina vindo e quando eu acordei, eu com certeza não estava no céu.
P.O.V. Claire.
Cortada a cabeça, eu cortei a pele onde a marca ficava. Empacotei, coloquei num belo embrulho de presente. Eu até coloquei um laço.
—Pronto.
Nós entramos no servidor deles e tive acesso total, á todos os planos, todas as plantas de todos os prédios, cada identidade, de cada membro da Ordem. Nomes, endereços, identidades secretas, cargos dentro da Ordem, empregos.
—Aqui está.
—Faça cópias disso. Muitas cópias. E mande o meu presente para a Alta Sacerdotisa. Obrigado Lori.
—De nada. Eu não sou muito fã da parte do massacre, mas o que essa gente faz é muito errado.
—Tem como eu mandar uma mensagem? Um e-mail sei lá?
—Tem. Pra quem?
—A Alta Sacerdotiza. A manda chuva.
—Aqui. É o e-mail dela.
—Tenho uma ideia. Cortar a cabeça da serpente.
Eu comecei a digitar.
Temos uma situação. Um problema de nível A, encontramos a Escolhida. Penso que a Senhora vá querer executá-la pessoalmente. Nós a temos como prisioneira. Na Casa Segura.
E eu apertei enviar.
P.O.V. Alta Sacerdotisa.
Acabei de receber a notícia do século! Eu sabia que podia confiar em Maria. Ela conseguiu capturar a abominação e está certa. Eu mesma quero cortar a garganta da criatura.
Mandei a resposta imediatamente.
Estou á caminho.
P.O.V. Claire.
É isso ai.
—Game On, bitch!

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