MaKtub “Estava Escrito”

4 “As três perguntas”❤


Notas iniciais
Bom tarde, gurias! Desculpe a demora! Prometo não me demorar tanto pra postar o próximo. Espero que vocês gostem!

MaKtub “Estava Escrito”

Capítulo

“As três perguntas”

Fazenda Montenegro

Victoria se vestia para jantar. Os pensamentos dela estavam no desconhecido do riacho... Der repente escutou uma discussão.

Sala

— Você é um imprestável! Nunca serviu para nada... Uma planta é mais útil que você. – Rodolfo gritava com Clara.

— Por favor, Rodolfo não grite... Desculpe-me! Eu me esqueci do recardo. Não foi por querer. – Clara chorava.

— Saia da minha frente sua inútil! – Ele se colocou na frente de Clara, como se fosse a tirar com a força bruta da sua vista.

Antes de tomar qualquer atitude é interrompido por uma mão o segurando.

— Não se atreva a tocar na minha mãe! – Victoria naquele momento perdeu seu olhar angelical, no seu olhar tinha uma chama de coragem e raiva.

— Victoria, minha filha está tudo bem! – Clara temia o que Rodolfo pudesse fazer contra Victoria.

Rodolfo olhou nos olhos da filha, ele viu a chama de coragem e raiva.

— Quem você pensa que é sua moleca? Como ousa falar assim com seu pai? – Rodolfo se desvencilhou das mãos delicadas que segurava seu braço com uma força surreal.

— Quando você conquistar esse lugar, ai vai ter meu respeito! Enquanto isso pra mim o senhor não passa de ignorante que acha que o mundo deve se curvar as suas ridículas ordens! – Victoria o encarava sem pestanejar.

Rodolfo perdeu o pouco de controle que tentava manter... Levantou a mão para bater em Victoria.

Bata, faça isso! – Victoria não deixou se amedrontar o encarava de maneira desafiadora. _ Mas que fique bem claro... Senhor Montenegro, você dormi hoje com essa mão, mais pode ter absoluta certeza que amanhã não acordará com ela! Isso eu lhe garanto!

Rodolfo estava cheio de raiva! Algo acontecia dentro dele, uma culpa e um medo de machucar Victoria se instalou nele. Ele foi baixando o braço dado alguns passos para trás. Ele não tirava os olhos de sua filha, naquele momento ele percebeu o quão valente era sua filha.

— Saia as duas daqui... Quero ficar sozinho!

Clara correu até a filha e a pegou pelas as mãos, Victoria saiu quase arrastada... Seus olhos fitavam os olhos de seu pai.

— Como à senhora consegue suportar isso? – Victoria chorava desesperadamente. – Mãe isso não é amor.

— Minha filha, a vida não se resume ao o amor! – Clara falava de forma triste.

— E o que vale a vida sem o amor? Qual seria o real significado da vida sem o amor? Não me vejo levando uma vida de aparência mãe e nem quero! Prefiro morrer amando e sofrendo... Morreria feliz! – Victoria dizia suas palavras como em uma suplicia para que sua mãe a ouvisse.

— Meu amor na sua idade tudo é possível! O tempo passa e com ele ganhamos a maturidade... E essa fantasia de amor se desfaz como papel no fogo.

— Que eu me desfaça, junto com o amor assim como papel... Não quero e não vou tampa meus olhos com a máscara que a senhora usa. Não posso me permitir ser infeliz e vou lutar sempre por minha felicidade. Não permitirei que homem ou qualquer ser humano me roube de mim mesma.

— Você se contradiz minha criança! Quando nos permitimos amar o outro ele automaticamente vira proprietário de uma parte de nós. E quando perdemos a nossa parte, a parte que entregamos sem medo, sem resistência, aquela parte que trocamos com o outro... Por que quando o amor é recíproco, nós também ficamos com a outra parte dele. Vou lhe dizer por experiência própria; Essa parte que foi cedida não tem mais volta só pertence a ele e a ela... Assim como a parte que foi cedida a ti. O amor é uma troca, uma troca sem devolução! E quando o relacionamento não da certo... Acontece minha criança, quase sempre dar errado. Infelizmente por determinado motivos preenchemos essa parte por algo que antes não fazia parte de nós. Somos assim. Odiamos o vazio e o enchemos da primeira coisa a vista! – Nunca preencha Victoria, nunca cometa o maior erro dos fracos... Lute sempre pelos suas ideias, seus sonhos e por aquilo que dar sentido a sua vida... Porque no final das contas à única culapada por sua felicidade ou infelicidade será você. Lute minha filha, sempre e nunca se deixe enganar com seu orgulho, pensando que pode ser forte... Sempre que pensar em desistir de ser feliz, pense na vida que eu levo. Eu fiz isso a muito tempo, entrei em um caminho sem volta. Tão prepotente eu fui a pensar que eu era forte o bastante.

— Então o amor sempre acaba mal, minha mãe?

— Não minha criança o amor é apenas uma vítima do nosso orgulho, do nosso ódio e dar prepotência... Ame minha pequena, ame sempre! Ame enquanto isso te fizer bem!

— Você algum dia amou meu pai, mãe?

— Não! Amei o que ele me deu... Ele me deu você! Mas infelizmente amor nunca sentir! – Clara dizia de forma triste.

— Mas a senhora fala de uma forma sobre o amor... Já amou outro?

— Não mentirei pra você! Sim, amei outra pessoa.

— E o que houve?

— Minha menina isso é passado, prefiro deixar onde está!

— Tudo bem, minha mãe! Mas estou aqui sempre... E estarei ao seu lado a ter meu último suspiro e aquele homem não tocará um dedo em você. Eu prometo que não permitirei!

— Eu que tenho que te proteger minha pequena!

— Nós nos protegeremos! – Victoria abraçou a mãe.

Victoria preferiu jantar em seu quarto, na companhia de Nanã. O episódio ridículo de seu pai não apagou o brilho do seu olhar ao falar do rapaz do riacho ela contava as horas, minutos e segundos. Seus sonhos foram tumultuados, algumas imagens que ela nunca entendeu fizera como sempre presente. Os pesadelos eram tão rotineiros que nem a assuntava tanto... Apenas uma cena assustava sempre. A dor de olhar para o corpo de um homem sem vida, a fazia extremasse! Quando os primeiros raios de sol deu-se presente ela abriu seus olhos, feliz... Pois agora faltava um pouco menos pra encontrar seu desconhecido.

— Bom dia, minha menina! Que milagre á fez acordar tão cedo? – Nanã deu um beijo na face de Victoria.

— Bom dia, Nanã! A vida é muito linda, pra perder tempo dormindo. – Levantou-se da cama toda sorridente. _ Minha mãe já acordou?

— Acho que sim! Mas ainda não desceu para o café. Seu pai é que já acordou e me pediu para te acordar... Acho que ele quer falar com você.

— Sabe o que ele quer? – Sua voz mudou de tom.

— Não, minha pequena... Mas por favor, tente não brigar com ele.

— Não posso garantir nada... Eu não entendo por que ele é tão grosso e ignorante. Vou tomar um banho, daqui a pouco eu desço. – Victoria seguiu para o banheiro.

Fazenda Ferraz

Heriberto Estava sentado à mesa junto com sua tia Marta e seu pai.

— Tem algo acontecendo muito estranho nessa casa. _ Leandro disse isso olhando para o filho.

— Como assim meu pai? – Heriberto não entendeu.

— Ontem você não parava de olhar o relógio, pensei que tinha mais uma de suas festas... Mas você por algum milagre fica a noite toda em casa e agora parece ansioso. Tem algum compromisso?

— Não... Quer dizer, tenho varias coisas sobre a fazenda. Não sai ontem por que não estava no clima. – Heriberto preferiu não falar nada sobre sua predestinada, antes de saber qual era sua origem.

— Acho bom que tem ficado em casa, essas saídas todas as noites não fazem bem! – Marta disse isso, sorrindo para o sobrinho.

— Minha irmã, querida... _ Leandro olhava pra Marta. _ Heriberto tem que arrumar uma esposa ai sim ele vai ter motivos pra ficar em casa. O que ele vai ficar fazendo aqui, com dois velhos como nós.

— Velha você me chamou de velha? – Marta falava com espanto. _ Eu estou na melhor idade, não ouse me chamar de velha, Leandro. A idade que vale é interior e a minha meu irmão querido está ainda na fase da adolescência.

— Vocês dois não existe! _ Heriberto, sorria... Levantou-se pegando uma maça da mesa.

— Não vai terminar o café meu filho? _ Marta pergunta de forma gentil.

— Já terminei tia. Vou deixar os meus dois velhinhos discutindo sobre idade. – Heriberto vai até Marta e a beija seu rosto. – Te amo minha adolescente.

— Uhm, Velhinha... Eu vou mostrar para vocês dois a velhinha! Quando a parecer um garotão de vinte anos, vocês vão ver o que essa velhinha é capaz.

— Mas, era só o que me faltava! Eu vou colocar todos para correr. Você já tem seu garotão aqui tia! _ Heriberto beija a tia e vaia saindo... Quando seu o pai o chama.

— Heriberto, sua irmã e sua tia Luciana chegam à próxima semana.

— Que maravilha! Estou com muita saudade das duas! Agora me deixe ir... Vou até a cidade resolver uns assuntos.

Fazenda Montenegro

Rodolfo estava na sala, esperava Victoria... Na noite anterior tomou uma decisão importante. Queria sua filha próxima a ele, ela era sua única herdeira.

— O senhor queria falar comigo? – Victoria estava na estrada da sala... Estava na defensiva. Olhava com desconfiança para o pai...

— Sim, sente-se!

— Não, estou bem em pé!

— Como queira. – Rodolfo não queria começar mais uma briga com a filha. _ Ontem à noite tomei uma decisão... O que você achar de trabalhar comigo na fazenda?

Victoria não esperava por isso foi pega de supressa.

— Eu... _Victoria não esperava por isso foi pega de supressa. _ Eu adoraria!

— Então amanhã começamos, vou te mostrar todo o funcionamento da fazenda... Queria que fosse hoje, mas vou ter que ir a capital. Seu primo Roberto chega hoje, fiquei de ir busca-lo.

— Roberto, ele vai ficar aqui? – Victoria se lembrava da infância junto ao primo na fazenda.

— Sim, ele vai ficar uns meses... Então hoje vou busca-lo e aproveitar resolver umas coisas na capital. Amanhã cedo quero estar aqui.

— Então amanhã quero conhecer e entender todo funcionamento da fazenda. – Victoria estava animada.

Eles tomaram café juntos, Victoria conta a novidade para mãe... Clara fica feliz... Porem preocupada com o que levou Rodolfo tomar essa decisão. O resto da manhã foi bem tranquilo. Victoria ficou fazendo o que amava fazer... desenhava e se detraia. As horas parecia se arrastar ou ansiedade fazia parecer que assim acontecia. Quando deu a hora, Victoria foi até os estabulo pegou Arisco e saiu cavalgado ao encontro de sua outra metade. O céu estava de um azul penetrante, a paisagem do lugar era magnifica. E a beleza de Victoria era a combinação perfeita. Quando Victoria chegou próximo ao riacho seu coração parecia que ia sair pra fora de seu corpo. Ela procurava o estranho, desceu de seu cavalo, quando seus olhos encontrou Heriberto o sorriso logo se manifestou em seu semblante... Heriberto já estava a quase uma hora esperando sua predestinada... Não suportou esperar a hora do encontro em casa.

— Olá, Boa tarde! – Victoria disse isso descendo do cavalo... Heriberto de imediato ajudou ela descer. _ Obrigado!

— Essa manhã foi a mais longa de toda minha vida. – Heriberto disse e seus olhos parecia está enfeitiçados.

Victoria sorri e caminha pra junto o riacho calada... Heriberto vai ao seu lado.

— A minha manhã foi longa... – Disse por fim. _ Pensou em um nome para mim? – Disse olhando nos olhos de Heriberto.

— Não fiz outra coisa durante essas horas... Mas nenhum nome parece ser adequado a sua pessoa. – disse meio que sem jeito.

Victoria olha para Heriberto como se não acreditasse que em todas essas horas ele não tem conseguindo um só nome para ela. Ela senta em uma pedra e fica admiranda com a beleza do riacho.

— Não vai dizer nada? – Heriberto estava agoniado com o silencio de sua predestinada.

— Como é magnifica a arte de Deus, esse lugar parece que foi pintado com as mãos dele. – Victoria olhava para o riacho encantada. _ Impossível não sentir a presença dele em um lugar assim! Não é? – Desviou os olhos do riacho e olhou para Heriberto que se encontrava ainda em pé.

— E um lugar muito bonito! – Heriberto senta ao lado de Victoria na pedra. _ Sempre me sinto bem aqui... Mas não sou crédulo o suficiente pra sentir a presença e acreditar em algo que não é concreto. – disse de forma sincera.

— Então não acredita em Deus? E uma pena! Não deve ser fácil viver no mundo precisando sempre de certezas absolutas. – Ela disse com olhar fixo nos olhos dele.

— Você é sempre assim? _ Heriberto se apaixonada mais e mais com cada palavra de sua predestinada.

— Assim como? – Victoria ficou curiosa.

— Como posso explicar... Você é direta, suas palavras são sempre intensas. Parece-me alguém que não tem duvida de nada.

— Engano seu! Sou cheia de duvidas... Apenas acredito que nem todas as minhas duvidas precisam ser respondida na hora que eu acho certo... Cada coisa tem sua hora!

— Uhm... _ Isso é uma ótima qualidade! Fale-me sobre você! – Disse olhando de forma cariosa.

— Vamos fazer assim você tem direito a três pergunta, me faça qualquer pergunta, prometo responder de forma mais sincera possível. Eu também terei direito a três e você terá que ser sincero. O que acha?

— Essa já é sua primeira pergunta? – sorriu olhando fascinado pela a beleza daquela menina.

— Não seja bobo. – Disse isso e deu um leve empurrão de ombro nele.

— Ok! Primeiro as damas... Comece!

— O que faria você acreditar em Deus? – Ela esperava impaciente a resposta de seu amado.

— Se alguém me perguntasse isso há dois dias a minha resposta seria nada me faria acreditar nele... Mas agora olhando seus olhos, se tem um lugar que parece que foi pintado por ele é seus olhos. – O Olhar de Heriberto se perdia nos olhos de sua predestinada._ Então minha resposta é você!

— Interessante! – Victoria ficou um pouco vermelha, não esperava essa resposta.

— Por que Interessante?

— Por que você me conhece a poucas horas, não sabe meu nome eu não sei o seu... E se eu sou o que faria você acreditar em Deus, você foi à resposta que Deus me deu na hora certa.

— E qual resposta foi essa?

— Você já teve sua pergunta respondida, agora é minha vez! – Victoria o encarava.

— Claro que não, eu não fiz nenhuma pergunta! _ Heriberto parecia surpreso de verdade. _ Você está me roubando!

— Você me perguntou por que achei interessante! Isso foi sua primeira pergunta. – Victoria o olhava de forma firme.

— Você me manipulou... Vou ter que ficar esperto com você! – Disse isso tocando a mão de Victoria que estava na pedra próxima a dele.

O toque de Heriberto fez Victoria sentir como se uma corrente elétrica passasse por todo seu corpo. No susto com a sensação que o toque dele a fez sentir ela tira a mão.

— Me desculpe! – Heriberto ficou sem graça, ele nem pensou quando tocou a mão de Victoria, agiu sem pensar...

— Está tudo bem! – Victoria estava querendo se matar... “Por que eu fiz isso, agora ele acha que eu não gostei... Meu Deus como eu sou estupida!” _ Agora é minha vez... Não se deixe manipular na próxima, Certo! – Disse isso tentando mudar o assunto.

— Pode deixar!

Victoria queria fazer uma pergunta, mas tinha medo da resposta... Mesmo assim a fez.

— Já amou ou amar alguém? – Resolver ser direta, se a resposta fosse sim que ele ama outra o vazio existencial seria seu companheiro pra sempre. Assim pensava ela!

— Não... Porem ontem quando estava do outro lado do riacho e eu te olhei e agora aqui com você tão perto, não sei se isso é possível é tão surreal pra mim... — Heriberto queria encontrar as palavras certas, não acreditava ser possível já esta amando alguém que nem ao menos sabe o nome... Resolveu ir com cautela. _ Algo dentro de mim está mudando.

Victoria sorriu algo nela já mudara... Aquele desconhecido já fazia parte dela.

— Minha vez! – Heriberto ficou feliz com o sorriso de sua predestinada, não parecia incomodada pela a resposta dele. – Qual o seu nome? Essa seria minha primeira pergunta se você não tivesse me manipulado. – Sorriu ao dizer.

— Essa é fácil... Victoria Montenegro!

Heriberto confirmou suas suspeita... Sua predestinada era uma Montenegro. Isso não fazia nenhuma diferença para ele. O sobrenome e a origem de sua predestinada não tinha nenhuma relevância. O medo se instalou nele! E se Victoria odiasse a família Ferraz e se ao saber seu sobrenome ela o rejeitasse.

— Algum Problema? – Victoria estranha o jeito que Heriberto ficou.

— Não... Victoria é um lindo nome! – Ele sorriu, tentando desfaçar.

— Então vamos para minha ultima pergunta... _ Victoria colocou a mão no queixo como se pensasse na sua ultima pergunta. _ Você já sabe meu nome, eu também quero saber o seu...

Heriberto ficou com medo de ser sincero... Não queria mentir, mas a verdade poderia afastar sua predestinada. Pensou um pouco ele tomou sua decisão movida pelo medo.

— Luciano Mendes. _ Heriberto não queria mentir mais o medo o fez fazer isso.

— Luciano... E um nome muito bonito, sabe o significado?

— Não... – Heriberto estava sem jeito por mentir para Victoria.

— Significa “Nascido da luz”... E belo nome! – Victoria sorriu e agora ela que tocou a mão de Heriberto e disse... Sua vez!

— Vou deixar minha pergunta para amanhã, assim você tem um motivo pra voltar a me ver.

— Eu voltaria, mesmo sem motivo!

Eles ficaram um bom tempo conversando, sobre a vida e seus sonhos... O tempo passou tão rápido. Os dois poderia passar a vida toda ali.

— Agora eu tenho que ir. – Victoria falou de um jeito triste.

— Amanhã posso te encontrar aqui? – Heriberto disse cheio de esperança.

— Com certeza! – Victoria levantou-se e foi até seu cavalo. _ Foi uma tarde ótima Luciano!

— Foi perfeita, vou estar ansioso para te ver amanhã...

Victoria sorri e diz...

— Até amanhã! – Ela sai se sentindo imensamente feliz.

Heriberto fica parado ali... Olhando ela ir embora. Ficou pensando em sua mentira, _ Eu deveria ter falado a verdade para ela. Amanhã vou esclarecer tudo, não posso mentir sobre minha origem. Principalmente pra ela!

Notas finais
O que acharam? Espero que tenham gostado! Gostaria de responder uma pergunta da Tekileira Cristina... "Maya a historia MaKtub será apenas sobre a juventude de Victoria e Heriberto?" Tipo na categoria tem dizendo que é... A madrasta e Triunfo do amor... Não entendi muito bem isso... Respondendo sua pergunta Cristina... MaKtub será em duas fases, vai ter uma passagem de tempo, ainda não sei em qual capítulo... Mas isso não vai demorar! Então ai entra a fase deles "adulto" e com isso a categoria vai fazer sentindo. Beijo minha flor!