Luzes & Anjos
2 Capítulo II - Luzes & Anjos (pt.02)
Notas iniciais
É mesmo necessário dizer que estou extremamente nervosa? Nunca escrevi cena romântica antes! Estou ansiosa, de verdade, pra saber o que acharam... Levem em conta minha inexperiência em escrever este gênero. Mas acho que ficou bem legal, no final das contas! *-*
Aqui vocês verão o motivo do título ser "Luzes & Anjos".
Aproveitem!
–Você devia me fazer surpresas mais vezes!
Takeru não conseguiu deixar de rir alegremente ao ouvir o entusiasmo óbvio de Hikari, coisa que o satisfazia bastante. Normalmente, fazê-la feliz seria o suficiente para ele durante o resto da noite, mas seus planos incluíam muito mais coisas. A adolescente estava ao seu lado, sorrindo, deixando-se levar pelo clima alegre do lugar no qual Takeru a trouxera, e seus olhos refletiam as luzes coloridas ofuscantes que eram emanadas da Roda-Gigante de Odaíba.
Poucos metros à frente dos dois jovens, os letreiros igualmente coloridos que diziam “Palette Town”, uma das atrações mais populares e divertidas de Odaíba, reluziam sob o céu ainda estrelado. Já eram sete e meia da noite, mas os dois tinham idade o suficiente para permanecer na rua até esse horário.
– Todas essas luzes... — Suspirou Hikari, contente. — O brilho delas é tão lindo! — Admirou o imenso brinquedo com várias faixas luminosas distribuídas em um grande círculo, dando ao lugar um visual quase mágico.
–Com certeza, nada aqui brilha mais que você, sem contar que, de todas essas luzes, você é a luz mais bonita. — Comentou o loiro, com sua tranquilidade habitual. Hikari arregalou os olhos e piscou, perplexa, encarando-o com um sorriso.
Ao longo dos anos, muitas vezes, aliás, Takeru deixara escapar muitos comentários como aquele, uma das razões de muitos falaram que ele nutria sentimentos pela irmã de Taichi. Geralmente, apressava-se em dizer outra coisa ou fazê-la rir, mas a firmeza em suas palavras a dizia que aquela fala fora intencional e não causara nenhum tipo de constrangimento nele; pelo contrário, Takeru parecia feliz por poder dizê-la sem receio.
–Um passeio na Palette Town, hmm... — Hikari murmurou timidamente, com o estômago repleto de borboletas.
Eles já haviam vindo ali outras vezes, mas, nessas ocasiões, estavam sempre acompanhados de seus irmãos mais velhos ou de seus amigos. Agora, encontravam-se sozinhos — exatamente o que Takeru queria, e coisa que Hikari não se importava nenhum pouco.
–É só o começo. — Prometeu ele, virando-se para Hikari com um sorriso gentil. Ela sentiu suas pernas ficarem bambas e seu coração bater mais forte quando ele a fitou intensamente por um pequeno momento, como se tentasse gravar cada traço de suas feições delicadas.
Rindo, ele a pegou pela mão, conduzindo-a para dentro. Após pagar os dois ingressos e passar sob um longo arco de diversas luzes coloridas — provando que Odaíba realmente merecia ser chamada também de “Rainbow Town”–, dirigiram-se à Roda-Gigante, conversando sobre trivialidades.
Quando Hikari constrangeu-se pelo fato de Takeru não ter largado sua mão, ele fez questão de não soltá-la de forma alguma.
–Quero ter certeza de que você não vai se perder. — Brincou ele, contente, e Hikari riu, ruborizada.
Hikari sentia-se nas nuvens ao estar num passeio tão agradável com Takeru, e, caso ela pudesse, faria esse momento durar para sempre, mas se lembrou de que ele queria falar algo à ela.
–Ei, o que você tem pra me dizer, mesmo? — Questionou. Os dois estavam parados na fila da Roda Gigante que, para sorte deles, não estava tão longa como de costume.
–Você já vai ouvir, apressadinha! — Takeru alegre e suavemente beliscou a bochecha dela. Novamente, Hikari deixou escapar uma expressão que era um misto de confusão e felicidade extrema. Takeru era um melhor amigo atencioso e claramente se importava com Hikari, como demonstrava de incontáveis maneiras, mas eram raras as ocasiões que se portava assim, tão carinhoso com ela. — Aqui, vamos entrar. — Ele disse em tom quase cantante, conduzindo-a para uma das cabines da Roda-Gigante, uma vez que chegara a vez deles na fila e a última coisa que o loiro queria era perder tempo.
–Não posso esperar para que cheguemos lá em cima. Dá pra ver a Rainbow Bridge, as luzes de lá são maravilhosas! — Hikari comentou, pois estar sentada extremamente perto de Takeru numa cabine, sozinhos, deixava-a tão nervosa e agitada que preferia falar do que apenas encará-lo, sem contar que preencher o silêncio fazia com que as batidas aceleradas de seu coração perdessem-se nos sons da noite.
A proximidade dos dois fazia com que suas respirações leves juntassem-se no ar. Ela via a forma alta e musculosa do loiro à apenas alguns centímetros dela mesma, e seu rosto era iluminado apenas pelas luzes da Roda-Gigante. Os olhos azuis dele estavam mais brilhantes do que de costume.
–Ah, você precisa parar com isso. — Takeru fingiu dar-lhe um olhar de reprovação, mas o tom ameno o entregava. — Pare de dizer que as luzes da cidade de Odaíba são mais maravilhosas que você, Hikari, isso não é verdade.
–U-uhum. — Gaguejou ela. “O que deu nele hoje? Por que está me tratando assim...?” Uma risadinha escapou de seus lábios enquanto Takeru a olhava ternamente. — Ah, vamos, TK, eu estou curiosa pra saber o que você tem de tão importante para me dizer que me trouxe aqui... — Pediu em tom suplicante e doce, o tom que ela sabia que ele nunca conseguia negar, aliado ao apelido “TK”.
À medida que eles foram crescendo, Takeru proibiu todos de chamarem-no pelo apelido de infância, e Hikari era a única que tinha permissão para tal ato, apesar de Daisuke ter permanecido com o hábito de trocar as letras de propósito com o intuito de irritá-lo.
–Certo, certo. — Ele riu, e a morena percebeu como amava o som da risada dele. De repente, Hikari sentiu um deslocamento na cabine; a Roda-Gigante começava a levá-los para cima, em direção ao céu estrelado de Odaíba. — Nossa, como começar? — Ele se perguntou em voz alta, aparentando certo nervosismo. Hikari franziu a testa e apertou a mão dele, transmitindo segurança como ele sempre fazia com ela.
–Comece do começo. — Hikari pediu calmamente. Takeru olhou para a mão delicada de Hikari entrelaçada com a sua e sorriu. Tomou uma respiração profunda. Mesmo um tanto apreensivo, ele tinha adquirido muita coragem após deixar o Digimundo, e, afinal, já tinha 16 anos, podia fazer isso.
–Era uma vez sete crianças num Acampamento de Verão...
–Não tão do começo assim! — Riu Hikari, batendo levemente no braço dele.
–Mas é assim mesmo que eu quero começar. — Takeru contestou. — Eu vou te contar uma história. — Decretou, envolvendo carinhosamente os ombros dela com seu braço direito. Hikari sorriu e apreciou o contato, aninhando-se à ele como se fossem as últimas pessoas da Terra e nada mais existisse.
–Fique a vontade. — Hikari murmurou, e Takeru começou a contar sua história.
– Há muito tempo, sete crianças fizeram a viagem mais perigosa de suas vidas. Elas eram fortes. Bem, menos uma. Havia uma criança dentre essas sete que era muito fraca. Era um menino, bem pequeno e, definitivamente, muito chorão, que precisava de todos para protegê-lo. Esse menino era eu, e eu continuei assim por um tempo, até que eu conheci uma pessoa. Era uma menininha muito doce e gentil, e frágil também. Eu passei a adorá-la com todas as minhas forças. Ela preocupava-se mais com os outros do que com si mesma, e isso às vezes a prejudicava, mas ela era tão altruísta... — Suspirou com ternura. Hikari prestava extrema atenção na história e na voz aveludada do loiro.
–Continue. — Sussurrou ela, nos braços dele.
–Um dia, eu prometi ao irmão dela que iria protegê-la contra qualquer coisa. E eu a protegi. Tornei-me mais forte, mais corajoso, mais independente e nunca mais derramei uma lágrima sequer. E eu percebi que continuaria protegendo essa menina para sempre, se dependesse de mim, ninguém nunca encostaria um dedo sequer nela para machucá-la. Ela era tranquila e delicada, mas havia uma coisa bem peculiar nela. A menina carregava um apito pendurado no pescoço! Quer coisa mais estranha que isso, Hikari? — Ele brincou, olhando para a menina em seus braços. O riso bem-humorado de Hikari preencheu a cabine, e Takeru sorriu pelo que pareceu a enésima vez naquela noite. — Os dois cresceram... — Ele continuou, mais baixo dessa vez. — O menino tornou-se um rapaz, e a menina, a jovem mais linda do mundo. — Hikari corou, pois era mais que claro a quem ele se referia. — E...
–E...?
–... E eu percebi que jamais conseguiria viver sem você, Hikari.
De repente, uma brisa agradável invadiu a cabine, e os dois olharam para fora. Eles estavam no topo da Roda-Gigante, e a imagem da cidade de Odaíba estendia-se diante de seus olhos, mais bela do que nunca. A Rainbow Bridge os saudou com as cores luminosas do arco-íris, e a água cristalina da baía de Tóquio parecia espelhar o amor daqueles dois jovens.
–Hikari... — Ele murmurou. Ela se moveu nos braços dele para encará-lo fixamente, e seus rostos ficaram à milímetros de distância, seus narizes quase se encostando. — Eu te amo.
Com isso, Hikari sentiu os lábios de Takeru gentilmente contra os seus, num beijo repleto do mais puro sentimento. Sentiu Takeru inclinando-se para ela e suas costas batendo suavemente numa das paredes da cabine, mas nada mais importava no mundo. O beijo continuou durante um tempo, uma vez que nenhum dos dois sentia a menor vontade de parar, aprofundando-se e tomando novas proporções; logo os dois beijavam-se com paixão e vontade, pareciam pegar fogo, abraçados, dois corações batendo intensamente, num só ritmo. Quando o ar foi necessário, separaram-se minimamente, as respirações ofegantes e as testas coladas uma na outra, sorrisos tomando-lhes ambas das faces iluminadas pelas luzes de Odaíba.
–Amo muito... — Murmurou ele.
–Eu também te amo. — Sussurrou ela, emocionada, quase esperando acordar daquele momento mágico. Takeru beijou a testa dela diversas vezes, enquanto os dois apenas permaneceram abraçados, tão juntos que seus corpos pareciam ter se tornado um só. O silêncio propagou-se na cabine, pois eles não tinham nada para dizer que o outro já não soubesse, todas as sensações tidas durante os anos que passaram juntos eram partilhadas, o amor pairava sobre eles.
–Eu sempre amei você. — Takeru revelou num fio de voz. — Pra ser franco, quero ficar com você pra sempre. Você é a pessoa mais importante do mundo pra mim. — Uma lágrima desceu pelo rosto de Hikari. — O-o que foi?
– Por que você demorou tanto para me dizer isso, hum? — Ela soluçou. Takeru arregalou os olhos e gentilmente beijou os as lágrimas que escorriam pela face de sua amada.
–Desculpe. Você poderia não sentir o mesmo... Eu tinha tanto medo de perder você, meu amor...- Sussurrou agoniado. Hikari balançou a cabeça e sorriu brilhantemente; eram lágrimas de felicidade. — Agora pare de chorar, sim? Eu não suporto vê-la chorar, eu fico com vontade de chorar também. — Franziu a testa antes de beijá-la novamente nos lábios. — Não quer me fazer voltar aos velhos hábitos, quer? — Brincou ao se separarem, fazendo cócegas nela. Hikari riu, enterrando-se na camisa dele de novo. Sentiu-o suspirar, satisfeito.
–TK... — Ela chamou-o suavemente. Agora, a cabine deles já havia dado algumas voltas e estavam na última, quase no chão, o passeio já estava no seu desfecho. — Como a sua história acaba?
–“E vivemos felizes para sempre”, serve?
***
–Ah, eu quase esqueci! — Takeru exclamou de repente, fazendo sua namorada piscar, surpresa.
Sim, namorada — Takeru a pediu no segundo em que puseram os pés para fora da cabine da Roda-Gigante. Claro que apenas por formalidade, pois os dois já haviam se consolidado como um casal há muito tempo, apesar de não terem se dado conta disso.
–O quê? — Perguntou Hikari, com o braço direito de Takeru envolvendo seus ombros. Eles se preparavam para ir pra casa. Como resposta, o loiro pegou uma caixa de seu bolso e entregou à jovem de olhos avermelhados. A caixa era pequena, com uma superfície preta e brilhante. Desconfiada mas ao mesmo tempo contente, pegou-a da mão de seu namorado e a abriu.
Na caixa, havia um anjo.
–Takeru... — Ela sussurrou, maravilhada. Hikari encarou o pequeno anjo de metal que a olhava com olhos azuis, deitado na caixa. Ele vestia um manto branco e dourado, encrustado com fileiras de pedras amarelas e rosas brilhantes. O cabelo do Anjo era loiro, e suas mãos estavam juntas. Suas asas eram brancas, revestidas com detalhes prateados e dourados. Não devia ter mais que alguns centímetros, mas sua beleza era tanta que Hikari ficou sem palavras por um momento. — É lindo... Eu não sei nem como agradecer! É o presente mais perfeito que eu já ganhei na vida. — Confessou. — E o Anjo parece com você. — Referiu-se ao cabelo loiro e olhos azuis, presentes em ambos. Sem falar na clara referência aos seus parceiros Digimons.
–É pra você lembrar-se de mim. — Sorriu, colocando uma mecha de cabelo dela atrás da orelha. — E eu tenho um para me lembrar de você. — Disse. De seu outro bolso, tirou outro Anjinho de metal. Era idêntico ao que dera para Hikari, mas a diferença era que o Anjo era uma figura feminina, tinha cabelos longos castanhos e olhos cor de rubi como os da Digiescolhida da Luz.
–Você é incrível. — Hikari riu, encantada. — Eu amo você. — Repetiu, embevecida de tanta felicidade.
–Eu te amo mais. — Takeru murmurou no ouvido de Hikari, causando-lhe arrepios. Puxou-a para si, envolveu a cintura dela com os braços e a beijou novamente com vontade. No exato momento beijo estava ficando mais sério e mais intenso, de repente, ele pulou bruscamente para trás, afastando-se alguns passos de Hikari. — Ah! — Berrou, atordoado.
–O-o quê?! — Hikari perguntou, confusa. Ela notou que Takeru xingava sob sua respiração e segurava fortemente a cabeça coberta pelo seu chapéu branco, como se sentisse dor. — TK! — Gritou Hikari, indo rapidamente ao seu auxílio. — Qual o problema, você está com dor de cabeça?
–Atiraram alguma coisa em mim! — Exclamou o loiro, consternado, esfregando com força a superfície de seu chapéu.
–Jogaram alguma coisa em você? — Repetiu Hikari, franzindo a testa. Seus olhos moveram-se para o chão aos pés de Takeru. O jovem seguiu seu olhar, e, os dois notaram que, perto de um dos tênis de Takeru, havia uma pedra de tamanho considerável, com um papel amarrado nela com fita crepe.
–Uma pedra?! — Takeru arfou, confuso, enquanto Hikari, alertada pelo papel que parecia ser um bilhete, agachava-se para pegá-la. A adolescente começou a desprender a fita, pegando o papel e virando-o na palma de sua mão. — Eu não acredito que algum desgraçado atirou uma pedra em mim! — Gritou Takeru. Os dois ainda estavam na Palette Town, exatamente em baixo da Roda-Gigante, sob suas luzes. Takeru repetiu sua fala, mais alto, olhando para as pessoas em volta como se esperasse que quem fizera isso se pronunciasse. E se pronunciou.
Uma gargalhada escandalosa muito conhecida os fez congelar.
E ela vinha da Roda-Gigante, de uma cabine exatamente à cima deles.
–DAISUKE MOTOMIYA!
A risada alegre parou por um momento com o berro de Takeru. Metros à cima deles no ar, em uma cabine vermelha não muito longe do chão, a figura de Daisuke violava as regras de segurança e se debruçava um pouco para fora, mas não o suficiente para ele cair. Apenas o suficiente para tacar algo lá de cima — uma pedra, por exemplo.
–E aí, TD! — Daisuke possuiu a ousadia de gritar, debochado. Ele não podia ser visto claramente, mas, agora era impossível confundi-lo com outra pessoa. Um brilho suave refletia nas lentes dos seus óculos de aviador. — Arrumem um quarto!
Enquanto Takeru olhava furiosamente a silhueta de Daisuke metros à cima deles no ar, gritando com toda a força de seus pulmões todas as ofensas que ele sabia e assustando muito as pessoas que passavam, uma Hikari surpresa pela presença do amigo resolveu ler o bilhete que Daisuke mandara junto com a pedra.
–Seu idiota! Eu vou matar você! DESÇA DAÍ, CORVARDE! DESÇA! PULE, SE FOR PRECISO! — Ouviu Takeru berrar, furioso, ao seu lado, enquanto a risada histérica e altíssima de Daisuke continuava, ele parecia estar se divertindo mais do que nunca. Ao terminar de ler o recado, as linhas que pareciam ter sido reescritas diversas vezes como que para surtirem o melhor efeito a emocionaram, de certa forma.
–Não fique com raiva do Daisuke. — Pediu Hikari calmamente, com seu típico tom compreensivo. Takeru fez uma careta, desviando os olhos da Roga-Gigante e a olhando em confusão. Hikari estendeu o recado de Daisuke ao namorado. — Leia, por favor.
Takeru suspirou, pegando o papel. Leu, e sua raiva se dissipou por completo. Sorriu largamente pelo recado singular do amigo:
“Querida Hikari e Estúpido Tajeru,
Eu queria agradecer por todos esses anos juntos acabando com a raça de Digimaus! Nós todos fazemos uma equipe invencível, e vamos destruir muitos digimons feiosos durante nossa vida. Também escrevo para dizer que, com vocês dois eu aprendi uma coisa: Algumas “guerras” começam perdidas, mas, se você continua lutando nelas com todas as suas forças, não quer dizer que você vai ganhá-las, mas significa que você gosta demais do seu rival para parar de desafiá-lo. (Socá-lo, provocá-lo, xingá-lo e quase matá-lo, não é, Tameru? Amizade é isso. Continuaremos assim, cara. ) Aprendi, com vocês dois, que, por mais erros que um cara cometa, se ele têm amigos verdadeiros, ele têm tudo. (E pode errar o quanto quiser, né?)
Eu desejo toda a felicidade dos dois mundos para vocês! Sei que fazem um belo casal! De verdade, eu quero que vocês dois sejam muito felizes e fiquem juntos para sempre. Vocês merecem, sem dúvidas, foram feitos um para o outro. Não tenho nenhum ressentimento e tenho certeza de que lidarei bem com isso, apenas tenham (muita) paciência comigo!
– Daisuke Motomiya.
PS: Espero que a pedra tenha te acertado em cheio, Takeru! Quem mandou beijar a minha garota?”
Notas finais
Quero muito saber o que acharam, e suas opiniões sobre eu ter dividido isso em dois para não ter ficado muito grande.
Ah, é! Algo que esqueci de falar antes é que, com as aulas se aproximando e o tempo para escrever se distanciando, imaginei que vocês mereciam algo maior do que apenas uma One. Sobre as minhas fics, peço desculpas pela minha falta de inspiração. Acho que, para recuperá-la, vou começar a fazer várias one-shots! Falando nisso, pretendo fazer uma de romance com o pedido de namoro do Ken pra Miyako... Que tal? O que acham? Eu faço, ou não? Também poderia tentar fazer uma de amizade, não sei, mas Keniyako (é esse o termo certo??) é meu plano inicial.
Meu nervosismo sobre cenas de romances continua. Algo que me incomoda: Eu fiz a declaração ficar natural no texto, confusa ou encaixou perfeitamente? Foi no tempo certo? Deveria ter sido antes? Quero mesmo saber o que acharam sobre as cenas da Roda-Gigante. E, além do mais, o que acharam de eu incluir esses cenários de Odaíba na fic? Odaíba é um lugar tão lindo!! Se tiverem tempo, pesquisem sobre a Rainbow Bridge, Palette Town.... A imagem da capa, por exemplo, é da Roda-Gigante da história!
O negócio do Anjinho de presente foi cliché, eu sei. Mas tem uma coisa: Eu estou com a sensação persistente de já ter visto isso ou outra coisa em uma das fics daqui... Estranho, espero que seja só impressão mesmo, não tive - e nunca terei - a intenção de plagiar ninguém! (Muito menos um fã de Digimon e Takari rsrsrs)
Pressentimentos à parte, despeço-me! Boa volta às aulas à todos!!!
Abraço!
B Star Fic.
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