Luz Na Escuridão
5 Não resisto...
Notas iniciais
Hoje estou muito feliz, por isso irei postar mais um capítulo.
Eu ia deixar para amanhã, mas como hoje o dia está indo muito bem obrigada, rsrs, vou postar algo mais quente!
Estamos com poucas leitoras, mas estou torcendo para que apareçam mais e se não houver, tudo bem, estou feliz com as que tenho e estou amando os seus comentários!
Vocês sempre serão minha maior motivação gente... (momento chororô, rs).
Então lá vaaaaaaaaiiiii...
Kisssssss =)
Abro meus olhos com a claridade que vem da janela do quarto. Droga! Esqueci de fechar a cortina... Penso e sento-me na cama. Olho o relógio que há na parede do quarto e vejo que são 09h58min. Estou cansada, pois fui dormir tarde essa noite, mas decido não voltar dormir. Levanto-me, dou uma espreguiçada gostosa e vou ao banheiro. Lavo meu rosto, faço xixi e volto para o quarto. Visto uma calça de moletom preta e uma camiseta de manga curta branca. Calço meu tênis e amarro meu cabelo com um rabo de cavalo bem alto. Vou para cozinha e preparo um café bem forte, como um sanduíche natural e retorno ao banheiro para escovar os dentes. Pego meu celular, meus fones de ouvido e meu óculos escuro e saio correr escutando um bom e velho rock n roll.
Hoje o dia está realmente bonito. O céu azul, sem nenhuma nuvem, o sol com sua luz contagiante e a brisa da manhã. Não está frio e nem calor. O clima está muito agradável, se eu agüentasse correria o dia todo. Sou pouco preguiçosa com exercícios físicos, mas ás vezes me dá essas loucuras de sair caminhar ou correr. E hoje eu estou tão disposta! Para falar a verdade, pareço estar bem. Vejo algumas pessoas passearem felizes, casais se amando, pais com seus pequenos filhos ou levando o cachorro passear... Todos estão dando risada.
Volto para casa depois de uma hora. Essa corrida me deu mais disposição! Da próxima vez vou convidar a Bia. Falando em Bia... Já são 11h35min e até agora ela não mandou notícia. Será que está bem?
Desconecto o fone de meu celular e desligo a música. Mando um sms para minha amiga.
"Bom dia dondoca! Está dormindo ainda ou esqueceu de me dizer que está bem como prometeu?"
Aperto em enviar. Dez minutos depois Bia responde.
"Desculpe-me, acordei com a sua mensagem. Sabe que sou uma tristeza para acordar cedo e hoje fui dormir quando estava amanhecendo... O Roger tem um fogo... Hehehe! Mas estou bem amiga, e você? E aquele cara? Rolou?"
Bia como sempre, quer saber mais.
"Poupe-me de comentários sobre sua relação íntima com Roger! E o cara se chama Henry. Não rolou mais nada além daquele beijo amiga. Você mais do que ninguém me conhece... Mas tudo bem! Quando chegar em casa, me avisa tá? Se não eu fico preocupada... Bjs!"
Mal termino de enviar e ela já responde.
"Tá, aviso sim dona preocupadinha... Esse Henry deve ser outro lerda! Porque ele não investiu mais? Mas ok, depois você me conta. Bjs... =)"
Henry lerda? Dou uma gargalhada. Pobre Bia, mal sabe o que Henry faz... E o que ele quer fazer comigo! Pobre de mim, que estou pensando nessa idéia maluca de me render a ele.
O que foi aquilo ontem? Nossa! Só de pensar eu derreto em baixo... Eu não posso aceitar isso! Ele só usa as mulheres e eu não suporto isso! Mas ele mexeu tanto comigo... Cinco anos após aquela traição, eu realmente me interessei por alguém. Nesse período é claro que me relacionei com outros homens, mas todos foi um fracasso! Demorei quase dois anos para beijar alguém novamente... O nome dele era Daniel. Um amor de rapaz! Ficamos mais ou menos uns três meses e até transei com ele, mas não foi bom. Não cheguei lá. Na verdade, eu nunca cheguei lá... Nem com Robert, que namorei desde os quinze anos. Ficamos quatro anos juntos e o babaca só pensava em si mesmo! E Daniel era muito carinhoso, meloso até demais e isso me incomodou de certa forma. Tadinho, lembro dele como se fosse hoje, me olhando com os olhos marejados, ele disse que estava apaixonado por mim. Mas hoje somos amigos, ele entendeu que não quis o enganar. Ele até está noivo há quase um ano. Tomara que seja feliz! Depois dele fiquei com mais uns dois, eu acho. Mas não fui para cama com nenhum. Parando para pensar, eu transei com dois homens minha vida toda. Faz três anos que não transo e dois que não beijo... Quer dizer, fazia dois que eu não beijava, porque esse tempo acabou quando Henry apareceu. — Chega de pensar essas bobeiras Carolyne Rose! — Penso e largo meu celular em cima da cama e tiro minhas roupas. Tomo um banho para tirar todo o suor do corpo e almoçar limpinha. Vou numa churrascaria aqui perto de casa. Lá a comida é ótima! Coloco um short jeans não muito curto, uma regata branca, uma rasteira preta, cabelos soltos e úmidos e meu óculos escuro. Olho-me no grande espelho que há em meu quarto e vejo meus hematomas, mas não ligo. Saio e não demora muito já estou na churrascaria.
___________________________________________________________
Enquanto saboreio minha comida, vejo algo nada agradável. Henry e Robert juntos! Entrando aqui na churrascaria. Quase engasgo com a carne na boca e faço de tudo para esconder meu rosto, mas de nada adianta. Henry me enxerga e dá aquele seu risinho torto. Meu rosto queima, devo estar igual um pimentão! Robert também me vê e abaixa a cabeça. Eles escolhem uma mesa do outro lado. — Graças a Deus! Eu grito por dentro. Nem termino de comer e já vou pagar a conta. Perdi o resto da fome que tinha.
Saio do restaurante praticamente correndo. Meu coração está a mil por hora! Chego em casa e me jogo na cama.
— Porque ele foi lá com o Robert? Digo a mim mesma. E em questão de minutos, eu cochilo.
Salto da cama com o barulho da campainha. Deve ser a Bia. Penso. Abro a porta e meu queixo cai.
— Henry? O que está fazendo aqui? — Não esperava que ele viesse em minha casa.
— Também estou feliz em te ver Carolyne... Ele fala com a voz magoada, mas sei que está apenas brincando. Posso entrar? Ele pede.
— Claro. Dou passagem para ele entrar em minha casa pela segunda vez. Nem eu mesma acredito. O que você quer Henry? Pergunto diretamente.
— Sinto muito por hoje, o lance do restaurante... Ele parece sem jeito. Eu estava indo lá sozinho, mas Robert se ofereceu para ir junto e não teve como eu negar. Em seguida pensei em vir aqui ver como você estava, e se precisava de algo. Ele parece sincero.
— Você não teve culpa. E aquele idiota onde está? Pergunto com raiva.
— Ele foi embora. Falei que ia me encontrar com uma mulher e cá estou! Ele dá uma risada gostosa.
— Tantos restaurantes bons na cidade e você foi logo naquele? Pareço espantada.
— É que já era minha intenção vir aqui. Na verdade queria até trazer algo para gente comer aqui. Mas Robert estragou meus planos. Ele parece decepcionado.
— Quer beber algo? Ofereço.
— Uma água, por favor! Saio e vou na geladeira pegar uma garrafinha com água. Quando viro-me Henry está colado atrás de mim. Você está uma delícia com esse short... Seus olhos estão pegando fogo e eu também. Num ataque de loucura, eu jogo a garrafa longe e pulo em seu colo. Tranço minhas pernas em sua cintura e agarro seus cabelos com força. Nosso beijo é animal, nossas línguas dançam loucamente na boca um do outro. Somos praticamente do mesmo tamanho, sou bem alta para uma mulher, então estou meio sem jeito no seu colo. Henry me joga em cima da mesa, segura minha cabeça com força e me senta olhando para ele, de pernas abertas e ele no meio delas.
— Você é muito selvagem Carolyne. Quero tanto fodê-la com força e estourar sua bocetinha... Ele está ofegante.
— Acho que estou louca... Mas não tenho nada a perder mesmo! Digo quase sem voz. Estou completamente molhada, excitada e louca por ele. Ele beija meu pescoço e morde uma orelha de cada vez, devagarzinho, já estou subindo pelas paredes. Ele tira minha regata e dá um passo para trás.
— Visão do paraíso Carolyne. Seus seios são perfeitos! Ele sorri e abocanha meus seios, chegando a rasgar meu sutiã. Ele chupa primeiro o seio esquerdo e passa lua língua quente no biquinho, fazendo-me contorcer na mesa. Em seguida faz o mesmo com o seio direito. Ele me puxa para si fazendo-me ficar em pé a sua frente. Me pegando no colo, ele leva-me ao meu quarto e joga-me na cama. Henry tira sua camiseta e joga no chão. Seu corpo é escultural, não é a toa que é dono de uma academia. Ele fica de joelhos na cama e tira meu short e em nenhum momento para de me olhar.
— Quero brincar com você Carolyne. Te mostrar uma ponta do que sou capaz de fazer e do prazer que você pode sentir sendo minha! Sua voz é quente, ele está pegando fogo, tanto quanto eu. Vire-se! Quero ver essa bundinha branca Ele ordena. Eu obedeço. Estou louca por essa aventura nem que seja somente por hoje. Boa menina... Será que vou conseguir lhe educar Carolyne? E um tapa estoura em meu traseiro.
— Ai! Grito e logo em seguida ele dá outro tapa na outra nádega.
— Calada! Não diga um piu sem minha permissão. E me chame de Senhor se não apanhará mais! Ele fala com um tom de voz diferente. Bem que ele me disse que entre quatro paredes eu poderia me assustar. Mas não estou assustada. — Entendeu? Ele pergunta.
— Sim Senhor... Logo em seguida ele dá mais um tapa, agora com mais força.
— Esse é por mandar eu me foder quando eu quis ser gentil com você! Ele dá mais um. Esse é por sua rebeldia Carolyne. Vou te ensinar a ser uma boa moça. E por último ele manda um tapa que parece destruir meu traseiro. E esse é por você ter se jogado do meu carro! Estou com os olhos lacrimejando. Puta que pariu, que dor! Mas ainda estou excitadíssima. Ele vira-me com toda força e olha-me no fundos dos olhos, se joga contra mim e beija-me loucamente. Henry vai fazendo uma trilha de beijos molhados por meu corpo. Ele puxa minha calcinha para o lado e encontra meu clitóris e beija deliciosamente aquela região tão sensível. Com seus dentes ele morde e o puxa delicadamente, fazendo-me gritar de prazer. Ele enfia dois dedos dentro de mim e começa a socá-los sem parar. O prazer que estou sentindo é indescritível. De repente ele rasga minha calcinha com toda força e a faz voar.
— Que molhadinha... De quatro! Ele ordena e eu obedeço. Belo traseiro Carolyne... E percebo que ele sai da cama para tirar o resto da roupa e colocar a camisinha, e sem dó, ele dá uma estocada que chega a doer na alma. Não vi seu pau, mas pelo jeito é grande. Nossa! Que apertadinha meu anjo, que delícia de xaninha... Se fosse um tempo atrás eu teria nojo disso, mas hoje pareço estar possuída que não estou ligando para mais nada. Ele começa a socar sem parar e sinto algo que nunca havia sentido antes. Começo sentir um choques na região do clitóris e um tremor toma conta do meu corpo. Minha respiração está alterada e começo a gemer como uma louca.
— Vai gozar pra mim Carolyne? E ele me dá mais um tapa no traseiro. Aquilo foi o limite. Pela primeira vez na vida eu gozo. Que sensação maravilhosa! Meu corpo treme inteiro e sinto minhas pernas amolecerem. Agora é minha vez! E ele soca mais três vezes e se derrete também.
Notas finais
Preciso das suas opiniões...
O próximo capítulo já está pronto, mas gostaria muito de saber suas opiniões antes de continuar postando...
Até a próxima =)
Fale com o autor