Luz Na Escuridão

31 Declaração...


Notas iniciais
Está todo mundo desesperado por esse capítulo, é isso mesmo produção? SHAUSHUAHSUAHSUAHSUAHSUASHA... Olá minhas amadas! Esse é o cap que todaaaaaasss estavam esperando. Espero que vcs gostem e não se decepcionem. Desculpem os erros... Vamos lá!

– Henry... – Suspiro enquanto ele me chupa. Não se importa nem um pouco se acabamos de transar lá embaixo na sala. Ele suga meus lábios e morde levemente, em seguida circula sua língua macia e quente em meu clitóris. – Estou quase... quase lá. – Sinto Henry sorrir em minha abertura, em seguida coloca dois dedos e gira lá dentro, fazendo-me gritar de prazer.

– Goza na minha boca anjo... – Suas palavras são minha libertação. Quando Henry volta a passar loucamente sua língua em meu clitóris eu não aguento. Explodo. Meu corpo treme e é invadido por vários espasmos incontroláveis. – Isso bebê... isso! – Agarro seu cabelo e o puxo até minha boca. Seus lábios estão com o meu gosto e me excita saber que ele não se importa. Que faria tudo para me satisfazer, para me ter. Sim! É claro que ele gosta de mim. É claro que gosta. E eu estou entregue a esse sentimento. Um sentimento que pensei jamais sentir novamente. Sentir tão intenso, tão arrebatador. Henry é tão diferente de Robert. Ele é homem, meu homem, eu sei.

– Agora é a sua vez! – Digo em sua boca e sinto sua ereção em minha barriga ficar ainda mais dura. – Goza pra mim. Faz de mim o que quiser Henry... – Ele me beija vorazmente, fica de joelho na cama e me puxa para ficar como ele.

– Tudo mesmo? – Sua voz é carregada de luxúria e sensualidade.

– Sim. Tudo. – Digo e sorrio. Quero que ele acredite em mim, pois é isso mesmo que eu quero, ser dele de todas as formas possíveis.

– Quero comer seu cuzinho novamente. Depois daquele dia que você se entregou daquela forma, eu só consigo pensar em seu traseiro gostoso. Que eu fui o primeiro que o comi, que eu fiz você gozar, gemer e tremer no meu pau. Quero ser o único que vai comer ele Carolyne, o único... – Ele agarra meu traseiro e me aperta contra seu peito.

– Eu sou sua, Henry. Sou completamente sua! De uma maneira que eu jamais pensei que eu seria por alguém. Essa semana você me perguntou o que eu estava fazendo com você. Mas agora sou eu que te pergunto! O que fez comigo? Com a minha cabeça, meu corpo... – Passo minhas mãos em seu largo e forte peito, em seguida seguro seu rosto e olho em seus olhos. – Me come do jeito que você quiser! Meu Deus... eu nunca imaginei que falaria essas palavras, mas nada me importa. Você me toca e meu corpo acende, então nada disso está errado. O que eu digo ou o que você diz. É pesado? É sujo? Eu não sei. Agora me fode Henry! Me fode do jeito que você quiser. Porque meu corpo não me pertence mais, ele é seu desde o dia em que te vi na escadaria da igreja, lembra? – Ele balança a cabeça afirmando e sorri com a lembrança.

– Como eu poderia esquecer minha rebelde? MINHA REBELDE. Você me deixa louco Carolyne. Agora vira esse traseiro, fica quatro porque meu pau não aguenta mais.

Faço o que ele pede. Sem pensar duas, três ou quatro vezes. Henry é um dominador e sabe controlar a situação, mesmo quando eu acabo de me declarar praticamente. Ele tem medo de tudo isso. Mas estou disposta a vencer essa barreira juntamente com ele. Eu não queria saber nunca mais de homens e seus relacionamentos baratos, mas acabei caindo na tentação e deixando de lado os meus princípios. Se eu venci esse medo, ele pode vencer também. Saio de meus pensamentos com o forte tapa que ele acerta em meu traseiro. Grito. Então ele puxa meu cabelo, fazendo-me arquear um pouco para trás. Henry coloca dois dedos dentro de minha boca e puxa mais forte o meu corpo para trás.

– Chupa! – Ele enfia mais fundo os dois dedos em minha boca e soca como se fosse seu pau que estive ali. – Agora vou colocar esses dedos que você chupou em seu rabo. Sua boceta está uma delícia como sempre bebê, mas eu quero foder o teu cuzinho. – Ele tira seu pau de minha boceta e vai um pouco para trás. Passa sua língua em meu ânus e enfia os dois dedos em mim. Meu ânus se contrai, mas aos poucos vai relaxando com seus movimentos calmos. Ele jamais seria capaz de me machucar, eu sei. Depois de alguns segundos, fazendo carinho naquele lugar frágil, enfim ele coloca a cabeça de seu pau em mim. Aos poucos ele entra inteiro em meu rabo e se encaixa perfeitamente em meu ânus. Henry solta um grunhido louco e sua respiração fica descontrolada.

– Isso Henry. Me fode! Come o meu cuzinho, vai... – Ele aumenta o ritmo e eu sinto um pouco de desconforto, pois sua pica é gigante. Mas aos poucos vou acostumando com aquele monumento dentro de mim e tudo começa a acender novamente. O fogo. O nosso fogo. Henry aumenta o ritmo e estoura outro tapa em minha bunda.

– Quer que eu te foda? Que rabo maravilhoso bebê... meu Deus! – Henry soca, soca e soca. Respira como um animal selvagem, agarra minha cintura, afunda seus dedos em mim e soca sem parar. – Eu vou gozar! – E com um gemido brutal, ele cai sobre mim e sinto seu corpo suado e quente.

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POV HENRY:

Acordo com o canto dos pássaros. Estamos no paraíso e tudo é mais perfeito e lindo com ela aqui. Fazia tempo que eu não vinha a minha chácara e esse foi o momento certo. Não me arrependo de tê-la trazido aqui. Que chamem de sequestro ou que for, eu tinha que lutar e tentar evitar o seu encontro com o Robert. Mas tudo foi em vão, já que acabamos discutindo e ela descobriu as minhas intenções. Mas no final, tudo acabou bem. Fizemos um sexo delicioso e quente e tudo voltou a ser o que era. Mas meu coração está apertado, já que hoje tenho que a levar para casa, para ela ir fazer o que quer.

Estamos deitados. Carolyne está com a cabeça em meu peito e suspira. Sua expressão está leve e serena, como um anjo. Levanto fazendo menos movimentos possíveis. Preparo um belo café da manhã e tento não pensar que a tarde isso tudo vai acabar e voltaremos para nossas vidas na cidade. Quando estou terminando de arrumar a mesa, escuto o barulho do chuveiro. Hum... ela deve estar nua e molhadinha. O verdadeiro caminho para o paraíso ou inferno. Subo para o quarto e entro no banheiro, ela deixou a porta aberta. Será que esperava que eu viesse até aqui e a comesse? Vejo seu corpo cheio de curvas através do box de vidro e o vapor que sai do chuveiro, misturado com o perfume do sabonete líquido e a sua pele, são um forte convite à perdição. Um afrodisíaco carnal.

– Henry? – Ela pergunta, pois o vapor já tomou conta do banheiro.

Claro que sou eu... esperava mais alguém? – Brinco.

– Ah sim... esperava um morena forte e sexy vir aqui e brincar comigo. Só para começar bem o dia sabe. – Ela também brinca. – Conhece algum?

– Olha... eu sou moreno, já sexy... eu não sei. Mas meu pau está muito afim de brincar. – Provoco-a.

– Hum... você é um exagero de sexy Henry. Agora vem cá. Quero ver o que o seu pau é capaz de fazer em baixo do chuveiro! – Ver sua boca se movendo enquanto me diz essas coisas, é uma loucura pra mim. Sua boca é tão gostosa que não posso pensar em mais nada a não ser devorá-la. E é isso mesmo que eu faço. Devoro-a. Mordo seus lábios rosados e os sugo com força. Carolyne solta um gemido entre dentes e agarra meu cabelo. Adoro quando faz isso. Adoro senti-la me tocar e devorar. Fico de joelho e coloco sua perna direita em meu ombro e beijo sua boceta. Passeio minha língua em seu clitóris e a ouço suspirar de tesão. – Henry... isso... não para! – Ela implora.

Eu não paro. Eu brinco ainda mais com a sua xaninha sedenta e a faço gritar de prazer. Mas agora eu não quero que ela goze em minha boca, e sim no meu pau. Fico de pé e a viro de costas para mim. Ela coloca suas mãos na parede para se firmar enquanto eu soco violentamente em sua entrada.

– Oh Deus... como é apertadinha anjo... – Eu não consigo parar de meter nela. È mais forte que eu. Viro um animal faminto quando estou ao seu lado. Nem na minha melhor época de dominador eu era assim, e nunca ninguém me satisfez mais que ela. Depois de algumas estocadas fortes, nós dois gozamos juntos. Ficamos um bom tempo abraçados, e depois de tomarmos banho juntos, decidimos tomar café.

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CAROLYNE:

Depois do café da manhã, nós andamos de cavalo e fomos ver uma pequena cachoeira que há nas terras de Henry. Tudo é tão lindo e mágico, e eu estou encantada com esse pedacinho do céu. Na hora do almoço, preparamos uma macarronada. Henry cozinha muito bem e eu também não fico para trás nesse quesito.

– Esse macarrão está divino! – Digo com a boca ainda cheia. – Desculpe falar com a boca cheia... mas é que realmente está muito bom. – Sorrio.

– Você também ajudou a preparar o almoço meu anjo. Nós dois merecemos parabéns. – Ele pisca e sorri pra mim. Ah! Seu sorriso... seus dentes branquíssimos. Me faz derreter.

– Que seja. Só sei que está bom e ponto final. – Digo e coloco outra garfada na boca.

Depois de comermos como dois gulosos, nós limpamos a cozinha e vamos deitar no gramado lá fora, embaixo de uma grande árvore. Henry levou um lençol para deitarmos em cima e relaxarmos. Estou usando um vestidinho de malha. Henry planejou me trazer para cá e não esqueceu nenhum detalhe. Comprou umas peças de roupas, chinelo, tênis e um kit de higiene. Ele está apenas com uma bermuda. Seu peitoral escultural está todo de fora e isso me faz salivar. Conversamos um pouco, damos risadas de nossas piadas sem graça e nos abraçamos. O seu abraço é o melhor lugar do mundo. È onde quero estar toda minha vida. Depois de um longo tempo em silêncio, o meu peito aperta, está na hora de voltar pra casa.

– Você já quer ir bebê? – Henry parece adivinhar meus pensamentos.

– Eu não quero. Mas preciso. – Respondo.

– Não precisa. – Ele diz. Saio de seu abraço e fico sentada o encarando.

– Preciso sim! – Digo. Ele não se mexe, continua deitado com um braço sobre a barriga e outro sobre seus olhos, apoiado na testa para proteger do sol.

– Ok! Eu levo você. – Num movimento rápido, Henry fica de pé e começa a andar em direção a sua casa. Ele não me olha, não diz nada. Vou atrás dele sem entender o que aconteceu.

– Você disse que respeitaria minha decisão Henry! Concordou ficar comigo mesmo sabendo que daria o troco em seu primo. Porque está agindo como uma criança de novo? – O agarro pelo braço e o puxo exigindo uma explicação, mas Henry escapa de minha mão e entra na casa. Ele sobe para o quarto e eu continuo atrás dele. – Para de ser infantil, Henry! – Aumento a minha voz.

– Infantil? Eu? Quem quer se vingar aqui é você! Você que está sendo infantil agindo assim. O que essa porra de vingança vai te trazer? – Ele agarra meus braços e me chacoalha. – Me responda! O que essa merda de vingança vai te trazer?

– Paz. – É a única coisa que sai de minha boca. Henry solta uma risada irônica e me solta, passa as mãos pelo cabelo, exasperado. Não para de andar de um lado para o outro.

– PAZ? – Ele grita. – VOCÊ QUER PAZ? – Ele respira descontrolado e abaixa o tom da voz. – Está fazendo da maneira errada bebê. – Ele pensa um pouco e me encara. — E... eu... tenho que te levar agora. Eu só vou trocar de roupa. – Henry fica com os olhos tristes e isso corta a minha alma.

– Eu sinto muito... – Henry vem com tudo para cima de mim e cola sua testa na minha.

– Carolyne, eu... eu... estou apaixonado por você! Louco por você! O que mais eu tenho que fazer para demonstrar isso? Você virou a minha vida de ponta cabeça. Eu não consigo voltar a ser o que eu era, quem me dominou nessa história foi você. – Olho-o surpresa. – Não era isso que você queria ouvir? Pois escute bem: EU ESTOU APAIXONADO POR VOCÊ! Agora se você quiser ir se encontrar com o Robert, sinta-se á vontade. O que eu tinha pra fazer, eu fiz. Só que eu não sou Deus para controlar destinos. – Ele afasta sua testa da minha e sai do quarto. Fico imóvel e sem reação. O meu deus grego acabou de se declarar e abrir seu coração. O que eu faço? O que eu faço meu Deus? Só há uma coisa a se fazer.

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POV HENRY:

Me declarei a ela. Carolyne não disse uma palavra. Ficou como uma estátua em minha frente, nem seus olhos grandes e castanhos mexiam. Mas eu consegui desabafar e tirar de mim esse peso. Vou para o outro quarto me trocar e tomar um pouco de ar. Depois de alguns minutos passo pelo quarto e com o canto do olho, percebo que ela ainda está parada da mesma forma que estava quando saí. Desço para a sala e aguardo ela descer para infelizmente, eu leva-la para casa. Para Robert. Mais alguns minutos se passaram e nada de Carolyne. Já estou nervoso e impaciente. De repente escuto passos fortes e barulhentos. Carolyne está descendo a escada correndo, e antes mesmo de eu poder perguntar algo, ela segura minha face entre as mãos e sorri.

– Eu também sou loucamente apaixonada por você Henry!

Notas finais
E aí??? Tudo beleza?! rsrsrsrs... Quem quiser participar do meu grupo no whatsapp, é só deixar seu n° de celular, ok? Beijinhos amadinhas! *-*