Notas iniciais
Olá amados e amadas! Tudo bem com vcs? Espero que sim. Bem, esse será o último capítulo que deixarei postado aqui no Nyah, pois essa história virará e-book no segundo semestre deste ano. E ainda terá muita emoção pela frente... Sei que alguns vão querer me matar, outros irão amar a novidade... enfim, estou muito feliz e espero, do fundo de meu coração, que vcs compreendam, e se possível, comprem o e-book, e quem sabe o livro físico, porque não? rsrsrsrs. Assim saberão o fim dessa história, que estou escrevendo com muito carinho. Foi um prazer enorme conhecer todos e agradeço todo o carinho que recebi desde o primeiro capítulo postado aqui. VCS SÃO DEMAIS!!! Logo, começarei a postar mais uma história no Nyah! Fiquem ligados e curtam a minha page: https://www.facebook.com/pages/Luz-Na-Escurid%C3%A3o-Ana-S%C3%B3h/1411833722393909 E para ficarem ainda mais próximos de mim, participem do meu grupo fechado no face: https://www.facebook.com/groups/612120135502829/ Agora, chega de blá blá blá e vamos ler esse capítulo que está cheio de emoção. Let's gooooooooo!!!

CONTINUAÇÃO POV ROBERT:

Não dormi nada. Passei a madrugada em clarão. Onde a Carolyne está? E com quem está? Essas perguntas já estavam me enlouquecendo. Agora que eu estou tão perto de reconquistá-la... Será? Será mesmo que estou? Mas a proposta que eu fiz, deveria trazê-la pra mim e não fazê-la sumir. Mas eu vou descobrir onde ela se meteu e com quem se meteu.

Levanto tomar um banho. Ainda não são oito horas da manhã. Preciso sair cedo e ir ao meu destino. Sei que isso vai me custar o couro, mas não quero nem saber. Preciso dar todas as minhas cartadas. Termino de me arrumar e nem tomo café, preciso resolver isso o quanto antes. Mas quando estou saindo o meu celular toca.

– Carla? O que você quer? Olha vou avisando que não sei onde o Henry está e... – Sou interrompido bruscamente.

– Eu descobri com quem o Henry está saindo. E ele está com essa vadia nesse exato momento! – Ela esbraveja.

– Olha Carla, eu realmente não posso...

– Não está sentindo falta de nada Robert? – Ela pergunta.

– Do que você está falando? – Não entendo aonde ela quer chegar.

– A vadia que o Henry está saindo é a Carolyne! – Ela grita e sinto meu sangue congelar.

– O quê? – Não posso acreditar, a Carla só pode estar pirando de vez. – Carla, eu acho que você está equivocada querida. A Carolyne não é nenhuma vadia e não está saindo com o Henry. – Tento acalmá-la enquanto ela solta uma gargalhada incrédula.

– Tenho provas suficientes para te mostrar o quanto aqueles dois estavam fazendo a gente de idiota.

– A gente? Mas você nem tem mais nada com o Henry. – Disparo nervoso, ainda sem acreditar.

– Por enquanto meu querido, por enquanto... mas se não acredita em mim, posso te enviar essas provas. – Mesmo duvidando de tudo que acabara de dizer, decido escutá-la.

– Ok! Mande-me essas tais provas. Você só pode estar louca! – Digo.

– Quem vai ficar louco quando ver o que tenho, vai ser você! – E assim desligamos. E os meus planos de antes, acabo deixando de lado.

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CAROLYNE:

Que domingo lindo. Céu azul, pássaros cantando e tudo à nossa volta é colorido. Nosso amor é colorido e cheio de vida. Chega de escuridão, de tempestades e dias ruins. Agora chegou a minha hora de ser feliz e fazer alguém feliz. Henry é tudo o que uma mulher pediu á Deus.

– No que está pensando bebê? – Henry me abraça por trás, enquanto continuo olhando o céu, na grande janela de vidro de seu quarto.

– Em nós. – Respondo.

– Nós? Nossa, está de bom humor hoje, hein... – Ele brinca e morde o meu ombro, fazendo-me arrepiar do jeito que só ele sabe fazer. Viro e o encaro.

– Há há há, engraçadinho... – Reviro os olhos e ele me beija. Um beijo calmo e carinhoso, tudo o que eu precisava numa manhã maravilhosa como essa. – Adoro o seu beijo.

– E eu adoro tudo em você! Agora vamos tomar café para depois fazermos uma trilha. – Ele diz sorrindo.

– Que máximo! – Pulo de alegria e nós descemos para a cozinha.

Depois de um bom café, nós pegamos nossas mochilas, alguns pertences e saímos estrada á fora. Andamos bastante, subimos em árvores como duas crianças e rolamos no chão. Sem contar o sexo maravilhoso que fizemos de pé, encostados numa árvore. Henry é demais. É selvagem e sedutor. Vê-lo me foder no meio do mato me deixou ainda mais louca de tesão. A imagem foi simplesmente erótica e quente. Depois de nossas aventuras pervertidas, decidimos voltar. O sol está muito quente e os mosquitos vão nos devorar vivos. Quando estamos quase chegando, Henry me pega no colo e me beija.

– Você está suadinha anjo, preciso te comer assim. – Ele sorri.

– Ai não Henry! Estou suja, imunda, sem condição nenhuma para fazer sexo agora. – Reclamo.

– Você sempre está pronta para o sexo bebê. Quero te lamber todinha... – O meio de minhas pernas vibra e sinto uma chama acender.

Depois de mais alguns passos, chegamos em casa, quer dizer, na casa de Henry. Ele entra comigo ainda em seus braços e vai para a cozinha, me senta sobre a mesa. Ele fica no meio de minhas pernas e tira a minha regata roxa.

– Adoro quando você está com o cabelo preso. Assim seu pescoço fica ainda mais delicioso. – Ele diz enquanto morde o meu ombro e deixa uma trilha de beijos até chegar em meu pescoço, atrás da orelha. – Eu vou tirar o seu top e morder os biquinhos dos seus seios. – Arrepio, arrepio, arrepio. – Quero mamar em você Carolyne. – Como pode a voz dele ser tão sexy?

– Henry... gostaria de tomar um banho... – Suspiro, tentando controlar o fogo que cresce em mim.

– Shhh... eu quero você assim. Depois tomamos um banho e preparamos nosso almoço. Mas primeiro quero te foder assim. – Ele diz e abocanha meus seios, enquanto chupa um, aperta o outro com sua mão grande e experiente. Nunca imaginei que um homem como ele pudesse existir. Enquanto brinca com meus seios, puxo seu cabelo com força em sinal de aprovação, com meus olhos fechados de puro prazer, começo a gemer alto e pedir por mais.

– Isso Henry... isso! – E quando abro os olhos, congelo, e o que eu vejo me faz gritar.

– O que foi? – Henry pergunta assustado enquanto se vira para trás e vê o mesmo que eu: um Robert parado feito estátua e com um olhar assassino. – Robert? O que faz aqui? – Henry parece não acreditar que seu primo está ali, nos encarando. Ergo meu sutiã e coloco minha regata em menos de dez segundos, saio de cima da mesa e posiciono-me ao lado de Henry.

– Eu não posso acreditar... – Robert sussurra enquanto encara o chão e balança a cabeça freneticamente. Em seguida seus olhos arregalados fuzilam Henry. – POR QUÊ? – Ele grita encarando o primo. – PORQUE VOCÊ FEZ ISSO COMIGO? – Robert está descontrolado e grita muito alto. Sinto meu coração disparar, vou explodir.

– Ele não fez nada Robert, eu que fiz. – Digo friamente. – E tenho que admitir, é tão gostoso te ver desolado, na merda e com o coração partido, igualzinho eu fiquei quanto te vi comendo a Débora. – Robert desvia seu olhar e para de olhar Henry, agora sua atenção está voltada a mim. – Você acreditou mesmo, que nós ficaríamos algum dia juntos novamente? Você realmente acreditou que eu perdoaria você? – Pergunto enquanto dou um passo a frente e aponto o dedo na sua cara.

– Carolyne, pare com isso! – Henry pede e não dou ouvidos.

– Sabe Robert, porque eu não conheci o Henry antes? Vocês dois são muuuuuuuuuito diferentes. Ele é homem, me fez provar sensações que você jamais me proporcionou. – O meu tom de voz estava gélido, sem emoção nenhuma. Eu cuspia as palavras, pois meu objetivo era atingi-lo, sempre foi. Claro que eu planejava de outro jeito, mas nada foi melhor que esse. Como o destino é surpreendente.

– Chega Carolyne! – Henry fica nervoso e segura o meu braço. Robert ainda está em estado de choque e tenho a sensação que ele poderia nos matar agora mesmo, pois nunca vi um olhar tão sombrio e diabólico em toda a minha vida antes. – Robert, eu posso explicar cara... – Interrompo-o.

– Acho que eu já estava fazendo isso Henry! – Agora estou irritada até com ele. Viro-me para Robert e chego bem perto de seu rosto. – Está calado porque querido? O gato comeu a sua língua? – Robert agarra meus braços e os aperta, sua atitude me assusta, mas não sinto nenhum medo. Henry também se assusta e fica do meu lado.

– Solta ela Robert, seu lance é comigo e não com ela. – Henry pede, mas Robert parece estar hipnotizado, seus olhos não desgrudam dos meus.

– Qual é a sensação Robert? De ver a traição tão de perto e por pessoas que você confiava? – Minhas provocações não param e ele aperta ainda mais os meus braços.

– Você planejou isso? – Finalmente Robert abre a boca e eu dou uma risada cruel.

– Sabe que eu ia fazer algo sim, já estava tudo planejado, mas então o destino nos presenteou com isso... – Digo enquanto saio de suas mãos e o empurro para trás. – Realmente a vingança é um prato que se come frio e você não imagina o quanto eu desejei ver essa sua cara de bunda e nojenta, enquanto seu mundo estivesse desmoronando. EU QUERO QUE VOCÊ VÁ PARA O INFERNO! – Esbravejo.

– Carolyne, por favor... – Henry tenta me acalmar, mas seu gesto deixa-me ainda mais irritada.

– Por favor, o quê? – Encaro-o. – Está com pena dele? Leve pra casa! – Digo e saio da cozinha, deixando os dois sozinhos. Subo para o quarto e visto a roupa que eu havia vindo para cá, o resto não é nada meu, foi Henry quem comprou. De repente escuto um barulho forte, parece algo quebrando. Desço as escadas correndo e vejo os dois brigando, no soco!

O barulho que escutei foi do copo que estava em cima da pia, durante os seus golpes, devem ter batido nele, o que o fez cair no chão. Robert está furioso e tenta acertar Henry custe o que custar, enquanto Henry não faz nada, apenas se defende, pois não quer machucar o primo. Caminho até eles com passos duros e empurro Robert, fazendo-o soltar Henry.

– Você é um babaca além de cretino? – Pergunto e Robert me encara sem entender nada. – Se o Henry quiser, ele acaba com você! – Digo.

– Não é só porque ele é grande e forte, dono de academia, que ele vá me vencer. – Ele diz.

– Pode apostar que sim! – Digo e sorrio.

– CHEGA CAROLYNE, CHEGA! – Henry grita. – Desculpa Robert se as coisas tomaram esse rumo. Mas o fato é que Carolyne e eu estamos apaixonados e já íamos abrir o jogo com todo mundo. Desculpa se ela é a mulher que você ama, mas ela não sente o mesmo por você.

– Já faz tempo que vocês estão juntos? – Robert pergunta.

– Já tem algum tempo. – Henry responde.

– Antes daquele almoço na casa dos meus pais? – Robert insiste em saber e Henry suspira triste.

– Sim. – Robert dá um soco na mesa e solta um grito. Vê-lo sofrer é tão bom, sinto-me renovada.

– Inclusive naquele dia, Henry e eu estávamos brigados, mas não demorou muito e fizemos as pazes, num dos cômodos da casa. – Digo sem piedade.

– O quê? – Robert parece não acreditar.

– Carolyne... – Henry fecha os olhos e passa as mãos pelo cabelo, exasperado.

– Isso mesmo Robert. Quer que eu desenhe? – Pergunto.

– Eu achei que podíamos começar tudo de novo, eu acreditei que você podia esquecer tudo e me perdoar. – Robert diz e seus olhos ficam marejados. – Você foi a minha maior decepção. – Suas palavras me enfurecem.

– Eu fui sua maior decepção? Você só pode estar de sacanagem! – Ergo as mãos para o alto e solto uma gargalhada.

– Mas eu ainda te amo. – Sua declaração me deixa imóvel e vejo Henry ficar branco. – Isso não acabou por aqui. – Robert diz sai, de repente volta e aponta para Henry. – Espero que você não cruze o meu caminho, traidor! – E com essa ameaça ele vai embora.

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Henry está parado e olhando para os cacos de vidro no chão. Está triste e não o culpo, pois além de primos, eles eram amigos. Ele começa a juntar os cacos e não me olha. Meu coração aperta. Chego perto dele e tento passar a mão por seu rosto, mas ele se afasta.

– Espero que já esteja pronta. Só vou terminar de limpar isso aqui e te levarei para casa. – Fico indignada com o que acabo de escutar. – Enquanto isso, coma alguma coisa, pois já está na hora do almoço.

– O que há com você? – Pergunto.

– Carolyne, deixa eu terminar de limpar isso aqui e depois conversamos. – Ele pede quase sem paciência.

– Deixo o caralho! – Digo. – Não me diga que está assim por causa de Robert? A gente jurou que nada iria interferir em nosso relacionamento!

– Eu sei, eu sei... mas vê-lo desolado me partiu o coração. Ele te ama e não vai desistir, sabemos disso. Ele pode estar com raiva de você, mas isso logo vai passar. Mas o ódio que ele sente por mim não. Eu sou o monstro, eu sempre serei o culpado. – Por um lado sei que ele tem razão, mas não dou o braço a torcer.

– Henry me escuta! – Pego seu rosto entre minhas mãos e olho profundamente os seus olhos. – Ele é o monstro, ele que é um traidor. Você não pode se sentir assim meu amor. – Digo.

– Eu também fui um traidor. Mesmo sem maldade, mas fui.

– Desculpe Henry, mas não estou nem aí para o coração partido do Robert. Quero que ele se foda e gostaria que você parasse de se culpar. Mas se vai ficar assim, não poderei fazer nada, a não ser, que você queira que eu saia correndo e me jogue nos braços de Robert.

– Seria um boa ideia. Mesmo que isso me matasse aos poucos... – Eu não acredito que ouvi isso.

– Quer saber Henry? Quero que você vá se foder também!

Henry continua triste e sem reação. Ele me leva para casa e durante as duas horas de viagem não trocamos uma palavra, nem olhares, nada. Minha vontade era vir a pé, sozinha. Mas não sou tão louca a ponto de fazer isso, pois é muito longe. Olho em meu celular e vejo todas as ligações que Robert havia feito, todas as mensagens, inclusive uma de Bia, avisando que o pé no saco do Robert havia me procurado e perguntado de mim para ela e Roger. Quando me dou conta, já estamos na frente de casa, sem olhar para Henry, abro a porta e saio.

– Carolyne, eu... – Não deixo Henry terminar.

– Vai para o inferno Henry! – Digo e fecho a porta do carro com tudo. Saio pisando duro sem olhar para trás e quando abro o portão, sinto uma mão pegar o meu braço. Viro-me e tenho a surpresa mais desagradável dos últimos tempos. Carla.

Notas finais
Estou quase chorando aqui... Obrigada mais uma vez a todos!!! Serei eternamente grata!!! E não esqueçam de curtir a page e entrar no meu grupo, hein?!! Amo vcs!!!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!