Luz Na Escuridão
14 Continuando a tortura...
Notas iniciais
Segue mais um cap... Estou sentindo falta dos comentários...
Ninguém vai recomendar minha fic? Favoritar? =(
Desculpem os erros... Espero que gostem desse cap pois fiz com carinho.
Inté!
POV HENRY:
Estou beijando Carolyne com força, meu Deus como quero fodê-la! Ela ainda está vendada, deve estar confusa com minha atitude. Carolyne, minha rebelde... Nessa madrugada quando ela me falou todas aquelas coisas, me deu vontade de bater tanto nela. Ela não é minha escrava sexual, nem submissa ela parece ser. Carolyne é alta, encorpada e com personalidade forte, diferente de todas que já comi, que eram pequenas, frágeis e sem personalidade. Estava decidido em deixa-la livre, mas quando a vi nua, apenas com seu sapato alto na minha sala, não resisti. Tentei, mas não consegui. Ela é muito sexy, ousada e inteligente. Hoje eu queria castigá-la bastante, a deixei amarrada durante duas horas e meia, mas deveria deixa-la o dia todo, para nunca mais falar merda pra mim. Não sei o que me deu... Mas desisti de deixar meu anjo amarrada durante o dia, o que me assusta, pois nunca fui mole com nenhuma sub. Agora ela está em minha cama, vendada e completamente nua, exposta a mim. Estou apenas com uma calça preta de moletom caída na cintura e sinto meu pau crescer enquanto enfio minha língua na deliciosa boca de Carolyne. Estou louco de tesão. — Preciso me controlar! – Penso. – Isso é pra ser um castigo. – Paro de beijar Carolyne quando uma ideia vem a minha cabeça.
- Você quer saber se vou te comer? Talvez... – Digo e tento parecer o mais frio possível. Vejo os pelinhos do corpo de Carolyne se arrepiarem com meu tom de voz. – Agora quero brincar com você, só isso. – Carolyne começa a respirar forte, parece nervosa. – Fique aí e não se mexe! – Ordeno enquanto levanto-me da cama. Pego quatro algemas em uma cômoda e volto para cama, olho para aquele anjo nu, que está com o corpo todo tenso e frágil, fico ainda mais louco de desejo com essa visão. – Vou te prender em minha cama Carolyne e não tente resistir, se não será pior! – O poder cresce dentro de mim.
- Sim senhor! – Ela responde num sussurro. Gostaria de saber o que se passa em sua cabecinha teimosa. – Prendo Carolyne com as algemas. Ela está com os braços e pernas esticadas, não consegue se mexer. Saio do quarto e desço para cozinha, pego alguns gelos, coloco dentro de um pote e pego também um leite condensado e subo novamente para o quarto.
- Hoje vou me deliciar... – Digo enquanto coloco um gelo no umbigo de Carolyne. Ela geme gostoso e se contorce. Espero pacientemente o gelo começar a derreter, o que não demora muito pois hoje está calor e o corpo de Carolyne está fervendo. Começo a chupar o gelo de seu umbigo e circular minha língua naquela região. Chupo tudo, até o gelo sumir em minha boca. Carolyne está ofegante, desesperada. Passo um gelo em seus pés e ela respira loucamente.
- Senhor... – Ela diz fraca e com desejo na voz. – Henry, por favor! – Ela pede por mim com sua voz chorosa.
- Está calor né? – Coloco um gelo em sua boca. – Chupe como se fosse meu pau! – Ordeno e ela faz o que peço. – Isso mesmo, boa menina. – Digo e coloco um gelo na boca e desço para sua abertura deliciosa. Começo a passar a língua em seu clitóris e sinto seu gosto salgado, pois ela já está molhadinha pra mim.
- Meu Deus... – Carolyne está ofegante, frágil e desesperada para me ter dentro dela. Eu também. Mas tenho que me controlar, eu sou o dominador. – Não faz isso comigo! – Ela implora.
- Shiiiii... Eu faço o que quiser com você! – Continuo a brincar com sua bocetinha quente, chupo forte, mordo e enfio dois dedos nela, socando firme e rápido. Quando percebo que ela está prestes a gozar, eu paro. – Não, não... – Nego o prazer a ela. Fico de pé ao lado da cama e pego o leite condensado que havia deixado no criado-mudo ao lado e começo a passar em seu corpo com uma colher. Passo em seus seios e os lambo com força e vontade. – Você nunca esteve tão doce Carolyne! – Digo e rio pra mim mesmo. Passo um pouco em sua boca e em questão de segundos limpo tudo com minha língua sedenta. – Está gostando?
- Sim senhor. – Ela só responde isso e eu fico angustiado e logo percebo o porquê, Carolyne está cansada, chorosa e me quer. – Henry, por favor... – Largo o leite condensado e a colher, tiro a venda de seus olhos e beijo cada um deles. Desprendo as algemas e massageio nas partes onde ela foi amarrada e presa. – Eu quero você, eu estou bem! – Ela diz. – Não sei o que está acontecendo comigo, não estou conseguindo castiga-la como merecia.
- Carolyne... – Digo e passo as mãos no cabelo.
- Henry, eu quero que você me foda! Entendeu? — Aquilo foi a gota d’água pra mim. Num único movimento eu a viro e a deixo de quatro, como mandei ela ficar horas atrás. Meu pau está doendo de tanto tesão, enfio ele sem dó e as estocadas são violentas. Me sinto um animal selvagem e faminto.
- Quer que eu te coma? Vou te comer! Vou te arrombar inteira Carolyne, socar minhas bolas em você! – Estou descontrolado e ela está aos gritos pedindo mais. Dou mais algumas estocadas e Carolyne geme loucamente enquanto goza pra mim.
- Nossa... – É a última palavra que ela consegue dizer e em menos de um minuto eu me liberto também.
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Caio no sono, pois estou muito cansada. Fui amarrada, torturada com suas artimanhas e recebi chicotas. Durmo durante uma hora e acordo assustada, pois sonho com Robert novamente. Não consigo entender o motivo por qual sonhei com ele se estou deitada na cama de Henry... Percebo que ele não está ao meu lado como de manhã. Sinto um aroma delicioso vindo lá de baixo e meu estômago ronca. Levanto da cama e vejo minhas roupas encima da poltrona no canto do quarto. Decido tomar um banho rápido, acho que Henry não vai se importar. Me visto, prendo o cabelo num coque improvisado e coloco meu sapato, pego minha bolsa de mão e vou até a porta do quarto lentamente. Respiro fundo, conto até dez e desço até a cozinha. Vejo Henry no fogão, cozinhando. Ele percebe minha presença e me encara.
- Com fome? Estou preparando nosso almoço, mesmo que esteja na hora do café da tarde. – Ele ri da própria piada.
- Um pouco. – Digo e sorrio de canto. – Tomei um banho rápido, espero que não se importe.
- Claro que não me importo. Só fico chateado que não tenha me chamado para ir junto. – Sua voz é sedutora. – Mas agora vamos comer! – Henry já havia arrumado a mesa e terminou de colocar a comida sobre ela. Estava tudo bom! Ele fez strogonoff com batata palha, arroz branco e salada de palmito com azeitonas.
- Está uma delícia! – Elogio.
- Eu ou a comida? – Ele brinca. Sinto que ele está nervoso, por isso está assim, cheio de gracinha tentando esconder o que passa dentro de si. Terminamos o almoço e o ajudo a limpar tudo.
- Bom, agora vou indo. – Digo enquanto caminho até a porta da entrada.
- Mesmo? – Ele faz carinha de triste.
- Mesmo! Preciso descansar. – Explico.
- Peguei pesado? — Ele parece preocupado.
- Não, faria tudo de novo... E eu mereci também. – Dou uma risadinha.
- Eu te levo! – Quando ele vai sair pegar a chave, eu o seguro no braço.
- Não precisa! Vou de táxi. – Ele me olha com desaprovação e tenta contestar, mas eu o convenço. Pego meu celular para ligar e me assusto, vinte e três ligações e oito mensagens de Bia, ela deve estar uma fera, mas ligo pra ela mais tarde. Chamo o táxi e logo ele chega, dou um selinho em Henry e saio portão a fora, entro no táxi e vou para casa descansar, pensar em tudo que está acontecendo em minha vida.
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Chego em casa. Caminho até meu quarto e me jogo na cama, estou exausta! Lembro de ligar para Bia antes dela chamar a polícia ou algo assim.
- Carolyne! Quer me matar do coração? – Ela está mais brava do que eu pensava.
- Oi Bia... Eu estou bem e você? – Tento mudar o rumo de nossa conversa.
- Nem venha com essa! Eu estou puta da vida com você! Porque não me atendeu? – Ela indaga.
- Bia, notícia ruim chega rápido... Mas enfim, não escutei o celular tocar, estava ocupada demais pra isso... – Comento.
- Isso quer dizer que você e Henry se acertaram? – Ela pergunta.
- Digamos que sim. – Digo apenas isso.
- Hum... Menos mal. Dessa vez vai passar, mas da próxima... – Bia ameaça.
- Tudo bem. Juro que da próxima vez eu aviso antecipadamente. – Prometo.
- Robert perguntou de você. – Bia conta.
- É mesmo? – Finjo estar surpresa.
- Sim! Disse que você havia saído com um cara. – Bia dá risada. – Mas não se preocupe, não falei que era o Henry, afinal, eles são primos né.
- Nem me lembre isso! – Comento.
- Você devia ter visto a cara que ele fez quando eu falei isso para ele! Parecia um cachorrinho sem dono. – Bia deve ter gostado de vê-lo assim.
- Isso não importa! Não me importo nenhum pouco com ele. Agora vou tomar um banho e descansar. – Digo.
- O que fizeram que está cansada? A noite foi boa é... – Bia brinca. – Tudo bem! Vai lá descansar, depois conversamos, beijos! – Nos despedimos e eu me levanto da cama, tiro a roupa, pego uma toalha e vou para o banheiro. Acho que fico no banho quase uma hora. Saio e me seco, enrolo a toalha na minha cabeça e vou para o quarto. Visto um pijama velho, penteio meu cabelo e deito na cama. Meus olhos começam a ficar pesados e logo adormeço.
Notas finais
Comentem por favor!!!
Beijinhos...
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