Luna - INTERATIVA

8 Capítulo VIII


Notas iniciais
Hey, honeys! DESCULPA A DEMORA!!!! DESCULPA MESMO!!! Eu estava viajando, e não consegui escrever. Enfim, vamos ao capítulo: esse é mais sobre o Mass e a Amelie, para resolver todo aquele mistério que todo mundo perguntos. Até as NFs e boa leitura ^^

CAPÍTULO VIII

Assim que saiu do carro com bandeirolas de DACH Land e da Itália, o príncipe Massimiliano respirou fundo. Era bom estar num lugar familiar – no caso, o Palácio da Família Real de DACH Land – e longe da Seleção. Entrou, e sorriu para alguns rostos familiares. Subiu três andares da escadaria principal, virou à esquerda, e seguiu para o último quarto do corredor, como lhe fora indicado. Se não se enganava, aquele era o recinto onde a Família Real media as roupas, onde suas roupas eram feitas ou algo assim. Lembrava de brincar em meio aos tecidos com Amelie quando eram pequenos. Bateu três vezes na porta, e um furação loiro usando um roupão puxou-o para dentro.

— Mass, eu estou enlouquecendo! Enlouquecendo! – Berrou Amelie, e se trancou numa portinha no canto da sala.

O príncipe encarou a rainha Sabina, mãe da loira, que estava sentada num sofá de veludo vermelho. Ela apenas sorriu ternamente e deu de ombros. A senhora olhou para o lugar ao seu lado, como que dizendo para que Mass sentasse-se ali, e ele o fez. Massimiliano analisou o lugar por uns minutos, e percebeu que, além das criadas agitadas que de vez em quando entravam na portinha que Amelie havia entrado anteriormente, ele e a rainha eram os únicos lá.

— Tia Sabina, se me permite perguntar, o que estamos fazendo aqui? Amelie só me falou que era importante.

A rainha sorriu.

— Querido, ela está provando pela última vez o vestido antes do casamento.

Ah, isso.

— E... por que ela está enlouquecendo?

— Algo sobre o vestido não estar fechando, mas eu já disse para ela que, por estar nervosa e estar se recuperando daquela virose com muito soro, ela acabou inchando um pouco, mas ela não me ouve...

— POR FAVOR, ME DEEM LICENÇA! – A voz de Amelie soou de dentro da portinha, e meia dúzia de criadas saíram de lá.

Instintivamente, Mass se preparou para levantar e ver o que estava acontecendo, mas então lembrou que a rainha estava lá. Olhou para ela, como que perguntando se podia ir, e Sabina assentiu. O príncipe rapidamente adentrou a sala que havia atrás da portinha, e achou sua melhor amiga chorando, no chão, no meio de um monte de tecido branco, que deveria ser a saia de seu vestido de casamento. Ele ficava arrasado de vê-la assim, e a única coisa que pôde fazer foi se abaixar e abraça-la.

— Mass, eu... eu não consigo fazer isso – sussurrou com a voz falha, devido ao choro.

— Fazer o quê? Casar?

Amelie se afastou somente o suficiente para olhar o melhor amigo nos olhos. Mass lembrou imediatamente de tudo que eles já fizeram juntos: todas as brincadeiras, quando acidentalmente quebraram uma estátua de gelo numa festa chata e passaram as três horas seguintes no jardim para que ninguém descobrisse o que haviam feito, quando deram o primeiro beijo, só porque Vicento já o havia dado, e juraram esquecer completamente disso. Todos os momentos quando pensou ser apaixonado por ela, que agora não faziam o menor sentido. Ele nunca havia tido ciúmes romântico por ela. Ela era como a irmã que ele nunca teve, e todo esse tempo, ele só não queria que ela se machucasse. Mas ela resolveu se apaixonar pelo cara mais idiota do mundo.

— Não. Não, não é isso. Mais ou menos. Eu amo Julius, mas tudo isso, todos esses preparativos estão me matando! Quando eu achei que tudo estava resolvido, esse vestido me dá problema! E, além disso, de eu não consigo dar conta de uma cerimônia de casamento, como eu vou governar um país, ou pior: como eu vou dar conta de uma família?

Mass a abraçou mais uma vez.

— Você vai conseguir, Melie. Você sempre consegue.

Ela respirou durante um tempo no ombro do amigo, até sussurrar:

— Obrigada, Mass. Você é o melhor.

Olhando através dos cabelos de Amelie, ele viu o zíper, que estava enroscado num fiozinho, mas só era possível ver daquele ângulo. Sem que ela percebesse pegou uma tesourinha que se encontrava lá, cortou o fio, e fechou o vestido.

— Eu sei.

— Ela já está vindo – avisou a rainha Sabina, enquanto se sentava novamente ao seu lado. Ela sorriu de volta.

Depois de uns minutos, ouviram a voz de Amelie dizer para que fechassem os olhos, e quando lhes foi dito que podiam abrir, a princesa estava em pé, de costas para eles e de frente para um espelho, além de estar em cima de uma espécie de pequeno tablado, ambos que Mass não havia percebido antes. A roupa de Amelie era magnífica: Um longo vestido branco, com detalhes em renda acima da cintura, que estavam em harmonia com uma saia cheia; uma pulseira e brincos de pérolas se faziam presente, assim como sua coroa de princesa em sua cabeça; foi possível ver um par de sapatos com brilhantes quando ela levantou a saia. Mass se lembrava das tradições que sempre lhe eram faladas: algo velho (no caso, a pulseira da avó de Amelie), algo novo (o vestido e os sapatos), algo emprestado (os brincos de sua mãe), e algo azul... ela não tinha nada azul. Mass pensou em avisá-la, mas então lembrou de algo, e deixou quieto.

A rainha começou a chorar quase que imediatamente, e o príncipe ficou sem palavras. Mas não havia nada que se falar, Mass conhecia aquele sorriso em Amelie: ela estava feliz. E isso era tudo que importava.

Tarja Kaalipää estava sentava num canto do Salão das Mulheres, lendo um livro, enquanto todas as outras estavam conversando. Não estava a fim de puxar conversa com ninguém. Mas isso não impediu que alguém viesse puxar assunto com ela.

— Oi.

A loira levantou os olhos e deu de cara com uma morena sorridente.

— Oi – respondeu e voltou a ler seu livro.

— Tarja, né? – Ela assentiu com a cabeça. – Eu sou a Spencer, prazer.

A princesa da Noruécia encarou a mão de Spencer Allora Keller por uns segundos. Aceitar ou não? Provavelmente aquela menina sairia correndo se soubesse a verdade, mas decidiu lhe dar o benefício da dúvida. Afinal, ela só deveria estar querendo algumas dicas de princesa. Apertou sua mão.

— Prazer. – Fechou seu livro. – Então... no que posso te ajudar?

— Perdão?

— Nas dicas. O que quer saber primeiro?

— Do que você está falando?

— Você... você não veio saber coisas sobre ser princesa?

— Não. Por que eu iria pedir dicas para você?

— Porque eu sou princesa da Noruécia? – Tarja disse como se fosse óbvio.

— Você é princesa? Sério? Que legal!

Tarja não estava entendendo. Alguém havia vindo falar com ela, e não fora por interesse? Okay, qual a piada?

— Spencer! Olha o que eu achei! – Uma menina morena vinha andando, meio esbaforida, com uma revista na mão na direção delas. – Olha que vestido bonito! Soube que a gente pode pedir para as criadas fazerem os vestidos que a gente quiser! Esse ficaria lindo em você! – Ela meteu a revista na cara de Spencer, e só quando a mesma pegou a revista e a outra se sentou com elas, que pareceu perceber Tarja. – Ah, oi! Eu sou a Rebecca, prazer.

— Tarja.

— Sabia que ela é princesa? – Spencer falou, levantando os olhos da revista.

— Sério? Princesas podem entrar na Seleção?

— Aparentemente – brincou Tarja, sorrindo. – Posso dar uma olhada no vestido?

— Claro! – A morena estendeu a revista para a loira.

Traja pareceu analisar a peça de roupa.

— Realmente é bem bonito, mas essa cor te apagaria. Marrom não fica muito bem em morenas. Acho que ficaria lindo em vermelho.

— Legal! Você entende de moda? Achei que você tinha criadas para isso.

A princesa riu.

— É, eu tenho, mas sabe como é. Hobbies.

As três riram. Era obvio: uma boa amizade estava se formando ali.

Notas finais
E aí! O que acharam? Amizades começando... DOIS AVISOS: 1) A FIC VAI ESTAR NUMAS "FERIAS" DEVIDO AO ANO NOVO, PARA NÃO ACONTECER DO CAPÍTULO ATRASAR DE NOVO, E DE VOCÊS NÃO PODEREM PREENCHER OS DESAFIOS, COMENTAR, ETC. 2) AS AUTORAS DA INGRID ROSE BEAUMONT E HWA YANG MI: vocês não preencheram a ficha 3, e eu sei que o prazo era até sábado, mas como eu sou MUITO LEGAL (e humilde) eu vou eixar vocês preencherem até o PRÓXIMO SÁBADO! Não haverão mais avisos, depois disso vocês estarão ELIMINADAS E PONTO FINAL! Isso é muito injusto com as outras meninas, e é a última vez que eu dou uma folga dessa para vocês.