Lullaby

28 Capítulo 28 - Sobre a Prisão


Notas iniciais
A palavra é: ioga. (e eu forcei. Foi mal, to sem tempo)

Quando acordei, estava escuro.

Não era meu quarto. Não era fofo, cheiro horrível, espaço tão pequeno que eu precisava fazer ioga pra alcançar a janelinha. Que, a propósito, tinha grades.

Como fui parar ali? Lembro-me de sair com...

Ah.

Candace.

Aquela garota cruel que ameaçava todo o meu mundo. Nem mesmo era fofa! Tom estaria muito melhor sem ela, se ao menos percebesse.

Tom.

O que houve com Tom? Por que ainda não veio me buscar? Talvez Candace esteja impedindo. Ela queria se livrar de mim... Será por isso que estou aqui?

Meu fofo vestido colorido tinha mais vermelho do que me lembrava. Estava arruinado... Era uma pena. É um vestido bonito.

Um homem apareceu depois de algumas horas. Usava um terno caro, mas era muito feio, e não me importei em lembrar seu nome. Falou comigo. Disse... Que ‘encobrira o que eu tinha feito’. Mas eu não fiz nada. Tom precisava saber que eu estava ali, não queria que encobrissem nada.

O homem feio falou que eu precisava trabalhar. Cantar e tocar piano. Não queria tocar pra outras pessoas, mas se fizesse shows, não ficaria presa ali, e Tom acabaria me vendo.

Se me vir, certamente virá me buscar!

Notas finais
Não sei se ficou claro, mas a memória seletiva dela atacou de novo. Ela se sentiu ferida demais por ter sido entregue à organização e apagou a cena toda da cabeça. Não se lembra de matar Candace nem de ir presa. Escrevi esse capítulo correndo horrores porque esqueci de postar antes da hora da rodoviária. Traço 28: tende a ser otimista no geral.