Era uma lua crescente que iluminava a rua desenhando a sombra de uma garota alta, eu a perseguia já a algumas horas, ah aquela bela garota, de silhueta bem esculpida pelos deuses, um cabelo que cintilava entre mexas de cores entre o loiro predominante. Estava quase tendo a piedade para deixe-la viva, minha cabeça se distraia com suas curvas, meu corpo mais rápido que tudo fez o mal de a matar, só restavam algumas partes inteiras e ligadas ao tronco, oh, ainda tínhamos também os cortes perfeitamente irregulares feitos para ver aquele liquido vermelho sair, isso agrada qualquer a um que tenha um bom gosto digno a esse preço — escorria pelos pedaços cortados, dando um toque mais aveludado até nos seus cabelos louros de cachos nas pontas- rapidamente pego o que esta ao meu alcance, eram seus olhos já sem o brilho que tinha quando eram azuis claro, um arrependimento me toma por instantes — vendo o seu rosto deformado pelo calor que em mim a pouco estava presente, dou-lhe o ultimo beijo nos lábios cortados e secos, peço perdão com um sussurro que nem mesmo eu ouvi sair de minha boca — logo seu corpo estava coberto por animais, eles o devoravam como se não comessem a séculos, um exagero talvez, mas não sabiam o que iriam ter para o dia seguinte, esse era o pensamento que justificava ter matado a tão bela rapariga, alguém de mesmo sangue — minha mente se conturbava docemente ainda ecoando os últimos gritos de quem me trouxe prazeres da carne — dou uma olhada no que restou, saio sem pouco me importar com os rastros de um corpo arrastado que se esvaia em sangue ardente.

Volto a rotina normalmente, ter feito perder mais alguém não muda nada- ponho a mão no bolso do jaleco e sinto duas pequenas bolinhas, geladas e petrificadas, eram os olhos da doce menina — o meu ranger de dentes ao olhar nos olhos dela foi a minha penalidade.- Glovex adentra em meu santuário vermelho como se fosse alguém de pura intimidade para se intrometer em meus afazeres.

– Senhor, o pedinte da obra esta presente. Me viro rapidamente ao lembrar de que tenho uma vida a não ser o prazer de torturar e ser torturado sexualmente.

.- Oh, como pude deixar cair no esquecimento -dirijo a mão a cabeça e falo com voz de desprezo a mim mesmo pelo erro.- Glovex traz-me uma tela em branco, tinta, massa, e alguns instrumentos de corte.

– Sanabak, deixe me ver como está a minha garota. Mordo lábios com força em sinal de vergonha.

– Monarse, reconheça que tenho um talento fora do comum, pintar telas em relevo moldadas com as mão é algo raro em nosso plano e demorado que não deve ser apressado, ainda mais em seu caso, moldar cachos negros e um corpo nu ensanguentado, de olhos azuis brilhantes é um pedido anormal.Woh-Munarse me lança olhares como ácido , o julguei sobre querer que molde uma de suas primeiras a ser abusadas.

Salvo pelo gongo, Glovex me chama após ouvir um barulho vindo de meu santuário, pilhas de xícaras desenhadas a mão com detalhes em ouro que continham os mais maravilhosos sangues estavam trincadas no mínimo, e todo elixir derramado e misturado, me aproveito da situação para grosseiramente me deliciar do sangue de um de meus poucos criados magros — se eu estivesse em uma hora mais calma que sabe eu tomaria seu sangue em uma taça acompanhada de um canudinho digo eu em voz alta com ela já sem vida em meus braços — a passos largos e pesados volto a primeira sala onde vejo Monarse saindo pela porta da frente, o deixo partir e vou pintar outra ingênua garota estuprada dos ele.

os olhos de Jhopes se encaixam perfeitamente na tela onde logo sigo esculpindo os ossos de um pescoço e os seio arredondados de uma rapariga inocente de pele tão clara borrada no sangue que não sei decidir que tom de branco usar, os lábios bem carnudos, uso de carne verdadeira, a cada momento eu me atraia por ela — mas é somente uma tela, cochicho a mim mesmo para não cometer erros carnais como de fato outras vezes cometidos — me disperso por alguns minutos pensando não que faria com uma daquelas em meu quarto, mas logo volto a realidade após ouvir a porta bater e Glovex se esconder sob a mesa

– Sanabak, meu senhor encontrei alguém tentando forçar a porta da primeira sala, era um corpo escuro.

– E é para isso que você serve? Se esconder debaixo da mesa? Vá defender o terreno! Após algum tempo da saída de Glovex de meu santuário, me espanto com um grosso gemido vindo dele mesmo por ter a própria espada fincada no pescoço após membros decepados um a um pela mulher que o desejava e era sempre rejeitada. Ponho a cabeça para fora, noto traços frágeis, delicados que me seduzem facilmente no primeiro olhar, ela vinha em minha direção encostou se no meu corpo, era leve a sensação de estar em algum perigo mas já cansado de travessuras por hoje eu a tranco em um lugar qualquer fazendo dela um objeto sexual para aliviar vontades acumuladas após ver minhas garotas sendo entregues sem mesmo eu poder usufruir disto, após saciar minhas vontades, provavelmente o seu crânio virara uma decoração para a porta da frente e seus ossos ocos viraram flautas para que seu som agoniante sempre me agrade.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.