Lua Escura 2 O sorriso da tristeza

15 Capítulo 15 Sempre! Sempre! Adeus...


Notas iniciais
não dou dica! não dou! ultimo cap gente! não dou dica não dou! kkkkkkkkk

uma noite se passara, a maioria estava acordado, uma preocupação enorme assolava a todos; onde estava scourge?



moon passara a noite na camara do dr eggman da qual ela considerava ser seu pai adotivo. isso podia se chamar de problema... ao abrir os olhos mal era possivel reconhecer-la, parecia que tinha se transformado no demonio! Eggman parecia preocupado com seu estado. precisou prende-la com braceletes de aço puro, por quase duas vezes quebrava o vidro da camara, estava realmente tentando se soltar a qualquer custo. ate que conseguiu...



só pôde ser ouvido o barulho de vidro quebrando, e a marca d'agua no chão.



correr somente correr, era tudo que moon fazia, estava chorosa, seus olhos ardiam como se estivessem ao sol por muito tempo



–Preciso... -Ela pensava desesperadamente, esbarrava em tudo a sua frente, sua perna estava roxa, a asa esquerda que nunca foi boa, agora estava seriamente machucada, atrapalhando sua corrida, braço levemente torcido, mal o conseguia por no chão sem soltar um alto gemido de dor, costela em estilhaços, mas mesmo assim corria, provavelmente estava com hemorragia interna, o soco lhe havia rompido um dos orgãos, sagrava pela boca, não sangrava muito, mas concerteza não ia sobreviver se continuasse, infelizmente, ela ia continuar...

Continuando a corrida, ela tropeçou violentamente sobre seu braço, o deslocando seriamente. Moon berrou de dor, isso só vazia as lagrimas descerem, mas não pela dor, era muito resistente para ser parado por um braço deslocado, mas não era só o braço. moon chorava, porque sabia que não ia conseguir, e teimosamente insistia em tentar. estava agora pagando o preço de tudo que já havia feito, e não foi só alguns roubos, ela deixaria qualquer serial killer no chinelo. retomou a caminhada, mas ao se por de pé caiu de brusco, sua perna lhe doía demais, sem opçoes apelou para o voo, coisa que nunca foi boa de se fazer, mas de custo ela fez, não voava pelo medo de altura, não era muita coisa, mas sentia-se levemente tonta. receosa moon respirou fundo, com dor e dificuldade flexionou os joelhos e com força tomou impulso, batendo as asas o mais forte que podia. ela sentiu um estalo, era a asa esquerda, enferrujada a estalir, doía-lhe muito aquela asa, estava rasgada em tiras para ser mais preciso, parece que Tower lhe avia feito mais que alguns arranhões. no auge de seu voo já estava a sentir frio e sede, muita sede, mas não ia desistir tão fácil.

Se ela pudesse se ver ficaria lamentada, pois sua pele de escura já estava esbranquecida, já sentia seu corpo com o frio da morte, e o seria em poucos momentos... Adeus moon...

seu corpo despencou do ceu leve, tudo em sua visão escurecida parecia dizer-lhe que a morte já estava chegando para abraça-la, pela primeira vez em sua vida, não queria que isso acontecesse, ela lutava bravamente, mas no fim, cansada e ofegante lhe cedeu lugar...

Ela pôde ouvir notas balbuciadas sem vontade, parecia um enterro...seria o seu? será que depois da morte poderia ouvir a musica cantada em homenagem ao seu funebre corpo? como um epitáfio a sua homenagem? seria isso? Mas a musica cantada era muito mais familiar do que um simples epitáfio.

Do not cry little moon

do not cry little moon

nobody's gonna hurt you, I'm here

do not cry little moon, do not cry ...

If vinher someone to catch you, I will decimate, decimate yes!

do not cry little moon, little moon sleeps

because tomorrow I will hold you and protect you ...

but now it's time to sleep ...

Do not cry little moon...

o refrão sempre repetido em notas chorosas e de lamento profundo. ela sentiu bem longe, bem de leve, uma gota fria da mais pura tristeza mergulhada em sofrimento tudo numa lagrima fria que lhe pingara no rosto, braços fortes lhe apertavam incondicionalmente.

Seu ultimo suspiro... Adeus moon...

Notas finais
Epitáfio- inscrição tumular, elogio a um morto
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