Lua Escaldante

9 Verdades Ocultas


Notas iniciais
Olá! Novo capítulo de Lua Escaldante. Aqui Ricardo conta o que aconteceu com ele depois do caso com Marilu, e revela porque ele não apareceu no domingo. Boa leitura!

Olá! Meu nome é Ricardo Silva e eu estudo no mesmo colégio que Letícia, minha namorada, Sylvia e Juliana. E eu vim com elas para esse acampamento com a escola e os outros alunos.

Eu namoro Letícia desde a quinta série, e...eu a amo, muito. Mas, eu nunca entendi porque ela nunca quis fazer amor comigo. Ela negava sempre os meus pedidos. E eu simplesmente abaixava a cabeça e deixava quieto.

Ao vir para esse acampamento eu achei que eu e Letícia iríamos finalmente ter o nosso momento íntimo. Mas, ela continuou me evitando.

É verdade, eu e ela brigamos algumas vezes com a Sylvia e a Juliana por causa das coisas que elas fizeram nesse acampamento. Mas, eu não tenho nada contra o relacionamento das duas como a Letícia acha que eu tenho.

Nós quatro passamos muitos momentos juntos na escola e nesse acampamento. Isso até o dia em que Letícia me "empurrou" para a professora Marilu.

Sim, eu fiz sexo com ela e quando amanheceu, eu peguei minhas coisas e sai correndo do quarto da Marilu. Eu entrei em desespero, eu estava com medo da Marilu depois que ela contou que matou o ex — marido na cama enquanto ele dormia.

Marilu é uma mulher muito bonita, tem um corpo voluptuoso e bastante tentador. Mas, a mulher não bate bem da cabeça. Ela diz que não gosta de garotos, e sim de garotas novinhas, e deixa bem claro que a preferência dela é por mulheres.

Vocês querem saber o que houve comigo no sétimo dia do acampamento? Eu vou contar. Mas, para que entendam, eu vou falar sobre o que houve depois que eu passei uma noite com a Marilu, aquele pesadelo em forma de mulher.

Então, depois que eu voltei para o alojamento na noite do sexto dia, a notícia parecia ter se espalhado entre os outros garotos que me aplaudiam como se eu tivesse feito algo orgulhoso para os machos da minha espécie. E eu sinto em dizer, ter perdido minha virgindade com a Marilu não foi nada orgulhoso ou impressionante, pois eu amava muito a Letícia, e eu queria perder a minha virgindade com ela, não com a louca da Marilu.

"Parabéns, Ricardo. Você virou homem!"

"Aê, Ricardo! Matou a cobra e mostrou o pau"

"Ricardo é fodão, comeu a Marilu sem dó nem piedade"

Esses foram alguns dos diversos comentários que os outros garotos soltaram naquela noite do sexto dia.

(Suspiro)

Depois do toque de recolher eu fiquei muito mau. Eu tentava voltar meus pensamentos para Letícia, mas os flashes de cada momento que eu passei transando com a Marilu eram bombardeados na minha mente.

De madrugada eu me levantei para ir ao banheiro urinar e minha urina saia falhada. Ela se bifurcava e meu órgão ardia muito. Acho que isso era devido ao fato de apesar de eu ter 20 e poucos anos, meu corpo não é todo desenvolvido como o de um homem adulto, então...eu não consigo reagir muito bem a certas tensões. O que eu quero dizer é, que eu ainda não tenho uma vida sexual ativa como muitos homens adultos. Eu estava apenas começando a explorar o meu corpo intimamente, mas eu queria ter feito isso com a Letícia, e não com a doida da Marilu.

Eu me lembro o quanto eu insisti para Letícia fazer amor comigo, e ela negou, só para me empurrar para a Marilu depois. Isso não foi legal.

Então eu tentava me concentrar na hora de urinar na privada, mas o ardor em meu órgão me fazia chorar de dor. A sensação era como quando você — garotos— se masturba tanto que seu órgão fica ardendo demais, só que no meu caso, muito pior, pois eu ainda lembrava de cada que a Marilu dava no meu órgão, e toda a tensão que eu senti em meu corpo com Marilu me provocando sexualmente.

Eu comecei a berrar no banheiro e meus berros acordaram alguns caras que estavam dormindo e eles foram ver o que estava acontecendo comigo. Frustrado, eu me enfureci e comecei a esmurrar a parede, mas cada vez que eu fazia isso, minha mão doía. Era inútil.

Um dos garotos tentou me tranquilizar.

"Cara, para com isso! Você só vai se machucar desse jeito e o hospital mais perto que tem é na cidade. " esse cara me disse.

Eu fiz uma pausa e comecei a respirar.

"Qual é o seu nome?" eu perguntei para ele.

"Hector Teixeira" ele replicou.

"Hector, se você não pode me ajudar, então me deixa em paz!" eu exclamei.

"Ricardo, eu soube o que houve e eu quero te ajudar, cara." Hector retrucou.

"Eu não consigo...meu pau dói muito e...eu tento pensar na Letícia, a minha namorada, mas...as minhas cenas com a Marilu ficam bombardeando a minha mente..." eu balbuciei.

"O quê?" Hector ficou confuso.

"Cara, tá doendo muito. Eu não consigo mijar" eu exclamei.

"Calma, Ricardo. Fica calmo..." Hector me aconselhou "Vai passar"

"Vai passar" ele disse. As coisas não são bem assim.

Nenhum deles tinha noção das consequências de uma humilhação como aquela que Letícia havia feito eu passar.

Eu levantei a cueca cobrindo o meu órgão, levantei a calça e fui para a cama tentar dormir. Quando cheguei na minha cama, tirei a calça e resolvi dormir apenas de cueca.

Os outros garotos voltaram do banheiro e foram para suas camas.

[...]

Durante a noite, eu me revirava na cama com os pesadelos que eu tinha envolvendo a Marilu. Acordei suando frio e arfando muito. Tentei respirar normalmente. Meus olhos estavam arregalados.

Depois de alguns minutos, pisquei meus olhos, o que fez o meu olho ficar lubrificado.

Eu tirei a cueca e a joguei no chão. Resolvi dormir sem ela também. Deitei na cama e me cobri com o lençol. Fechei os olhos e tentei dormir.

Na manhã do dia seguinte, acho que todos os garotos foram correndo tomar o café da manhã. Eu ainda dormia na minha cama.

Uma hora eu me levantei, esfreguei meus olhos, mas eu não conseguia mudar a minha cara de zumbi.

Fiquei refletindo sobre o que houve na noite anterior. Gilberto, o professor de geografia que guiava o nosso grupo, pois a Marilu e outros professores ficavam com as meninas —Na verdade Marilu só ficava com Letícia, Sylvia e Juliana, e as outras garotas ficavam com ela e a professora de português, eu acho...— veio até mim me convidar para tomar o café da manhã daquele domingo e conversar um pouco comigo. Não sei se ele avisou os outros professores e alunos sobre a minha ausência.

"Bom dia, Ricardo! " Gilberto me saudou.

"Bom dia, professor" eu devolvi.

"Você parece meio abalado, Ricardo" Gilberto notou.

"Sim. Eu não consegui dormir direito essa noite. Eu fui ao banheiro de madrugada e meu pau ardeu quando eu fui mijar" eu explanei.

"E ainda está doendo?" Gilberto quis saber.

"Sim, professor" eu repliquei "E ainda não consigo esquecer as lembranças de eu fazendo sexo com a Marilu".

"Deixa eu dar uma olhada" Gilberto pediu.

"Que isso, professor?! Você é gay?" eu exclamei.

Eu fiquei bastante surpreso com o pedido de Gilberto.

"Não, eu não sou gay. Eu só estou pedindo para dar uma olhada por curiosidade. Sem segundas intenções, eu juro" Gilberto declarou.

"Tudo bem" eu consenti.

Eu afastei o lençol do meu pau e ele ficou amostra.

"Está vendo?"

"Sim, eu estou vendo. Mas, eu não sei onde está doendo. Eu vou ter que tocar, posso?" Gilberto falou meio suspeito.

"Como assim, professor? Você não é médico, é?" eu falei indignado.

"Não, eu não sou" Gilberto negou outra vez "Anda, deixa eu dar uma olhada".

Eu não estava gostando daquilo, mas...me rendi.

"Tudo bem"

Gilberto pegou no meu pau e começou a esfregá-lo suavemente.

"Dói quando eu toco?" Gilberto inquiriu.

"Sim, professor" eu exclamei.

Sentir Gilberto tocando o meu pênis me deixava mais sensibilizado ainda. Eu comecei a gemer como uma garota, e não era de tesão, porque eu não sou gay, ou pelo menos, acho que não.

Então Gilberto parou e soltou o meu pau.

"Cara, acho que você precisa ver um médico urologista" Gilberto analisou.

"Mas o hospital mais próximo fica longe do acampamento" eu contestei.

"Bom, então espera passar, se não passar, você vai ter que ir para o hospital" Gilberto balbuciou.

"Tudo bem..." eu fiquei pensando naquilo.

Gilberto então olhou para mim.

"Posso fazer uma pergunta, Ricardo?" Gilberto inquiriu.

"O que você quer saber?" eu rebati.

"Você é gay?" eu sabia que ele ia me perguntar isso.

"Não, por que? E se eu for, qual o problema?" eu contestei.

"É que eu te toquei e você começou a gemer como uma garota" Gilberto explanou.

"Cara, eu estou com dor no meu pau, só isso." eu justifiquei.

"Mas se você for gay, não tem nenhum problema" Gilberto retrucou.

"Cara, eu amo a Letícia e até onde eu sei, eu não tenho nenhum interesse em garotos...eu acho".

"Você acha? Então você não tem certeza?" Gilberto falou retoricamente.

Eu evitei responder aquelas perguntas. Eu estava com medo de onde Gilberto queria chegar com elas.

"Ricardo!" Gilberto me chamou.

"Quê?" eu repliquei.

"Você não respondeu a minha pergunta. Você é ou não Gay?" Gilberto insistiu.

"Eu não sei, eu acho que não..." eu respondi.

"Você quer descobrir?" Gilberto levantou a sobrancelha.

"Você está me assediando, professor?" eu rebati.

"Se você quiser eu deixo você tocar no meu pau" Gilberto evitou a pergunta que eu fiz.

"Professor! Eu fiz uma pergunta!" eu exclamei.

Gilberto suspirou e foi nessa hora que ele acabou soltando a bomba.

"Nós professores não ganhamos muito dando aula para vocês e...na verdade eu menti para você" Gilberto confessou.

"Então, você é gay?" eu inquiri.

"Eu sou bissexual. Eu venho escondendo isso há muito tempo" Gilberto revelou.

"Mas, por que?" eu fiquei curioso.

"Porque a Diretora Elsa Lima é desconfiada. Na verdade, ela é muito conservadora e todo o colégio é, já que ele foi construído por católicos muito conservadores." Gilberto contou.

"Mas então, como é que Juliana nunca foi pega pela Diretora ou algo do tipo, já que ela é lésbica?" eu quis saber.

"Porque a escola precisa de alunos e depende do dinheiro deles. O pai de Juliana paga o suficiente para ela calar a boca" Gilberto contou.

"E como você sabe disso?" eu estranhei.

"Eu secretamente escuto as conversas da Diretora quando ela está no telefone e uma vez eu ouvi a mesma falando super bem do pai da Juliana e toda sorridente. Mas ei, isso fica entre nós, eu não quero que ela me despeje do colégio" Gilberto me fez jurar.

"Tudo bem." eu respondi. "Eu não vou contar isso a ninguém, eu prometo".

"Certo. Você não quer mesmo ir tomar o café da manhã? Quer que eu te traga algo?" Gilberto me deixou com aquelas perguntas.

"Não, não precisa" eu repliquei.

"Tudo bem" Gilberto se despediu.

Gilberto se retirou do quarto e voltou para o café da manhã.

Eu desmaiei na cama e meu pau de repente ficou ereto. Eu acabei tendo uma puta ereção. Acho que aquela conversa com Gilberto acabou me deixando muito excitado e eu fiquei com vontade de "me libertar das minhas amarras" se é que vocês me entendem. Ou talvez eu só estivesse curioso para descobrir a minha sexualidade.

Eu levei uma das minhas mãos até o meu órgão e delicadamente comecei a me masturbar. Conforme eu me excitava, comecei a sentir que a dor começava a ir embora.

De repente, meu corpo começou a ficar em chamas. Eu senti um forte calor me envolver, mas continuei a me masturbar. Fui esfregando o meu pau cada vez mais, e a aumentar a velocidade da fricção até que eu cheguei a ponto de estremecer com toda aquela sensação que dominava o meu corpo.

[...]

Após algum tempo me tocando, meu pau se estremeceu e começou a jorrar o meu líquido translucido.

O líquido translucido caiu no lençol, no chão. Meu corpo suspirou.

12:00

Na hora do almoço eu estava dormindo na cama quando Gilberto me acordou.

"Ricardo!" Gilberto me chamou.

Lentamente eu abri meus olhos e olhei para Gilberto.

"Que foi, Gilberto?" eu disse já me levantando.

"Cara, o que aconteceu por aqui?" Gilberto parecia espantado com o que aconteceu na cama.

"Como assim?" eu falei meio mole.

"A cama, o chão...eles estão cheios dessa coisa gosmenta....esperma!" Gilberto devolveu.

Foi então que eu fiquei chocado. Eu estava ferrado.

"Cara, eu estava...tocando uma, e..." eu comecei a balbuciar.

"Você estava se tocando intimamente?" Gilberto ficou curioso.

"Sim, e eu estava me masturbando." eu fui bem direto.

Gilberto suspirou.

"Olha, não conta para a diretora sobre isso, por favor!" eu supliquei.

"Não, eu não vou contar sobre isso, mas...a roupa de cama vai ter que ser trocada e..." Gilberto retrucou.

De repente eu comecei a pensar no que a Letícia pensaria se soubesse que eu estava de caso com o professor Gilberto e que eu tinha me descoberto como Gay. Talvez bissexual como o Gilberto.

"Não importa" Gilberto de repente pareceu tocar o "dane-se" em tudo.

Ele se aproximou de mim, e fixou o seu olhar em mim. Então ele aproximou o rosto dele do meu e me beijou.

Eu fiquei estático.

"Desculpa, eu sei que você sente mais atração por garotas" Gilberto se desculpou.

Então eu descongelei.

"Está tudo bem. Eu acho que eu gosto disso..." eu balbuciei.

"Então você gosta de garotos e de garotas como eu?" Gilberto inquiriu.

"Eu acho que sim. Digo, eu estou muito surpreso, eu nunca havia experimentei nada do tipo".

Foi então que Gilberto fez eu deitar na cama e então abriu minhas pernas e enfiou a cabeça entre elas. Depois ele começou a fazer sexo oral em mim. Aquilo estava me deixando bastante excitado.

Eu coloquei uma de minhas mãos entre os fios de cabelo castanho dele e deixei ele continuar com aquilo.

[...]

Algum tempo depois eu acabei gozando na boca dele e então Gilberto tirou a boca do meu pau, engoliu o meu gozo e então começou a me masturbar. Eu gemi.

"Você gosta disso?" Gilberto quis saber. "Gosta que eu toque o seu pau?"

"S-Sim" eu repliquei.

Gilberto continuou a me masturbar até eu chegar no meu ápice.

[...]

Algum tempo depois, Gilberto me pediu para ficar de quatro e eu atendi o pedido.

Então ele começou a provocar meu orifício anal usando os dedos dele que estavam lambuzados de saliva e começou a friccioná-los em meu interior.

Mais espasmos eram arrancados de mim. Eu era a fêmea dele.

Quando Gilberto se satisfez, ele desceu o zíper da calça jeans que ele estava usando, saiu da cama me deixando ali ainda naquela posição constrangedora.

Eu o vi tirando a calça e a cueca e as deixando jogadas no chão, depois ele tirou a camisa que estava usando e voltou para mim.

"Me desculpa, querido" Gilberto se desculpou.

Então ele pegou a vara dele e começou a introduzir no meu rabo aos poucos. Eu senti meu orifício rasgar com o vigor que o órgão dele pressionava as pregas do meu orifício pedindo passagem.

Aos poucos o órgão dele foi sendo engolido pelo meu orifício me arrancando mais espasmos.

[...]

Algum tempo depois senti que o órgão dele havia se encaixado no meu orifício e ele começou a me penetrar arrancando ainda mais espasmos.

"Seu rabo é meu, Ricardo" Gilberto declarou.

Eu estava literalmente fodido nas mãos de Gilberto.

Gilberto movimentava o seu quadril para frente e para trás empurrando o seu órgão contra mim.

Eu comecei a viciar naquela sensação que eu começara a sentir.

[...]

Mais tarde, Gilberto e eu terminamos de fazer sexo e ele me beijou na boca.

"Você foi maravilhoso, Ricardo" Gilberto comentou.

Eu apenas fiquei encarando ele.

"Esse será o nosso segredo. Não revele-o a ninguém" Gilberto falou antes de pegar as coisas dele e ir embora.

Eu continuei olhando para ele e vi ele saindo do quarto e então o interrompi. Eu queria falar com ele uma última vez, pois eu senti que eu estava me apaixonando por Gilberto.

"Espere!" eu o interrompi.

Gilberto se virou para mim.

"Sim, querido?" Gilberto inquiriu.

"Eu só queria dizer que eu gostei do sexo e queria mais" eu comentei.

"Eu passarei aqui no alojamento no jantar" Gilberto avisou.

"Tudo bem" eu conclui.

Então eu vi ele pegar as coisas dele e ir embora me deixando sozinho no quarto.

De repente eu comecei a transpirar amor por Gilberto. Ele havia entrado em meus pensamentos e eu agora tinha ficado dividido entre Letícia e Gilberto. Eu sabia que aquele amor que eu sentia pelo professor de geografia era errado. Mas, eu não sabia quem eu deveria escolher, ele ou Letícia.

Bom, pelo menos eu descobri a minha sexualidade com a ajuda de Gilberto, e eu tive a minha primeira transa com um homem. Talvez eu devesse procurar aquele cara que estava comigo no banheiro para experimentar mais um pouco de sexo com garotos.

Eu fiquei pensando em me separar da Letícia e sair a caça de um novo parceiro para mim. Letícia sempre evitou fazer sexo comigo, talvez fosse a hora de eu me desapegar dela e encontrar alguém que me fizesse feliz e então me dedicar a essa pessoa.

Eu me sinto mais aliviado depois que Gilberto fez todo aquele trauma que eu sofri após ter feito sexo com a louca da Marilu, e por ter me ajudado a me descobrir sexualmente.

Eu acho que eu estou feliz agora e me sinto bem comigo mesmo. Eu estava me sentindo muito "sufocado" na minha relação com Letícia, sabe? O fato dela não querer fazer sexo comigo e depois me empurrar para Marilu...aquilo não foi justo.

Notas finais
Espero que tenham gostado desse capítulo. Eu costumo dizer que Yaoi não é minha praia, que eu gosto mais de Yuri, embora eu já tenha escrito alguns Yaois, mas eu achei que ficava bem um pouco de Yaoi nessa trama, pois nesse capítulo o Ricardo começa a se descobrir sexualmente e eu passei por algo parecido no passado em um acampamento, apesar da parte do sexo ser puramente fictícia, era relevante retratar isso nesse capítulo com um pouco de Yaoi. Até mais!