Lua E Sol
2 Capítulo 2
Notas iniciais
Capítulo 1:
Eu nunca fui de ter amigos... Agora você me pergunta por quê. Porque os pais das crianças nunca deixaram elas se aproximarem de mim... Eles agiam como se eu fosse uma aberração! Bom, na verdade eu era... Mas nunca tive culpa disso. Nasci na família errada, no dia errado, no ano errado, na época errada! Eu nunca pedi para ser o que eu sou! Nunca...
Flashback ON:
Eu estava correndo com algumas crianças... Estava feliz por elas brincarem comigo... Mais já estava quase no por do sol e algumas já iam embora... Fomos correndo até a escada do parquinho e quando vi que as ultimas crianças iam embora, minha felicidade sumiu então ouvi duas mães dizendo as suas filhas:
-Mary eu já te disse que não pode brincar com aquela garota!
-Mas mamãe...
-Nada de mais Mary vamos!
-Nikki não chegue perto daquela menina!
-Mas mamãe ela é legal.
-Não Nikki ela não é, e não me desobedeça ouviu bem?
-Sim mamãe.
Nikki olhou para trás e deu um sorriso tímido, sorri de volta. E quando me vi sozinha de novo, chorei... Eu sempre fazia isso, então eu já estava acostumada. Sempre fui sozinha. Nem mesmo minha família me amava... Depois que nasci minha mãe por pouco não morreu, mas meu “pai” se é que pode se chamar aquilo de pai a transformou. No que?Em uma aberração da natureza, uma coisa que não respeita a vida e seus limites, uma criatura doentia. E eu tinha medo de me tornar o mesmo que eles...
Caminhei até minha “casa”, que ficava afastada da cidade, mas tinha uma trilha que ia do parque até ela, não me pergunte como tinha uma trilha que vai para uma mansão “mal assombrada”! Devia ser de alguns idiotas que se achavam corajosos e provavam para os amigos que ia até a casa, mais na realidade iam somente até a metade do caminho, esperavam um tempo e depois voltavam com cara de ganhador. Como sei disso? Bem a trilha ia somente até meio caminho da casa o resto eu abri sozinha. Agora você pergunta como uma garota de Oito anos consegue abrir uma trilha?Como eu disse, não sou normal. Tinha aparência de uma menina de Oito anos mais somente tinha Dois.
Flashback OFF
Como?Bom, deixe-me eu me apresentar...
Maya Brye Codden, Filha de Catherine Brye e Royce Codden, Neta de Elizabeth e John Brye, Guilhermina e Phillip Codden, Sobrinha de Kristen e Julia Codden, sou filha única, tenho Nove anos agora mais tenho a aparência de uma garota de 19, talvez eu envelheça um pouco mais, até os 25 talvez mais não vá passar disso. Por quê? Porque eu sou meio-vampira meio-humana, meu pai é um vampiro e minha mãe se tornou uma assim que nasci não sei se sabem, mas quando uma criança híbrida nasce sua mãe morre, a não ser que um vampiro lhe morda, minha mãe sobreviveu apenas porque meu “pai” a mordeu... Meus avôs maternos morreram há 12 anos, já minha “família” paterna são todos vampiros, me dou bem com minhas tias e com minha mãe, mas com meus avôs e meu pai não... Nunca gostei deles...
-Maya, filha venha nós vamos caçar- Mamãe disse, eu caçava somente animais, mas só os pequenos, pois só eles me satisfaziam. Nunca tomei e nunca vou tomar sangue humano. Mas já minha família tomava... Já disse que eles não respeitam a vida não é?Então...
-Certo já vou- Respondi, coloquei minha roupa que usava para caçar e desci.
-Quanta demora garota!-Royce disse. Somente o olhei e ignorei-o.
-Vamos querida?
-Sim mamãe!-Minha mãe sempre me acompanhava, pois ela também só caçava animais, minhas tias também por isso nos dávamos bem... Começamos a correr pela floresta, e logo já estava sentindo o cheiro de um rebanho de cervos perto de uma nascente de água límpida, minha mãe e tias foram mais a frente ver se achavam algum animal maior que satisfazem elas. Aproximei-me de vagar, e pulei no menor que tinha no rebanho, o cervo se contorceu debaixo de mim mais eu o fiz ficar inconsciente. Como?E que... Eu tenho uns poderes sabe?Como deixar alguém inconsciente, flutuar objetos e flutuar pessoas, e se eu me concentrar bastante consigo fazer ou botar fogo em algo, por isso eles (Meus “queridos” ‘papai’ ‘vovó’ e ‘vovô’) tem medo de mim, quer dizer medo, medo, nem tanto, pois eles me provocam mais nem tanto porque sabem o que eu faço. Teve uma vez que Royce me irritou tanto que eu queimei um dedo dele, coitado gritou tanto, sorte dele que eu não sou tão malvada e queimei só um pouquinho, só para ele ver do que sou capaz, depois disso nunca mais me irritaram tanto. Terminei com o cervo e já me sentia cheia então fui procurar elas. Estavam a uns 15 metros de onde eu estava com uns ursos. Voltamos para casa e meia hora depois eles apareceram com cara de assustados e Tia Julia perguntou:
-O que houve?
-Nós estávamos nos alimentando, quando alguns humanos imbecis nos viram e saíram correndo , nós iríamos pegar eles mais não deu tempo eles entraram na multidão. Os Volturi logo, logo vão saber disso e vão vir até aqui, temos que ir embora agora!- Dito isso subimos para arrumar nossas coisas. -Nada de levar coisas fúteis entendeu garota?Leve somente o que for precisar!-Disse o idiota, e eu em resposta rosnei. Entrei em meu quarto peguei minha mochila e coloquei somente as coisas que eram necessárias. Fui direto para a sala e tia Julia estava lá, 1 minuto depois todos descem.
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