Loving Zooey

14 Você não deveria estar aqui


Notas iniciais
Esse cap tem uma cena +18 e hétero então leia quem quiser, bjs

Passei o resto da noite na casa de Zooey. Ficamos juntas na cama, acordadas até tarde, trocando beijos e transando até que ela implorasse pra que fossemos dormir. Não que eu tivesse conseguido dormir muito naquela noite. Minha cabeça pesava de tanta culpa. Eu me sentia a pessoa mais babaca do mundo por ter feito o que fiz. Até porque... Eu tinha usado Zooey, não tinha? Eu deixei que James se aproximasse de mim, tocasse em mim, e fui correndo pros braços da minha namorada pra satisfazer um desejo que a princípio nem era por ela. Eu era uma idiota.

Mas fui embora antes que ela acordasse. Eu não queria que ela me trouxesse café da manhã na cama, ou que me acordasse com beijos e carinhos, coisas que só me deixariam pior do que eu já estava. A melhor coisa a se fazer era voltar pra casa e me trancar no meu quarto, até que eu fosse obrigada a sair de lá na segunda-feira de manhã. E nesse mesmo dia teria de encarar Zooey e James. Eu queria morrer.

Quando cheguei em casa, encontrei meu pai adormecido no sofá. A televisão ainda estava ligada, e a sala estava tão suja, que parecia que cinquenta homens tinham passado a noite ali. Eram latas de cerveja pra todos os lados (inclusive sob o corpo do meu pai, que se deitava sobre elas como se fossem confortáveis feito um colchão), caixas de pizza e comida chinesa estavam espalhadas pela mesa da cozinha e a mesa de centro da sala, sem contar no cheiro de cigarro que parecia estar grudado em todos os cantos. Pelo menos o meu quarto estava intacto. Ou quase isso. Minhas roupas sujas de cerveja ainda formavam um montinho mal cheiroso no chão, e fiz uma careta enquanto as levava até o cesto de roupas do banheiro.

No dia anterior meu pai tinha me dito que seria minha tarefa lavar nossas roupas. Ou pelo menos as minhas roupas, mas eu sabia que no final das contas teria de lavar as dele também. Não tínhamos máquina de lavar roupa ali — até por que onde enfiaríamos uma máquina naquele cubículo que chamávamos de apartamento? — e eu teria de fazer uma caminhada de dez minutos, até o outro quarteirão, onde "Joey Maluco" gerenciava uma lavanderia. As coisas não poderiam ficar melhores.

Mesmo enquanto meu pai dormia, achei que seria melhor me livrar da maior quantidade possível de lixo que enchia nossa sala. Aquilo acabaria sendo tarefa minha, de qualquer maneira, e fazer uma limpeza na casa me parecia ser a melhor maneira de evitar pensar em Zooey ou em James.

Peguei um daqueles enormes sacos de lixo e comecei a limpar. Juntei as latas, os recipientes de comida e todo lixo que estava pelo chão e sobre as mesas. Era o máximo que eu poderia fazer naquele momento sem precisar sujar minhas mãos e usar um esfregão. Desci as escadas do nosso antigo prédio, levando comigo o saco agora cheio de lixo, com o propósito de deixá-lo em uma das caçambas de lixo que se encontravam do outro lado da rua. Atravessei sem cuidado nenhum, pensando em como minha mãe ficaria louca se soubesse que eu andava por aí sem olhar para os dois lados antes de atravessar. "Só se vive uma vez", eu resmunguei, também querendo apagar as lembranças da minha mãe de minha cabeça.

Virei-me de volta para o prédio e parei no meio da rua ao ver quem estava parado ali. James. O maldito James que vinha arruinando minha vida ultimamente. Ele sorriu ao me ver, mas não era aquele sorriso que chegava aos olhos. Ele parecia sem graça, como se tivesse sido flagrado fazendo algo muito errado. Eu só voltei a caminhar quando ouvi uma buzina chamar minha atenção, e o motorista gritando pra que eu saísse do meio da rua. Corri até a calçada, mantendo-me a poucos metros de distância de James. Céus, só de ficar perto dele eu me lembrava da sensação de beijá-lo e de ser tocada por ele. Mas aí eu me lembrei de Zooey, e de que naquele mesmo instante ela poderia estar acordada e se sentindo um lixo por ter sido abandonada por mim. Como eu já tinha dito, eu era uma idiota.

— O que você faz aqui?

— Eu pensei que seria rude não passar aqui e me desculpar por tudo o que aconteceu ontem.

Rolei os olhos. Por que esse idiota simplesmente não me deixava em paz? Mas ao mesmo tempo em que eu queria que ele fosse embora, eu desejava que ele me beijasse outra vez. Eu estava enlouquecendo.

— Olha só, James... Já passou, okay? Esquece isso. Você nem tinha que estar aqui.

— Quer dar uma volta comigo?

Que mudança rápida de assunto. E não, eu não queria dar uma volta com ele. Mas que outra alternativa eu tinha? Passar o resto do domingo limpando o apartamento e trancafiada no meu quarto? Dei de ombros e nós começamos a caminhar. Passamos pelo parque onde nos beijamos pela primeira vez, e eu podia apostar que ele também deveria estar se lembrando desse momento, porque ele tinha um sorrisinho bem sacana no rosto.

— Nem pense nisso — eu o alertei.

— Não estou fazendo nada. — Ele tentou manter uma expressão séria, mas não conseguia tirar aquele sorriso do rosto.

— Por que você fica atrás de mim, James? Quer dizer... Você e a Mia... — E quando eu vi que ele ia me interromper, eu lancei um olhar irritado em sua direção e ele se calou. — Nem adianta me dizer que vocês dois não estão juntos. Eu te vejo sempre de mãos dadas com ela pelo colégio. Vocês até podem não ser namorados, mas é claro que existe alguma coisa rolando entre vocês dois, e eu não quero me meter nisso. — "E eu estou namorando Zooey", eu quase lhe disse, mas me calei no último instante.

— Minha situação com a Mia é complicada, Susan. — James parou em frente à um prédio tão antigo quanto o meu, e colocou as mãos nos bolsos do casaco. — Nós nos conhecemos desde sempre. Nossas mães são amigas, e nós estávamos sempre juntos. Quando éramos pequenos, sua mãe vivia dizendo que adoraria se Mia e eu nos tornássemos namorados, só porque ela pensava que eu teria um futuro diferente de nossos pais. Os dois foram pra prisão, caso você não sabia.

Eu não sabia. Mas deveria imaginar, não? Não quero soar racista, mas meu pai tinha me dito que aquele era o destino de muitos homens ali. Não conseguiam emprego por não terem estudo, e acabavam se metendo com drogas ou com o crime organizado. Quase todos tinham o mesmo fim.

— Então é isso. Mia acabou desenvolvendo essa paixão maluca por mim, por causa de todas as coisas que a mãe dela colocava em sua cabeça. Eu não vou mentir, Susan, nós já ficamos várias vezes, mas... Eu sou homem, entende? E a Mia não é uma garota feia. Então... Sabe, as coisas acontecem. Ela estava ali e era legal comigo, então rolou. Mas as coisas ficaram loucas depois. Eu não a pedi em namoro, mas ela assumiu que éramos namorados e não saiu mais do meu pé. No colégio sempre me seguia pra todos os cantos, segurava minha mão no corredor e dizia pra todos que era minha namorada. Sem contar as inúmeras vezes em que gritava ou ameaçava qualquer menina que chegasse perto demais de mim.

"E é por isso que ela não gosta da Zooey. Quando ela entrou no colégio, todos a olharam de um jeito torto. Até porque, imagine ser a única branca naquele lugar? Nenhum cara gostava dela e todas as meninas queriam matá-la por sabe lá que motivo. Eu senti pena, fui falar com ela, e Mia faltou pouco espancar a garota. E eu não posso fazer nada, entende? Se eu me afasto da Mia, é pior. Ela vai pra minha casa e começa a chorar no ouvido da minha mãe, que fica com raiva e briga comigo. Sem contar que ela dá uma de louca e começa a ameaçar Deus e o mundo por causa de mim. Por isso eu só... Deixo que ela faça o que quiser. Não falta muito pra eu terminar o colegial e eu quero ir pra faculdade. A Mia não quer. Essa vai ser minha chance de finalmente me livrar dela."

Eu fiquei parada no mesmo lugar, em silêncio, apenas ouvindo as palavras de James. Parecia inacreditável que um cara daquele tamanho fosse controlado por uma garota feito a Mia. Mas ela parecia mesmo ser bem ameaçadora, então eu meio que entendia o seu lado. Mesmo assim... Se ela fazia mal a qualquer pessoa que se aproximasse de James, o que ela não faria comigo se soubesse o que tinha acontecido entre nós dois?

— É exatamente por causa disso que você precisa me deixar em paz, James! — gritei, elevando minhas mãos num sinal de rendição idiota. — Eu não quero que ela venha atrás de mim. Quer dizer, ela já vive implicando comigo, você já pensou no que aconteceria se ela soubesse que nos beijamos e... — Eu me calei, sentindo minhas bochechas esquentarem enquanto me lembrava de suas mãos tocando os meus seios.

— Vamos entrar? Está meio frio aqui. — E logo eu e James estávamos subindo as escadas do prédio até o terceiro andar, onde ficava seu apartamento. O lugar era tão pequeno quanto o apartamento onde eu morava com meu pai, mas era muito mais limpo e organizado. Essa era a diferença de se ter uma mulher em casa.

O lugar estava vazio, mas James me levou até o seu quarto e livrou-se dos casacos enquanto me dizia pra ficar confortável (e que eu poderia me sentar na cama, se eu quisesse). Eu me sentei, olhando ao redor e reparando como seu quarto era bem arrumado se comparado ao meu. Nas paredes existiam diversas fotos de carros e de bandas desconhecidas pra mim. Uma foto de uma loira seminua quase se escondia entre as outras imagens, mas chamou minha atenção.

— Eu gosto de loiras — James disse assim que percebeu que eu estava observando a foto. Ele deu uma risadinha e dobrou um dos casacos, colocando-o sobre uma cadeira.

Eu não queria declarar o óbvio mas... Eu era loira. Muito loira. Eu até poderia ser parecida com a mulher da foto se tivesse uma bunda maior e uma barriguinha negativa.

— É uma pena que eu não tenha esses peitões — suspirei, rolando os olhos num fingimento muito falso de descontentamento.

— Os seus são lindos do jeito que são.

E foi aí que tudo deu errado. Eu já deveria esperar que algo ruim fosse acontecer. Ele não me levaria até o seu quarto apenas pra conversar. E o pior daquilo tudo era que eu queria que aquilo acontecesse. Eu o queria. E antes que eu me desse conta, James já estava em cima de mim, beijando-o com intensidade enquanto tirava meu casaco.

Foi tudo rápido demais. Eu não tive tempo pra associar os movimentos com as coisas que aconteciam a seguir. Quando percebi, eu já estava apenas de calcinha e James se livrava da cueca com dificuldade. Aquilo sim era uma novidade. Quando Zooey tirava suas roupas eu sempre sabia o que esperar. Eu sabia o que veria quando ela ficasse nua. Mas aquilo era diferente. Eu nunca tinha visto um garoto nu antes. E James era... Bem, ele era grande. Eu não sabia o tamanho padrão de um... Bom, daquilo, mas o dele era definitivamente grande.

— O que foi? — ele perguntou quando me viu fitando-o com os olhos arregalados.

— É grande — eu murmurei, arrancando risadas dele.

— Que bom, então. É melhor quando é grande.

Será que ele podia saber que eu nunca tinha ficado com um garoto antes? Eu tinha transado com Zooey, mas aquilo era seria muito diferente. Eu nem sabia como ele faria pra... Enfim, pra colocar aquilo em mim. Eu ainda me recusava a chamar aquilo de "pênis", "pau" ou qualquer coisa do tipo. Muito menos "membro" que era uma palavra bonitinha que as autoras dos livros que mamãe gostava de ler usavam pra descrever um pênis.

— Olha como meu pau ficou duro por sua causa.

Pau. Era assim que ele chamava, então era melhor eu também chamá-lo assim. Eu estava num estado de letargia, sem saber muito bem o que fazer. As coisas com Zooey eram automáticas, ali eu teria que deixar que James fizesse tudo.

— Meu Deus, Suzy. Você é rosadinha aqui. — E então ele me tocou. Bem ali, entre as pernas, os dedos deslizando com extrema facilidade por meu clitóris. Eu me contorci na cama, e ele agarrou um dos meus seios, apertando-os sem qualquer delicadeza e puxando o mamilo endurecido.

Ele com certeza já tinha feito isso antes. E eu me senti momentaneamente enciumada por imaginá-lo fazendo aquelas mesmas coisas com Mia. Mas pelo mesmo eu era loira, e ele gostava de loiras, não gostava?

James me tocou com a boca. Parecia que ele estava beijando a minha boceta, por mais que essa seja uma descrição bem tosca do que ele estava fazendo. Ele movia os lábios e a língua, principalmente a língua que dava uma atenção em especial ao meu clitóris. Ele não parecia ter um padrão de movimentos, chupando-me da maneira que tinha vontade e por quanto tempo quisesse. Mas ele não ficou ali por muito tempo, pelo menos pareceu muito pouco pra mim. E eu queria mais.

Eu gemi de descontentamento e ele riu, colocou-se sobre mim e imediatamente atacando um dos seus seios.

— Calma, Suzy. Eu tenho todo o tempo do mundo pra fazer tudo o que você quiser. — Sua voz estava rouca, os lábios roçavam no meu mamilo, e eu sentia vontade de gemer só por ouvi-lo falar daquele jeito.

Depois disso as coisas pareciam acontecer rápido demais outra vez. James chupou meus seios, sugando tanto meus mamilos que eles ficaram avermelhados e extremamente sensíveis. Ele gemia enquanto me chupava, e vez ou outra eu sentia seus dedos trilhando o caminho entre minhas coxas e tocando meu clitóris outra vez. E eu só conseguia abrir as pernas e deixar que ele fizesse tudo o que tinha vontade. Eu estava completamente entregue à ele. Seus toques eram firmes, fortes e controlados ao mesmo tempo em que eram descontrolados. Ele parecia não ter cuidado algum comigo, mas eu percebia que ele estava indo devagar, dando-me tempo pra me acostumar com o que aconteceria a seguir.

James segurou uma de minhas mãos, guiando-a até o seu pau e me fazendo tocá-lo. Estava tão duro — e quente? — que foi impossível não querer tocá-lo de verdade. Ele sussurrou algo como "punhetando tão gostoso" enquanto beijava meu pescoço, e aquilo me deixou estranhamente excitada. Nunca pensei que gostaria desse tipo de palavreado no meio do sexo.

Mas novamente eu não o toquei por tempo suficiente. Eu queria mais, mas ele também queria mais, e não demorou pra que ele se posicionasse entre minhas pernas, abrindo-as com certa afobação enquanto colocava seu pau bem ali, em cima do meu clitóris.

— Me diga se você quiser que eu pare, Suzy. Eu não vou fazer nada que você não tiver vontade de fazer. — Mas eu queria. Céus, eu queria muito. E parecia impossível não deixá-lo continuar enquanto ele "pincelava" seu pau sobre meu clitóris, acariciando-o bem devagarzinho e me fazendo impulsionar o corpo em sua direção, buscando um atrito maior entre nossos corpos.

E então ele continuou. Ele me penetrou devagar e soltou um gemido alto enquanto fazia isso. Parecia estar sendo muito difícil pra ele, e ele forçava seu corpo contra o meu, seu pau penetrando-me aos pouquinhos, encontrando resistência por eu ser tão apertadinha. Eu pensei que aquilo fosse ruim, que estava sendo doloroso pra ele. Estava sendo bom pra mim, é claro, mas eu senti uma pontadinha de dor assim que ele me penetrou por completo. Não foi uma dor exagerada, foi algo rápido, mas que mesmo assim esteve ali.

— Meu Deus, como você é apertada. — Pelo tom de voz que ele usou, e pela forma como ele encarava boquiaberto a junção de nossos corpos, eu imaginei que aquilo não era algo tão ruim assim pra ele.

Eu não sabia mesmo nada sobre o sexo. Fora aquelas coisas básicas que nós aprendemos em Educação Preventiva no colégio. Eu sabia como colocar uma camisinha (alô, cadê a camisinha naquele momento?), sabia todos os métodos pra se evitar uma gravidez e doenças sexualmente transmitidas etc. Mas a prática do sexo mesmo... Eu nem fazia ideia de como aquilo funcionava.

Mas James sabia. E enquanto ele continuava encarando nossos corpos juntos, ele começou a se mover, e eu esqueci qualquer dor, ou a ausência de camisinha, e só conseguia gemer ao senti-lo se movendo dentro de mim. Seu pau parecia muito maior agora, mas era ótimo. Era gostoso. E eu me dei conta de que era aquilo que faltava quando eu transava com Zooey. Eu adorava o sexo com ela, é óbvio que sim. Mas parecia que faltava algo. Ela me tocava com a boca, com os dedos e tudo o mais, mas aquilo era diferente. Aquilo era... Eu não sei. Eu me sentia preenchida, e da melhor maneira possível. Seria ótimo se Zooey pudesse sentir a mesma coisa. Se eu pudesse proporcionar aquele tipo de prazer pra ela.

James agarrou um dos seus seios, tirando-me daquele devaneio que veio em hora errada, e investiu contra mim com mais força. Ele murmurava e gemia, dizendo que iria gozar. E eu me peguei movendo meu corpo junto ao dele, intensificando nossos movimentos, buscando por aquele orgasmo que seria tão importante pra mim quanto pra ele. Ele me segurava pela cintura agora, com força, e nossos corpos produziam um barulho, um estalo, quando se chocavam um contra o corpo, e não demorou pra que os meus gemidos se misturassem aos dele.

Ele me incentivava, dizendo pra eu continuar daquele jeito, e eu só pedia pra ele não parar. Aquilo estava bom demais pra que terminasse agora. Mas aquelas sensações tão conhecidas por mim começaram a dominar meu corpo. Os dedos dos meus pés ficaram dormentes, eu fechei os olhos e entreabri os lábios, sem conseguir proferir o gemido que ficou preso em minha garganta. Eu gozei enquanto arqueava as costas, com James investindo com força contra mim. Acho que ele gozou assim que percebeu que eu também tinha tido um orgasmo, e eu pude sentir tudo ali, dentro de mim, deixando-me excitada outra vez.

Ele caiu ao meu lado, e eu levei minhas mãos até o meio das minhas pernas, sentindo minhas coxas escorregadias, a boceta ainda molhada. James gemeu e suspirou, observando-me com olhos atentos. Eu não sabia o que dizer. Ainda estava extasiada demais com o que tinha acontecido.

— Meu Deus, Susan. Você é gostosa demais. — E ele inclinou o corpo por cima do meu, capturando um dos meus mamilos com a boca e chupando-o bem devagar.

E antes que eu pudesse repetir tudo aquilo de novo, pulei pra fora da cama, vestindo-me de forma extremamente rápida e saindo dali.

— Onde você vai? Pelos céus, Susan, por que você sempre corre depois que algo acontece entre nós dois?

Mas eu já estava saindo do apartamento, e ele não podia me seguir, até porque ainda estava pelado.

Notas finais
#teamZooey ou #teamJames? comentem, bjssss