Notas iniciais
consegui postar! aproveitem porque só volto na quarta, ou perto de quarta! beijos.

A viajem foi um tanto pertubadora, o dia não estava tão propício para viajar. Turbulências me impediam de dormir e toda vez eu segurava a mão de harry. Eu já viajei diversas vezes de avião, inclusive uma vez que foi até a casa da minha tia, ainda que fosse um vôo nacional eu nunca tive problemas com medo, mais hoje realmente eu sentia que alguma coisa aconteceria. Apertei a mão do Harry cada vez mais.

- calma pequena, são só turbulências. — disse ele.

- não harry, algo me diz que não. — falei.

- tente dormir querida. — disse ele ainda segurando minha mão.

Ah ele não acredita em mim mais eu sempre pressinto algo bom ou ruim quando vai acontecer. Respirei fundo.

*alguns minutos depois*

máscaras caíram. Eu sabia, eu sabia que aquilo não era bom. Colocamos as máscaras rapidamente, o avião começou a cair.

- eu te disse. — falei pro harry.

ele não disse nada, estávamos todos assustados. Comecei a chorar desesperadamente.

Porque nada nessa vida dá certo? agora que estou com meus amigos, meu namorado o avião vai cair? não quero morrer, não quero perdê-los — pensei -.

- eu te amo harry. Se eu for embora eu quero te dizer que você foi a coisa mais especial desse mundo. E nada nem ninguém vai tirar esse sentimento. — falei e comecei a chorar ainda mais.

- não meu amor, calma. — disse ele.

o avião então caiu, caiu com muita força dentro dágua. Pude sentir um calor chegando perto dos meus pés. Sim, era fogo. Eu estava viva. Zayn e Louis estavam desacordados. Harry estava tonto, mais vivo. Liam, niall e as meninas estavam aparentemente bem.

- me ajudem, vamos sair daqui antes que exploda. — falei gritando.

- calma harry vamos tirar você daqui. — falei.

Corri até zayn, eu o chacoalhava e ele não acordava. Brunna chorava feito louca. Louis estava acordando aos poucos. Maiz nada do zayn.

- que droga zayn. — falei gritando desesperadamente.

- eu vou lá na frente ver o piloto e o có-piloto. — disse sam.

alguns minutos depois.

- gente, eles.. — disse sam pondo a mão na cabeça.

- eles morreram sam? — perguntei.

- sim. — disse ela.

- Meu Deus! — falei gritando.

Eu sentia um vazio dentro de mim, já não basta aquela situação, zayn desacordado, todos machucados. Porque? porque isso está acontecendo? — eu pensava, era o que mais eu fazia.

Minha roupa estava amarrotada, minha boca estava cortada. Meu cabelo molhado. O avião estava prestes a afundar de fez, e explodir.

Os meninos pegaram o zayn. E todos saímos com dificuldade.

- esperem. — disse niall.

olhei pra ele, ele ficou preso numas peças do avião. Estava se afogando. Voltei pra buscá-lo. Senti ele fazer careta. Aposto que o machuquei mais não podia fazer nada.

Nadamos com dificuldade até uma parte de uma ilha, próxima ao avião. E BUMMMMMMMMMMMMMMMMMMMMM!

isso mesmo. O avião explodiu. Minhas roupas, minhas coisas, tudo ali foi para os ares.

- shit. — falei.

- são coisas materiais. — disse harry.

- eu sei, você está aqui, eles estão aqui, eu estou aqui. — falei.

Ele me beijou como se não houvesse amanhã. Eu por um segundo senti que ia perder o amor da minha vida. Então passou uma cena de harry potter na minha cabeça. Dementador quando suga suas melhores lembranças, você se sente frio, como se não houvesse felicidade. E foi o que aconteceu no avião. Foi Deus, só ele e sempre será ele que nos salvará.

Abracei a todos.

- estamos numa ilha que não conhecemos, encharcados, sem celular. O que vamos fazer? — perguntou liam.

- primeiro, acordar o zayn. — disse brunna.

- meu Deus ele não acordou? — perguntei.

- não. — disse brunna chorando.

Comecei a pressionar seu peito mais ele não acordava.

- desculpa brunna. — falei e "beijei" o zayn.

rapidamente muita água saia de seu peito.

- pensei que você tinha dormido eternamente. — falei o abraçando.

- jamais, não posso viver sem te atormentar. — disse ele.

- nem sem sua namorada. — falei.

Brunna ficou com ele um pouco. Parei pra pensar. Meninos iam explorar a ilha, menos o Harry e Niall. Alguém precisava "cuidar" das garotas.

- encontrei uma cabana abandonada. Aparentemente muito velha, feita de madeira. — disse Louis vindo da mata.

- ótimo. — falei.

Então fizemos uma fogueira, pegamos algumas comidas.

- estão ouvindo isso? — disse nic.

- não. — falei.

Rapidamente homens muito estranhos cantando algum tipo de ritual começaram a nos cercar com lanças.

- isso é cena de filme? — perguntou zayn.

- parece ser, mais é bem real e garanto que essa lança dói bem mais na vida real. — falei.

- o que vocês querem? — gritou sam.

O cara falou alguma coisa e pegou sam. Ficou analisando-a. Como se ele a tivesse escolhido pra ser "rainha" deles.

- o que ele está fazendo? — perguntou sam.

- não tenho a menor idéia. — falei.

- deixe ela em paz. — gritou louis.

- cala a boca louis, não piora. — disse Liam.

Eles nos prenderam dentro de nossa própria cabana. Aquilo não podia ficar pior. Já eram 2 da tarde. Mais não é possível que ninguém nos deu falta. — pensei -.

- que? chovendo? — reclamou niall.

- e eu achando que não ficava pior. — falei.

- pior mesmo é que essa cabana não protege de chuva. — disse hary.

- é galera, a água nos ama. Lá vamos nós ficarmos molhados novamente. — rolei os olhos.

A água invadia o local calmamente. Eu estava irritada. Tudo que queria era minha casa em Londres, meu namorada na minha cama e seres que me irritam me fazendo sorrir.

*10 horas da noite*

um carinha puxou sam e a levou pra algum lugar.

Alguns minutos depois ela voltou com uma roupa branca meio velha, mais parecia roupa de noiva.

roupa da sam: http://migre.me/76Lty

- ihh vai casar é? mesmo com toda essa situação você ainda arrumou um garoto é? — falei zoando.

Louis me olhou mortalmente.

- desculpa. — retruquei.

- o que ele quer com você? — perguntou Zayn.

- não sei, ele fala uma língua estranha. Só sei que tem muita comida, e muitos deles lá fora e tochas de fogo. Parece que vai ter algum tipo de festa. Talvez eles nos soltem. — disse sam.

- ou talvez eles nos comam como nos filmes, ou um deles quer casar com você. — falei.

- cala a boca. — disse ela.

Então vários deles vieram nos buscar. Fomos amarrados e nos sentamos num banco de pedras.

O cara lá começou a tocar algo, cantar algo e dançar algo estranho. Sam foi levada até ele e ele colocou um espécie de cordão em seu dedo e pediu que outro falasse alguma coisa do tipo.

Meu Deus que coisa mais maluca, Sam está casando com um maluco da floresta? ótimo. Nunca saíremos daqui.

Notas finais
gostaram? o que será que vai acontecer com essa turma "selvagem"? hahaha. Mereço reviews?