Loving Confusion
2 Capitulo 2 - Sorveteria e a garota misteriosa
Notas iniciais
Ela estava andando em passos rápidos, mas como eu e Diego somos mais rápidos alcançamos ela.
– Ei maninha, não fica chateada, você sabe que nós te amamos...- Tentei falar o mais calmo possível, mas não adiantou porque ela foi logo alterando o timbre da voz
– Mas por que que eu não posso conhecer alguém? Por que que eu não posso ter um namorado? POR QUÊ?
– Pelo simples fato de que só nós dois e o papai, podemos ser os únicos homens da sua vida, e pode parar de gritar, somos seus irmãos mais velhos e só queremos o seu bem – Diego se pronunciou
– Exatamente – Concordei – Mudando de assunto, como será que deve ser essas novatas em Diego?
– Tomara que sejam bem gatas, para que a gente possa pelo menos dar “uns pegas” – Falou ele, então Ludmila falou logo em seguida:
– Vocês são maus, me dão medo as vezes – Disse ela risonha, fazendo nós dois, rir também.
– Que tal um sorvete? – Sugeri e eles dois concordaram
Fomos andando até uma sorveteria e eu me virei para os dois, e perguntei baixinho para os mesmos:
– Querem de quê?
– Baunilha – Falou Ludmila – Tapioca – Respondeu Diego, então eu falei para mim mesmo: Chocolate.
Fui chegando mais perto e percebi que tinha duas moças de costas tomando sorvete, voltei minha atenção o foco agora era: Sorvete, caminhei até o sorveteiro que estava com um jornal cobrindo o rosto, e com uma música um pouco alta, e falei para ele:
– Com licença, moço pode me vender 3 sorvetes? – Das três uma: Ele não me ouviu, Ele tá dormindo, ou ele tá zoando com a minha cara, então resolvi perguntar novamente umas duas vezes, mas tá terceira eu gritei:
– COM LICENÇA, MOÇO PODE ME VENDER 3 SORVETES? – Então uma das moças se virou e entrou assustada dentro do estabelecimento, desligou a música e disse:
– Desculpe, é que meu tio anda muito cansado esses dias e por isso fica assim – ela apontou para o tio que ainda estava com o jornal sobre a face e depois perguntou – O que quer?
– 3 sorvetes, um de Baunilha, um de Chocolate e o outro de tapioca – Não pude deixar de notar que os seus olhos estavam inchados e vermelhos, parecia que ela estava chorando.
– Presumo que um desses sorvetes vai ser para você certo?
– Certo, e os outros dois são para aqueles ali- apontei para meus irmãos e olhei para ela e sorri, e ela gentilmente devolveu o sorriso, então perguntei:
– Então o seu sorvete vai ser grátis por conta dessa espera, desculpe
– Obrigada, Qual é o seu nome?
– Meu nome é v.…. – ela estava quase dizendo o nome dela quando ouço Diego gritar juntamente com Ludmila:
Diego e Ludmila: LEÓN, CADÊ O SORVETE?
– TÁ SAINDO- gritei de volta, então ela rapidamente me entregou os 3 sorvetes e correu para dentro do estabelecimento e não me disse nada, então eu levei os três sorvetes e comemos enquanto caminhávamos em direção a nossa casa.
Povs Ludmila
León estava estranho, tipo mais estranho que o normal sacô? ( N/a: Ela costuma usar gírias) desde a sorveteria, nós estávamos indo para casa quando o Diego cochichou no meu ouvido:
– Percebeu que o bonitão aí tá estranho?
– Nossa mano eu achei que fosse só eu que achasse isso, já sei, vamos conversar sobre assuntos que ele nunca imaginaria falar tipo de eu ter um namorado e tals, mas só de zoeira para ver o que ele diz
– Tá, vai ser divertido – ele concordou-
– León você tá bem?
– ãham
– um cara me chamou pra sair você deixa?
– ãham
– Cara, eu tô pensando em virar gay o que você acha? – Diego perguntou e eu ri baixinho
– ãham
– Eu posso namorar? Engravidar ter filhos agora e você cria eles por mim?
– Claro... Não pera o que? — ele acordou e Diego perguntou
– É que você tá no mundo da lua cara, o que você tem?
– Nada é aquela menina da sorveteria, eu não paro de pensar nela, não sei o por quê
– Alguém está apaixonado- comecei a cantarolar e Diego me acompanhou fazendo uma rodinha e dançando em volta do León:
– E esse amor é tão grande – Fez Diego
– Bobocas parem, e vamos logo pra casa
– Tá, mas quando chegarmos eu faço pipoca e vamos ver um filme e pronto tá ligado? – Sugeri-
– Tá – os dois assentiram e fomos para casa.
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