Lovesong

71 Capítulo 71


Notas iniciais
Olá pessoas do meu coração, voltei..... Eu realmente estou pregada de sono, então se encontrarem algum erro é so me falar. Espero que gostem. Boa Leitura.

— Mark! – disseram as Mills e foram ao encontro do rapaz o apertando em um abraço.

Elsa e Emma se olharam com semblantes nada amigáveis.

Os quatro estavam tão felizes por ter se reencontrado que esqueceram o restante da família ali presente. Regina e Cora estavam sem ver o rapaz a muito tempo, Zelena era a que o encontrava sempre, já que trabalhavam no mesmo hospital e por isso a amizade deles era mais forte.

O médico estava bastante emocionado e feliz em ver a ruiva com uma barriga daquele tamanho e por isso se afastou do abraço e pôs a mão na barriga de Zelena que tinha um sorriso enorme.

— Você está linda com essa barriga, minha ruiva. – disse ele acariciando a barriga da amiga.

Ao ouvir esse comentário, Elsa ficou ainda mais irada e Emma percebendo o estado da irmã segurou sua mão sussurrando: “- Calma Elsa, eles são amigos.” A loira mais nova olhou para Emma debochadamente.

— E com certeza muito mais gostosa. – Brincou Mark.

— Ah, isso já é demais. – disse Elsa para a irmã e foi em direção a namorada.

Elsa chegou perto deles e pôs o braço em volta da cintura da ruiva olhando fixamente para Mark que retirou a mão da barriga de Zelena assim que percebeu o olhar matador da loira para ele.

— Amor. Esse é o Mark. – disse Zelena feliz.

— Eu sei. – falou ríspida. – Agora vem sentar que você não pode fazer esforço. – Disse Elsa querendo tirar a namorada o mais rápido possível de perto do rapaz.

Regina vendo que as coisas poderiam sair de controle puxou Emma pela mão para apresentar ao loiro. Emma tinha uma expressão mais suave do que a de Elsa e por isso Mark lhe abriu um sorriso amigável.

— Mark. Essa é Emma Swan. – disse Regina sorrindo. – Minha noiva e a razão da minha vida. – falou toda boba. – Amor, esse e Mark Sloan, nosso amigo.

— Prazer em conhecê-la senhorita Swan? – disse ele estendendo a mão para cumprimentar a loira.

— O prazer é meu. – sorriu Emma apertando a mão de Mark.

— Minha Deusa morena, você acertou agora. Essa loira é muito linda. – disse Mark e sentiu sua mão ser apertada com mais força fazendo com que ele fizesse uma cara de dor.

— Essa Deusa é minha e não sua. – disse Emma chegando mais perto de Mark. – Eu estou de olho em você senhor Sloan. – disse soltando a mão do rapaz que começou a massagear o local. – E outra coisa, não pense em ficar andando sem roupa por essa casa. – falou Emma e saiu com Regina para voltar ao lugar no sofá que ocupavam antes da chegada do rapaz.

Mark ficou olhando em direção a Emma quando escutou Cora sussurrar em seu ouvido.

— Se eu fosse você não deixaria essas duas irritadas. – disse sorrindo da cara do rapaz.

— São um pouco estressadas não? – perguntou ele para a senhora.

— Quando o assunto são minhas filhas, elas ficam muito mais que estressadas. – afirmou Cora e saiu gargalhando levando o rapaz para se sentar ao lado dela no sofá.

A família continuou conversando por um longo tempo. Mark mesmo recebendo olhares nada agradáveis das irmãs Swan, continuou com suas brincadeiras, só que dessa vez sem elogiar muito Regina ou Zelena.

Era quase onze da noite quando David foi embora com Mary. Elsa levou Zelena que estava sentindo um pequeno mal estar para o quarto. Regina se despediu dos demais e seguiu com Emma para seus aposentos, enquanto que Mark ficou mais algumas horas conversando com Cora enquanto tomavam alguns drinks.

[...]

Elsa acordou no meio da noite e não encontrou a namorada a seu lado na cama. De imediato chamou por Zelena, mas ela não respondeu. A loira preocupada levantou e foi procura-la no banheiro, talvez a ruiva tivesse acordado com enjoos.

Ao entrar no banheiro, seu coração apertou no peito, pois, sua ruiva estava caída no chão chorando.

— Amor. – disse Elsa ajoelhando ao lado da ruiva. – O que aconteceu?

— Eu te chamei. – disse Zelena aos prantos. – Eu te chamei mais você não me ouviu. – disse ela gemendo de dor.

— Amor, o que aconteceu? Me diz por favor? – perguntava Elsa tentando parecer calma, mas suas lágrimas diziam o contrário.

— Eu... eu escorreguei. Ahhh. – gemeu quando sentiu uma forte dor na barriga.

— O que foi?

— Dor... ta doendo muito. Ahhh. – gemeu Zelena pondo a mão na barriga.

— Não, não , não. – sussurrou a loira.

Tomada pelo desespero, Elsa tentou erguer a ruiva em seus braços, mas ela não tinha força suficiente e com medo de piorar a situação a deixou onde estava.

— Eu vou chamar ajuda. – beijou a cabeça de Zelena. – Eu já volto. Aguenta. Vai ficar tudo bem. – beijou mais uma vez a ruiva e saiu correndo do quarto.

Isso não poderia estar acontecendo. Logo agora que estava tudo ficando bem. Por favor senhor, não permita que nada de ruim aconteça. Pedia Elsa enquanto subia as escadas os mais rápido que podia. Assim que chegou a porta do quarto de Emma, ela começou a bater repetidamente e gritar por sua irmã.

— EMMA! ABRE POR FAVOR! – gritava enquanto maltratava a madeira.

Segundos depois, Emma assustada pelo barulho abriu a porta e sentiu que algo estava realmente errado quando viu o desespero no rosto da irmã.

— O que está acontecendo Elsa? – perguntou Emma preocupada.

— A Zel... ela... – tentava falar entre os soluços.

— O que aconteceu com minha irmã? – perguntou Regina aparecendo atrás da noiva.

Elas vendo que Elsa não iria conseguir falar nada, saíram correndo sendo seguidas por Mark e Cora que também acordaram com os gritos da mais nova. Chegando ao banheiro onde Zelena ainda estava no chão, Cora pôs a mão na boca para evitar que seu grito fosse ouvido, Regina e Emma ajoelharam-se ao lado da ruiva.

— Meus bebês, Sis. – dizia Zelena em prantos, com medo que algo de ruim acontecessem as suas princesinhas. – Ajuda as minhas filhas. – repetia a suplica para a irmã.

— Calma Zel, vai ficar tudo bem. – afirmou para a irmã. – Mark. – chamou a morena e o médico entendeu seu pedido.

Cuidadosamente, Mark pegou Zelena em seus braços e levou a mulher para fora da casa, Emma assim que viu o que o rapaz iria fazer correu para pegar o carro, quando eles saíram da mansão, a loira já estava com o carro parado em frente a casa.

Elsa entrou no banco de trás e Mark colocou Zelena cuidadosamente deitada com a cabeça no colo da loira, Regina entrou no banco do carona e pediu a Mark que levasse sua mãe para o hospital.

O percurso foi rápido, a essa hora da madrugada não havia carros nas ruas. Elsa acariciava os cabelos da sua ruiva sempre repetindo que tudo ficaria bem. Mas internamente ela tinha dúvidas, afinal, Zelena estava sentindo muitas dores e sua situação já era bastante delicada.

Assim que Emma estacionou o carro em frente ao hospital, Regina saiu correndo gritando por ajuda. Enfermeiros colocaram Zelena em uma maca e junto a Regina levaram a ruiva para sala de emergência.

Elsa ficou com Emma na sala de espera. Ela queria muito estar ao lado de sua namorada, mas Regina pediu para que ficasse ali, e prometeu que traria noticias logo.

— Vai ficar tudo bem. – Disse Emma envolvendo a irmã em um abraço apertado.

A garota se permitiu chorar nos braços da irmã. Ela estava com muito medo que algo acontecesse com suas filhas e mulher.

— Ela está sentindo muita dor Emma... muita dor... E eu não posso fazer nada. – disse em desespero.

— Eu sei, mas vai dar tudo certo. Ela está sendo cuidada agora. – disse a loira beijando a cabeça da irmã.

[...]

Já havia de passado duas horas que a família Swan- Mills estava na sala de espera e Regina ainda não tinha vinda dar notícias. Elsa mesmo desesperada, estava abraçada a sua irmã. O pranto já tinha cessado, mas a angústia estava matando a loira mais nova.

Cora estava igualmente preocupada, desde que chegou ao hospital encontrou nos braços de Mark um consolo. Mesmo Cora sendo dona do hospital decidiu esperar por Regina, ela confiava na competência da filha morena e com certeza Regina faria o possível para salvar a irmã e as sobrinhas.

Passaram-se mais alguns minutos até que Regina apareceu na sala de espera chamando a atenção de todos que estavam ali. Elsa saiu correndo em direção a cunhada assim que viu a morena.

— Como elas estão? Me diz que está tudo bem, por favor. – pediu angustiada.

— Calma Elsa. – pediu pondo a mão no ombro da garota. – Agora está tudo bem. – sorriu. – O descolamento que havia regredido voltou a aparecer. Mas suas princesinhas estão bem.

— Graças a Deus! – disse Elsa aliviada e abraçou Regina. – Eu quero ficar com ela.

— Tudo bem. Mas antes preciso conversar com você. – disse a morena tendo a atenção de todos. – Por conta desse susto, Gold e eu achamos melhor deixar Zelena em observação por alguns dias e nós sabemos como será a reação dela. – sorriu gentil para passar segurança a cunhada. – Preciso que você a convença a ficar ok?

— Ela ficará. – falou convicta.

— Agora podemos ir vê-la? – perguntou Cora.

— Sim. Mas ela tomou uma medicação para a dor e está dormindo. – disse Regina guiando a família para o quarto da irmã.

Assim que adentrou o quarto, Elsa correu para a cama e segurou a mão da namorada. Os demais ficaram observando a cena emocionados. Era nítido o amor que Elsa sentia por Zelena e Cora iria agradecer eternamente as irmãs Swan’s por fazerem suas filhas felizes.

Como só poderia ficar uma pessoa como acompanhante, Cora, Mark, Emma e Regina resolveram voltar para a mansão, não antes de dizer que voltariam depois e trariam roupas para elas, já que devido ao desespero todos estavam de pijama.

Assim que se viu sozinha com Zelena no quarto a loira depositou um beijo demorado na barriga da amada.

— A mamãe está feliz por vocês estarem bem. – disse emocionada, em seguida depositou um beijo nos lábios de Zelena. – Eu estou aqui minha vida. Sempre estarei. Eu te amo. – falou e em seguida sentou na cadeira ao lado da cama e segurou a mão de Zelena.

[...]

Killian é acordado com fortes batidas na porta. Ele senta na cama e pega o relógio no criado mudo.

— Que inferno! Quem em sã consciência chega na casa das pessoas as cinco da manhã. – fala o rapaz indo em direção a porta. – Claro, tinha que ser você. – fala irritado ao ver Daniel entrar em seu apartamento sem ser convidado.

— Que mau humor maninho! – provoca o médico.

— O que você quer Sebastian? – bradou ele ainda mais irritado.

— já disse para não me chamar assim, idiota. – reclama.

— Sei, sei. – fecha a porta. – Diz logo o que quer e vá embora.

— Isso é maneira de tratar seu irmão? – pergunto debochado.

— O que você quer? – pergunta impaciente.

— Tenho um plano para ter a Regina de volta e preciso de você.

— Não vou fazer mais nada para você. – fala ríspido.

— Ah você vai sim, ou eu acabo com aquela loira que você tanto quer.

— Se você tocar em um fio de cabelo da Emma eu acabo com você. – fala com raiva. – Deixa ela em paz ou eu entrego você para a policia. – encara o irmão.

Daniel encara Killian como se quisesse descobrir algo e abre um sorrido cínico.

— Ora, ora. Não me diga que Killian Jones resolveu ser um homem de bem? – provocou.

— Cansei dos seus joguinhos caro irmão. – afirmou Jones. – Agora saia da minha casa. – exigiu.

— Ok! Já que você resolveu ser um covarde farei as coisas sem você. – se aproximou de Killian. – Só não fique no meu caminho ou esquecerei que sou seu irmão. – dito isso se retirou.

[...]

Duas semanas se passaram e finalmente Zelena poderia voltar para casa. Nesse tempo Elsa pediu dispensa do escritório onde estava estagiando para ficar ao lado de suas mulheres.

— Zelena, você só está indo para casa porque insistiu. – disse Daniel. – Mas devo lembra-la que mesmo que o descolamento de placenta tenha sido contornado sua gestação ainda é de risco e terá que tomar cuidado redobrado.

— Eu sei Daniel, eu me cuidarei. – afirmou a ruiva que estava de mãos dadas com Elsa.

— Ok, já pode ir, mas se sentir qualquer incomodo, o mínimo que for você deve vir para o hospital imediatamente. – deu suas recomendações e se retirou.

Mark, que adiou sua volta para Boston ajudou com as malas enquanto Elsa guiava a ruiva para fora do hospital.

Assim que chegaram a mansão, Elsa levou a ruiva para o quarto e Sloan as acompanhou com as malas.

O rapaz já não era problema para Emma e Elsa. Elas perceberam que ele amava e cuidava das Mills como um irmão mais velho. Já podia-se dizer que eram amigos, principalmente Emma e o rapaz que sempre soltavam piadinhas para alegrar os outros ao seu redor.

Por fim a paz voltou a reinar na mansão e a família Swan Mills provou que com amor e dedicação é possível superar tudo.

Notas finais
Espero que tenham gostado. comentem... Até o próximo... Fui.