Lovesong

61 Capítulo 61


Notas iniciais
Olá meus amores...... Voltei, sei que demorei, mas estava doente e não tinha como sentar para escrever nesse período, mas graças a Deus estou melhor.kkkkk. Nesse capítulo teremos novos personagens, bem, nem tão novos assim, kkkk. É um capítulo com algumas informações importantes, por isso leiam com atenção. Espero que gostem... Boa Leitura.

Já havia se passado dois meses desde que Zelena voltou para Storybrooke. A família Swan Mills não poderia estar mais feliz. Regina e Emma estavam cada dia mais apaixonadas, por incrível que pareça a morena estava controlando seus ciúmes, apenas uma ou outra vez ficava chateada quando alguma ex da loira chegava se jogando para cima dela, mas fazia todo o esforço do mundo para não fazer nada que pudesse magoar Emma, afinal, ela tinha que confiar na loira com quem pretende dividir todos os momentos até o fim da vida, e falando em vida juntas, elas já estavam fazendo planos para o futuro, o casamento, o irmão que Henry tanto queria, quem sabe até dois, afinal, Regina queria ver a casa cheia de filhos. Ruby já não era motivo para brigas, pelo contrário, a garçonete já havia se tornado uma amiga para Regina. O único assunto que ainda incomodava Regina era a presença de Belle, não por estar perto de Emma, que já deixou claro que não quer nada com a ex e Belle não soltava mais indiretas quando se encontravam, mas a preocupação maior era por conta da aproximação dela com Henry, eles se viam sempre, o garoto ia acompanhado por alguém da família, mas, Regina ainda sentia que a mulher não era de confiança, mas aguentava esses encontros para evitar problemas.

Zelena e Elsa eram outras que estavam vivendo um conto de fadas, desde que soube que iria ser mãe, Elsa não deixou Zelena um dia sequer sozinha, todas as noites dormia na mansão e cuidava muito de sua ruivinha, fazia todos os gostos da namorada, acordava no meio da noite para atender algum desejo da ruiva, sempre sem reclamar, pelo contrário fazia com satisfação, muitas vezes Zelena dizia que não era preciso sair tarde da noite só por causa de um desejo, mas a garota sempre dizia “lógico que precisa, você quer que minha filha nasça com cara disso?” e sempre que insistia assim ganhava um lindo sorriso apaixonado da ruiva.

Já havia virado rotina acordar e sair correndo atrás de Zelena para o banheiro, todas as manhãs a ruiva acordava enjoada e passava um bom tempo vomitando.

— Vai passar amor. Eu estou aqui com você. – disse Elsa ajoelhada ao lado de Zelena segurando seu cabelo ruivo no alto, a médica estava na mesma posição de frente para privada pondo tudo que tinha em seu estômago para fora.

Mais alguns poucos minutos se passaram até que Elsa ajudou Zelena se levantar e lavar o rosto e escovar os dentes. Quando a ruiva terminou o processo Elsa a despiu e depois tirou suas próprias roupas guiando-a para o box. Tomaram banho calmamente entre carícias e beijos, mas sem malícia alguma, após fechar o chuveiro a loira se ajoelhou e beijou o ventre da ruiva que já estava um pouco crescido.

— Bom dia minha princesa. Vai com calma com a mamãe Zel, ela já enjoou demais não acha? – Dizia a loira para a filha, como fazia todas as manhãs sempre arrancando um sorriso bobo de sua ruiva.

Voltaram para o quarto e se arrumaram para seus respectivos trabalhos. Zelena já havia começado no hospital, iria entrar na escala de plantões como todos os médicos, mas Elsa pediu para ela não trabalhar a noite, alegando que ela deveria dormir bem e assim a ruiva fez, por isso todos os dias estava no hospital. Elsa depois de descobrir que iria ser mãe, passou a estudar a noite e conseguiu um estágio durante o dia no único escritório de direito da cidade. Desceram para tomar café com a família e em seguida saíram.

— A consulta é as dez, será que não terá problemas para sair do trabalho amor? – perguntou a ruiva assim que entrou no carro.

— Sem problemas Zel, já falei com o Dr Felipe, está tudo certo. Será que o médico novo já chegou na cidade? – perguntou a loira ao ligar o carro.

— Espero que sim, estou louca para ver nossa filhinha. – disse a ruiva acariciando a barriga.

Hoje seria a primeira consulta com o obstetra, como no hospital não tinha um profissional com essa especialidade a ruiva resolveu esperar um ser contratado para não ter que ir a outra cidade. E assim seguiram para seus destinos.

[...]

Regina estava arrumando suas coisas para sair do seu plantão, como passou a noite trabalhando estava louca para dar um beijo nos seus amores e dormir o dia todo se possível.

— Já de saída Regina? – Perguntou Tinker entrando na sala.

— Graças aos céus! – sorriu.

— Noite corrida? – perguntou Tinker trocando de roupa.

— A mais corrida de todas. Parece que todo mundo resolveu passar mal essa noite. – falou sorrindo. – Mas graças a Deus não teve ninguém com problema sério.

Regina se despediu da amiga e saiu em direção a recepção, parou algumas vezes para falar com colegas e outras duas vezes foi parada por enfermeiros para sanar algumas dúvidas dos profissionais em relação a seus pacientes. Se despediu de Juli, a recepcionista e quando ia atravessando a grande porta do hospital escutou uma voz conhecida chamando-a.

— Regina Mills, eu não acredito. – disse o homem fazendo Regina virar para direção da voz.

— Daniel? – disse e o abraçou. – Quanto tempo, o que está fazendo aqui? – perguntou. Mesmo depois de terminar seu namoro com o rapaz eles continuaram amigos e Regina gostava muito dele.

— Eu trabalho aqui, começo hoje. – disse sorrindo.

— Então seremos colegas de trabalho novamente? – sorriu. Olhou para fora e avistou sua loira encostada no fusca a aguardando.

— Parece que sim. Você já está saindo?

— Meu plantão acabou. Depois colocaremos a conversa em dia, tenho tanta coisa para te dizer. – falou feliz, ela lembra como ele gostava de Henry e estava imaginando a reação do amigo ao saber que seu filho estava vivo.

— Podemos marcar depois para tomarmos algo e conversarmos, como nos velhos tempos o que acha? – falou olhando o corpo da morena por quem fora apaixonado por longos anos.

— Ok. Tenho que ir agora. – disse olhando para Emma que tinha os braços cruzados olhando em sua direção.

Antes de fazer qualquer movimento sentiu o rapaz abraça-la e depositar um beijo no canto dos seus lábios, deixando a médica desconcertada, em seguida o médico seguiu para dentro do hospital e Regina seguiu para o fusca onde não avistou mais a sua loira, após alguns passos viu que Emma estava dentro do veículo segurando forte o volante. Regina sabia que a loira tinha visto o que acabara de acontecer ali e estava chateada, a certeza de sua chateação era que todos os dias a loira a esperava ao lado do veículo com um lindo sorriso e sempre abria a porta para ela entrar e hoje isso não ira acontecer. A morena respirou fundo quando chegou ao lado do veículo e entrou.

— Bom dia amor. – disse Regina olhando para a expressão séria da loira que olhava para frente.

— Bom dia. – respondeu a loira pondo a mão na chave para ligar o carro, mas antes de girá-la sentiu a mão de Regina segurar a sua.

— Ei, eu não ganho um beijo? Estava morrendo de saudades. – disse a morena pondo a mão no rosto da namorada.

— Pelo que pude perceber você já ganhou seu beijo hoje. – disse séria sem olhar para a morena.

— Emma, aquilo foi um acidente, ele ia beijar meu rosto e eu acho que fizemos um movimento rápido e quase tocamos os lábios, mas não aconteceu nada. –disse a morena, era isso que ela tinha entendido no momento.

Emma respirou fundo, fechou os olhos e encostou a cabeça no banco. Realmente pode ter sido uma fatalidade, ninguém queria fazer aquilo certo? Bem, ela tentava acreditar nisso. Mesmo a detetive não tendo um bom pressentimento quando olhou para o tal rapaz.

— Quem é ele? – perguntou ainda de olhos fechados.

— Um amigo que eu não via a muito tempo. – sorriu fraco.

— Esse amigo não tem nome? – Emma ainda estava tentando se acalmar.

— Daniel. – falou apreensiva, Emma nunca foi de sentir ciúmes, mas, ela não contava com essa reação da loira e não sabia como ela iria reagir com essa notícia.

— Daniel. – pela primeira vez no dia olhou para sua namorada. – seu primeiro... – fechou os olhos e respirou fundo. – namorado. – voltou a olhar para Regina.

— Amor, não há mais nada entre nós a muito tempo. – sorriu pelo ciúme da namorada. – não precisa ficar com ciúmes. – disse tocando o rosto da amada carinhosamente.

— Eu não tô com ... ciúmes. – disse e Regina sorriu com o bico que a loira fez.

— Então me dá esse bocão aqui que eu estou morrendo de vontade dele. — pediu e capturou os lábios da amada.

— Mais você é minha. Só minha ouviu. – disse Emma ainda com os lábios colados aos da morena.

— E não está com ciúmes não é? — brincou e viu a loira negar com a cabeça e um leve sorriso.

Se beijaram mais uma vez e a loira ligou o carro e seguiram para a mansão.

[...]

Zelena e Elsa estavam em um dos consultórios do hospital esperando o médico que precisou atender um chamado, pelo menos foi isso que a enfermeira que as colocou ali falou. Estavam conversando sobre seus bebês quando a porta se abriu.

— Bom dia. – disse o médico ao entrar na sala.

— Daniel? – perguntou Zelena se levantando.

— Zelena? Quer dizer que todas as Mills estão nessa cidade? – falou o rapaz sorrindo e abraçando a amiga.

— Pelo visto já esbarrou com minha irmã hoje. – disse Zelena voltando a sentar.

— Sim, falei com Regina quando estava chegando. – disse o médico sentando a frente das duas mulheres e desviando o olhar para Elsa.

— Essa aqui é Elsa Swan, minha namorada. – disse Zelena.

— Prazer. Daniel Colter. – cumprimentou a loira com um aperto de mão.

— Prazer. – respondeu a loira.

— Então, a que devo a visita de vocês? – disse ele se apoiando no encosto da cadeira.

— Viemos ver como nosso bebê está. – disse ela acariciando a barriga e sorrindo para sua loira.

— Zelena Mills, namorando e grávida. – sorriu. – é o acontecimento da década. – brincou.

O médico fez as perguntas de praxe, mediu a pressão da ruiva, verificou o peso, solicitou alguns exames de sangue só para ver se esta tudo bem com a ruiva.

— O que acham de ver o bebê de vocês? – perguntou ele se levantando.

— É tudo o que mais quero. – disse Elsa.

— Venham comigo. – pediu e as levou para a sala de exames.

O médico pediu para que Zelena fosse ao banheiro que tinha na sala e vestisse o avental, quando a médica voltou ele pediu para que ela deitasse na maca, pôs um lençol nas pernas da ruiva que cobria até abaixo do ventre e puxou o avental até abaixo dos seios, deixando apenas a barriga à mostra.

— Você irá sentir um friozinho. – disse e pôs o gel na barriga da médica.

Zelena buscou a mão da loira que estava na cadeira a seu lado e olhou para tela. Elsa segurou firme a mão da sua namorada e depositou um beijo carinhoso e em seguida também olhou para a tela tentando ver sua pequena Meghan.

Elsa olhava para aquela tela que só mostrava borrões se esforçando o máximo para ver algo, quando ela se convenceu que não entendia nada resolveu perguntar.

— Está tudo bem doutor? — mas antes dele responder sentiu Zelena apertar sua mão e desviou o olhar para sua amada sentindo um arrepio percorrer seu corpo ao ver que Zelena chorava. – Amor o que você tem? Por que está chorando? – Perguntou preocupada.

— Parabéns mamães, seus filhos estão ótimos. – disse Daniel sorrindo.

— Fi... filhos. – perguntou Elsa tremendo. – Zel, ele disse... filhos? – perguntou com os olhos banhados pelas lágrimas e viu sua namorada confirmar.

A loira abriu um enorme sorriso e beijou os lábios de sua ruiva em seguida depositou um beijo em sua testa e voltou a olhar para a tela. Elas não poderiam estar mais felizes, Elsa nunca imaginou que poderia ser mãe e sofria muito por isso, mas os deuses estão lhe presenteando com duas vidinhas que ela já ama mais que a ela própria.

[...]

Mulan estava na delegacia em uma mesa ao lado da de Emma, o oriental era a mais nova detetive de Storybrooke, não que a cidade precisasse de muitos detetives, porém, o prefeito Gold informou a David que ele teria que contratar mais um oficial e o Xerife não teve duvidas em chamar a amiga que era uma ótima profissional. Mulan já havia observado que Emma estava muito calada e esperou para que a loira falasse algo, mas como isso não aconteceu ela resolveu perguntar.

— Emma, aconteceu alguma coisa? – perguntou.

— Oi. – disse Emma voltando a realidade.

— O que você tem?

— Nada. – disse e ouviu a oriental suspirar.

— Emma...

— O ex de Regina está na cidade. – falou desanimada.

— Emma Swan a bam bam bam das mulheres está insegura. – disse a oriental gargalhando.

— Há Há Há. Não é insegurança é que eu não senti uma coisa boa quando o vi. – disse e encostou no encosto da cadeira. – E... ele quase a beijou ... – falou fechando os olhos.

— Peraí, como assim quase beijou sua morena? – perguntou Mulan indo sentar na mesa da amiga.

— Quando eles se despediram. A Regina falou que foi um acidente, mas eu não sei se acredito muito nisso.

— Você está desconfiando da Regina?

— Claro que não Ching ling! – Emma falou e viu o rosto da amiga se fechar, ela detesta esse apelido. – Eu confio plenamente na minha morena, mas, não confio nele. Sinto que ele não nos deixará em paz enquanto estiver aqui.

Mulan ia responder mais parou ao ouvir o celular de Emma tocar.

— August? – Atendeu Emma.

— Olá Emma. Tenho boas notícias. – disse ele animado.

— Fala logo Gus. – pediu a loira.

— Descobri o nome da pessoa que fez aquilo com o pequeno.

— Então diz logo homem de Deus! – Emma estava eufórica.

— O nome dele é Sebastian.

— Sebastian... Sebastian de que? Quem é ele?

— Bem, ainda não tenho essas informações, mas já sabendo o nome fica tudo mais fácil não é? Vou continuar a busca, qualquer novidade te aviso.

— Ok, estarei aguardando. – Respondeu e encerrou a ligação.

Emma continuou a conversa com Mulan, sobre o tal Daniel e sobre essa nova descoberta de August. A oriental prometeu a Emma que também iria falar com seus contatos para saber mais sobre esse tal Sebastian.

Notas finais
Espero que tenham gostado..... Dois filhos para nossas meninas, kkkkkkkk, Como será o nome do outro bebê? Aceito sugestões,kkkkk. O que será que esse Daniel foi fazer aí???? Comentem...... Até o próximo.... Fui.