Lovesong
44 Capítulo 44
Notas iniciais
Emma estava na viatura esperando David trazer Robin para enfim leva-lo para o presídio. Emma sabia que teria que ter muita paciência para aturar esse traste por quatro horas de viagem sem quebra-lo por completo. Após alguns minutos de espera David pôs Robin no banco de traz e o algemou para evitar maiores problemas. Emma que estava ao volante vez ou outra olhava pelo retrovisor e esboçava um sorriso ao ver o nariz de Robin com um curativo e uma coloração arroxeada.
Já havia se passado duas horas desde que eles partiram de Storybrooke, Robin pensava em uma forma de escapar dali, mas não conseguia achar nenhuma saída. Emma estava concentrada na estrada para não ficar pensando no homem que estava no banco de trás, mal falava, se limitava a responder as perguntas que David.
— Então detetive. Como está a minha linda esposa? – Perguntou Robin provocando a loira.
Emma olhou para David pedindo que o xerife o fizesse calar a boca. David tocou a mão da irmã e pediu para ela não entrar no jogo de Robin. Emma tentou não se importar com as palavras do idiota de trás, mas não se segurou com as últimas palavras do prisioneiro.
— Eu amava foder aquela morena sabia? – Perguntou Robin e Emma apertou as mãos no volante tentando se segurar. — Sempre tão apertada, tão molhada e quando gemia gostoso ao gozar em meus braços. – Continuou o crápula fitando Emma que tinha os olhos queimando de raiva pelo retrovisor.
— CALA A BOCA! – Gritou Emma e parou o carro no acostamento.
A loira foi para o banco de trás bufando de raiva, sacou a arma e pôs o revolver abaixo do queixo do homem.
— Nunca mais ouse falar assim da Regina entendeu? – ordenou a loira que estava encima de Robin pronta a puxar o gatilho. – Nunca. Mais. Sequer. Pense. Na. Regina. – Pontuou a Emma disposta a acabar com a vida daquele canalha.
— Ou o que detetive? Vai me matar? Vai em frente, ou será que nem pra defender a honra da sua vadiazinha você serve. – Disse Robin, ele preferia morrer a ir para prisão de Boston, afinal, ele como advogado mandou muitas pessoas para o local, e em muitos casos o moreno armou para não perder a causa.
— Emma, larga essa arma. – pediu David apreensivo, ele sabia como sua irmã ficava quando o assunto era Henry e Regina. – Emm... não estrague sua vida por causa desse traste. Se fizer isso perderá a Regina e Henry minha irmã. É isso que você quer? – Após as palavras de David a loira voltou a si.
— Eu não vou matar você se é isso que quer, seria muito fácil. – Disse a loira guardando a arma. – você ir para prisão será minha recompensa, você sabe o que acontece com canalhas como você né? “Advogado estuprador”. – Disse Emma sorrindo com satisfeita ao ver o medo nos olhos de Robin. – Abre a mala David. – Pediu Emma jogando as chaves para o irmão.
— O que você vai fazer Emma? – Perguntou o xerife confuso.
— Apenas abre a mala. – pediu mais uma vez e o loiro a obedeceu.
Emma arrastou Robin para parte de trás da viatura e o jogou na mala com as mãos algemadas para trás, para não ter a chance dele aprontar.
— Você não pode fazer isso. – gritou Robin.
— Já fiz, aproveite a viagem. – Disse a loira e fechou a mala com força.
[...]
Após Emma e David deixar Robin no seu devido lugar o xerife informou que antes de voltar para Storybrooke teriam que passar na casa de um amigo. David assumiu o volante e seguiu para o endereço escrito em um pedaço de papel.
— De quem é a casa que você está indo? – perguntou a loira quando chegaram em um bairro nobre no litoral de Boston.
— De uma amiga, sua curiosa. – Disse ele sorrindo.
— David Nolan Swan... se a Mary souber que você está indo encontrar outra mulher ela te mata. — zombou Emma.
— Do que você está falando? ... Ta louca Emm? Pare de pensar besteira. –Disse o xerife parando em frente a um enorme casa.
— Uau! Desde quando você conhece pessoas com tanta grana assim? – Emma estava boquiaberta.
— Engraçadinha. – David deu um leve empurrão em Emma. – Agora vai lá e pega a encomenda.
— Porque eu? Pediram a você vir pegar essa tal encomenda. – Resmungou cruzando os braços.
— Porque eu sou seu irmão mais velho e seu chefe, então vai logo.
Emma saiu reclamando, tudo o que ela queria era voltar logo para sua morena, depois de um dia longe de Regina, estava precisando de colo para descansar o corpo. A loira tocou a campainha e se virou para a rua quando ouviu David arrancar com o carro. A loira iria atrás do irmão mais parou ao ouvir alguém falando com ela.
— Boa tarde amor! – disse Regina da porta.
A morena usava um robe vermelho transparente que mostrava a pequena lingerie preta que Regina usava. Emma estava boquiaberta com essa visão, involuntariamente a loira coçou os olhos como se estivesse acordado naquele momento. Olhou em volta ao perceber que sua morena estava quase nua na rua.
— Amor... o que faz aqui? E com essa roupa ? – pergunta Emma a abraçando tentando esconder seu corpo.
— Estava te esperando. – Disse a morena colando seus lábios aos de Emma que retribuiu ao beijo e sentiu seu corpo todo arrepiar.
Emma passou os braços pela cintura de Regina levantando-a do chão lentamente e adentrando o imóvel, ninguém além dela poderia ver sua morena naqueles trajes e se continuassem ali a vizinhança toda teria esse privilégio. Fechou a porta e encostou Regina na madeira fazendo a morena enlaçar as pernas em sua cintura.
Emma pressionava a morena contra a porta com tanto desejo, seu corpo todo estava queimando. A loira devorava os lábios de Regina, suas mãos passeavam pelo corpo da morena com uma necessidade extrema.
— O que pretende com isso?... me enlouquecer amor? – perguntou Emma beijando o pescoço de Regina que estava gemendo deliciosamente.
Sem esperar resposta, a loira voltou a capturar os lábios de Regina, agora o beijo era lento, carinhoso, transmitia todo o amor que Emma sentia por sua morena. Emma alcançou a bunda de Regina e puxou o corpo da morena mais para si, se é que isso era possível. Lentamente a detetive deslizou as mãos pelo abdômen de Regina que estremeceu quando Emma alcançou seus seios.
— Vamos com calma amor... – pediu Regina descendo do colo de Emma.
— Depois disso tudo você quer que eu pare, isso é maldade linda. – falou Emma ofegante.
— Isso foi só o começo, agora eu preciso que você vá tomar banho, o jantar ficará pronto logo. – Disse a morena e beijou suavemente os lábios de sua loira.
Mesmo protestando muito Emma foi tomar seu banho no quarto indicado por Regina. A loira permitiu-se sorrir quando entrou no quarto e viu em cima da cama um de seus shorts jeans e sua regata branca. Lógico que Regina havia pensado em tudo. Quase uma hora depois, Emma desceu as escadas chamando por Regina, ela não tinha prestado atenção na enorme casa. Aventurou-se por alguns cômodos, o que não eram poucos, e continuou chamando por Regina, até que em determinado momento Emma ouviu Regina lhe chamando.
A loira chegou a uma varanda que existia na parte de trás da mansão e ficou boquiaberta com a paisagem a sua frente. A varanda ficava de frente para o mar. Emma volta a si quando sente braços enlaçando sua cintura.
— É lindo não é? – pergunta Regina beijando o ombro de Emma.
— É perfeito... de quem é essa casa amor? – Pergunta Emma ainda apreciando a paisagem.
— É da Zel. Você gostou?
Emma vira de frente para Regina e ao perceber que a morena ainda está com os trajes que a recebera franze os olhos e olha ao redor para ver se não há ninguém por perto.
— Você poderia trocar de roupa não acha? – Perguntou enciumada.
— Por que? Não gostou amor? – Regina sabia que o motivo para a pergunta de Emma era ela estar ali com aquelas roupas de frente para a praia.
— Lógico que gostei linda, mas é que alguém pode aparecer e eu não vou querer ninguém olhando para minha namorada quase nua. – falou Emma emburrada.
— Aqui é uma praia particular sua boba, ninguém vai aparecer. – Beijou os lábios de sua loira. – vem, vamos jantar. – disse e levou Emma até a mesa.
Regina puxou a cadeira para Emma sentar, serviu uma taça de vinho tinto e sussurrou no ouvido de Emma para que esperasse ela ir buscar a comida. Emma estava toda abobalhada com sua morena, claro que Regina era romântica, mas sempre era a loira que fazia essas “surpresas”. A loira estava babando literalmente vendo aquela bunda maravilhosa de Regina se distanciando dela naquela lingerie minúscula coberta por um robe transparente.
Alguns minutos depois Regina voltou com um delicioso salmão ao molho de maracujá, serviu a loira e em seguida a si própria e sentou-se em frente a Emma que tinha um sorriso lindo nos lábios.
— Posso saber o porquê disso tudo? – perguntou a loira curiosa.
— Não posso querer agradar minha namorada? Retribuir todo amor, carinho, cuidado e atenção que recebo desde que você entrou em minha vida. – disse Regina carinhosamente.
— Claro que pode amor. – Emma segurou as mãos de Regina fazendo carinho. – está tudo perfeito minha vida.
— Então vamos comer antes que esfrie. – pediu Regina.
O jantar prosseguiu repleto de carinho entre as duas, Emma sempre atenciosa e muito carinhosa com sua morena, quis saber como foi o dia da morena, como ela havia chegado a casa de praia de Zelena e armado tudo isso com David. Regina não conseguia tirar os olhos de cima de sua loira, hoje ela havia prometido para si que se entregaria a Emma, mesmo com todo receio que ainda existia em seu ser, mesmo Emma garantindo que Robin não a molestou, mesmo assim Regina sentia medo, porem, já era hora desse medo ser superado.
Ao fim do jantar as mulheres recolheram os pratos da mesa e seguiram para a cozinha. Regina pediu que Emma pegasse uma taça de vinho para ela e foi para a sala, ligou o som e diminuiu a intensidade das luzes do local.
Regina pegou a taça que estava na mão de Swan assim que a loira voltou para a sala, deu um gole generoso e deu play na musica, musica essa que Emma lembrou assim que ouviu os primeiros acordes.
— Lembra dessa musica? – perguntou Regina pondo a taça em uma mesinha da sala e abraçando Emma.
— Como poderia não lembrar. – sorriu de olhos fechados, como se estivesse visualizando o exato momento em ouviu a melodia a primeira vez. – Você quase me enlouqueceu aquele dia no Rabbit Hole. – sussurrou a loira deslizando os lábios pelo pescoço de Regina.
Regina virou ainda nos braços de Emma ficando de costas para ela, a morena pegou as duas mãos de Emma que estavam em volta de sua cintura e as levou até o laço do robe abrindo-o lentamente. Emma ao entender o que Regina queria deslizou o tecido transparente lentamente pelo corpo de sua morena fazendo a peça repousar a seus pés. Emma enlaçou mais uma vez a cintura de Regina e deslizou a ponta do nariz pela pele macia de sua morena.
— Te amo linda. – sussurrou Emma e deu uma leve mordida na orelha de Regina que soltou um gemido lento.
Regina pôs os braços em volta do pescoço de Emma, deu inicio a um beijo erótico e começou a mover o corpo no ritmo da musica. Emma gemeu nos lábios de Regina ao sentir o roçar das nádegas de Regina em sua pélvis. Regina rebolava lentamente, levando Emma ao delírio.
— Ahhh... não... faz isso linda... hummm... assim não vou conseguir parar. – gemeu a loira pondo todas as suas forças para se concentrar e não agarrar Regina ali, como a muito tempo ela desejava.
Regina nada respondeu, virou ficando de frente para Emma e lentamente foi erguendo a regata de Swan até tirar a peça por completo. Emma estremeceu ao sentir o toque delicado das mãos de Regina em seu abdômen, em seguida a morena livrou o corpo de sua loira do short que ela usava, deixando Emma apenas com as peças intimas.
— Amooor... — Gemeu mais uma vez a detetive que foi silenciada pelos lábios carnudos de Regina sobre os seus.
Sem desfazer o beijo Regina foi guiando Emma até o sofá, fazendo a loira sentar e em seguida Regina sentou no colo de Emma, uma perna de cada lado do corpo. A morena rebolava lentamente sobre Emma, torturando sua namorada cada vez mais.
— Eu quero você amor... eu preciso de você Emm. – pediu Regina ao pé do ouvido de Emma, fazendo a loira se arrepiar.
— Tem certeza linda? – perguntou Emma pondo as mãos na cintura de Regina dando leves apertões e ditando o ritmo dos movimentos da morena sobre si.
— Faz amor comigo... minha Emm. – pediu Regina quase em uma súplica.
Emma iniciou um beijo urgente, sem demora ela se livrou da peça de renda que cobria os seios perfeitos de Regina, delicadamente deitou sua morena no sofá, desceu seus lábios pelo pescoço, passando pelos ombros até chegar aos seios que tanto deseja. A loira deslizou sua língua sedenta pelo seio esquerdo de Regina, contornando o bico rijo lentamente.
— Ahhh... hummm... – gemeu Regina quando Emma começou a suga-lo com vontade.
Como Emma sentia falta desse gosto maravilhoso que sua morena possui, ela continuou dando a atenção devida aos seios fartos de Regina que se contorcia de prazer. Quando essa região já estava bastante sensível a loira foi distribuindo beijos e leves mordidas por todo o abdômen de sua morena até alcançar a minúscula calcinha que Regina vestia, a loira deslizou lentamente o pequeno tecido até que este estivesse em um canto qualquer da enorme sala. Emma sentiu o corpo tremer de desejo quando percebeu o quão excitada estava Regina, a loira depositou um beijo em cada coxa da morena e quando passou a língua no sexo encharcado de Regina ela sentiu a morena enrijecer os músculos, como vinha acontecendo ultimamente. Emma escalou o corpo de Regina que possuía os olhos fechados, apertados na verdade, como se quisesse esquecer algo desagradável.
— Ei... – sussurrou Emma. – Sou eu linda, olha para mim. – pediu a loira acariciando o rosto delicado de Regina.
A morena fez o que foi pedido, lentamente ela abriu os olhos e respirou aliviada em ver sua loira sorrindo docemente para ela. Emma depositou um beijo carinhoso na testa de Regina, em seguida nas bochechas e por fim selou seus lábios suavemente.
— Você confia em mim? – Perguntou Emma.
— Mas que tudo. – Respondeu Regina que possuía a voz trêmula.
— Olha pra mim o tempo todo tá? Qualquer coisa me fala. – disse Emma e Regina consentiu.
A loira desceu uma mão suavemente pelo abdômen de Regina que possuía leves tremores pelo corpo, mas em momento algum deixou de olhar nos olhos verdes a sua frente. Emma chegou ao sexo de Regina que estava extremamente encharcado e lentamente começou a mover seu dedo em movimentos circulares no clitóris de Regina.
— Hummm.... – gemeu Regina e ia fechando os olhos quando Emma se pronunciou mais uma vez.
— Olhando pra mim amor. – pediu Emma.
Emma continuou com movimentos lentos e quando percebeu que Regina estava mais confortável aumentou o ritmo, sempre com os olhares conectados. Regina sabia que tinha que superar esse trauma, e com o carinho com que Emma a estava tratando não seria uma tarefa difícil.
Regina estava queimando de tanto desejo, como ela sentiu falta dos toques de sua namorada, ela já não sentia medo, pois, sabia que Emma nunca a machucaria nem forçaria nada, ela queria mais, queria sentir Emma possuindo novamente como só a detetive sabe fazer. Aos poucos Regina começou a movimentar os quadris buscando mais contato. Emma percebendo isso levou dois dedos até a entrada molhada de sua morena.
— Por favor, Emm... – choramingou Regina.
— Eu amo você minha vida. – confessou Emma.
Lentamente a loira introduziu dois dedos em Regina que abraçou Emma com força.
— Você é a razão da minha vida linda. – sussurrou a loira no ouvido de Regina. – Por você sou capaz de tudo. – Continuou Emma.
A loira iniciou um vai e vem torturante, sentindo as paredes internas do sexo de Regina relaxando aos poucos.
— Eu te amo tanto Regina Mills. – Disse Emma aumentando as estocadas.
Regina sentia seu corpo tremer, era tão gostoso ter Emma dentro de si. A loira já investia com força e em um ritmo acelerado, como ela sabia que Regina gostava. A morena gemia descontroladamente o nome da amada e castigava a pele branca das costas de Emma. A loira ainda fitava o rosto de Regina que não mais conseguia deixar os olhos abertos.
O corpo de Regina começou a ter espasmos involuntários, as paredes internas de seu sexo se contraiam nos dedos da loira. Ao perceber que Regina esteva chegando a seu ápice a loira aumentou o ritmo das investidas, ela estava quase se entregando ao orgasmo só de ver sua morena no seu limite.
— Amoorr... Ahhhhh. Emm... – Regina gritou ao ser atingida por um orgasmo avassalador.
Após alguns segundo deslizando a ponta do nariz pelo rosto de Regina e vendo a respiração da morena se normalizar, Emma desceu distribuindo beijos pelo corpo suado de Regina, a loira estava louca para saborear o líquido quente que encharcava o sexo de sua morena. Sem demora Emma deslizou sua língua quente e sedenta pelo sexo de Regina que voltou a gemer deliciosamente, assim como Emma gostava. E foi com essas carícias que a língua de Emma fazia na vagina de Regina que a morena mais uma vez gozou gritando o nome de sua amada.
Emma deitou como pode ao lado de Regina e a puxou para repousar a cabeça em seu peito e começou a acariciar as costas de Regina, como sempre acontecia quando terminavam de fazer amor.
— Você tá bem linda? – perguntou Emma após alguns minutos de silencio.
— Melhor que nunca. – disse Regina se apoiando em um dos cotovelos para olhar para Emma. – Obrigada... por ser tão boa comigo. Por ter paciência e respeitar minhas ausências. – a morena se referia a falta de contato físico por tanto tempo, ela sabia que Emma adora fazer amor quase que diariamente e mesmo assim se privou disso e não cobrou nada da morena.
— Não precisa agradecer amor. – beijou os lábios da morena. – Você sabe que por você sou capaz de tudo, até passar a eternidade sem fazer amor só pra te ver feliz. – Respondeu Emma, entendendo o que Regina quis dizer com “ausências”.
Regina sorriu agradecida pelo amor que Emma sente por ela. Sem dizer nada ela levantou e vestiu o robe deixando Emma com o cenho franzido.
— O que houve? – perguntou a loira.
— Tenho um presente para você. – disse Regina e se retirou da sala.
Após alguns minutos Regina volta sorrindo trazendo consigo uma caixinha de veludo preta. Emma sentou no sofá e ficou olhando desconfiada para sua namorada.
— Não é o que você está pensando. – brincou Regina.
A morena sentou ao lado de Emma, ela estava muito nervosa, pois, não sabia qual reação sua loira iria ter.
— Eu já deveria ter feito isso antes, só estava esperando o momento certo, especial. – disse e entregou a caixinha a Emma que ficou olhando para o objeto em sua mão. – Abre. – pediu um pouco tremula.
— Uma chave? – perguntou Emma ao visualizar uma chave presa a um chaveiro em formato de uma coroa, gravado em sua base “SM”.
— Eu... não comprei aquela casa para mim Emm... eu comprei aquela casa pra nós, para nossa família. — finalizou Regina.
Emma abria e fechava a boca, mas não falava nada. Será que era aquilo mesmo que Regina estava propondo? Será que Emma não estaria sonhando?
— Vem morar comigo na nossa casa amor. – Pediu Regina.
Emma que possuía lágrimas descendo de seus olhos, abriu um lindo sorriso beijando sua amada docemente, em seguida a abraçou forte.
— É tudo que mais quero minha vida. – confessou Emma colando suas testas.
Elas iniciaram um beijo ardente e mais uma vez se amaram naquela sala, na verdade a noite não foi o suficiente para tanta saudade e felicidade para a nova família ali formada.
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