Lovesong

81 Capítulo 80


Notas iniciais
Eu sei, Eu sei que demorei, mas não me matem por isso.... kkkkkk Boa leitura.

Os convidados estavam tão empolgados que não perceberam a ausência das noivas. Todos dançavam animados. Mary após algumas doses de champanhe estava fora de si, dançava com as mãos para o alto e gritava histericamente. David sabia que sua esposa estava feliz, mas achou melhor evitar que ela bebesse mais.

Ruby dançava agarrada a sua fadinha, mesmo a musica sendo agitada e Tinker estava adorando isso e mesmo com todos a sua volta ela estava excitada e gemia descaradamente no ouvido da morena, pois, esta estava com suas mãos bobas desfilando sobre o corpo da médica.

Em um dos quartos da fazenda, Elsa e Zelena estavam pondo as gêmeas para dormir. As garotinhas já estavam alimentadas e tomadas banho e agora estavam deitadas no meio das mães que faziam carinho em sues cabelos.

— Você me fez uma surpresa e tanto minha menina. – disse Zelena sorrindo com os olhos marejados.

— Confesso que estava com medo de sua reação, meu amor. – confessou Elsa.

— Porque­ ? – perguntou Zelena com uma sobrancelha erguida.

— Vai que você me dissesse não na frente de todos. – disse a loira sorrindo.

— Só se eu fosse louca para dizer não a mãe das minhas filhas, a mulher que eu amo. – disse Zelena beijando a mão de Elsa. – Você é a coisa mais maravilhosa que aconteceu na minha vida. Antes de você eu era uma pessoa vazia, triste. – disse e Elsa abriu um enorme sorriso. – Você é tudo em minha vida, meu amor. – confessou e inclinou o corpo para dar um beijo na loira, mas parou com resmungos de Meghan. – Tá bom, vocês também são tudo para mim, meus anjinhos. – disse Zelena beijando a mãzinha da filha que estava para o ar.

Elas ficaram ali trocando carinhos e dizendo juras de amor enquanto brincavam com Meghan que demorou a pegar no sono.

[...]

Emma e Regina voltavam para a festa de mãos dadas e eram cumprimentadas por todos, Regina não poderia estar mais feliz. Emma com certeza foi a coisa mais preciosa que Deus pôs em seu caminho. Ela nunca havia se sentido mais amada, desejada e respeitada em toda sua vida. Emma lhe ensinou o que é sentir amor incondicional, ela já sentia esse tipo de amor por seu filho, mas em um relacionamento foi Emma que lhe ensinou a viver o verdadeiro amor.

E agora ela estava casada com essa pessoa maravilhosa, tinham um filho e logo estariam com outro nos braços e naquele momento Regina sabia que viveria sua vida por eles, sem desconfianças, sem medo ou inseguranças. Ela sabia que tinha errado com sua loira muitas vezes e nesses momentos percebeu o quanto Emma estava e ficaria ali por ela e com ela.

As duas seguiam de mãos dadas e distribuindo sorrisos em direção a mesa da família.

— Onde estão todos? – perguntou Emma assim que sentou com Regina ao lado das amigas.

— Zelena e Elsa foram amamentar as crianças, Cora sumiu e seu irmão e Mary estão ali. – apontou Ruby gargalhando vendo Mary dançar loucamente.

— Meu deus! O que deram a ela? – perguntou Emma gargalhando por ver Mary dançando com as mãos para o ar e David tentando segurá-la. – será que drogaram a Mary?

— Deixa ela amor. – disse Regina que também sorria. – E o Henry, onde está?

— Foi com a Lena comer alguma coisa. – respondeu Tinker. – Esse menino é realmente filho da Emma. – disse a médica sorrindo.

— Falando em filho. O que achou dos presentes? – perguntou Ruby.

— Você sabia? – perguntou Regina sorrindo.

— Claro. Essa loira não consegue guardar um segredo por muito tempo. Só eu sei o que passei escutando ela falando disso. – falou sorrindo e Emma deu um soquinho no ombro da amiga.

— Deixa de ser chata loba fedorenta. – brincou Emma e todos na mesa sorriram.

— Eu fiquei feliz em saber que Henry é seu filho, amiga. E agora teremos essa linda fazenda para passar os finais de semana. – disse Tinker segurando a mão de Regina.

— Minha esposa é um anjo em minha vida e me trouxe de volta para meu principe. Eu não poderia estar mais feliz. – deu um selinho em Emma. – E agora iremos morar nesse lugar maravilhoso.

— Eu sou demais. – disse a loira e todos gargalharam.

A festa continuou animada. As noivas se juntaram aos convidados no salão e dançaram até não agüentarem mais.

[...]

Seis meses haviam se passado. Emma e Regina decidiram deixar a lua de mel para depois que o bebê nascesse.

Elas se mudaram para a fazenda na semana seguinte do casamento e acertaram na escolha, pois, a família estava muito feliz na nova propriedade.

Emma havia mandado trazer Rocinante e Valente na mesma semana que mudaram. Todos os dias Regina e Henry saiam para cavalgar mesmo Emma não gostando de Regina subir em um cavalo estando grávida, mas a morena sempre conseguia convencer a loira que nada iria acontecer.

Era domingo e mais uma vez Emma acordou ouvindo o cantar dos pássaros. Ela havia descoberto desde a primeira manhã acordando na fazenda como era prazeroso despertar assim.

A loira se espreguiçou na cama e percebeu que estava sozinha. Olhou no relógio que ficava no criado mudo e percebeu que ainda era muito cedo para Regina já ter levantado.

Tomada pela preocupação a loira pulou da cama e foi ao banheiro, mas também estava vazio. Ela fez sua higiene matinal e seguiu em busca de sua amada. Ao chegar no topo da escada sentiu o delicioso cheiro do café e seguiu sorrindo para a cozinha.

Ao adentrar o local ela parou e ficou sorrindo para a imagem de sua morena preparando o café da família. Regina sempre foi uma mulher linda aos olhos de Emma, mas ver a morena com aquela barriga já crescida era a visão do paraíso.

Regina estava tão absorta em seus pensamentos que nem percebeu Emma se aproximar e só se deu conta da presença da esposa quando Emma a abraçou por trás.

— Bom dia minha rainha. – sussurrou Emma e beijou o pescoço da morena.

— Bom dia amor. – disse Regina pondo as mãos por cima das de Emma.

— Como vocês acordaram hoje? – perguntou a loira acariciando a barriga de oito meses da amada.

— Estamos bem amor. E a senhora caiu da cama foi?

— Senti sua falta. – beijou o rosto da morena.

— Oh, meu amor. – disse Regina virando e ficando de frente para sua amada. – Desculpa ter te deixado sozinha.

— Só desculpo se ganhar um beijo. – disse Emma fazendo bico e Regina sorriu.

— Só um? – brincou.

— Pensando bem..... quero todos os seus beijos. – disse Emma sorrindo.

Regina ainda sorrindo capturou os lábios de Emma com amor e deram inicio a um beijo apaixonado.

A loira pôs os braços em volta a cintura de Regina e colou seus corpos da maneira que a barriga de Regina permitia e com todo amor e carinho que conseguia demonstrar tomou sua morena para si. Os lábios se moviam com maestria e seus corações transbordavam amor.

— Eca! – disse o pequeno Henry ao chegar na cozinha fazendo as duas se separarem sorrindo.

— Eca o que pirralho? – disse Emma sorrindo para o filho.

— Beijo é nojento. – disse ele com cara de nojo.

— Quero que você ainda pense assim até seus trinta anos. – disse Regina fazendo Emma gargalhar.

— Você e sua irmã estão ferrados com essa mãe garoto. – disse Emma e Regina jogou o pano de prato na loira.

— Já escovou os dentes mocinho? – perguntou Regina e o garoto negou.

— Deixa que eu levo ele amor. – disse Emma dando um selinho em Regina e seguindo para o quarto do garoto.

Enquanto os dois estavam no andar de cima Regina terminou de preparar o café da manhã e pôs a mesa.

Alguns minutos depois eles estavam tomando café entre risadas e planos para o futuro.

[...]

Zelena estava vestindo Olivia enquanto Elsa terminava de dar o banho de Meghan. Como sempre faziam desde que Regina se mudou para a fazenda, a família Mills iria passar mais um domingo com a irmã.

Elsa adorava a idéia, pois, ela adorava ficar mais tempo com Emma. Ela amava o David, mas Emma sempre foi seu exemplo. Elsa não a via apenas como irmã, Emma sempre foi como uma mãe para ela e sempre que podia botava o papo em dia com a mais velha.

— Ah! Mas como está linda esse meu bebê. – disse Elsa brincando com a mãozinha de Olivia que já estava vestida como uma princesinha.

— Fica com ela que vou vestir a Mag. – disse Zelena pegando a filha dos braços da esposa.

Elsa pegou Olivia e foi para a sala aguardar a esposa. As duas já estavam prontas e a loira estava apenas esperando Zelena vestir a outra filha para irem a fazenda de Emma. Enquanto Zelena não descia, Elsa pôs Olivia sentada no sofá e começou verificar as bolsas das crianças para que assim nada de importante fosse esquecido.

Uma hora depois o carro de Zelena parava em frente a casa da irmã. Assim que saíram do veiculo Henry veio correndo de encontro as tias. O garotinho adorava quando suas primas estavam em sua casa, mesmo elas sendo de colo o pequeno adorava paparicar as meninas, contava historias, “ajudava” as tias na hora do banho, deitava ao lado das primas na hora de dormir, era um verdadeiro grude. E depois que elas começaram a engatinhar Henry ficou cada vez mais protetor.

— Eles dormiram. – disse Elsa se juntando as mulheres que estavam sentadas a sombra da macieira que ficava na parte de trás da casa.

— Esses três vão ser um grude só quando estiverem maior. – disse Emma que saboreava sua cerveja.

— Espero que meu pequeno cuide bem de minhas princesas quando estiverem maior e afaste qualquer marmanjo que queira se aproximar delas. – disse Zelena.

— Coitado de meu filho. Além de não poder beijar até os trintas anos, vai ter que afastar os namoradinhos das primas. – brincou Emma fazendo as mulheres sorrirem.

Continuaram conversando por um bom tempo até que Regina reclamou de dores nas costas e Emma a convenceu a deitar um pouco. Desde o começo da semana Regina vem sentindo mais dores que o normal, o que deixava Emma preocupada.

— Zel. — disse Emma ao voltar para a varanda.

— Como ela está? — perguntou Zelena vendo o semblante preocupado da cunhada.

— Ela dormiu. — disse Emma sentando ao lado das mulheres. — Mas eu to preocupada, ela vem se queixando muito de dores essa semana. — disse tomando um gole de sua cerveja.

— Dores nas costas são normal Emma. Principalmente quando se está de oito meses. — disse a ruiva tentando tranquilizar a cunhada.

— Eu sei, mas sinto que ela está me escondendo algo. Eu conheço bem a minha esposa e sei que ela não quer me preocupar. — tomou mais um gole de sua bebida.

— Eu vou falar com ela tá bem? — disse a ruiva pegando a mão de Emma.

[SQ]

Regina despertou sentindo uma contração forte. Isso vem acontecendo muito nesses dias e ela como médica sabia que isso era normal, já estava em tempo de a criança começar a se posicionar para o parto, mas dessa vez a dor foi um pouco maior.

— Calma filhinha. — disse ela fazendo uma careta. — Eu sei que você quer estar pronta para a hora de vir ao mundo, mas vai com calma ai dentro. — completou ela acariciando a barriga.

Regina se ajeitou na cama para esperar a dor passar. Isso aconteceu, mas em seguida voltou mais forte.

— Droga! — disse ela fechando os olhos. — Filha não tá na hora ainda, falta algumas semanas. — disse fechando os olhos.

Mais alguns minutos e mais uma contração.

— Ai. Você realmente é filha daquela loira apressada. — falou e resolveu levantar. Tinha que avisar a esposa que talvez sua princesinha estava querendo vir ao mundo mais cedo.

Com dificuldade ela levantou e seguiu para o corredor a passos lentos. Quando estava no meio do corredor mais uma contração a fez parar e se apoiar na parede, foi então que ela sentiu um líquido quente descer por suas pernas e mesmo sabendo o que fazer nessas horas ela se desesperou.

— EMMAAA! — gritou o mais alto que pode.

Passou cerca de um minuto e nada de Emma aparecer. Ela tentou continuar a andar, mas a dor estava a impedindo. E mais uma vez ela gritou por sua esposa.

A porta de um dos quartos se abriu e ela sorriu para o filho que saiu coçando um dos olhos.

— Meu amor. Você poderia ir chamar a sua mãe para mim. — pediu tentando não demonstrar dor.

— Mamãe, a senhora fez xixi nas calças? — disse ela espantado.

— Foi um acidente vá chamar sua mãe por favor. — falou fechando os olhos.

Henry saiu correndo em direção a parte de traz da casa. Ele não entendia por que sua mãe fez xixi nas calças, foi ela mesma quem disse uma vez que o certo era pedir para ir ao banheiro quando tinha vontade e por que ela não pediu.

Ao chegar perto das mulheres foi recebido por um abraço apertado por Elsa.

— Já acordou filho. Pensei que estava com sono. — disse Emma bagunçando os cabelos negros.

— Eu tô. Mas a mamãe tava gritando e eu acordei. — disse e Emma o olhou preocupada.

— Gritando? — perguntou.

— Sim, ela mandou chamar você por que ela fez xixi nas calças. — disse ele sorrindo.

Sem dizer nada, Emma e Zelena saíram correndo deixando Elsa com Henry que não estava entendendo nada.

Assim que chegaram no corredor encontraram Regina se apoiando na parede com os olhos molhados.

— Amor, o que aconteceu? — perguntou Emma fazendo Regina apoiar em seus braços.

— Nossa princesinha vai nascer… ahh. — gemeu apertando Emma em seus braços.

— Mas já? — disse Emma nervosa. — Faltam três semanas para você completar nove meses.

— Eu sei, mas ela é apressada igual a você. — sorriu em meio a lágrimas.

— Temos que ir para o hospital. — disse Emma nervosa olhando para Zelena assim que Regina gemeu de dor.

— Não vai dar tempo. — disse Zelena examinando a irmã. — Sua filha quer realmente sair daí. — apontou para a barriga da irmã.

— Mas…

— Sem mais, Emma. Ajuda Regina a voltar para o quarto. — pediu e sem pensar Emma pegou a mulher nos braços e foi para o quarto.

Ela deitou Regina com cuidado e depositou um beijo na testa da esposa.

— Vai ficar tudo bem. — disse Emma acariciando o rosto da esposa.

Zelena, com ajuda de Emma retirou a calça do pijama de Regina e fez o toque na mais nova para ver a dilatação da morena.

— Ei você precisa realmente por o dedo na minha esposa? — perguntou Emma com o cenho franzido.

— Deixa de idiotice. Se eu vou fazer o parto da minha sobrinha tenho que saber se está tudo bem. — falou Zelena revirando os olhos.

— Mais você precisa ficar cutucando ela assim? — perguntou quando Regina gemeu de dor com o toque.

— Se você não se acalmar vou ter que tirar você daqui. — disse Zelena encarando a cunhada.

— Amor… — chamou Regina estendendo a mão para a esposa.

Emma se ajoelhou ao lado da cama e segurou a mão de Regina. A morena sorriu para ela emocionada.

— Ta tudo bem. A Zel sabe o que está fazendo e você precisa ficar calma tá eu preciso…. Ahhh… preciso de você calma. — pediu e Emma assentiu.

— Já está coroando sis. — disse Zelena sorrindo. — Eu preciso de água, lençóis limpos, uma tesoura e cordões, linhas, qualquer coisa que eu posso amarrar o cordão. — pediu e Emma ficou olhando para ela. — VAI LOGO EMMA! — gritou e a loira saiu correndo arrancando sorrisos das irmãs.

— Não grita com ela, só está nervosa. — disse Regina ainda sorrindo.

— Eu sei, mas foi engraçado a cara dela. — sorriu alto.

Poucos minutos depois Emma e Elsa entram no quarto com tudo o que Zelena pediu.

— Onde está o Henry? — quis saber Regina.

— No quarto com as meninas. — respondeu Elsa.

Zelena preparou tudo o que precisava e se posicionou entre as pernas da irmã.

— Sis, eu já estou vendo a cabeça da sua princesinha e só preciso que você empurre quando vier a próxima contração tá bem? — pediu Zelena e Regina assentiu?

Emma sentou na cama e apoiou a cabeça de Regina em seu colo acariciando os cabelos negros.

E mais uma contração veio com tudo e Regina fez o que a irmã pediu. Empurrou soltando um grito que assustou Emma.

— Vai ficar tudo bem amor. — disse Emma segurando as mãos da amada. — Você tá indo muito bem.

— Nossa princesinha tá me matando de dor. — disse Regina sorrindo, mas o sorriso deu lugar a dor.

— É agora sis.

— AAAAHHHH…. — gritou Regina apertando forte as mãos da esposa que chorava silenciosamente,Emma detestava ver sua amada sentindo dor.

Uma contração atrás da outra e o quarto era preenchido pelos gritos de Regina que já estava ficando sem forças. E quando ela pensava que não iria conseguir seguir mais, um chorinho estridente invadiu o quarto fazendo todas que estavam ali sorrir.

Zelena envolveu a sobrinha em um dos lençóis e pôs a pequena deitada no peito de Regina. Estavam todas encantadas e como se reconhecesse os braços da mãe a garotinha foi cessando o choro aos poucos.

— Ela é perfeita sis. — disse Zelena emocionada.

— E linda! — falou Emma abobalhada. — Meu amor, ela é linda. — disse chorando e depositou um beijo na testa de Regina que não parava de admirar a filha. — Obrigada! Obrigada por me dar mais um pedacinho de nós. — falou Emma chorando e acariciando uma das mãozinhas da garotinha.

Enquanto Zelena levou a sobrinha para limpá-la Emma cuidou da esposa que tinha o semblante exausto.

A loira com um pano úmido limpou a esposa, já que Zelena disse Regina só poderia tomar banho depois.

Quando Emma terminou de vestir sua amada, percebeu que ela dormia tranquilamente e foi em busca de sua filha a encontrando dormindo em seu berço.

Tinha os traços tão perfeitos. Os cabelos loirinhos a pele branquinha, tão linda e perfeita. Ela não se contendo acariciou o rostinho da filha e ela fez um bico manhoso e Emma sorriu ao perceber que Regina também fazia esse mesmo bico quando estava acordando.

— Ela é linda. — disse Elsa assustando a irmã.

— Sim, ela é. — falou Emma sorrindo para a irmã.

— E a Regina? — perguntou se aproximando da loira.

— Está dormindo. Eu fiquei tão mal quando a vi gritando daquele jeito. — confessou Emma.

— Eu sei, fiquei do mesmo jeito quando a Zel teve nossas filhas. — pôs a mão no ombro da irmã.

— Somos duas idiotas por nossas esposas não é? — brincou Emma fazendo elas sorrirem.

— Definitivamente somos.

— E as crianças?

— Estão na sala com a Zel. — disse Elsa.

Ficaram ali conversando e babando a sobrinha até que a pequena acordou chorando.

Emma com todo cuidado pegou a pequena nos braços e começou a niná-la, mas a garotinho não parava de chorar.

— Ela está com fome Emma.

— Mas a Regina está dormindo, eu não queria acordá-la ela estava exausta. — falou Emma.

— Eu sei, mas a sua filha precisa se alimentar e só sua esposa tem o que ela quer. — disse sorrindo.

Sem dizer mais nada, Emma foi com a filha chorando alto para o quarto. Assim que adentrou o cômodo encontrou Regina tentando se sentar.

— De vagar meu amor. — pediu Emma indo em sua direção.

A loira pôs a filha nos braços de Regina e em seguido pôs alguns travesseiros atrás da amada para ela se apoiar melhor.

— Oi meu amor! — disse Regina emocionada por ter sua filhinha nos braços.

Emma sentou ao lado de suas mulheres admirando a cena de Regina amamentando pela primeira vez sua princesinha.

No começo Regina fez algumas caretas de dor conforme a filha sugava seu ceio.

A loira deixou suas mulheres no quarto e foi ver seu filho. Assim que apareceu na sala Henry correu a seu encontro se jogando nos braços da mãe.

— Mãe. — disse ela sorrindo. — minha irmã nasceu?

— Sim meu amor. Ela é linda igual a você. — disse pondo o indicador no nariz do filho que sorriu.

— Eu posso ver ela?

— Claro, vim buscar você para isso. — disse Emma e seguiu para o quarto com seu rapazinho nos braços.

Entraram e encontraram Regina ninando a filha.

— Principe. — disse Regina sorrindo.

— Essa é minha irmã?

— É sim meu amor. — disse Regina chamando ele para mais perto.

O garotinho sentou ao lado de Regina que o abraçou com o braço livre.

— Pode tocar nela meu amor. — disse Regina percebendo que Henry estava curioso.

— Ela é pequenininha. — disse ela passando a mão no braço da irmã fazendo as mulheres sorrirem.

— Você era do tamanho dela quando nasceu. — disse Regina.

— Sério? — perguntou ele com espanto.

— Sério garoto. — disse Emma sorrindo.

— Mas agora sou grande e vou cuidar da minha irmãzinha. — falou ele convencido.

Conversaram por um tempo até que Emma percebeu Regina com sono. A loira pegou a filha dos braços da mãe morena e pediu que ela descansasse um pouco.

Mesmo querendo ficar com seus filhos, Regina cedeu, afinal ela estava muito cansada e sabia que estando com Emma eles estariam bem. E vendo seus amores saírem do quarto a morena adormeceu sorrindo.

Notas finais
Comentem por favor. kkkk Até o próximo. Fui.