Lovesong

56 Capítulo 56


Notas iniciais
Olá pessoas.... desculpem pela demora. Mas um capítulo com Zelena em Storybrooke, já poderemos esperar a ruiva aprontando kkkkkkkk. Espero que gostem.... Desculpem algum erro, estou travada de sono, kkkk. Mas tinha que postar para vocês. Boa leitura.

Já estava anoitecendo quando Zelena e Elsa saíram do cinema onde a ruiva tinha levado sua loirinha para ver a estreia de um filme que Elsa estava enlouquecida para ver. Zelena não gostou muito do estilo do filme, romance não era sua categoria preferida, mas amou passar esse tempo agarradinha a Elsa no escuro do cinema. Tentou até se aproveitar dessa falta de luz deslizando as mãos pelo corpo da namorada, mas sempre que chegava perto do seu amiguinho a loira segurava suas mãos fazendo-a parar dizendo que queria prestar atenção ao filme, o que deixava Zelena emburrada.

— Gostou do filme, loirinha? – perguntou Zelena quando sentiu Elsa segurar sua mão na saída do cinema.

— Foi muito bom amor, obrigada por ter me trazido, eu estava louca para vê-lo. – falou sorrindo.

— Agora para acabar a tarde como se deve iremos tomar um sorvete. – Zelena puxou Elsa para a sorveteria próxima a praça.

Entraram e a ruiva escolheu uma mesa mais ao fundo para que assim tivessem um pouco mais de privacidade. Fizeram seus pedidos e ficaram ali distribuindo carícias até que seus pedidos ficassem prontos. Minutos depois a garçonete trouxe um sorvete enorme de coco com morango para Elsa e outro do mesmo tamanho de pistache com chocolate branco para Zelena.

Deram as primeiras colheradas se deliciando pelo sabor maravilhoso dos sorvetes. Elsa a cada colher que levava a boca fechava os olhos para aproveitar todo o sabor do sorvete. Foi em uma dessas vezes onde Zelena admirava o quão doce, feliz, livre e meiga era sua Elsa que teve a necessidade de demonstrar o tamanho do seu sentimento.

Ainda de olhos fechados Elsa sentiu um leve roçar em seus lábios, não precisava abrir os olhos para saber a quem pertence à boca que lentamente saboreava a sua. Deram início a um beijo apaixonado, sem pressa, sem urgência, era um beijo onde estava explicito todo o carinho e amor que uma sentia pela outra. Elsa estava adorando o beijo, porém, estava achando estranho, Zelena a beijava com tanta intensidade, com tanto amor que até parecia uma despedida e a loira ficou ainda mais preocupada quando sentiu um líquido salgado se unir ao beijo.

— Amor, o que foi? Por que você está chorando? – perguntou a loira secando as lágrimas da ruiva.

— Eu te amo tanto ... minha menina. – sorriu e levou as mãos para as laterais do rosto de Elsa. – Tanto que nem sei como demonstrar o tamanho desse sentimento. – disse fazendo carinho no rosto da loira.

— Eu também te amo Zel. Você é a melhor coisa que aconteceu em minha vida. – disse beijando as marcas que as lágrimas faziam no rosto da ruiva. – Agora, sem lágrimas eu não gosto de te ver chorar. – deu um selinho na ruiva.

Ficaram ali, apreciando a companhia uma da outra com muitos beijos, sorrisos e para variar com a mão boba de Zelena. A ruiva querendo passar momentos a sós com Elsa, teve a ideia de irem para a fazenda passar o domingo usufruindo da natureza e da companhia de sua namorada sem se preocupar com as pessoas interrompendo seus momentos. Ligou para Helena pedindo para preparar tudo para recebê-las, decidiu que iriam essa noite mesmo, já que a ruiva voltaria para Boston na segunda bem cedo.

— Você está muito fogosa hoje minha ruiva. Preciso acabar com esse seu fogo. – Disse Elsa com um sorriso travesso.

— É? – a ruiva beijou o pescoço de Elsa. – E como você vai apagar esse meu fogo? – sussurrou no ouvido da namorada.

— Eu sei exatamente como. – sussurrou de volta.

—Estou ansiosa para saber como. — falou encarando a loira, e em seguida sentiu uma sensação gelada em seu rosto.

— Assim. – Elsa passou dois dedos sujos de sorvete na bochecha de Zelena e levantou gargalhando, tentando fugir de uma possível represália da ruiva.

— Elsa Swan! Quando eu lhe alcanç... – ia dizendo, mas quanto se levantou sentiu uma tontura e teve que se apoiar na mesa para não ir ao chão.

Elsa ao ver sua namorada desequilibrar, voltou correndo e a abraçou preocupada. Ajudou Zelena a sentar e em seguida sentou a seu lado.

— Amor, o que você está sentindo? – apoiou a mão no rosto da ruiva.

— Não foi nada loirinha. Acho que esse sorvete fez minha pressão baixar. – explicou se recuperando do mal estar.

— Tem certeza? – Elsa estava preocupada.

— Tenho amor. – Falou a ruiva sorrindo e em seguida passou os dedos no sorvete e lambuzou o rosto da loira.

— Zel! – falou fingindo irritação e escutou uma gargalhada da namorada.

[...]

Emma estava na delegacia adiantando alguns documentos, queria tempo para jantar com Regina e Henry, já que esta noite estaria de plantão. Estava tão concentrada no que fazia que nem percebeu quando sua amiga entrou na sala e parou em frente a sua mesa.

— Vejo que esses papeis estão muito interessantes. – disse a mulher em frente à Emma e sorriu com o pulo que a detetive deu.

— Credo Mulan! Quer me matar do coração? – disse a loira pondo a mão no peito.

— Você deveria ver sua cara. – disse a oriental gargalhando.

— Não estou vendo nenhuma graça, olho puxado. – brincou Emma fingindo raiva.

Conversaram por um tempo, Mulan pediu desculpas a Emma por ter se ausentado da cidade sem comunicar a ela. O pai da oriental havia sido hospitalizado as pressas e como Mulan é sua única família tinha que estar lá com ele. Quando recebeu a ligação do hospital, Emma estava enrolada com todo o processo da prisão de Robin e por isso não foi possível contatar a detetive. Continuaram conversando por mais alguns minutos quando o telefone de Emma tocou.

— Quem é vivo sempre aparece. Pensei que estivesse esquecido de mim. – brincou Emma.

— Desculpe loirinha é que tive alguns problemas.

— Mas está tudo bem Gus?

— Sim, não se preocupe.

— E então, alguma novidade sobre a investigação? – perguntou Emma ansiosa, ela queria descobrir logo quem foi a pessoa que separou Regina do filho.

— Descobri quem foi o médico que atestou a morte do pequeno. Ele se chamava Eli Hall. – suspirou.

— Chamava? – Emma perguntou sem entender.

— Sim loirinha, o Dr Hall faleceu a alguns dias em um acidente de carro.

— Droga Gus! Agora não saberemos o porquê ele fez isso. – falou a loira chateada.

— Fica tranquila Emma, vou continuar com as investigações e iremos descobrir quem fez isso. Agora tenho que desligar.

[...]

— Tomem cuidado na estrada. – Pediu Cora quando se despediu de Zelena e Elsa.

— Não se preocupe mamãe, até a fazenda são apenas alguns minutos. – disse Zelena abraçando a mãe.

As duas saíram da mansão após muitas recomendações de Cora, desde o ocorrido com Regina a matriarca ficou mais preocupada coma segurança das filhas, não que fosse acontecer algo do tipo, mas ela não tinha como evitar.

Zelena pediu para Elsa ir dirigindo alegou cansaço. A loira aceitou sem contestar, afinal, mesmo Zelena dizendo que passou mal por conta de uma queda de pressão a loira tinha ficado preocupada. Já havia se passado vinte minutos desde que saíram da cidade, o carro estava em um silencio absoluto, Zelena tinha uma mão na perna de Elsa que olhava séria para frente, como no caminho até a fazenda não havia iluminação a loira estava concentrada na estrada. Zelena olhou para sua loirinha e se permitiu sorrir pela concentração da namorada.

— Que séria amor. – disse a ruiva acariciando a cocha de Elsa.

— Tá escuro Zel, tenho que ter atenção redobrada. – falou sorrindo.

Ao ver o sorriso de Elsa, uma corrente elétrica percorreu por todo o seu corpo fazendo a ruiva se arrepiar. Zelena apertou a perna da loira que sorriu com o ato, ela então soltou o cinto de segurança, se inclinou e beijou o pescoço de Elsa, em seguida levou a mão que antes acariciava a cocha da garota para o meio de suas pernas sentindo o volume nas calças da loira.

— Amor...eu tô dirigindo. – falou Elsa estremecendo com o toque.

— Eu sei. – sussurrou a ruiva abrindo a calça de Elsa e deslizando a mão para dentro da cueca da garota.

A ruiva acariciava o membro de Elsa que já dava sinais de excitação. A loira apertava as mãos no volante sentindo seu corpo arder de desejo com os movimentos da mão de Zelena. Enquanto acariciava o sexo da loira, Zelena deu uma mordida no pescoço da garota a fazendo soltar um gemido arrastado.

Elsa percebendo que Zelena não iria parar diminuiu a velocidade do carro para evitar perder o controle do veículo. A ruiva sentiu o membro de Elsa enrijecer e em um movimento brusco desceu a calça da loira até o meio das cochas deixando vir a tona toda a ereção da garota.

— Zel... ahhhh... você quer nos matar. – sussurrou a loira com um sorriso nervoso.

— Só se for matar de amor minha menina. – disse aumentando os movimentos da mão no sexo da garota.

Elsa estava enlouquecida de desejo e foi obrigada a frear o veículo bruscamente quando Zelena levou a boca ao seu membro. A ruiva deslizou a língua por todo comprimento da namorada que tinha a respiração descompassada, o coração acelerado e os olhos fechados, com uma mão apertava o volante cada vez mais forte e levou a outra para a cabeleira ruiva incentivando Zelena a continuar.

A médica estava quase gozando só em chupar sua menina, ela subiu os lábios e capturou os de Elsa, que reclamou por que a sua namorada parou o que estava fazendo. Após encerrar o beijo Zelena levou a mão para dentro do próprio vestido e arrancou sua calcinha com urgência, afastou o banco de Elsa e sentou no colo da garota tomando seus lábios mais uma vez, enquanto o beijo durava Zelena rebolava lentamente no membro de Elsa instigando a loira cada vez mais.

— Amor... como você está molhada. – sussurrou Elsa mordendo o pescoço de Zelena.

— Só você consegue fazer isso comigo.

— Gostosa... hummm. – disse Elsa pondo às mãos na bunda da ruiva erguendo a namorada o suficiente para encaixar seu membro latejante na entrada de Zelena.

Quando Zelena sentiu a cabeça do pênis de Elsa em sua entrada, desceu lentamente sentindo ser preenchida por todo aquele comprimento que tanto a satisfaz. Elsa beijava o pescoço de Zelena enquanto tinha as mãos na cintura da ruiva ditando o ritmo das reboladas da amada.

Elsa se sentia completa quando tinha a ruiva em seus braços, quando faziam amor a loirinha ficava enlouquecida, cada vez que se entregava a Zelena era uma sensação diferente, mas hoje estava sendo muito mais prazeroso, talvez pelo local em que estavam, o perigo por estar em uma estrada totalmente deserta, talvez pelo receio de serem pegas por algum viajante noturno, ela não sabia dizer, só tinha certeza que ali, naquele momento ela poderia morrer de prazer e se isso acontecesse ela morreria feliz.

— Am... or, hummm... El... eu vou.. ahhhh. – praticamente gritava Zelena sentindo seu orgasmo se aproximar.

Ainda com as mãos na cintura da ruiva, Elsa incentivou Zelena a aumentar o ritmo de seu corpo, a ruiva literalmente cavalgava no colo da sua menina. Elsa ergueu seu quadril estocando a ruiva conforme ela subia e descia em seu membro pulsante, só foram preciso mais algumas estocadas e Zelena chegou a seu ápice abraçando forte a loira que continuou estocando Zelena até que também se derramasse dentro da namorada.

Ficaram abraças com Elsa ainda dentro de Zelena até que suas respirações voltassem ao normal.

— Amor... ainda quero você. – sussurrou a loira sentindo os espasmos que do corpo de Zelena.

— Está insaciável hoje não é? – perguntou a ruiva com um sorriso safado nos lábios.

Sem dizer nenhuma palavra Elsa abriu a porta do carro fazendo as duas descerem do veículo, encostou Zelena na lateral do carro e se ajoelhou apoiando uma perna da ruiva em seu ombro levando a boca sedenta à vagina encharcada da médica, a garota deslizou a língua por toda a extensão daquele sexo que tanto ama fazendo Zelena gemer com o ato. Depois de sugar todo o líquido de sua amada, a loira levantou virando Zelena de costas para ela e mais uma vez a penetrou, fez seu membro entrar em um movimento brusco, urgente. Zelena apoiou as mãos no carro e gritou de prazer e surpresa.

— Te machuquei amor? – perguntou Elsa preocupada cessando os movimentos dentro dela.

— N... não... ahhh... continua amor... não para, por favor. – suplicou a médica.

Elsa voltou a estoca-la com força e rápido. A cada estocada Zelena gritava em meio a gemidos, ela já tinha as pernas bambas e lutava para não ir ao chão mesmo sendo segura pela loira, Zelena já sentia que seu clímax estava próximo.

— El... Ahh... eu vou gozar. – gritou a ruiva.

— Eu também amor... goza comigo. – gemeu Elsa sentindo seu membro latejando dentro da médica.

Foram preciso só mais três investidas para que as duas se rendessem ao orgasmo. Elsa abraçou a ruiva assim que retirou seu membro de dentro de Zelena, os corpos estavam exaustos, tremendo, suados.

— Eu te amo minha vida. – disse a loira depositando um beijo no ombro de Zelena.

— Eu também te amo. – disse Zelena que tinha a testa apoiada no teto do carro.

— Você está bem? – perguntou Elsa.

— Melhor impossível. – sorriu. – Acho que amanhã não podei sentar. – brincou Zelena se virando e abraçando a loira.

— Exagerada. – disse Elsa levantando a calça.

Trocaram mais alguns beijos e entraram no veículo seguindo rumo a fazenda.

[...]

Emma estava dormindo em sua cadeira com os pés apoiados na mesa, era mais uma madrugada sem nada para fazer naquela delegacia. Regina entrou na sala e sorriu ao ver como sua loira estava. A morena decidiu fazer uma surpresa para a detetive, deixou sua mãe cuidando de Henry e foi para a delegacia, ela sabia que Emma estaria sozinha essa noite.

A morena se aproximou da mesa e Emma continuava dormindo, mesmo com o som dos saltos da médica que ecoava pelo local.

— É para isso que a prefeitura te paga detetive Swan? – perguntou em um tom alto.

Emma acordou assustada pelo tom que Regina usou e em um movimento brusco foi ao chão.

— Amor, ta tudo bem? – perguntou Regina correndo em direção a Emma que estava atordoada no chão.

— Quer me matar mulher? – perguntou a loira assim que percebeu Regina a sua frente.

— Desculpa Emm. Não foi minha intenção que você caísse. – disse a morena ajudando a detetive levantar.

— O que faz aqui Regina? – perguntou a loira um pouco brusca tentando regular a respiração.

— Vim te fazer uma surpresa, mas se preferi vou embora. –disse Regina magoada com a forma que a loira falou com ela. Tudo bem que ela fez Emma cair da cadeira com o susto, mas ela não esperava isso de Emma.

— Não vida, desculpa. – abraçou Regina. – É que você me assustou. — Disse e beijou a namorada.

— Tudo bem, eu é que deveria ter te acordado de outra forma. Desculpa amor. – disse Regina apoiando o rosto no peito de Emma.

— Quer dizer que você veio passar a noite comigo? – perguntou Emma sorrindo.

— A noite toda detetive. – disse Regina mordendo o lábio inferior com a cara mais safada do mundo.

Emma ao ver a cara da amada tomou os lábios da morena em um beijo urgente, cheio de desejo e muita malícia. A noite naquela delegacia iria ser pequena para as duas.

Notas finais
E aí, gostaram??? kkkkkk Comentem... Fui.