Lovesong

55 Capítulo 55


Notas iniciais
Olá pessoas.... voltei para a primeira postagem do ano... kkkkkk. Espero que gostem do capítulo... Obrigada pelos comentários, vocês são demais. Boa leitura.

Após a reconciliação elas desceram para jantar, afinal, não comeram nada o dia todo. Apareceram nas escadas de mãos dadas e com lindos sorrisos. Cora que estava pondo a mesa abriu um enorme sorriso, “finalmente a paz retornou a nossa casa” pensou ela.

— Resolveram dar o ar da graça? – perguntou a senhora sorrindo.

— A fome nos obrigou a descer. – brincou Emma sentando ao lado de Henry que estava desenhando na mesa.

— Vou pegar o jantar. – disse Cora indo para a cozinha e Regina a seguiu para ajuda-la.

Cora pegou um pano de prato e tirou a travessa de lasanha do forno pondo em cima da ilha na cozinha, Regina pegou a jarra de suco da geladeira e quando ia voltando para a sala de jantar sentiu uma mão em seu braço.

— Está tudo bem filha? – pergunta Cora, apesar de ver Emma e Regina de mãos dadas ela queria ter certeza de que se reconciliaram.

— Sim mamãe, Emma voltou para casa, só preciso me controlar quando alguma mulherzinha for para cima dela. – falou sorrindo.

— Fico feliz meu amor, vou ajudar você a provar para sua loira que você a ama de verdade. – falou Cora determinada.

— Ela já sabe isso mamãe.

— Sei que sabe, mas vou fazer uma coisa que você já deveria ter feito a muito tempo. – falou com um sorriso discreto.

— O que você vai aprontar mamãe? – perguntou Regina curiosa.

— Confie em mim, eu sei o que tô fazendo. – disse e levou a lasanha para a sala de jantar.

Estavam jantando felizes, Regina distribuindo carinhos para sua loira, Henry falando sobre sua nova amiguinha a mesma que ele tinha comentando com Emma sobre o irmãozinho, mas dessa vez ele não fez o pedido que havia feito para Swan. Estavam quase no fim do jantar quando ouviram a porta ser aberta e uma voz toda animada gritar da entrada.

— Família, estou em casa. – Gritou a ruiva chamando a atenção de todos.

— Tia Zel! – disse Henry ao reconhecer a voz da tia e saiu correndo da mesa.

— Oi meu príncipe, como você cresceu. –disse pegando o garoto nos braços e dando um abraço apertado.

— Eu to do mesmo tamanho tia. – disse o garoto sorrindo.

— Que nada, você tá quase um homem. – falou passando o dedo no nariz o sobrinho e recebeu um sorriso orgulhoso do garoto.

— Só tem a tia Zel agora é? – perguntou Elsa fingindo estar zangada.

— Não tia, mas eu vejo você todo dia. – disse sorrindo e se jogando nos braços da tia loira.

Foram para a sala de jantar e cumprimentaram todos que ali estavam. Cora pediu para que elas sentassem e foi pegar mais dois pratos. Elas aceitaram jantar, pois, assim que acordaram foram direto para a mansão.

— Zel, fico feliz que esteja em casa. – disse Regina que segurava a mão da namorada.

— E eu fico feliz que vocês acabaram com aquela putaria de tempo. – disse a ruiva olhando para Emma que apenas sorriu.

— Olha essa boca na mesa Zelena Mills. – falou Cora repreendendo a filha mais velha.

Terminaram o jantar e foram para a sala, Zelena havia trazido um novo game para Henry, o garoto ficou muito feliz quando viu que era um game de hipismo, ele não sabia sobre o que era o jogo, mas só por ter cavalos ficou super satisfeito. Regina que amava hipismo tratou de explicar ao filho e logo começaram a jogar, Emma não se interessou muito, para ela não tinha emoção nenhuma ficar pulando obstáculos sobre um cavalo. Por incrível que pareça Regina ganhou de todos daquela sala e Henry não parou de falar que sua mãe era a melhor deixando Emma nada satisfeita, afinal, o título de rainha dos games sempre foi dela, a loira resolveu desafiar Regina, dizendo que só precisava jogar uma vez para vencê-la e assim passou-se duas horas de duelos e Regina sempre saia como vencedora.

— É, acho que o título de rainha dos games mudou de dona. – brincou Elsa vendo a irmã lhe encarar nada feliz.

Após muita insistência da loira resolveram trocar o jogo. A felicidade de Emma voltou quando ela começou a ganhar em seu jogo favorito, “futebol”. Elsa e Zelena estavam agarradinhas no sofá vendo Emma e Henry em uma disputa acirrada com muita reclamação da loira quando o filho de cinco anos fazia um gol nela, o que tirava muitas risadas das mulheres da sala.

— Sua irmã é mais criança que o próprio filho quando estão jogando. – falou Zelena que estava com o queixo apoiado no ombro de Elsa.

— Você não viu nada. Quando ela e David estão jogando parece uma guerra. – sorriu e acariciou os braços da namorada que estavam em volta da sua cintura.

Regina sorriu com os olhos marejados vendo sua loira e seu filho implicando um com o outro e pensar que por culpa dela quase perdeu isso. Ela respirou fundo agradecendo mentalmente por mais essa oportunidade que a vida lhe deu e iria fazer de tudo para nunca mais magoar sua namorada, só ela sabe como foi excruciante passar esses dias sem o amor da sua vida.

Cora que entrou na sala viu a expressão da filha morena, ela sabia que Regina estava feliz por ter sua família unida de novo, apesar das lágrimas que ela lutava para segurar. A matriarca se aproximou da filha e pôs uma mão em seu ombro com um leve sorriso para mostrar que estava feliz também e estaria ali para ela sempre.

Regina retribuiu o sorriso da mãe e levantou indo em direção a loira.

— Quando terminar ai estarei em nosso quarto te esperando. – sussurrou no ouvido de Swan e a detetive sentiu seu corpo todo arrepiar e concordou com um movimento da cabeça.

Emma ainda jogou algumas partidas com Henry, depois levou o filho para por na cama, contou uma história para o pequeno dormir e seguiu para seu quarto ansiosa para amar sua morena, sentia falta do corpo da mulher.

A loira entrou no cômodo e estranhou que sua morena não estava na cama, o quarto estava iluminado apenas pelos abajures que ficam nos criados mudos, “o que será que Regina está aprontando?” pensou ela.

— Amor. – chamou ainda perto da porta e sentiu seu coração errar umas batidas quando Regina saiu do banheiro.

A morena trajava um corpete de renda preto, uma cinta-liga com uma calcinha minúscula presa a meias 7/8 da mesma cor e com saltos pretos. Emma movimentou os lábios, mas não conseguiu pronunciar uma palavra sequer.

Regina veio caminhando sensualmente com seu rebolado deixando Swan totalmente sem reação. Respirar parecia uma tarefa difícil para a detetive.

— Algum problema amor? – sussurrou Regina deslizando os lábios pelo pescoço da loira.

— Hummm... – foi o único som que saiu da boca de Emma que nesse momento tinha os olhos fechados.

— O gato comeu sua língua amor? – perguntou enquanto beijava o pescoço da loira.

— Regi... – tentou falar, mais foi interrompida pelos lábios da morena que reivindicaram os seus.

O beijo começou calmo, Regina explorava cada parte daqueles lábios rosados, a loira ainda estava em choque com a visão do corpo perfeito da morena naqueles trajes e só voltou a realidade quando sentiu a língua de Regina em contato com a sua. Emma rodeou os braços na cintura da morena trazendo aquele corpo esculpido pelos deuses de encontro ao seu e transformou o beijo calmo em urgente, com desejo, com luxuria. A morena levou as mãos para a nuca de Emma entrelaçando os dedos nos fios loiros intensificando ainda mais o beijo se é que era possível ser mais intenso.

Emma complemente dominada pelo desejo começou a guiar Regina em direção a cama, ela tinha que possuir sua morena urgentemente, sua calcinha já estava completamente encharcada, seu corpo tremia tamanho o desejo que estava sentindo. Quando Regina sentiu suas pernas tocarem na cama ela parou o beijo e se afastou da loira.

— O que foi amor? – perguntou Emma ofegante sem entender a reação da namorada.

— Você vai ficar sentadinha aí Srta Swan. – disse a morena fazendo Emma sentar na cama.

— O que você vai fazer? – perguntou enlouquecida.

— Você vai ficar quietinha aí. — disse e foi até seu celular e pôs uma musica com uma batida sensual.

Lentamente a morena começou a mover o corpo no ritmo da música enquanto caminhava em direção à loira. Regina parou em frente à Emma que pôs as mãos na cintura da morena.

— Sem me tocar Swan. – disse a morena com a voz rouca.

— Regina... – choramingou a loira.

— Se me desobedecer serei obrigada a lhe amarrar Swan. – disse tirando as mãos da loira de sua cintura.

— Isso é maldade. – protestou.

Regina começou a mover seu quadril de um lado a outro bem lentamente. O verde dos olhos de Emma já possuía uma cor mais escura e Regina sabia que ela estava muito excitada, o peito de Emma subia e descia por conta da respiração descompassada. Regina deslizava as mãos pelo corpo ainda guiada pelo ritmo da música, as levou até os seios dando leves apertões e soltando alguns gemidos sempre olhando as reações de Emma. A loira se movia na cama tentando se segurar para não agarrar Regina. A loira soltou um gemido sôfrego quando viu Regina levar uma das mãos para dentro da calcinha e movimentá-la de vagar, a morena gemia enquanto fazia movimentos circulares em seu clitóris.

— Amor... vem cá ... eu preciso te sentir... você está me levando a loucura. – suplicou Swan.

— Você quer me sentir Srta Swan? – perguntou em um sussurro, mas o suficiente para Emma ouvir.

— Uhum... – disse Emma delirando.

Regina tirou a mão de seu sexo e levou a frente do rosto da loira que sem demora deslizou a língua por toda a extensão daqueles dedos lambuzados. A loira limpou cada gota daquele líquido que ela tanto ama.

— Você é deliciosa amor. – disse a loira quando Regina tirou os dedos da boca da detetive.

— Vem cá vem... humm ... eu preciso de você. – pediu Swan.

Regina ficou de costas para Emma e baixou para tirar os sapatos empinando a bunda para Emma. Ela não precisava fazer isso para se livrar dos saltos, mas a morena sabia como Emma era apaixonada por sua bunda e não poderia perder essa oportunidade.

— Você não pode me tocar. – lembrou Regina ao sentar no colo de Emma, com uma perna de cada lado da loira.

Emma apertava o lençol da cama para evitar pôr as mãos em Regina que rebolava em suas pernas. A morena capturou os lábios de Emma em um beijo violento, ambas gemiam sem controle, Regina pôs as mãos na base da regata que a detetive usava e a tirou jogando em qualquer canto do quarto, em seguida levantou e puxou a calça de moletom de Emma a deixando apenas de lingerie, amorena estava louca para se entregar a sua namorada, mas sua intenção era enlouquecer Emma e pelas reações da loira ela sabia que estava conseguindo. Voltou a sentar no colo da loira começou a rebolar, pôs os lábios no pescoço da amada e começou a dar alguns chupões e mordidas no local.

— Amor... deixa eu te tocar... por favor...- suplicou mais uma vez ao sentir a umidade do sexo da morena molhar sua perna.

— Agora sou toda sua amor... pode fazer o que quiser comigo. – disse Regina não conseguindo mais continuar com as provocações.

Sem demora Emma jogou Regina na cama e cobriu o corpo da morena com o seu. Deu inicio a um beijo voraz enquanto se movimentava sobre o corpo da médica.

— Você foi muito má em me enlouquecer desse jeito, agora vou te mostrar do sou capaz. – disse a loira ao findar o beijo.

Emma levou as mãos de Regina acima da cabeça e começou lamber e dar leves mordidas por todo o seu pescoço. Emma acariciava os seios da morena por cima do corpete enquanto castigava o pescoço da médica. A loira poderia retirar a lingerie da morena lentamente, mas ela não aguentava mais ficar sem ver o corpo da morena desnudo. Após retirar toda a renda do corpo de Regina, Emma abocanhou um seio da morena que se contorceu sob o corpo da loira.

— Emm... ahhh... – gemeu Regina.

Após a loira saciar a fome dos seios da morena, foi descendo os lábios pelo corpo de Regina chupando cada centímetro da pele da morena. Quando Emma enfim, chegou ao sexo da namorada deslizou a língua do clitóris a entrada cada vez mais encharcada levando Regina à loucura. Emma começou a chupar o clitóris da morena que começou a rebolar na boca da loira, enquanto se deliciava naquele ponto de prazer a loira penetrou dois dedos em Regina que gemeu alto com sensação de ser preenchida pela detetive.

— Ahhh... amor... – gemeu Regina agarrando forte o lençol da cama.

Emma a estocava forte sem parar de deslizar a língua pelo nervo rijo de Regina, quando Emma sentiu seus dedos serem pressionados no interior da morena ela aumentou o ritmo das investidas até que Regina gritou seu nome ao chegar ao ápice. A loira permaneceu com os dedos no interior de Regina sem movê-los e continuou chupando os clitóris da amada até que mais uma vez Regina teve outro orgasmo.

Emma retirou os dedos do sexo de Regina e subiu dando beijos pelo corpo trêmulo da morena capturando os lábios carnudos, fazendo Regina sentir seu gosto nos lábios de Swan.

— Como eu senti falta de você amor — disse a morena ofegante de olhos fechados.

— Eu te amo. – disse Emma fitando a morena com um sorriso nos lábios.

— Me desculpa... por ter nos afastado. – disse a morena deixando algumas lágrimas descerem de seus olhos.

— Esquece isso amor. – disse secando as lágrimas da morena com os dedos. – Eu estou aqui e não vou a lugar nenhum. – deu um selinho na morena.

Após recuperarem as forças voltaram a se amar intensamente, a noite seria pequena para tenta saudade, tento desejo, tanto amor...

[...]

Cora acordou cedo apesar de todo o barulho do quarto de Regina e Emma da noite anterior que não deixou a senhora dormir direito. Todos já haviam saído para seus trabalhos, só Zelena que ainda dormia com Elsa, Cora tinha certeza que se não fosse o barulho que a filha mais nova fez ela escutaria Zelena e Elsa. Em outro momento Cora não ficaria satisfeita com tal acontecimento, mais saber que suas filhas estavam felizes era o bastante para ela. Após adiantar o almoço a senhora Mills foi para o escritório da filha, precisava fazer uma ligação importante.

— Sidney. – falou assim que a ligação foi atendida.

— Cora Mills, a que devo a honra. – disse o senhor do outro lado da linha.

— Como vai meu amigo? Tenho um trabalho para você.

— Estou as suas ordens, como sempre.

Cora falou tudo o que queria que Sidney fizesse e depois colocaram o papo em dia, afinal, fazia muito tempo que eles não conversavam. Sidney é um advogado amigo do falecido Henry Mills e sempre resolvia toda a parte jurídica da família Mills, mas sempre era Regina ou Zelena que procurava o advogado nos últimos anos.

[...]

Emma estava em sua mesa na delegacia com um sorriso maravilhoso nos lábios lembrando da noite maravilhosa que teve com sua morena. Toda vez que ela fechava os olhos vinha a imagem de Regina com aquela lingerie maravilhosa, “como é possível amar uma pessoa cada dia mais?” pensava ela.

— Viu o passarinho verde Swan? – perguntou Killian.

— Melhor que isso Jones. – respondeu ainda sorrindo, não seria Killian que iria tirar seu humor hoje.

— Swan, eu queria me desculpar... você sabe que realmente gosto de você... – foi interrompido por Emma.

— Jones, por favor... – foi interrompida também.

— Deixa eu falar. – pediu se sentando em frente a detetive. – Como eu ia dizendo, você sabe como eu gosto de você, mas eu vejo que você e a Dra Mills realmente se amam, então eu queria me desculpar por todas as investidas que dei antes e queria pedir que tentássemos ser amigos. – pediu ele estendendo a mão para Emma.

A loira olhou a mão do rapaz desconfiada, não acreditava que isso poderia ser sério, mas resolveu dar uma trégua, afinal, eles trabalhavam juntos e tinham que se dar bem, então a loira resolveu dar essa chance a ele.

— Tudo bem Jones. –disse apertando a mão do colega. – mas sem gracinhas ok?

— Tem minha palavra. – sorriu e saiu para fazer a ronda.

[...]

Regina, Henry, Elsa e Zelena estavam no Granny’s esperando Emma para almoçarem. Minutos depois a detetive entra na lanchonete e se junta a sua família. Fizeram os pedidos e Regina obrigou Emma a comer uma refeição saudável já que a loira queria um hambúrguer e batata frita, comeram entre risos e brincadeiras. Henry pediu a mãe para tomar um sorvete de sobremesa e como Regina adora agradar seu pequeno cedeu a seu pedido. Zelena e Elsa que também queriam sorvete decidiram que iriam levar o sobrinho até a sorveteria deixando Emma e Regina no Granny’s. Estavam tomando um café enquanto a hora de Emma retornar a delegacia não chegava. De repente o sino da porta toca anunciando que um novo cliente havia chegado, Emma ao ver o sorriso da morena desaparecer olha em direção a porta e ela vê Belle indo em direção a mesa delas.

— Não liga para ela não tá. – disse Emma pegando a mão de Regina que estava em cima da mesa.

— Boa tarde. – disse Belle sorrindo. – posso falar com vocês?

— O que você quer Belle? – perguntou Emma.

— Quero falar com vocês. – disse sentando em frente às duas recebendo um olhar nada amistoso de Regina.

— Pode falar. – respondeu Emma.

— Primeiro quero me desculpar pela forma que falei com você assim que cheguei e pela proposta que te fiz Emma. – disse Belle com uma cara de arrependida. – Eu voltei para Storybrooke na intenção de reconquistá-la por isso joguei tão baixo, mas percebi que meu tempo com você já passou. – continuou.

— Finalmente percebeu algo certo. – disse Regina encarando Belle.

— Quero me desculpar se causei algum desentendimento entre vocês. Mas o que eu falei sobre o Henry é verdade, eu quero fazer parte da vida do meu filho.

— Ele não é seu filho. – falou Regina com raiva.

— Perante a lei é sim, ele também tem meu nome, eu só quero passar um tempo com ele. – disse Belle olhando para Emma.

— Por que esse interesse todo depois desses anos? – perguntou Swan.

— Loirinha.... – ia falando mais foi interrompida por Emma.

— Não me chame assim. – exigiu a loira ao perceber o incômodo de Regina.

— Desculpe. Emma eu sei que errei, mas Henry não tem nada com isso. Eu sinto falta do meu filho, só quero passar um tempo com ele.

— Não sei Belle. Eu vou conversar com Regina e com o Henry, depois eu lhe digo o que resolvemos. – Emma falou querendo encerrar a conversa. – Agora precisamos ir. – disse a loira levantando e puxando Regina pela mão.

Pagaram a conta e foram para o carro da morena, já que Emma foi ao Granny’s a pé, pois fica perto da delegacia.

Entraram no veículo e Emma deu um beijo apaixonado em Regina que tinha um expressão séria.

— Tá tudo bem? – perguntou ao final do beijo.

— Eu não confio nessa mudança da Belle. Não quero nosso filho perto dela. – disse encostando a cabeça no ombro da loira.

— Ei vai fiar tudo bem, como eu disse a ela precisamos conversar com calma, o Henry sabe sobre a existência da Belle, precisamos conversar com ele também. – disse acariciando o rosto de Regina. – mas você e eu é que iremos decidir o que é melhor tá? – perguntou e recebeu um aceno positivo.

Trocaram mais algumas carícias e seguiram para a delegacia, onde Regina deixaria a detetive e depois seguiria para casa.

Notas finais
Espero que tenham gostado..... O que será que Cora está aprontando???? E esse pedido de desculpa de Killian, será que é verdadeiro?? Comentem.... Até o próximo. Fui.