Notas iniciais
Estou bem insegura com essa fanfic. Ela foi postada e terminada no Social Spirit, na categoria Bandas (Asking Alexandria) e mesmo assim estou insegura (e ansiosa) em postá-la aqui, na categoria Original.

Bom, é apenas um prólogo. Espero de coração que gostem.

Perdoem-me se encontrarem erros, não são propositais.
Boa leitura!

P.S: As falas em itálico são flashbacks.

“Ela tinha namorado. Eu era um palerma. Ela era apaixonante. Eu era irremediavelmente sem graça. Ela era infinitamente fascinante. Então voltei para o meu quarto e desabei no beliche de baixo, pensando que, se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

John Green – “Quem é Você, Alasca?”

Pra que quer tanto saber meu nome?”

“Não é nenhum pecado querer saber seu nome.”

“Você pode ser um estuprador.”

“Não me importaria nenhum pouco em transar com uma estranha que eu quase atropelei.”

Abriu seus olhos e fitou a xícara de café que estava a sua frente, também sentiu alguém estar lhe observando com curiosidade. Era a garçonete. Ele não disse nada, apenas empurrou a xícara de café para longe e pagou pelo café que nem havia tocado. Saiu da cafeteria rapidamente e por pouco não esbarrou em uma moça que se adentrava ao local. Jogou fora o cigarro já no fim e acendeu outro logo em seguida.

Na falta de um de seus maiores vícios, ele se tornou uma maldita máquina ambulante de cigarros.

Abraçou seu próprio corpo assim que sentiu a brisa fria vir de encontro ao seu corpo magrelo. Deu uma longa tragada e continuou andando.

“Você é louca.”

“Eu sou linda!” Ele olhou para ela e mordeu o lábio. Ela sentiu suas bochechas esquentarem. “Pare de me olhar assim.”

Andava apressadamente, esbarrando em várias pessoas, mas ele não dava à mínima. Ele perdera completamente a vontade de viver nos últimos dois meses. Ele ouviu alguém reclamar pelo esbarrão que havia tomado, ele simplesmente bufou e dera outra longa tragada em seu velho companheiro de sempre, o cigarro.

“Você não deveria ter me trazido para cá.” Ela parecia nervosa com alguma coisa e olhava sempre para os lados.

“E porque não?”

“Você nem me conhece!”

Isso já estava passando dos limites! Ele não sabia que raio estava acontecendo com aquela garota. Qual era o problema dela? Ele não sabia e tinha raiva de quem sabia. Ela estava estressando aquele rapaz conforme os dias iam passando. Ela era uma maldita destruidora de corações! Mas era a maldita destruidora de corações que ele queria. Ela era uma maldita, uma idiota, queria ele acabar com qualquer vestígio dela nele, mas ele não poderia, não a essa altura do campeonato.

Ele não conseguia mais dormir, não conseguia mais comer, não conseguia fazer mais nada com o mesmo ânimo de antes – mesmo que antigamente seu único problema fosse afastar um idiota de perto de sua irmã.

Nada estava certo.

Ele não entendia aquela garota, realmente não entendia o que se passava na cabecinha maléfica dela. Na verdade, ele não entendia mais nada.

“Você tá bêbada.”

“Não estou!” ela protestou. “Estou sóbria o suficiente para dizer que...”

“O quê?”

Ela não respondeu, apenas o beijou.

O rapaz soltou mais uma vez a fumaça tóxica pelo nariz, desta vez. Esbarrou em uma garota com os cabelos ruivos e curtos, era uma garota baixa. Ele prendeu sua respiração, a garota estava parecia não ter dado importância ao esbarrão do rapaz e continuou seu rumo. Já ele, dera meia volta e caminhara rapidamente até a garota. E então, de seus lábios saíram à palavra que mais tentara evitar nos últimos dois meses:

“Dora.”

A garota lhe olhou, curiosa e não deu outra, ele tinha se confundido mais uma vez. Praguejou-se até a última geração dos Lawer. Olhou para a garota, que ainda o fitava com curiosidade.

“Desculpe?” a moça sorriu sem graça.

“É que... É que você me lembrou de alguém que eu conheço.” Sorriu sem graça. “Desculpe.”

A garota sorriu e se afastou. O rapaz observou a moça até que ela sumisse de sua vista.

Ele definitivamente estava ficando louco. Isso era loucura. Ele precisava de ajuda. Precisava de ajuda, pois estava doente. Benjamin estava doente de amor.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.