Lovely Smile
14 Capítulo 14- BOMBA!
Notas iniciais
Acordei e vi que tinha varias ligações no meu celular, eram de amigas.Liguei para primeira, era Ques :
Ligação on
_Ques, você me ligou?
_Ah... liguei... amiga
_Que foi?
_Você já ligou a tv ou a internet hoje?
_Não.. porque?
_Maah, todos os sites de fofoca tão dizendo...
_O que ques? Fala logo.. – me desesperei
_Não quero te falar, entra você mesma e vê
_Ah meu deus!
Ligação off — com direito a desligar na cara.
Quando abri a pagina da internet, foi fácil descobrir do que Ques estava falando.
''BOMBA!
À semanas atrás, Justin Bieber foi visto de mãos dadas, beijando e em clima de romance com uma garota, que até então não é famosa e todos pensavam até ontem que eles eram namorados. Mas hoje, essa suposição pode ter mudado, será que Bieber resolveu virou pegador? È isso que supomos quando virmos as fotos tiradas por um jovem fotográfico. Fotos de Justin e sua ex namorada, que dias atrás quase se envolveu em uma briga com a atual namorada de Biebs. Será que eles voltaram ou foi só uma conversa entre ‘amigos’?''
O site mostrava várias foto de Justin e aquela ex-namorada, que tinha me ameaçado á algum tempo, nas fotos não tinha nada de beijos, abraços, pareciam só conversar.
Fiquei irritada claro, e mil perguntas surgiram na minha mente. Justin está me traindo? O que ele está falando com aquela desgraçada?... Não pensei duas vezes e liguei para ele. Deixei chamar até cair na caixa postal, não me conformava, liguei várias vezes, todas chamavam e Justin não atendia. Perdi a noção do perigo, minha vontade era de correr e puxar os cabelos daquela garota. Tirar satisfações. Comecei a chorar muito e minha mãe viu. Ela me deu vários conselhos, confesso que nem um muito convincente, ela sempre achou que era uma bobagem eu namorar um famoso, até porque nós sabíamos que ele viajaria muito, e entre estas viagens muitas coisas poderiam acontecer. Ela intendia meu amor de fã-do-Justin, mas não de namorada-de-um-famoso. Desabafei ainda chorando muito, dizia que amava muito o Justin, que ele era minha razão de vida e que por mais difícil que fosse namorar ele, eu não desistiria. Eu nunca desistiria de realizar meu sonho, de ter por perto para sempre, quem eu sempre amei tanto.
_Mãe, eu vou para Londres... Eu vou esclarecer toda esta historia. — Foi essas minhas ultimas palavras, antes de arrumar alguns pertences e ir correndo para o aeroporto a fim de encontrar ‘sem querer’ um passaporte para Canadá-Londres o mais rápido possivel. Encontrei, demoraria duas horas, mas eu não me importava. Sabia que se eu voltasse para casa minha mãe me impediria de ir e eu ficaria chorando que nem boba em casa. Fiquei no aeroporto mesmo, às duas horas, esperando pelo voo e em busca de mais informações na internet, só apareciam mais fotos, mais comentários, mais perguntas e... mais dor.
A viagem foi muito cansativa, muito difícil, o tempo estava nublado, por isso atrasou e muitas pessoas no avião estavam apavoradas. Eu, nem me importa com isso, naquele momento eu só conseguia chorar, a aeromoça me perguntou várias vezes se eu estava bem, se eu queria alguma coisa e seu só respondia qu queria chegar logo, que não estava tudo bem mais logo iria passar, que ninguém poderia me ajudar. Ao meu lado se sentou uma mulher, aparentemente muito experiente que me aconselhou.
_Eu sei o que é isso, eu sei como é... Essa dor é um inferno, parece não ter fim... É angustia-raiva-amor-desespero-ansiedade tudo misturado. Já me senti tantas vezes assim, cada vez pior... Mas acredite que passa. Dor de amor é temporária, não apaga com remédio e muitas vezes nem o tempo é capaz de apagar. Mas acredite... Vai acabar.
Lindas palavras as dela, mas naquele momento muita diferença não me fez, eu só pude agradecer e por insistência, aconselhada a contar para melhorar, expliquei por alto o que tinha acontecido e ela continuou com sua teoria de que tudo iria acabar.
Não sabia direito o que ia fazer em Londres, como acharia a garota? Deveria procurar Justin? O que iria dizer? Seria calma ou desesperada? Mas de qualquer jeito, não me arrependi. O meu coração dizia que aquilo era o melhor para mim, pra nós.
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