Lovely Complex
4 Capítulo IV
Notas iniciais
Leiam as notas finais ~~
Fiquei a noite inteira acordado na sala de espera para o diretor. E o monitor? Não parava de rir. Droga! Logo agora que as coisas iam tão bem! E daqui a um mês iria numa festa. Mês... Infelizmente essa palavra me lembrou “Jack”.
Espero que a minha mãe esteja bem...
- Senhor Mail Jeevas? – O diretor me chamou. E me levantei num susto. – Por favor, entre.
Entrei.
- Fiquei sabendo que o senhor foi pego... Fumando. – Ele disse olhando para mim.
- Sim. – Disse simplesmente.
- Pelo menos é sincero. – Suspirou. – Gostaria de saber o que fazer... A propósito Meu nome é Roger. Então, o que gostaria? De ligar pro seus pais?
Gelei. Isso era horrível. Se Jack descobrisse que eu estava aqui, não saberia o que ele iria fazer com a minha mãe, mas tinha certeza o que ele iria fazer comigo.
- Hum... Não tem... Hum... Outra saída? Tipo, sem a minha família saber... Sabe, lavar o colégio durante um mês ou algo do gênero? – Disse tentando dar pelo menos alguma ideia.
- Você pode “ser vendido” para algum aluno. – Nossa, pirei. Ele fala isso com tanta naturalidade... – Além de ganharmos com isso, você também pode ganhar.
Suspirei. – Assim, ninguém vai ficar sabendo? Digo, ninguém da minha família...
- Ninguém da sua família.
- Aceito.
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– Não sei por que aceitei – Disse com a minha cabeça contra o travesseiro. – E agora?
- Sabe leilão. É parecido. Vão te leiloar... Como um objeto. – Disse Beyond de uma forma tranquila... TAMBÉM, NÃO É COM ELE!
- Já pensou em falar com o Near? – Disse L. Fiquei curioso e levantei a cabeça. – Ele é um dos “fodões” daqui. Pede pra ele “pagar” você.
- Não sei...
- Ah. Vamos lá. – Disse Beyond se levantando e me tirando da cama. Para logo depois Lawliet fazer o mesmo.
Durante a ida para o dormitório de Near, todos olhavam. Não sabia quem era. Se era eu, o Beyond ou o Lawliet.
Quando chegamos B bateu a porta para Near abrir a mesma e ficar surpreso.
- Não esperava vocês aqui. – Near disse olhando diretamente para mim.
- Podemos entrar? O Matt que te pedir um favor. – Lawliet disse entrando sem dizer mais nada.
- Claro! – E depois ele abriu a porta completa. – O meu colega de dormitório não está, então podem ficar á vontade.
- N-Near... Eu queria que você... – Não conseguia dizer. Além de constrangedor... Não, era somente constrangedor.
- Quer que eu pague o seu leilão? Sabe que irá me dever uma. – Olhei para ele espantado que suspirou e me entregou um folheto.
- O QUE? – Disse pegando o folheto. O mesmo dizia o meu nome, o que fiz, e que aceitavam (o primeiro lote era $ 20.000). Putz. Valo isso tudo?
- Relaxa, eles não entregam isso para todos. Ok, vou te fazer esse favor. Provavelmente irão encerrar os leilões no final do dia. Vou dar os lotes. Pode ficar calmo.
Por incrível que pareça fiquei calmo e agradeci. Agradeci umas dez vezes e fui embora.
Nem tinha ido pra aula de tanta ansiedade.
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Olhei para o relógio pela décima quinta vez, e ainda marcava meio-dia.
- Calma Mail. Pode não parecer, mais o Near é muito rico. É por isso que o Mello fica brigando tanto com ele. – Disse Lawliet comendo um bolo de baunilha com morango. – Aceita?
- Não obrigado. Mas... Quem é Mello? – Perguntei.
- Ah. Esse é o “apelido” do Mihael. Pode chamar ele assim. Todos chamam. – Lawliet disse comendo mais um pedaço de torta.
- Cadê o Beyond? – Desde o quarto do branquelo não o via.
Parecendo que leu minha mente o mesmo entrou com tudo. O rosto ainda mais pálido e com alguns pingos de sangue, ou, como eu preferia dizer, suco de morango.
- Tenho péssimas notícias! – Disse fechando a porta do mesmo jeito em que entrou. – Matt, o Near está tentando mais tem alguém que está dando o dobro!
- O que? Como alguém vai querer pagar $40.000 por mim? – Não estava acreditando naquilo!
- Não está em $ 40.000. Já está em $ 120.000. – Beyond disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.
- O QUE?! Eu não quero falir o Near! Vou lá parar ele. – Disse me levantando mas Beyond foi mais rápido e me empurrou me fazendo sentar.
- Relaxa, logo logo vai acabar. Só está ele mais um outro garoto. O resto desistiu. – Ele tentou me dizer.
- O que?! Porque o outro não desiste? Quem é esse outro? – Perguntei.
- Eu não sei por que, sei lá. Talvez porque você é o único ruivo aqui. E não sei quem é. Isso fica em total sigilo. – Ele disse pegando um pote de geléia e degustando.
- E como você sabe disso tudo? Se é SIGILOSO?
- Tenho meus recursos...
Tipo, “Ou você me fala, ou você vai amanhecer com um olho roxo e cheio de machucados. Ah, e ninguém garante que irá acordar vivo!”.
- Tenta dormir, hoje você não dormiu NADA. – Lawliet disse se levantando.
- Ok, vou tentar. – Disse me deitando no colchão mais duro que uma pedra e por algum milagre (ou praga do Lawliet) consegui dormir.
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Senti alguém me empurrando. Mal-humorado abri os olhos contra a minha vontade e vi Near.
Porque ele estava ali? – Ia dar a volta e voltar á dormir. Mas me lembrei do ocorrido e me levantei num pulo.
- O que aconteceu? Qual foi o resultado? – Disse indo até ele que suspirou e se sentou na cama de Beyond, na minha frente.
Agora que fui perceber, mas cadê o B e o L?
- São 06h15min da tarde. O hum... “leilão” terminou ás 06h00min... E bem... Eu não ganhei. – paralisei. – Continuei dando os leilões... Mas, o outro garoto hum... Não sei explicar... E ele quer falar com você. – ele se levantou e se curvou. – Desculpe.
- N-Não! Está tudo bem! Sabe, eu ia pedir para você parar. Mas... Acabei cochilando. Bem... Você sabe o número do quarto? – Disse me levantando e indo em direção á porta.
- Nº 502. E... Boa sorte. – Abri e fechei a porta.
Suspirei, minha vontade era de chorar e sair correndo. Quarto 502? Isso era no outro prédio. Andei com os passos arrastando e agora? Talvez o meu hum... “Dono” não fosse tão ruim né? Poderia pagá-lo depois. Isso! Arranjaria um trabalho e guardaria metade do dinheiro para algo urgente. E a outra metade iria pagá-lo! Isso! Era uma ótima ideia... E teria que pagar durante TODA a minha vida. Droga...
Cheguei no outro prédio, que aparentava ser BEM mais novo que o que eu dormia e subi cinco andares finalmente cheguei ao apartamento 502. Respirei fundo e toquei a campainha. Riquinhos de merda... Que mordomia! Tinham até campainha!
Demorou um pouco, mas finalmente a porta se abriu e levantei o olhar. Não acreditando no que vira.
- Finalmente. Achei que não viria e teria que te buscar... DOG. – rangi os dentes o que ele estava fazendo aqui? O que EU estava fazendo aqui?
- MELLO?
Notas finais
Review?? shaushuhauahsau
dependendo posto o próximo no sábado <- notícia boa
Minhas aulas começaram hoje T.T <- notícia ruim
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